ARTILHARIA DA F TERRESTRE
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Mas esse é o plano. O próximo GLM deverá ser no Sul e ouvir falar uma vez que há plano de fazer um GLM no Nordeste e/ou Norte.
- FCarvalho
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Bem, mais dois GLM fica bom, no sul e Nordeste.gabriel219 escreveu: ↑Sáb Fev 01, 2020 3:32 pm Mas esse é o plano. O próximo GLM deverá ser no Sul e ouvir falar uma vez que há plano de fazer um GLM no Nordeste e/ou Norte.
Aqui fica por conta da mobilidade aérea de que tanto se fala.
Se conseguirmos dispor um dia de 6 GLM já vai ficar mais do que bom.
E pensando nisso, não descarto um dia que estas OM no nordeste e sul venham a ter capacidade anti-navio, também.
obs: cada OM do Astros segundo o modelo em Formosa, disporá de dois grupos de lancadores. Por isso citei 6 GLM. Cada unde desta pode ser formada por até 4 baterias, de acordo com a organização adotada pelo EB. Diria melhor, com a capacidade de aquisição deste.
abs
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- FCarvalho
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Só relembrando.
1 GMLF = 2 a 4 bia
1 Bia = 6 a 8 lancadores
Além destes, compõem o grupo, para cada Bia:
6 a 8 veículos remuniciamento
1 veículo radar
1 veículo meteorológico
1 veículo PC
1 veículos Oficina
O exército ainda está trabalhando em cima da definição da Bia Busca de Alvos. Esta ira acrescentar outros veículos VBL no mode de observação + Vant, ou talvez até mesmo o Guara 4WS, que segundo a empresa, possui uma versão dedicada para esta missão.
Aliás, o Guará 4WS teria ao menos 4 versões projetadas além da básica. Fico aqui pensando que cedo ou tarde, este veículo ainda irá aparecer como um membro comum da família Astros e demais sistemas de artilharia do EB. Algo até natural caso o combo Astros/Tatra se torne a base para toda a artilharia do EB.
abs
1 GMLF = 2 a 4 bia
1 Bia = 6 a 8 lancadores
Além destes, compõem o grupo, para cada Bia:
6 a 8 veículos remuniciamento
1 veículo radar
1 veículo meteorológico
1 veículo PC
1 veículos Oficina
O exército ainda está trabalhando em cima da definição da Bia Busca de Alvos. Esta ira acrescentar outros veículos VBL no mode de observação + Vant, ou talvez até mesmo o Guara 4WS, que segundo a empresa, possui uma versão dedicada para esta missão.
Aliás, o Guará 4WS teria ao menos 4 versões projetadas além da básica. Fico aqui pensando que cedo ou tarde, este veículo ainda irá aparecer como um membro comum da família Astros e demais sistemas de artilharia do EB. Algo até natural caso o combo Astros/Tatra se torne a base para toda a artilharia do EB.
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
FCarvalho escreveu: ↑Dom Nov 24, 2019 7:24 pm Grato por me lembrar AlfaBR.
Apenas apontar o fato de que a 2a Bgda Inf Slv, em São Gabriel da Cachoeira, conta apenas com o 5o BIS como unidade orgânica. Houve alguns anos atrás a tentativa de transferir para o alto Rio Negro outros dois Btl inf mas que ficaram pelo caminho. Em termos práticos essa OM só existe no papel, pois não conta com a maioria dos elementos base de uma brigada de verdade.
A 2ª Bda é completa: 2º BIS (SGCachoeira) e 3º BIS (Barcelos), 2º Pel Com Sl, 22º Pel PE e 2º BLog Sl
Da mesma forma, a 16a Bgda Inf Slv cujo comando é em Tefé, no médio Solimões, possui também um único btl, na forma do 8o BIS em Tabatinga, a cerca de 600 kms de distância. Também sofre dos mesmos problemas da 2a Bgda Inf Slv.
A 16ª Bda também é completa: 8º BIS (Tabatinga) e 17º BIS (Barcelos), e os seus Pel PE, Pel Com Sl e 16º BLog Sl em Tefé
São unidades criadas nos últimos anos mas que serviram apenas, ao final e ao cabo, para abrir vagas para mais generais por aqui e seus séquitos de estado maior.
Operacionalidade que é bom mesmo...
A 1a e a 17a Bgda Inf Slv possuem meios orgânicos e elementos de combate e apoio ao combate, mas mesmo assim não são undes completas, apesar de disporem de mais OM integradas aos seus respectivos comandos.
abs
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Agora eu fiquei meio que desnorteado. Honestamente, eu vivo e moro no Amazonas a vida inteira, acompanho praticamente quase tudo que acontece por aqui em defesa, e simplesmente não sabia da existência desses dois batalhões.
