JL escreveu:1-) Vaga garantida para o militar poder estudar em universidade ou escola técnica federal, com horário facilitado por exerce atividade militar;
2-) Bolsa para ele poder estudar em instituição particular quando não houver por perto pública;
3-) Um período do serviço poderia ser feito em local onde houvesse instituição de estudo;
Acho interessante a ideia de servir enquanto estuda, mas só acho que vai dar certo caso a faculdade seja militar, isso garantiria ele servindo por 4 ou 5 anos, mas tenho algumas ressalvas quanto a isso:
a) 4 ou 5 anos ainda é menos do que o tempo "ideal" de serviço, que estimo entre 15 e 20 anos para quem ingressar aos 18;
b) Incentiva pessoas a ingressarem sem "vocação", sem vontade, resulta em militares que não se esforçam e não se tornam bons militares.
Desse jeito essa ideia fica sendo meio que uns "conscritos de elite", não resolve todos os problemas.
JL escreveu:4-) Isenção de impostos, como imposto de renda ou menor alíquota para ele depois que saísse;
5-) Acesso facilitado ao sair aos mecanismos de crédito oficiais do governo;
6-) Acesso a programa público decente de moradia;
7-) O tempo de serviço seria aceito pelo INSS como tempo em atividade com periculosidade o que vale mais na contagem;
9-) Um fundo de reserva, tipo FGTS, para que o militar ao sair receba um dinheiro de caixa;
Entendo que o problema das aposentadorias militares é que eles se aposentam muito jovens, assim ganham aposentadoria durante muito tempo por pouco tempo de serviço, não acho que nenhuma das ideias acima resolva o problema.
JL escreveu:
Autorização para posse de arma de fogo particular depois na reserva;
Gosto da ideia de uma "polícia voluntária", e acho que um curso policial devesse ser oferecido como forma de adquirir o porte de armas, mas servir para conseguir o porte já é exagero, é muito esforço por um direito trivial.
JL escreveu:Desta forma poderíamos ter efetivos maiores e profissionais e o mais importante jovens, seria mais dinâmico.
Imagino que o ideal é o tempo de serviço entre 15 e 20 anos, o profissional ainda estará em forma no final do período e por um, bom tempo, será um profissional experiente, o problema é o depois desse período:
a) Se ele for aposentado quebra a previdência;
b) Se ele for dispensado sem receber nada terá dificuldade de arrumar outro emprego.
Por isso penso em mais uma sugestão:
10-) Após os 15-20 anos de serviço ele terá preferência em concursos públicos.
gabriel219 escreveu:Ai você mobiliza tropas pra um local e quem vai proteger o outro? Esse é o problema.
E quem vai atacar o outro local?
No ataque alguém sempre tenta concentrar o poder militar de forma a combater em vantagem numérica, não existe ataque distribuído em pequenas frações, quando o inimigo atacar em um ponto com uma força bem concentrada o ideal é conseguir deslocar o maior número de tropas no menor tempo possível para lá, essas tropas não vão ficar esperando o inimigo ir conquistando aos poucos sem se mexerem.
gabriel219 escreveu:Contra blindados apenas helis? Se enfrentarmos uma força aérea superior a nossa, esquece. Decolar com os helis só custarão vidas.
Helis são a primeira resposta, sabe que sou a favor do aumento das forças blindadas do EB, se o inimigo tiver superioridade aérea o quadro fica bem mais complicado, e não vai ser um milhão de infantes que vão mudar isso.
gabriel219 escreveu:Um General inteligente usaria a mesma estratégia de cavalaria de alexandre e que usaram na Guerra do golfo, que faz movimentar suas tropas por um determinado caminho, para que abram um buraco na defesa e faça passar outras tropas.
E o Iraque tinha tantos soldados quanto a coalizão, a diferença tecnológica mostra o quanto foi investido em cada soldado, os soldados iraquianos mal equipados (para o padrão EUA, mas estavam muito melhor equipados que, por exemplo, o Brasil) e mal treinados pouco puderam fazer.
gabriel219 escreveu:Infelizmente blindados pesados não são transportados por helis, apenas blindados do nível do Guarani, com um Mi-26.
Minha ideia de força aeromóvel não inclui tantos blindados, a aeromóvel é só a primeira resposta, substituindo os "dezenas de brigadas de infantaria para cobrir um território imenso", a força blindada vem depois.
gabriel219 escreveu:O único jeito é aumentar o orçamento ou investir 200 bi em 20 anos, no que acarretaria em 10 bi ao ano. Só tirando como exemplo, gastamos 26 bi com bolsa família que até agora nada.
E sabe o que iria acontecer com esses 10 bi por ano com a mentalidade atual? Iriam virar aumento de efetivo enquanto os soldados continuariam atirando 20 vezes por ano e dirigindo ferro velho.
gabriel219 escreveu:Diminuir o número de tropas é um erro estratégico
Um "erro estratégico" que quase o mundo inteiro cometeu... Espera, quem cometeu esse "erro" parece ter mais poder militar do que quem não "errou".