romeo ->romeo escreveu:Já que - como dizes - conhece o Brasil melhor que os brasileiros, e sente-se gabaritado para analizar um país estrangeiro melhor que os nacionais, então meu caro não há o que lhe dizer.
Vc foi assaltado no Rio ? Parabéns pelo batismo ! Eu VIVO no Rio a bem mais de meio século.
O sábio dizia "Sei que nada sei."
Já os néscios preferem a postura " Sei que tudo sei".
A escolha é de cada um. Discorda-se mais respeita-se. Paciência.
Manipular as afirmações, com pequenas mentiras é infelizmente costume.
VEJA ACIMA O QUE EU DISSE
E VOLTO A REPETIR:
Você nota a diferença entre o que eu disse, e o que você disse que eu disse.pt escreveu:Eu conheço o Brasil, melhor que a maioria dos brasileiro
PARE DE MANIPULAR.
Eu conheço suficientemente o Brasil, para lhe dizer na cara que sei muito bem o que digo, não conheço o Brasil de percurso de turista, mas de andar no Metro ao contrário do que você tentou demonstrar.
Além de mais, tenho familiares no Brasil QUE LIDAM COM O PROBLEMA DA SEGURANÇA. Por isso tenho feedback em primeira mão. ENTENDE ?
O problema do terror no Brasil, se você tivesse uma Rússia na fronteira, poderia ser utlizado para roubar ao Brasil qualquer parte do seu território, como aconteceu na Ucrânia.
Os combatentes pela independência não passam de agentes russos de armas na mão fornecidas pela Russia, que fazem referendos na ponta da AK-47, que matam os observadores das eleições e que depois agitam bandeiras a dizer que são independentes.
Se amanhã, um grupo de traficantes declarar a República de Alguma Favela, essa declaração seria tão ilegal como a anexação da Crimeia ou a independência declarada pelos fantoches russos de Luhansk.
Terroristas, assassinos, criminosos como os traficantes russos da Crimeia e de Donetsk ou como os traficantes brasileiros do Rio ou de São Paulo, NÃO TÊM LEGITIMIDADE PARA DECLARAR A INDEPENDÊNCIA NEM PARA CONTROLAR TERRITÓRIO, embora no Brasil, durante décadas, tivesse havido regiões com independência não declarada, completamente geridas por ditaduras militares, no meio das cidades brasileiras.
Esses governos eram ilegítimos e o governo legítimo agiu contra eles. Houve baixas colaterais. No Brasil, como na Ucrânia.
Cumprimentos