Meu muito obrigado Elígio por prestar-me este esclarecimento. Sem ele eu continuaria na ignorância e falando besteira.
Notar conquanto que estive pelo menos duas ou três vezes em Tefé e não vi as instalações do 17o BIS por lá. Ao menos é o que consta como sendo a sede do batalhão no site do EB.
Em Barcelos sabia que havia o projeto de transferência de um btl inf para lá mas desconhecia até este momento a sua efetivação desta mudança. E desde 2002.
Enfim, muito feliz por saber que estas mudanças aconteceram. Vou me esforçar mais e ficar atento aos acontecimentos.
Talvez os quase 8 anos de fronteira tenham me deixado meio lerdo.
abs
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Flavio, sugiro consultar a estrutura da organizações militares operativas do Exército, disponível no glossário, que está atualizada.FCarvalho escreveu: ↑Qui Fev 20, 2020 9:02 pmAgora eu fiquei meio que desnorteado. Honestamente, eu vivo e moro no Amazonas a vida inteira, acompanho praticamente quase tudo que acontece por aqui em defesa, e simplesmente não sabia da existência desses dois batalhões.
Meu muito obrigado Elígio por prestar-me este esclarecimento. Sem ele eu continuaria na ignorância e falando besteira.
Notar conquanto que estive pelo menos duas ou três vezes em Tefé e não vi as instalações do 17o BIS por lá. Ao menos é o que consta como sendo a sede do batalhão no site do EB.
Em Barcelos sabia que havia o projeto de transferência de um btl inf para lá mas desconhecia até este momento a sua efetivação desta mudança. E desde 2002.
Enfim, muito feliz por saber que estas mudanças aconteceram. Vou me esforçar mais e ficar atento aos acontecimentos.
Talvez os quase 8 anos de fronteira tenham me deixado meio lerdo.
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Dando uma olhada na atualização do tópico pelo Robson - grato mais uma vez - é possível verificar que em termos de artilharia de campanha, as seguintes bgdas inf slv não possuem GAC de apoio:
22a Bgda Inf Svl - CMN
2a Bgda Inf Svl - CMA
16a Bgda Inf Svl
17a Bgda Inf Svl
Há a perspectiva de mais uma bdga inf slv no estado do Acre, que também demandará o seu GAC. Além desta mais uma OM em nível - ainda sem localização determinada - completaria as 8 Bgdas planejadas anos atrás no plano estratégico do EB.
Somandos aos GAC da 1a e 23a Bgda Inf Slv são 6(8) GAC Slv, ou seja, demanda teórica de 108 até 192 obuseiros leves 105mm.
Considerei o GAC com três Bia de obuses e não 2 + 1 Mrt 120 como é atualmente. Morteiro para mim continua sendo arma de infantaria que deve estar no PelApFg dos BIS.
abs
22a Bgda Inf Svl - CMN
2a Bgda Inf Svl - CMA
16a Bgda Inf Svl
17a Bgda Inf Svl
Há a perspectiva de mais uma bdga inf slv no estado do Acre, que também demandará o seu GAC. Além desta mais uma OM em nível - ainda sem localização determinada - completaria as 8 Bgdas planejadas anos atrás no plano estratégico do EB.
Somandos aos GAC da 1a e 23a Bgda Inf Slv são 6(8) GAC Slv, ou seja, demanda teórica de 108 até 192 obuseiros leves 105mm.
Considerei o GAC com três Bia de obuses e não 2 + 1 Mrt 120 como é atualmente. Morteiro para mim continua sendo arma de infantaria que deve estar no PelApFg dos BIS.
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Viu, e pelo jeito teve vida bem curta.
Incrível como os turcos repassam material para os terroristas e os deixam a vontade para usar do jeito que for.
Desperdício de material à toa.
Duvido que ainda não tenham percebido, ou não saibam, das limitações destes grupos em operar material pouco mais complicado do que os arranjos caseiros que estão acostumados.
Ou pelo menos poderiam se dar o trabalho de ensinar minimamente como utilizar de forma rentável o que recebem.
Enfim, tá difícil a vida dos turcos em Idlib.
ps: alô, alô EB!!! Vi como nãos se faz?
abs
Incrível como os turcos repassam material para os terroristas e os deixam a vontade para usar do jeito que for.
Desperdício de material à toa.
