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Re: CHAVEZ: de novo.
EUA respeitam adiamento da posse de Chávez
BBC Brasil, Atualizado 9 de janeiro, 2013 - 21:25 (Brasília) 23:25 GMT
A porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, indicou nesta quarta-feira que os Estados Unidos respeitam a decisão da Suprema Corte da Venezuela de sancionar a postergação indefinida da posse do presidente venezuelano, Hugo Chávez, marcada para a quinta-feira.
Em sua entrevista diária com jornalistas, a porta-voz afirmou que "o mais importante é como os venezuelanos veem esta decisão".
"Essa é uma decisão que tem de ser tomada pelos venezuelanos para os venezuelanos, e que precisa tomar em conta a visão de uma grande porção de interessados", disse Nuland.
"Isto tem de ser consensual, tem de ser de concordância de todos, tem de ser transparente. Não é uma decisão que nos caiba tomar, cabe aos venezuelanos."
Distância
Os EUA têm evitado influenciar publicamente o debate legal gerado pela ausência do presidente Hugo Chávez na data marcada para a cerimônia de posse do seu quarto mandato.
Nesta semana, Nuland apenas expressou que o país se preocupa com a possibilidade de violência entre simpatizantes e opositores do presidente enfermo – para a qual "não há nenhum pretexto", disse.
Em sua entrevista desta quarta-feira, a porta-voz disse ainda que Washington vem mantendo o diálogo com integrantes do atual governo, inclusive com o vice, Nicolás Maduro, e que pretende trabalhar para melhorar as relações bilaterais reconhecidamente amargas.
"Independentemente do que acontecer politicamente na Venezuela, se o governo venezuelano e o povo venezuelano pretenderem avançar (na relação) conosco, achamos que há um caminho que é possível. Só que são necessárias duas pessoas para dançar um tango", afirmou Nuland.
"Nós nunca personalizamos (a nossa relação com a Venezuela). Já vimos dizendo que se os venezuelanos estiverem dispostos a trabalhar conosco, estamos dispostos a considerar o que seria possível. Mas simplesmente tem havido dificuldades."
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... u_jp.shtml
BBC Brasil, Atualizado 9 de janeiro, 2013 - 21:25 (Brasília) 23:25 GMT
A porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, indicou nesta quarta-feira que os Estados Unidos respeitam a decisão da Suprema Corte da Venezuela de sancionar a postergação indefinida da posse do presidente venezuelano, Hugo Chávez, marcada para a quinta-feira.
Em sua entrevista diária com jornalistas, a porta-voz afirmou que "o mais importante é como os venezuelanos veem esta decisão".
"Essa é uma decisão que tem de ser tomada pelos venezuelanos para os venezuelanos, e que precisa tomar em conta a visão de uma grande porção de interessados", disse Nuland.
"Isto tem de ser consensual, tem de ser de concordância de todos, tem de ser transparente. Não é uma decisão que nos caiba tomar, cabe aos venezuelanos."
Distância
Os EUA têm evitado influenciar publicamente o debate legal gerado pela ausência do presidente Hugo Chávez na data marcada para a cerimônia de posse do seu quarto mandato.
Nesta semana, Nuland apenas expressou que o país se preocupa com a possibilidade de violência entre simpatizantes e opositores do presidente enfermo – para a qual "não há nenhum pretexto", disse.
Em sua entrevista desta quarta-feira, a porta-voz disse ainda que Washington vem mantendo o diálogo com integrantes do atual governo, inclusive com o vice, Nicolás Maduro, e que pretende trabalhar para melhorar as relações bilaterais reconhecidamente amargas.
"Independentemente do que acontecer politicamente na Venezuela, se o governo venezuelano e o povo venezuelano pretenderem avançar (na relação) conosco, achamos que há um caminho que é possível. Só que são necessárias duas pessoas para dançar um tango", afirmou Nuland.
"Nós nunca personalizamos (a nossa relação com a Venezuela). Já vimos dizendo que se os venezuelanos estiverem dispostos a trabalhar conosco, estamos dispostos a considerar o que seria possível. Mas simplesmente tem havido dificuldades."
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... u_jp.shtml
"Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo."
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Re: CHAVEZ: de novo.
