Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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LeandroGCard
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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#181 Mensagem por LeandroGCard » Qui Jan 09, 2014 12:44 pm

Rodrigoiano escreveu:Quanto a isto provocar uma corrida à obtenção de adm's, os próprios americanos vigiariam e a qualquer indício em tal sentido, instalações nucleares e de fabricação de mísseis por exemplo seriam alvos prioritários.
Você acha então que por um porta-aviões perdido os EUA se tornariam o vilão do planeta, atacando a tudo e a todos que tentassem se proteger contar suas ameaças nucleares?

Menos, muito menos.


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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#182 Mensagem por gabriel219 » Qui Jan 09, 2014 12:51 pm

Rodrigoiano escreveu:
gabriel219 escreveu:Movendo as conversas sobre "Como acabar com o EUA"( :mrgreen: ) para um tópico mais adequado: Você acha mesmo que o EUA, o país que é contra armas químicas e armas nucleares iria jogar uma bomba nuclear aqui e nada aconteceria a eles?

Tenho certeza que vários Bulava já estariam caindo em solo do EUA depois que de cair nos nossos.

Armas nucleares foram feitas para não ser usadas e não para se usar por ai. Houve várias oportunidades para serem usadas durante as guerras do século passado, mas não foram, pois todos sabem as consequências e ninguém sabe mais que o EUA sobre isso.
Rebatendo sua primeira pergunta prezado gabriel, eu acho que os EUA (e a ampla maioria da sociedade) se perdessem um PA usaria tudo contra quem isso fez, ainda mais, contra um país com armamento convencional e sem proteção.
Não seria um único NAe, mas TODA a frota. A doutrina da US Navy se baseia unica e exclusivamente no uso de seu NAe para proteger sua frota. Se o NAe já era ou ficar pelo menos inativo, a doutrina toda se desmancha e não terão como atacar nada que voe abaixo de 30 pés e acima de 100 km de distância. Esse é o problema.

Ainda mais hoje em dia com mísseis supersônicos e capacidade LOAL.

A Rússia iria atacar os EUA por que eles nos atacaram? Não acredito.
Não disse que a Rússia atacaria, disse que a Rússia passaria a dominar o Mar Leste do Mediterrâneo. A mesma deseja influência no Oriente Médio há décadas e nada melhor como dominar está área. Isso claro se eles (EUA) retirarem o NAe de lá.

A China, com a saída de uma frota do EUA da região (mesmo se tirar apenas o NAe, a frota vira história) irá fazer o que deseja, invadir Taiwan e atacar ilhas Japonesas ou até a Coréia do Sul.

Enfim, pelas discussões do tópico das forças aéreas que vieram para cá, fica clara a situação: você acha que os EUA perdendo um PA recuariam e a sociedade deles pressionaria por isso. Eu acho que seria sim um "combustível" e a pressão seria maior para revidar a perda bilionária de $$ e de vida de milhares de americanos.
Então que mandem um após outro NAe, pois se tivermos a capacidade para abater um, os outros também poderão ser abatidos. Se usamos caças para abater um, na próxima vez será submarinos e o EUA tem um histórico de má desempenho contra submarinos, haja vista até nós já conseguimos "afundar" um NAe deles usando o BNS Tikuna.
Quanto a isto provocar uma corrida à obtenção de adm's, os próprios americanos vigiariam e a qualquer indício em tal sentido, instalações nucleares e de fabricação de mísseis por exemplo seriam alvos prioritários.
Isso só poderiam ser feitos com Tomahawks longe de nossa costa e os SSK's. O relevo marítimo de Atlântico sul esconde lugares que submarinos possam se infiltrar. Exatamente como acontece com caças atrás de montanhas.
Esse quadro foi um hipotético ataque BRA x EUA. Em cenário que envolva qualquer país sobre o manto dos 3 grandes (EUA, CHI, RUS) e outros com adm's a situação aí sim seria diferente e teriam que pensar na resposta, pois contra esses o resultado seria a 3 GM.
É exatamente o que digo. Será que o EUA gostaria de uma III GM?
Então como havia dito ao colega Carlos e ao Leandro nas respostas daquele tópico, ao haver aquele hipotético ataque exitoso contra um PA americano, deveríamos já ter misseis de longo alcance prontos e fazer o teste do "seguro de vida". Senão o caminho estaria "livre" para sermos alvos. Contra a maioria dos países ataques maciços convencionais bastariam. Mas, creio eu, ao perder um PA, tudo estaria disponível, inclusive um "ataque alerta/lição" para que ninguém mais "faça isso" pois senão...
Na minha opinião, um acordo com a Rússia para desenvolver uma versão nossa do 3M-54 seria excelente. Ou senão comprar do CV302 Perseus, que ainda está em desenvolvimento.