Duvido que ainda não tenham percebido, ou não saibam, das limitações destes grupos em operar material pouco mais complicado do que os arranjos caseiros que estão acostumados.
Ou pelo menos poderiam se dar o trabalho de ensinar minimamente como utilizar de forma rentável o que recebem.
Enfim, tá difícil a vida dos turcos em Idlib.
ps: alô, alô EB!!! Vi como nãos se faz?
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
No caminhão. Nicho interessante na artilharia
Abril 5 2019
https://pt.topwar.ru/156413-na-gruzovik ... lerii.html
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- cabeça de martelo
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
Leaked Images Show the Army’s Mind-Bending New Super Gun
The Strategic Long Range Cannon has a range of over 1,000 miles.
https://www.popularmechanics.com/milita ... ge-cannon/
The Strategic Long Range Cannon has a range of over 1,000 miles.
https://www.popularmechanics.com/milita ... ge-cannon/
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
cabeça de martelo escreveu: ↑Qua Fev 26, 2020 11:35 am Leaked Images Show the Army’s Mind-Bending New Super Gun
The Strategic Long Range Cannon has a range of over 1,000 miles.
https://www.popularmechanics.com/milita ... ge-cannon/
É divertido o artigo mas, à parte de não dar muita pista sobre como seria possível uma granada de artilharia de tubo fazer o mesmo trabalho que um míssil de cruzeiro a um custo e risco muito menores, falha em criatividade ao não evidenciar o melhor uso: o renascimento dos super-encouraçados! Quem ainda precisaria de um CVN quando pode projetar poder tão longe e a menor custo de que ele e ainda por cima ser mais barato de comprar e manter?
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
O EUA teve essa ideia com o Zumwalt e não me parece ter saído tão bem assim.
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
gabriel219 escreveu: ↑Qua Fev 26, 2020 4:43 pm O EUA teve essa ideia com o Zumwalt e não me parece ter saído tão bem assim.
O Zummwalt estava/está mais para um Cruzador e nunca entregou as capacidades prometidas por serem irreais; me baseei naquilo - para mim SANDICE - dito pelos caras da Popular Mechanics, sobre um canhão que DE FATO pudesse mandar a mais de mil milhas (1.609 km) uma granada precisa e com custo sensivelmente inferior ao de um Tomahawk. Me parece impossível para a tecnologia atual ou próxima mas, se feita, o Encouraçado mandaria mais chumbo por menos custo do que um CVN, que se quedaria obsoleto, afinal, para poder usar eficazmente suas aeronaves com PGMs contra um navio assim, teria que entrar no alcance desse canhãozão aí...
EDIT - Desculpes, cupincha, eu tinha esquecido que não sou o único aqui a gostar de um what if dos buenos, és do time também, dae te convido a imaginar o que seria um navio não com UM mas NOVE dessas geringonças:
EDIT - Desculpes, cupincha, eu tinha esquecido que não sou o único aqui a gostar de um what if dos buenos, és do time também, dae te convido a imaginar o que seria um navio não com UM mas NOVE dessas geringonças:
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
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Re: ARTILHARIA DA F TERRESTRE
A única possibilidade de construir um canhão, que caiba num navio e ainda consiga mandar um projétil até 1,000 km é um canhão eletromagnético, talvez até uso de plasma para propelir o projétil como auxiliar.
Energia pra isso não seria problema, já que um navio com uns 15,000-20,000 toneladas de deslocamento poderia receber um reator nuclear tranquilamente, o problema seria o tamanho do tubo. Neste caso, a velocidade de saída seria o diferencial e o tubo teria que ser enorme.
Para auxiliar, como eu havia dito antes, o projétil poderia ter seus próprios propulsores e como seria guiado, não haveria problemas em colocar motor de plasma - o mesmo desenvolvido para futuras aeronaves da NASA.
Porém isso tudo esbarra no custo e talvez o custo do conjunto saia bem mais caro que um navio convencional com mísseis de cruzeiro.
Energia pra isso não seria problema, já que um navio com uns 15,000-20,000 toneladas de deslocamento poderia receber um reator nuclear tranquilamente, o problema seria o tamanho do tubo. Neste caso, a velocidade de saída seria o diferencial e o tubo teria que ser enorme.
Para auxiliar, como eu havia dito antes, o projétil poderia ter seus próprios propulsores e como seria guiado, não haveria problemas em colocar motor de plasma - o mesmo desenvolvido para futuras aeronaves da NASA.
Porém isso tudo esbarra no custo e talvez o custo do conjunto saia bem mais caro que um navio convencional com mísseis de cruzeiro.