Principalemnte o Brasil, desde que o Chávez assumiu as exportações brasileiras para venezuela se multiplicaram por 10. além do PT ser alinhando com PSUV.marcelo l. escreveu:Além disso nenhum país quer que a Venezuela entre em um ciclo de instabilidade, caso contrário o preço do barril irá subir, tirando um ou outro congressista (e o Uribe) ninguém vai falar nada. Russos, Chineses, Brasileiros, Colombianos e Americanos ganham muito dinheiro lá com o projeto econômico do Chaves, se internamente a coisa é complicada, externamente todos tem fortes razões para louvar a democracia venezuelana.hades767676 escreveu:Maioria da população, 20 provincias, o exército, o parlamento e a suprema corte estão com os chavistas, não vejo muito futuro para oposição no momento!
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Re: CHAVEZ: de novo.
Chávez governa de dentro da UTI.
Merval Pereira, O Globo - 10.01.13.
A situação mais curiosa desse pastelão em que se transformou a sucessão presidencial da Venezuela é a do vice Nicolas Maduro, que a partir de hoje deixa de ter um cargo oficial, embora seja o sucessor escolhido pelo caudilho Chávez para substituí-lo em caso de necessidade.
Acontece que, na Venezuela de Chávez, o vice é nomeado pelo presidente e pode ser substituído a qualquer hora, como se fosse um ministro. Não aparece na chapa eleitoral e na prática é mais um subordinado do presidente. Deve ser para evitar um acesso de ambição do companheiro escolhido.
Como Chávez teve sua posse adiada, não poderá assinar a formalização de Maduro como vice, e teremos assim um governo em que ninguém detém o poder realmente: o presidente da Câmara, Cabello, não assumirá a Presidência, e Maduro não é formalmente o vice-presidente.
Em toda ditadura acontecem casos como esse, e uma hora a realidade trata de revelar os traços ditatoriais do governo que mantém a aparência democrática, como na Venezuela.
No Brasil tivemos dois casos semelhantes.
Quando o general Arthur da Costa e Silva teve uma isquemia, deveria ter sido substituído por Pedro Aleixo, que havia sido nomeado vice para manter a aparência de democracia no país. Na hora da definição, quem assumiu mesmo o governo foi uma junta formada pelos ministros militares.
No caso de Tancredo Neves, que baixou ao hospital na véspera da posse, quem deveria ter assumido era o presidente da Câmara, Ulysses Guimarães, mas, em vez dele, assumiu a Presidência o vice-presidente José Sarney. Pelo menos Sarney aparecia na chapa eleita indiretamente.
Perguntado por Pedro Simon sobre as razões que o fizeram aceitar decisão tão discutível, Ulysses foi irônico: “Se o maior jurisconsulto do país disse que era o Sarney, quem sou eu para contestar?”
Ulysses referia-se não a Leitão de Abreu, chefe do Gabinete Civil, mas ao ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, que foi quem interpretou a Constituição a favor de Sarney, que, além do mais, era seu amigo.
Situações assim revelam o caráter de um governo e também daqueles que o apoiam. No Brasil, no caso de Costa e Silva, tratava-se da manutenção do poder com os militares. No de Tancredo, da transição para a democracia, e qualquer passo em falso poderia interromper a passagem do poder militar para o civil.
O próprio Tancredo temia que, se não pudesse tomar posse, o processo de transição fosse interrompido e, por isso, recusou-se a se internar antes.
A interpretação em favor de Sarney foi a saída mais viável, já que era tido como certo que os militares não aceitariam a posse de Ulysses.
O próprio Sarney, que presidira o PDS, o partido do regime militar, até pouco tempo antes, tinha a objeção de muitos militares por ter rompido com o governo e viabilizado a candidatura Tancredo. Tanto que o general-presidente João Figueiredo recusou-se a passar a faixa presidencial a ele.
Na patacoada que se desenvolve na Venezuela, o governo brasileiro avalizou uma reinterpretação criativa da Constituição e se alinhou aos que endossam uma farsa que transforma a figura de Chávez em fantasma onipresente, que governará como presidente eleito de um leito do setor de terapia intensiva de um hospital em Cuba.