Seus alcances Mar-Mar são de 300 km, mas operados no Ar podem chegar a bem mais do que isto.

Possuímos Ilhas Oceânicas que são pequenas e sua geologia não são favoráveis há pistas de pouso, pois isso uma boa ideia seria construir vários silos para mísseis de cruzeiro com alcance superior há 1000 km e que tenha dupla capacidade, tanto anti-navio quanto para ataque ao solo.

Se houvesse uma guerra, deveríamos ficar atentos com a ilhas que o RU possui, pois podem abrigar caças da USAF:
Imagem
Atacando suas pistas de pouso e decolagens seria o passo inicial, caso o RU se voltasse contra o Brasil.

Lembrando que se o RU apoiar o EUA, Rússia ou China poderiam financiar a guerra por baixo dos panos.

Abs
Outro.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#183 Mensagem por Rodrigoiano » Qui Jan 09, 2014 12:51 pm

Pior que acho prezado Leandro. Mas tomara a Deus que nunca precisemos comprovar quem estaria certo! Para mim, basta cuidarmos efetivamente da nossa defesa, e mantermos o constitucional preceito de buscarmos a paz!

Gde abs!




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#184 Mensagem por Snowmeow » Sex Jan 24, 2014 4:46 pm

Trazendo minha postagem pro tópico certo, e chegando meio de paraquedas...

Existe, sim, uma maneira (Mais de uma, até) de destruir os EUA, antes de eles trazerem a guerra pra cá. Tudo que se deve saber é: Que nível de destruição é necessário.

Destruição física? Uma ogiva superpesada (Nem precisa ser nuclear) no ponto mais frágil do vulcão de Yellowstone, e no mínimo um quarto do país pode ficar coberto de lava, precedendo um inverno vulcânico que colaborará para o resfriamento global. A ogiva pode ficar escondida dentro de um satélite, ou mesmo SER (Estar disfarçada de) o satélite.

Destruição social? Campanhas aleatórias, anônimas, fortes e com apoio maciço aos mais de 15 movimentos separatistas que existem no país, como a League of the South, o Alaskan Independence Party, o Hawai'i Nation, o MEChA, o Lakotah Nation, além de grupos bem-formados e bem-estruturados que querem a independência de Vermont, New England, Texas, New Hampshire, California, Cascadia (Costa Noroeste dos EUA e Oeste do Canadá), Porto Rico, Ilhas Virgens, grupos separatistas negros, arianos e latinos... Se apenas a League of the South conseguir seu intento, já será um baque irremediável para o orgulho americano.

Destruição econômica? Se os BRICS conceberem uma moeda comum para substituir o dólar, controlada pelos governos dos cinco países, forte e confiável, adotada por seus respectivos blocos econômicos, e passarem a negociar seus bens e produtos no mercado internacional usando apenas essa moeda, o Dólar perderá seu valor (Como já vem perdendo ao longo dos anos, mas mais intensamente), e a economia americana irá para o vinagre com uma moeda que não vale nada. Não à toa, moedas digitais como o Bitcoin ganham mais espaço nos EUA.

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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#185 Mensagem por Hector0352 » Dom Fev 02, 2014 5:19 pm

Eu ainda acho que é sim possível derrotar o chile sem eles serem alertados.

Snowmeow quanto a moeda acho que os EUA nunca permitiriam isso mesmo que tivessem de utilizar seu poderio militar para nos barrar mas não permitiriam. Sem falar que é a mesma coisa que o Brasil criar uma moeda unica para toda america do sul, quem seria mais favorecido seria os países proprios e puxaria o Brasil para baixo, ou seja no caso dos BRICS isso também não seria suficiente.

Me corrijam se falei besteira.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#186 Mensagem por gabriel219 » Dom Fev 02, 2014 6:11 pm

O problema Hector é que simulações muitas vezes são tratadas assim: "eu tenho F-16 e você tem F-5, então a supremacia aérea é minha."

Não é assim. Há outras formas de chegar até Santiago sem ser detectado. Temos várias soluções ELINT e EW para isso. R-99 e AMX A-1M com Sky Shield, mas eu quis falar na solução mais simples, usando apenas o terreno, despejar bombas Mk-82 com kits de guiagem FPG-82, o que permitiria uns 70 km de alcance e depois sair. Poderíamos até pousar em uma base aérea Argentina, reabastecer e depois voltar pra casa.

