AVIBRAS

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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Re: AVIBRAS

#1996 Mensagem por LeandroGCard » Seg Fev 08, 2016 12:20 pm

É impressão minha ou este míssil parece consideravelmente maior que um exocet?

AV-TM:
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Exocet:
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Leandro G. Card




toncat
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Re: AVIBRAS

#1997 Mensagem por toncat » Seg Fev 08, 2016 12:37 pm

Sim, ele tem diâmetro 100mm maior que o exocet e Harpoon, e de comprimento também é maior, mas é menor que um tomhawk, tanto de diâmetro quanto de comprimento.

O AV-TM300 tem 450mm de diâmetro com 5,4 metros. na ultima versão com asas ele ficou com mais cara de tomahawk do que de exocet/harpoon.

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Re: AVIBRAS

#1998 Mensagem por Energys » Seg Fev 08, 2016 12:52 pm

Pode ser que a Avibras teste as duas versões aerodinâmicas. Essa com asas aproxima o míssil de uma futura versão aerolançada. A outra configuração talvez seja para estudos de uma versão do MAN-SUP movido a turbina. Realmente não sei. Teremos que aguardar.

Att.




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Re: AVIBRAS

#1999 Mensagem por Bolovo » Seg Fev 08, 2016 2:58 pm

https://www.avibras.com.br/site/images/os_imagegallery_198/original/missil-tm-producao.jpg

Parece DEMAIS um MAN. Sou da opinião que deveríamos apostar nele e não num Exocet abrasileirado.




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Re: AVIBRAS

#2000 Mensagem por Brasileiro » Seg Fev 08, 2016 7:36 pm

Nossa! Finalmente a Avibras deixou de ser a empresa dos projetos mega-super-secretos-da-CIA#area51 :lol:

E, realmente, a última foto parece mesmo um MAN e, cá entre nós, é pegar o radar da Omnisys e instalar ali no nariz. Espero que a MB esteja de olho !

Já uma versão lançada do ar, imagino que careça de uma certificação bem mais rigorosa para voar embaixo da asa de um avião, como o P-3, o A-1 ou mesmo o Gripen.


abraços




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Re: AVIBRAS

#2001 Mensagem por gabrielxd » Ter Fev 09, 2016 12:31 pm

A AVIBRAS REVELA SUA CONCEPÇÃO DE DEFESA ANTIAÉREA DE MÉDIA ALTURA

Não consigo postar fotos :lol: , então quem conseguir eu agradeço :wink:




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Re: AVIBRAS

#2002 Mensagem por Wingate » Ter Fev 09, 2016 1:16 pm

gabrielxd escreveu:A AVIBRAS REVELA SUA CONCEPÇÃO DE DEFESA ANTIAÉREA DE MÉDIA ALTURA

Não consigo postar fotos :lol: , então quem conseguir eu agradeço :wink:

http://www.defesanet.com.br/terrestre/n ... ia-altura/


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Re: AVIBRAS

#2003 Mensagem por FCarvalho » Qua Fev 10, 2016 11:56 am

Notícia antiga. Eu penso que a Avibras deveria concentrar seus investimentos em mísseis, sistemas de artilharia e VANT's.
Se fizer isso, terá maior capacidade de empreender e ganhar mais clientes naquilo que ela já faz há mais de 30 anos.
Sair por aí querendo fazer de um tudo um pouco, não vai dar certo. Ainda mais aqui no Brasil.

abs.




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Re: AVIBRAS

#2004 Mensagem por Brasileiro » Qui Fev 25, 2016 11:40 pm



Apesar do título dizendo que são bombas cluster, são foguetes do sistema Grad, de origem russa.

Estou postando para ilustrar o efeito do fogo do ASTROS, na falta de imagens melhores do mesmo.


abraços




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Re: AVIBRAS

#2005 Mensagem por FCarvalho » Sex Fev 26, 2016 2:15 am

Tem quem não goste, mas, o efeito e a pontaria dos sistemas de foguetes ainda é, e será, por longos anos a frente uma substancial e crítica arma nos fronts de guerra. Não são famosos e nem festejados como os mísseis e sistemas análogos, mas são ainda o que de melhor há em termos de apoio de artilharia.

abs.