Nem mesmo em território nacional o presidente eleito estará hoje, dia 10, quando começa um novo mandato presidencial para o qual foi eleito.
O princípio da “continuidade administrativa” é a base legal da decisão, referendada pela Corte Suprema da Venezuela, que considerou que a posse é mera formalidade que pode ser preenchida a qualquer momento daqui para frente.
Temos então a seguinte situação na Venezuela: um presidente que não aparece em público nem fala desde dezembro, mas que enviou um pedido para não estar presente à sua própria posse; um vice-presidente que não foi nomeado para o cargo; e um presidente da Câmara que é o único a ter cargo oficial, mas que não exercerá a presidência devido a acordo político interno.
Na prática, o que aconteceu foi a prorrogação dos mandatos de Chávez e Maduro que se encerrariam hoje, mas ninguém teve a coragem de assumir.
Merval Pereira, O Globo - 10.01.13.
A situação mais curiosa desse pastelão em que se transformou a sucessão presidencial da Venezuela é a do vice Nicolas Maduro, que a partir de hoje deixa de ter um cargo oficial, embora seja o sucessor escolhido pelo caudilho Chávez para substituí-lo em caso de necessidade.
Acontece que, na Venezuela de Chávez, o vice é nomeado pelo presidente e pode ser substituído a qualquer hora, como se fosse um ministro. Não aparece na chapa eleitoral e na prática é mais um subordinado do presidente. Deve ser para evitar um acesso de ambição do companheiro escolhido.
Como Chávez teve sua posse adiada, não poderá assinar a formalização de Maduro como vice, e teremos assim um governo em que ninguém detém o poder realmente: o presidente da Câmara, Cabello, não assumirá a Presidência, e Maduro não é formalmente o vice-presidente.
Em toda ditadura acontecem casos como esse, e uma hora a realidade trata de revelar os traços ditatoriais do governo que mantém a aparência democrática, como na Venezuela.
No Brasil tivemos dois casos semelhantes.
Quando o general Arthur da Costa e Silva teve uma isquemia, deveria ter sido substituído por Pedro Aleixo, que havia sido nomeado vice para manter a aparência de democracia no país. Na hora da definição, quem assumiu mesmo o governo foi uma junta formada pelos ministros militares.
No caso de Tancredo Neves, que baixou ao hospital na véspera da posse, quem deveria ter assumido era o presidente da Câmara, Ulysses Guimarães, mas, em vez dele, assumiu a Presidência o vice-presidente José Sarney. Pelo menos Sarney aparecia na chapa eleita indiretamente.
Perguntado por Pedro Simon sobre as razões que o fizeram aceitar decisão tão discutível, Ulysses foi irônico: “Se o maior jurisconsulto do país disse que era o Sarney, quem sou eu para contestar?”
Ulysses referia-se não a Leitão de Abreu, chefe do Gabinete Civil, mas ao ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, que foi quem interpretou a Constituição a favor de Sarney, que, além do mais, era seu amigo.
Situações assim revelam o caráter de um governo e também daqueles que o apoiam. No Brasil, no caso de Costa e Silva, tratava-se da manutenção do poder com os militares. No de Tancredo, da transição para a democracia, e qualquer passo em falso poderia interromper a passagem do poder militar para o civil.
O próprio Tancredo temia que, se não pudesse tomar posse, o processo de transição fosse interrompido e, por isso, recusou-se a se internar antes.
A interpretação em favor de Sarney foi a saída mais viável, já que era tido como certo que os militares não aceitariam a posse de Ulysses.
O próprio Sarney, que presidira o PDS, o partido do regime militar, até pouco tempo antes, tinha a objeção de muitos militares por ter rompido com o governo e viabilizado a candidatura Tancredo. Tanto que o general-presidente João Figueiredo recusou-se a passar a faixa presidencial a ele.
Na patacoada que se desenvolve na Venezuela, o governo brasileiro avalizou uma reinterpretação criativa da Constituição e se alinhou aos que endossam uma farsa que transforma a figura de Chávez em fantasma onipresente, que governará como presidente eleito de um leito do setor de terapia intensiva de um hospital em Cuba.
Nem mesmo em território nacional o presidente eleito estará hoje, dia 10, quando começa um novo mandato presidencial para o qual foi eleito.