O Sky Shield já se mostrou eficiente em Israel e porque não agora? Fora que temos/teremos o MAR-1, o que trará uma capacidade única na AL. Além de termos mísseis anti-radiação (países aqui já tem), mas nós seremos fabricantes de tais mísseis.

Eles possuem navios mais modernos e mais equipados do que os nossos, mas contra os AMX A-1M perto da costa ou contra os A-4M no alto-mar, seria uma tarefa bem fácil para nossas aeronaves, pois nenhum sensor no mundo, nem Aegis, consegue detectar algo além de 100 km voando abaixo de 50 pés. A Argentina fez isso nas Malvinas e olha o que aconteceu.

Olhando no mapa, penso em 14 meios de entrada.

Imagine um cenário com 36 Gripen NG e mísseis Meteor.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#187 Mensagem por Hector0352 » Dom Fev 02, 2014 10:00 pm

Eu acho com certeza que Argentina e Bolívia ficariam do nosso lado pelo fato econômico, o Brasil poderia oferecer alguma ajuda para o país que nos ajudasse igual os EUA financiaram nossa usina pela ajuda na segunda guerra.

Mesmo se o Chile estivesse ciente que poderíamos atacar duvido que se preocupariam muito pelo fato de acharem que o Brasil só leva chumbo e não reage ( apresar de acontecer mesmo pode ser que na época do conflito mudemos nosso comportamento ) poderíamos usar isso a nosso favor.E ainda sim poderíamos tentar enganá-los igual aos aliados que para desembarcarem nas praias da Normandia na França na segunda guerra fingiram desembarcar em uma praia distante e atacar na mais fraca.

E alem de tudo guerra é questão de dinheiro coisa que o Brasil leva muita vantagem em relação ao Chile, o Brasil tem uma capacidade industrial muito maior que o Chile e mesmo os aviões brasileiros serem considerados '' inferiores '' com o poder de faze-los em maior quantidade o Brasil ganharia pelos números igual aos Russos que como não podiam enfrentar os poderosos Tigers II dos Nazi usaram sua capacidade industrial para produzir tanque leves em massa que podiam ganhar dos Tigers pelos números.


Novamente me corrijam se eu disse algo errado.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#188 Mensagem por gabriel219 » Dom Fev 02, 2014 11:55 pm

Hector0352 escreveu:Eu acho com certeza que Argentina e Bolívia ficariam do nosso lado pelo fato econômico, o Brasil poderia oferecer alguma ajuda para o país que nos ajudasse igual os EUA financiaram nossa usina pela ajuda na segunda guerra.

Mesmo se o Chile estivesse ciente que poderíamos atacar duvido que se preocupariam muito pelo fato de acharem que o Brasil só leva chumbo e não reage ( apresar de acontecer mesmo pode ser que na época do conflito mudemos nosso comportamento ) poderíamos usar isso a nosso favor.E ainda sim poderíamos tentar enganá-los igual aos aliados que para desembarcarem nas praias da Normandia na França na segunda guerra fingiram desembarcar em uma praia distante e atacar na mais fraca.

E alem de tudo guerra é questão de dinheiro coisa que o Brasil leva muita vantagem em relação ao Chile, o Brasil tem uma capacidade industrial muito maior que o Chile e mesmo os aviões brasileiros serem considerados '' inferiores '' com o poder de faze-los em maior quantidade o Brasil ganharia pelos números igual aos Russos que como não podiam enfrentar os poderosos Tigers II dos Nazi usaram sua capacidade industrial para produzir tanque leves em massa que podiam ganhar dos Tigers pelos números.


Novamente me corrijam se eu disse algo errado.
As aeronaves são inferiores no papel, mas levando em conta situações que ocorreriam na guerra, a combinação do F-5EM + Derby + E-99 faz frente a qualquer Força Aérea da AL e chega até ser superior. Radares e mísseis de menor alcance? Sem problemas, detectamos com os E-99, guiamos os F-5EM e seus Derby's para os pontos cegos, que geralmente são os flancos. Ainda há os Gripens C/D, que já ouvi sendo falado em 24 aeronaves.

O Gripen NG é barato e a FAB mesmo nem precisará mais do GF para adquirir novas aeronaves, como a mesma alegou.

Na minha opinião, pegávamos 24 C/D de Leasing ou compra mesmo e depois convertemos para o padrão NG, como a Suécia fará com os seus. Os Sul-Africanos possuem os deles no estoque. Com os 24, já daria para dar baixa em alguns F-5EM e suprir o GDA. Ou se não, cria mais um GDA e mantém os F-5EM voando. Ficaríamos com uma bela frota de combate.

Os AMX A-1M são as melhores aeronaves de ataque da AL e com a melhor capacidade EW, junto com nossos R-99.

