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Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação
Pensei por ai. Pegava as torres do 1A1 e criava uma torre padrão nacional. Dai botava os 1a1 para rodar, já que a parte mecânica é a mesma e fazia em todos em padrão único. Um computador de torre não deve ser tão difícil de se projetar e depois bastaria fazer o chassi da nova família de blindadosAlcantara escreveu:O que já é melhor do que não se fazer NADA! As indústrias nacionais precisam de escala, mesmo para itens pequenos em complexidade/tecnologia. Modernizar o que quer que seja com itens nacionais, em uma ordem de grandeza dessa magnitude (250 blindados), não é pouca coisa.
Como o LeandroGCard costuma falar, devemos trabalhar com vários batchs, cada vez mais aprimorados.
Introdus um equipamento em um pequeno lote. Testa. Feedback. Novo lote. Teste. Retrofita as unidades operacionais. Pesquisa. Nova versão, aprimorada. Pequeno lote. Teste em campo. Feedback. Correções. Novo lote produzido. Retrofit, etc..
Abraços.
Ma é preciso perceber o detalhe importante: Tudo isso faz sentido se for um desenvolvimento NACIONAL.joao fernando escreveu:Pensei por ai. Pegava as torres do 1A1 e criava uma torre padrão nacional. Dai botava os 1a1 para rodar, já que a parte mecânica é a mesma e fazia em todos em padrão único. Um computador de torre não deve ser tão difícil de se projetar e depois bastaria fazer o chassi da nova família de blindadosAlcantara escreveu:O que já é melhor do que não se fazer NADA! As indústrias nacionais precisam de escala, mesmo para itens pequenos em complexidade/tecnologia. Modernizar o que quer que seja com itens nacionais, em uma ordem de grandeza dessa magnitude (250 blindados), não é pouca coisa.
Como o LeandroGCard costuma falar, devemos trabalhar com vários batchs, cada vez mais aprimorados.
Introdus um equipamento em um pequeno lote. Testa. Feedback. Novo lote. Teste. Retrofita as unidades operacionais. Pesquisa. Nova versão, aprimorada. Pequeno lote. Teste em campo. Feedback. Correções. Novo lote produzido. Retrofit, etc..
Abraços.
Podemos, é claro, a questão é se vale à pena gastar com isso.joao fernando escreveu:Leandro, note que citei a eletrônica, apenas essa parte e não a parte mecânica; óbvio que tudo faz parte do desenvolvimento, mas se a Aeroeletronica faz aqui a aviônica pra 50 F5-E, pq não podemos fazer o recheio de um blindado?
Os três já haviam fabricado MBTs antes, já tinham exportado MBTs, iniciaram o desenvolvimento dos MBTs atuais durante a guerra fria e esperavam exportá-los quando ficassem prontos, nada disso é verdade no caso do Brasil.Luís Henrique escreveu:Temos os exemplos de Reino Unido, França e Itália.
Os 3 países possuem seus CCs nacionais e nenhum deles adquiriu aos milhares. Todos compraram POUCAS centenas.
Se estamos falando de uma família, oras, poucas centenas de CCs, poucas centenas de obuseiros, poucas centenas de VBCI e chegaremos a casa dos 3 digitos.
Não é suficiente para uma família completa NACIONAL?