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Re: AVIBRAS

#2006 Mensagem por jauro » Seg Fev 29, 2016 3:43 pm

REVISTA CARTA CAPITAL


Tiros na crise
A brasileira Avibras aposta na tecnologia avançada e no mercado externo e multiplica as receitas

Carlos Drumond

Os sócios da Avibras, mais importante indústria de equipamentos militares de alta tecnologia do País, só sabem da recessão brasileira pelos jornais. A receita bruta da empresa, com sede em São José dos Campos e fábricas em Jacareí e Lorena, interior de São Paulo, cresceu 8,6 vezes entre 2012 e 2016, de 154,6 milhões para 1,33bilhão de reais. Os números estão em valores constantes de 2015 e incluem as vendas contratadas para 2016.0 aumento de 1,72 vezes no planteu de empregados, significativamente inferior ao crescimento do faturamento, indica uma elevação da produtividade.

Integrante de um mercado com crescimento proporcional às necessidades de defesa diante do aumento das tensões mundiais, a empresa registrou uma elevação significativa das exportações, naquele período, de um valor marginal para 1,25 bilhão de reais. O fator fundamental para o bom desempenho econômico é o desenvolvimento de tecnologia nacional avançada nas áreas de aeronáutica, espaço, eletrônica e veículos de defesa. "Investimos cerca de 25% do nosso faturamento em pesquisa e desenvolvimento,15% na forma de contratos com as Forças Armadas e 10% com capital próprio", detalha Sami Hassuani, presidente da Avibras.

A empresa vende 20% da produção no Brasil e tem uma atuação internacional intensa. Os países emergentes são o maior mercado. A Avibras identifica dificuldades e necessidades das diferentes nações e procura oferecer produtos inovadores, sem similar nos concorrentes. A análise geopolítica e de mercado, fundamental para identificar tendências, é feita com base na participação em feiras internacionais, em projeções e estudos de publicações especializadas, no contato intenso com embaixadas do Brasil e representações diplomáticas estrangeiras e na presença constante nos mercados. A fabricante superou um pedido de recuperação judicial e hoje exporta 8o% da produção

A soberania consiste em autossuficiência alimentar, energética e de defesa, dizem os especialistas. "Se um país quer ter soberania, necessita de autonomia tecnológica em defesa. O conceito de defesa deve ser um pensamento do Estado, de longo prazo, por causa do tempo e investimento exigidos para formar pessoal e desenvolver tecnologia. Só assim se alcança a soberania, que é a capacidade de, em uma mesa de negociação, dizer não", define Hassuani. "Para isso, é indispensável ter tecnologias testadas e respeitadas." O míssil AVTM-300, da Avibras, o cargueiro KC-390 e o avião Tucano, da Embraer, são exemplos de desenvolvimento de tecnologia própria no Brasil, segundo o empresário.

O principal produto da Avibras é o sistema Astros, de artilharia de foguetes e mísseis, detentor de 25% do mercado mundial no segmento, participação idêntica àquela dos Estados Unidos. A Rússia vem logo atrás, com 20%, a China responde por 10% e os 20% restantes são repartidos entre Turquia, Israel e outros. Cada bateria da família Astros II é composta de seis caminhões lançadores de foguetes, mais seis veículos re-municiadores e outro com sistema de radar e meteorologia para controle de tiro. "O carro mais barato custa em torno de 1 milhão de dólares e o mais caro, cerca de 7 milhões, em razão do altíssimo valor agregado. Não somos careiros, mas muito competitivos", diz Hassuani.

O Astros II foi empregado nos principais embates em guerras convencionais contemporâneas. A Avibras começou a desenvolvê-lo no início da década de 1980 para fornecimento ao Exército iraquiano, que conhecia a empresa por usar seus foguetes ar-solo e bombas para aviação. Antes, estudou vários sistemas de foguetes de artilharia disponíveis no mercado. O produto foi concluído em 1983 e adquirido pelos exércitos do Brasil, Iraque, Arábia Saudita, Indonésia, Malásia e Catar. O Iraque e a Arábia Saudita o utilizaram com frequência na primeira Guerra do Golfo, em 1991. 0 sistema Astros foi usado também pela coalizão integrada por Estados Unidos e Arábia Saudita, entre outros, no combate ao Estado Islâmico, o Isis, no ano passado, no lêmen.