Mesmo com Sea Gripen no futuro (???), ainda gostaria de ver uma combinação de P-8 + Su-34 na MB, operando em terra. Uns 8 P-8BR + 64 Su-32BR, espalhados por 4 bases, sendo Belém, Fernando de Noronha, Salvador e Rio Grande/Florianópolis (cada base com 2 P-8BR + 16 Su-32BR), daria uma boa capacidade de resposta.

Com os Gripens, teremos uma excelente capacidade para decolar de quase ou todas as bases do país.

Penso que, com tudo confirmado até agora, em 2020 teremos uma bela Forças Armadas. Não ideal para o país, mas ainda sim uma bela Forças Armadas.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#189 Mensagem por BrasilPotência » Seg Fev 03, 2014 12:50 pm

Além de tudo citado amigo Gabriel, devemos levar em conta os números, temos 53 F-5M + 11 em modernização, 43 AMX em modernização, temos E-99, além de ST para ataques pontuais, Ahh mas o Chile possui o F-16 e os bolivarianos o Su-30 mas em que quantidade? A quantidade é importante.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#190 Mensagem por Hector0352 » Seg Fev 03, 2014 1:44 pm

Algum de vocês acha que se houvesse uma guerra entra Brasil e America do Sul venceríamos ? eu sei to inventando mas poderia formar um cenário de batalha interessante.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#191 Mensagem por gabriel219 » Seg Fev 03, 2014 1:57 pm

Temos total capacidade de vencer uma guerra. Na AL, é muito improvável que haja uma guerra, mas é possível que haja conflitos de menor duração.

Não temos possíveis inimigos e temos a maioria como aliados, apesar de alguns atos hostis.

O problema é usarmos o que temos de maneira errônea. Uma guerra não é decidida antes de começar, mas nas primeiras ações que tomar no conflito.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#192 Mensagem por J.Ricardo » Seg Fev 03, 2014 3:00 pm

Com o fim da questão sobre a fronteira marítima entre Chile e Peru praticamente acabou a última "zona quente" da América do Sul e a fronteira entre Peru e Equador já esta praticamente pacificada. Restou a Bolívia e sua choradeira e o maluco Maduro sonhando em anexar 80% do Suriname, mas creio que estes dois casos nunca vão passar de retórica...




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Que apresentam face hostil,
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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#193 Mensagem por gabriel219 » Seg Fev 03, 2014 5:28 pm

Nunca se sabe.




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#194 Mensagem por Snowmeow » Ter Fev 04, 2014 3:09 pm

J.Ricardo escreveu:Com o fim da questão sobre a fronteira marítima entre Chile e Peru praticamente acabou a última "zona quente" da América do Sul e a fronteira entre Peru e Equador já esta praticamente pacificada. Restou a Bolívia e sua choradeira e o maluco Maduro sonhando em anexar 80% do Suriname, mas creio que estes dois casos nunca vão passar de retórica...
Não seria a Guiana? :?
A Guiana é vizinha da Venezuela, o Suriname, não.
E essa questão territorial sobre a Guiana é anterior à própria ascensão de Chávez ao poder.
Disputas fronteiriças

A região do país localizada a oeste do Rio Essequibo é reivindicada pela Venezuela, recebendo o nomes de Guaiana Essequiba, Guiana Essequiba, Recuperação de Área ou simplesmente de "o Essequibo". A Venezuela declara, no artigo 10 da Constituição (1999), "O território e outros espaços geográficos da República são aqueles que pertencia à Capitania Geral da Venezuela antes da transformação política iniciada em 19 de abril de 1810, com as modificações resultantes dos tratados e laudos arbitrais não indiciados de nulidade". Capitania Geral da Venezuela incluiu os territórios da antiga província de Guayana, que ocupou a região de Esequiba agora em disputa.
Ver artigo principal: Região de Tigri

A porção sudeste da região de Berbice Oriental-Corentyne é reivindicada pelo Suriname como parte do subúrbio de Coeroeni, pertencente ao distrito surinamês de Sipaliwini. A área é delimitada pelos rios Boven-Corantijn (que na Guiana é chamado de New River), o Coeroeni e o Koetari. Esta área triangular é referido na Guiana como New River Triangle (O triângulo do Rio Novo), enquanto que no Suriname é conhecida como região de Tigri.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guaiana_Essequiba




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Re: Simulações de Guerra: defesa e ataque, Brasil.

#195 Mensagem por J.Ricardo » Ter Fev 04, 2014 11:09 pm

escrevi de memória... a história é anterior ao Chaves, mas para levar a cabo uma insanidade dessas somente um fanfarrão populista como o Chaves...




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