O princípio da “continuidade administrativa” é a base legal da decisão, referendada pela Corte Suprema da Venezuela, que considerou que a posse é mera formalidade que pode ser preenchida a qualquer momento daqui para frente.
Temos então a seguinte situação na Venezuela: um presidente que não aparece em público nem fala desde dezembro, mas que enviou um pedido para não estar presente à sua própria posse; um vice-presidente que não foi nomeado para o cargo; e um presidente da Câmara que é o único a ter cargo oficial, mas que não exercerá a presidência devido a acordo político interno.
Na prática, o que aconteceu foi a prorrogação dos mandatos de Chávez e Maduro que se encerrariam hoje, mas ninguém teve a coragem de assumir.
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Re: CHAVEZ: de novo.
A Venezuela não tem industria, serviços sofisticados entre outros. Assim o Brasil entra arrebentando por tem competidor. Só não compra petróleo bruto a bons preços por faltar capacidade de refino.hades767676 escreveu:Principalemnte o Brasil, desde que o Chávez assumiu as exportações brasileiras para venezuela se multiplicaram por 10. além do PT ser alinhando com PSUV.marcelo l. escreveu:
Além disso nenhum país quer que a Venezuela entre em um ciclo de instabilidade, caso contrário o preço do barril irá subir, tirando um ou outro congressista (e o Uribe) ninguém vai falar nada. Russos, Chineses, Brasileiros, Colombianos e Americanos ganham muito dinheiro lá com o projeto econômico do Chaves, se internamente a coisa é complicada, externamente todos tem fortes razões para louvar a democracia venezuelana.
E no fim todos os parceiros estão ganhando com Chaves. Sem isso ele não estava lá há mais de uma década. O discurso é uma coisa. A prática é outra.
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Re: CHAVEZ: de novo.
Existem 3 coisas que os foristas do DB mais gostam por aqui: Hugo Chaves, Argentina e FX. São os 3 assuntos que mais rendem aqui!
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Re: CHAVEZ: de novo.
suntsé escreveu:Existem 3 coisas que os foristas do DB mais gostam por aqui: Hugo Chaves, Argentina e FX. São os 3 assuntos que mais rendem aqui!
Verdade! Mas pergunto: o que temos com a Venezuela? E mais: que direito temos de dar palpite na vida política deles, levando em conta que não aceitaríamos ESTRANGEIROS dando palpite na nossa? A conta num fecha, né não?

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Re: CHAVEZ: de novo.
Lógico, Argentina(Kirchner), Venezuela(Chavez) e Brasil(FX) são os maiores fanfarrões da AL. É praticamente piada pronta falar deles, infelizmente.suntsé escreveu:Existem 3 coisas que os foristas do DB mais gostam por aqui: Hugo Chaves, Argentina e FX. São os 3 assuntos que mais rendem aqui!
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Re: CHAVEZ: de novo.
O problema é que eles dão palpite na dos outros, vide os capachos do Equador, Bolívia e o Paraguai (até pouco tempo).Túlio escreveu:suntsé escreveu:Existem 3 coisas que os foristas do DB mais gostam por aqui: Hugo Chaves, Argentina e FX. São os 3 assuntos que mais rendem aqui!
Verdade! Mas pergunto: o que temos com a Venezuela? E mais: que direito temos de dar palpite na vida política deles, levando em conta que não aceitaríamos ESTRANGEIROS dando palpite na nossa? A conta num fecha, né não?![]()
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Re: CHAVEZ: de novo.
Será que o Chavito subiu no telhado?
Não se queixe, não se explique, não se desculpe. Aja ou saia. Faça ou vá embora.
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Re: CHAVEZ: de novo.
A realidade esta sendo adiada na Venezuela, mais dia ou menos dia ela vai aparecer e entao sera a hora da verdade. Considerando a doenca e as varias cirurgias que Chavez ja sofreu nada indica um prognostico favoravel, pelo contrario, tudo indica um desfecho fatal. Entao a questao da sucessao vai aparecer de maneira inevitavel e devera ser enfrentada.