"Os clientes precisam sentir-se seguros quanto ao desenvolvimento tecnológico dos produtos. Eles acompanham a produção. Delegações militares de países estrangeiros vêm nos visitar e ficam de boca aberta ao perceber que o País tem autonomia tecnológica total na área", afirma o presidente da Avibras. "Fazemos diferentes auditorias encadeadas na linha de produção para garantir a qualidade", diz Márcio Moreira, gerente da Divisão Veicular. Na produção do sistema de defesa Astros, a condição para ser independente tecnologicamente é dominar as áreas aeroespacial, de engenharia mecânico-veicular, engenharia química, eletrônica, softwares e telecomunicações. A empresa segue uma regra simples para decidir se deve verticalizar a produção de um componente. Se não houver ao menos três fabricantes, ela o produz internamente. "O fabricante de avião compra uma turbina de determinado fornecedor internacional e, no caso de um embargo provocado por fatores geopolíticos, pode escolher um concorrente daquele parceiro. Temos de fazer as turbinas dos nossos mísseis porque, se importássemos, correríamos o risco apontado de corte do fornecimento externo. Para afastar essa possibilidade de comprometimento das entregas de componentes críticos, temos de verticalizar ao máximo. Tornamo-nos especialistas em balancear o que fazemos em casa e o que compramos de fora", explica Hassuani.

A autonomia tecnológica requer um grau elevado de produção própria

A verticalização ou produção própria de itens de alta tecnologia inclui, além das turbinas, o propelente com perclorato de amônia (PCA), combustível sólido que não precisa de oxigênio para queimar. A eletrônica de guiamento dos mísseis e aquela de controle de radares também são produzidas pela própria empresa, assim como as peças leves e duras de material composto carbono-carbono, incluída a tubeira, uma espécie de escapamento dos mísseis e dos foguetes. "São tecnologias antes só disponíveis nos países avançados, com acesso vetado aos países emergentes." No jogo entre as nações, impede-se o acesso a uma tecnologia até o momento em que o país interessado em comprá-la passa a produzi-la por conta própria. Antes dos anos de 1990, a Avibras tinha muita dificuldade para comprar o PCA. Hoje, produz perclorato de amônia e propelentes sólidos de alta energia para aplicação em foguetes, mísseis e engenhos espaciais.

É a única com essa tecnologia na América Latina e, nos Estados Unidos, só dois dos oito fabricantes de mísseis e foguetes a possuem. "Hoje, concorrentes da Avibras vendem o PCA para nós, pois agora detemos essa tecnologia. Quando você a possui, eles passam a se interessar em vender-lhe, até para a sua produção não aumentar muito e diminuir a fatia dele no mercado", diz Carlos Augusto Pereira Lima, assessor técnico da presidência da Avibras.

Em 2008, a indústria foi assediada por concorrentes interessados em comprar a tecnologia de combustível sólido para propulsão de foguetes. A morte, naquele ano, do fundador João Verdi Carvalho Leite, encontrou a empresa com poucos pedidos em carteira e muitos contratos por fechar. João Brasil Carvalho Leite, filho do fundador, herdou 95% do controle acionário da empresa. "Não pensamos em salvar a empresa e deixar o Brasil sem aquela tecnologia avançada. Sempre vinculamos os interesses da companhia àqueles do País. Mesmo em situações de enormes dificuldades, como em 2008, jamais abriríamos mão de permanecer aqui", diz Hassuani. "A tecnologia tem um valor inestimável. Não só isso. Ter tecnologia é uma coisa, ter tecnologia independente é outra, totalmente diferente." A empresa ficou em recuperação judicial entre 2008 e 2010, mas resistiu, superou a conjuntura difícil e voltou a registrar bons resultados.

