Tecnicamente eu estava errado e quase certo ao mesmo tempo... loucura isso
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Abs.
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Teoricamente deveria ser assim, porém, os combates no Iraque e Afeganistão (alguns deles filmados pelos próprios combatentes envolvidos) tem demonstrado que engasgos na alimentação da fita na metralhadora leve "Minimi" e a própria troca do tambor de munição tem levado a pausas no fornecimento do apoio de fogo bem maiores do que a simples e corriqueira troca de um carregador de 30 cartuchos num hipotético fuzil automático pesado.ABULDOG74 escreveu:na doutrina militar existe o chamado FOGO DE SUPRESSÃO, e pra esse tipo de fogo a arma de fita é a ideal pois propicia fogo ininterrupto ; até porque um possível fogo de retraimento para uma unidade tipo PELOTÃO(efetivo de um pelotão pode variar de 45 a 47), uma possível pausa para troca de carregador pode custar algumas baixas; (...) ADSUMUS
Tecnicamente "quase certo" é "errado".gabriel219 escreveu:Tecnicamente eu estava errado e quase certo ao mesmo tempo... loucura isso![]()
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Nesse aspecto fogo intermitente é mais interessante, em caso de engasgo ou necessidade de troca do tambor a pausa nos tiros não da a dica ao inimigo.Clermont escreveu:Teoricamente deveria ser assim, porém, os combates no Iraque e Afeganistão (alguns deles filmados pelos próprios combatentes envolvidos) tem demonstrado que engasgos na alimentação da fita na metralhadora leve "Minimi" e a própria troca do tambor de munição tem levado a pausas no fornecimento do apoio de fogo bem maiores do que a simples e corriqueira troca de um carregador de 30 cartuchos num hipotético fuzil automático pesado.
Acabei de lembrar uma curiosidade que acontecia com os australianos. Eles desenvolveram um carregador de 30 cartuchos para seus FAP-FN calibre 7,62 mm. Como ditava a norma, estes carregadores eram distribuidos pelos integrantes da seção de fuzileiros (GC), para serem entregues ao atirador de FAP durante um combate. O problema é que, no meio do tiroteio, os soldados da seção acabavam municiando seus próprios fuzis FAL com o carregador de 30 cartuchos, deixando o atirador do FAP na mão. Então, os australianos chegaram à conclusão que talvez fosse melhor manter os FAP dotados de carregador comum de 20 cartuchos. É claro que ocorreram outros problemas com o carregador maior (problemas de engasgos, o famoso "bang-bang-jam", ou seja, dois tiros e um enjambramento).dalton romao escreveu: (...) um FAP faz muito mais sentido e com certeza vai dar muito menos problema do que uma arma municiada por fita. e todos podem trocar os carregadores entre si, com isso o "fapeiro" não vai ficar na mão se a munição dele acabar.
Caí duro: manuseio FAL desde os anos 70 e NUNCA vi um assim, era sempre aquela empunhadura oca e sem tampa. Não acho que o índio esteja mentindo, alguém pode me confirmar se houve algum lote de FAL com empunhadura fechada em cujo interior ficavam os meios de limpeza? Tendo a crer que sim, talvez os que vieram da Bélgica. Fiquei encafifado com essa...Boa noite, prestei meu serviço militar em 1984, 7º GAC Olinda PE e FAL 762mm modelo original M964, já dispunha deste recuso. Grato.
Olá camarada e amigo, é verdade sim o que foi testado já tinha esses itens.Túlio escreveu:Mudando de saco pra mala, um Leitor me quotou no texto do IA-2 e lançou uma info instigante:
"Outra importante novidade (pelo menos diante do que estamos acostumados a ter) é que a empunhadura tradicionalmente oca agora tem uma tampa, onde ficam guardados equipamentos que auxiliam na desmontagem e limpeza da arma"
Caí duro: manuseio FAL desde os anos 70 e NUNCA vi um assim, era sempre aquela empunhadura oca e sem tampa. Não acho que o índio esteja mentindo, alguém pode me confirmar se houve algum lote de FAL com empunhadura fechada em cujo interior ficavam os meios de limpeza? Tendo a crer que sim, talvez os que vieram da Bélgica. Fiquei encafifado com essa...Boa noite, prestei meu serviço militar em 1984, 7º GAC Olinda PE e FAL 762mm modelo original M964, já dispunha deste recuso. Grato.![]()
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