No meu entendimento, e considerando a psicologia das massas, se a eleicao fosse hoje o candidato indicado por Chavez, Nicolas Maduro, seria o vencedor com folga. Existe, portanto, mais coisas envolvendo a sucessao que apenas o medo de novas eleicoes, ja que o canidato de Chavez venceria facilmente.
No meu entendimento, e considerando a psicologia das massas, se a eleicao fosse hoje o candidato indicado por Chavez, Nicolas Maduro, seria o vencedor com folga. Existe, portanto, mais coisas envolvendo a sucessao que apenas o medo de novas eleicoes, ja que o canidato de Chavez venceria facilmente.
Todas coisas que nós ouvimos são uma opinião, não um fato. Todas coisas que nós vemos são uma perspectiva, não a verdade. by Marco Aurélio, imperador romano.
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Re: CHAVEZ: de novo.
Por mim é assunto deles, como já disse... ![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
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Re: CHAVEZ: de novo.
Próximo passo: Virar o EL CID.Jorge Freire escreveu:Será que o Chavito subiu no telhado?
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Re: CHAVEZ: de novo.
suntsé escreveu:Existem 3 coisas que os foristas do DB mais gostam por aqui: Hugo Chaves, Argentina e FX. São os 3 assuntos que mais rendem aqui!
Freud explica...

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Re: CHAVEZ: de novo.
Os paraguaios não devem ter gostado muito dessa declaração:
10 de Enero de 2013 10:02
Diosdado Cabello se burla del Paraguay
Diosdado Cabello, presidente del Parlamento de Venezuela, dijo que el Legislativo de su país “no es el Congreso paraguayo” y que él “no es Franco” para ocupar la Presidencia en lugar de Chávez. [/colo
“Imaginemos que la oposición estuviera al mando de la Asamblea Nacional. ¿Qué iba a haber el 10 de enero? Un golpe de Estado, golpe de Estado exactamente igual a Paraguay. La única diferencia es que esta Asamblea no es el Congreso paraguayo y Diosdado Cabello no es Franco”, dijo el propio Cabello en el pleno de la Asamblea Nacional, un órgano unicameral que equivale al Poder Legislativo de Venezuela.
La Constitución venezolana establece que hoy, 10 de enero, el presidente electo (Hugo Chávez) debe jurar para el nuevo periodo presidencial (2013-2019). Sin embargo, el mandatario se encuentra convaleciente en La Habana y sin hablar directamente en público desde hace un mes. De él solamente se sabe que tiene una severa infección pulmonar, que se encuentra estable y que fue operado de un cáncer el 11 de diciembre. Estas versiones son sólo del oficialismo.
Pero el Parlamento (con mayoría chavista) y el Tribunal de Justicia de Venezuela se pronunciaron y dijeron que la ausencia de Chávez es temporal y que “puede tomarse todo el tiempo que quiera para jurar”.
10 de Enero de 2013 10:02
Diosdado Cabello se burla del Paraguay
Diosdado Cabello, presidente del Parlamento de Venezuela, dijo que el Legislativo de su país “no es el Congreso paraguayo” y que él “no es Franco” para ocupar la Presidencia en lugar de Chávez. [/colo
“Imaginemos que la oposición estuviera al mando de la Asamblea Nacional. ¿Qué iba a haber el 10 de enero? Un golpe de Estado, golpe de Estado exactamente igual a Paraguay. La única diferencia es que esta Asamblea no es el Congreso paraguayo y Diosdado Cabello no es Franco”, dijo el propio Cabello en el pleno de la Asamblea Nacional, un órgano unicameral que equivale al Poder Legislativo de Venezuela.
La Constitución venezolana establece que hoy, 10 de enero, el presidente electo (Hugo Chávez) debe jurar para el nuevo periodo presidencial (2013-2019). Sin embargo, el mandatario se encuentra convaleciente en La Habana y sin hablar directamente en público desde hace un mes. De él solamente se sabe que tiene una severa infección pulmonar, que se encuentra estable y que fue operado de un cáncer el 11 de diciembre. Estas versiones son sólo del oficialismo.
Pero el Parlamento (con mayoría chavista) y el Tribunal de Justicia de Venezuela se pronunciaron y dijeron que la ausencia de Chávez es temporal y que “puede tomarse todo el tiempo que quiera para jurar”.