Os primeiros produtos da indústria fundada em 1961 por Carvalho Leite e outros quatro engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o ITA, foram os aviões Alvorada, usado em treinamento, e Falcão, elaborados com materiais compostos, derivados da corrida espacial, considerados um avanço tecnológico mundial. Para dar conta das encomendas, a Avibras contratou 30 funcionários. O outro fabricante nacional de aviões naquele período era a Neiva.

Ainda na década de 1960, a Avibras entrou para o Programa Espacial Brasileiro, coordenado pelo Instituto de Atividades Espaciais, atual Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foi quando desenvolveu o combustível do primeiro engenho espacial brasileiro, o Sonda I. Construiu, para o Ministério da Aeronáutica, os foguetes Sonda I, Sonda IIB e Sonda IIC, e fez o tratamento térmico do envelope metálico ou tubo externo do Sonda II, além de plataformas de lançamento. Com o avanço em novas áreas de produtos de alta tecnologia, o efetivo foi ampliado para 100 empregados.

Entre as décadas de 1960 e 1970, começou a produzir foguetes superfície-superfície e mísseis para o Exército brasileiro, além de sistemas de foguetes ar-terra e armamentos para helicópteros da Força Aérea e da Aviação Naval da Marinha. Nos anos 1970,venceu a concorrência do governo brasileiro para a fabricação de 45 estações de comunicação com satélites, compostas de torres e antenas parabólicas, e aumentou o quadro para 300 empregados. No fim daquela década, começou a produzir bombas de aviação, produto que exigia várias tecnologias dominadas pela empresa.

A crise econômica e industrial no início dos anos 1980 provocou a falência de diversas empresas do setor de defesa, Engesa, DF Vasconcelos e Orbita incluídas. As dificuldades foram seguidas por um período de crescimento das exportações, desenvolvimento de novos sistemas de defesa e ampliação da companhia, com novas instalações e atuação com empresas coligadas para desenvolver produtos, sistemas e serviços nas áreas civil e militar. A criação de um sistema de foguetes de artilharia para saturação de área, o Astros, e o início das exportações, possibilitaram à empresa dar um salto qualitativo e quantitativo e atingir um total de 3 mil funcionários.

O ciclo seguinte seria de desaceleração, depois dos anos 1990, efeito da queda das encomendas e elevação dos estoques mundiais com o fim da Guerra Fria. Por causa das novas dificuldades provocadas também pelos sucessivos planos econômicos do período, a empresa pediu concordata em 1990, suspensa em 1994 com o aumento das exportações. A aposta na indústria da defesa a partir do segundo mandato de Lula impulsionou as encomendas. A manutenção da força de trabalho de alto nível, mesmo nos períodos difíceis, permitia uma retomada rápida de volumes de produção significativos.

"Nunca descuidamos de manter o pessoal e a tecnologia decisivos. Assim, quando há uma retomada do mercado, a empresa decola", diz Hassuani. "Somos uma empresa de engenharia que, por ser da área de defesa, tem uma razoável capacidade industrial. Precisamos ser uma empresa de engenharia para pensar o novo." Dos quase 2 mil empregados, 350 são engenheiros ou técnicos. O salário médio na empresa é de 6,5 mil reais e, na engenharia, está acima de 10 mil reais.

Os lançamentos em fase final do período de certificação, previstos para daqui a um ano, incluem o míssil ar-ar, A-Darter, um dos mais modernos do mundo, de quinta geração. Fabricado em parceria com as empresas brasileiras Mectron e a Octoeletronica e a sul-africana Denel, pode ser usado pelos aviões de caça Gripen. Entre as próximas novidades está um míssil antinavio produzido em conjunto com a Mectron e a Omnysis, empresa de capital francês instalada no Brasil. O míssil tático de cruzeiro AV-TM300, com alcance de 300 quilômetros, lançado também do Astros, está em desenvolvimento para o Exército brasileiro. Em fase de certificação, encontra-se ainda uma aeronave de pilotagem remota denominada Falcão.

O potencial do setor de defesa brasileiro está represado por uma significativa limitação de recursos. Hoje o orçamento corresponde a 1,4% do PIB, ante 1,71%, em média, na América Latina e 2,31% nos países do bloco BRICS. O Brasil deveria destinar 2% do PIB ao setor, defende o ministro Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação. Se assim fosse, novas Avibras poderiam florescer. (postado por Marino)




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Re: AVIBRAS

#2007 Mensagem por Viktor Reznov » Seg Fev 29, 2016 4:45 pm

A Carta CaPTal agora tá cobrindo a área de defesa?




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Re: AVIBRAS

#2008 Mensagem por JT8D » Seg Fev 29, 2016 4:51 pm

Viktor Reznov escreveu:A Carta CaPTal agora tá cobrindo a área de defesa?
É que a área de economia está meio desagradável para os companheiros.
Abs,

JT




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Re: AVIBRAS

#2009 Mensagem por Ilya Ehrenburg » Seg Fev 29, 2016 11:12 pm

Viktor Reznov escreveu:A Carta CaPTal agora tá cobrindo a área de defesa?
A revista Carta Capital sempre cobriu a nossa Base Industrial de Defesa, e o fez com matérias objetivas, sem traço de rancor ideológico a pautar matérias plantando desinformação, como foi o caso da Revista Veja, neste fórum criticada, mais de uma vez, pelos absurdos publicados.
Dentre as revistas semanais foi a primeira a dirigir atenção ao ProSub.
É que a área de economia está meio desagradável para os companheiros.
Abs,

JT
Apesar desta insinuação infeliz, de ambos, a Carta Capital é a revista mais crítica as decisões da área econômica do governo federal. E isto acontece por um motivo simples: a revista é a única que pratica a transparência editorial, dado que o seu editor chefe diz sem meias palavras que é opositor às praticas neoliberais e a internacionalização financeira praticada por Wall Street. Ainda assim, publica, ou publicava encarte em português do The Economist.
Desta maneira, tem-se uma baliza da posição ideológica do autor, e as matérias tornam-se honestas na sua apresentação ao leitor, bem diferente do que pratica a Veja, a Folha, o Estado, O Globo e outros, que arvoram-se neutros, mas que manipulam e direcionam o seu conteúdo editorial.

Uma coisa tenho que dizer...
O ódiozinho fashion do Facebook está a encontrar morada no FDB...
Vou adorar ver o resultado.
:twisted:




Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem.
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Re: AVIBRAS

#2010 Mensagem por JT8D » Seg Fev 29, 2016 11:56 pm

Ilya Ehrenburg escreveu:
Viktor Reznov escreveu:A Carta CaPTal agora tá cobrindo a área de defesa?
A revista Carta Capital sempre cobriu a nossa Base Industrial de Defesa, e o fez com matérias objetivas, sem traço de rancor ideológico a pautar matérias plantando desinformação, como foi o caso da Revista Veja, neste fórum criticada, mais de uma vez, pelos absurdos publicados.
Dentre as revistas semanais foi a primeira a dirigir atenção ao ProSub.
É que a área de economia está meio desagradável para os companheiros.
Abs,

JT
Apesar desta insinuação infeliz, de ambos, a Carta Capital é a revista mais crítica as decisões da área econômica do governo federal. E isto acontece por um motivo simples: a revista é a única que pratica a transparência editorial, dado que o seu editor chefe diz sem meias palavras que é opositor às praticas neoliberais e a internacionalização financeira praticada por Wall Street. Ainda assim, publica, ou publicava encarte em português do The Economist.
Desta maneira, tem-se uma baliza da posição ideológica do autor, e as matérias tornam-se honestas na sua apresentação ao leitor, bem diferente do que pratica a Veja, a Folha, o Estado, O Globo e outros, que arvoram-se neutros, mas que manipulam e direcionam o seu conteúdo editorial.

Uma coisa tenho que dizer...
O ódiozinho fashion do Facebook está a encontrar morada no FDB...
Vou adorar ver o resultado.
:twisted:
Que coisa feia desqualificar quem tem opinião contrária à sua :roll:
De minha parte não há ódio nenhum. Nunca chamo ninguém de fascista, comunista e etc. Por outro lado, esse linguajar é usado e abusado por alguns companheiros, mas aí não é ódio, né?
Abs,

JT




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