Concordo e digo mais, ele é um nacionalista, pode ter mil defeitos, mas faz tudo que pode pelo bem do país. Brasil precisa de uns 2 presidentes desse "nipe".suntsé escreveu:Não é preciso ser um Russo do interior para se identificar com Putin, eu sou Brasileiro do ABC e sou fã desse cara. Depois que ele colocou um país enfraquecido e arrasado numa posição de respeito entre as grandes potencias, eu o considero o ultimo grande estadista Europeu.FoxHound escreveu:
Por que enquanto o povão estiver tendo acesso a bems de consumo não está nem ai para política(o mesmo para a China), e no interior Putin é muito forte você não faz idéia(no interior da Russia o russo médio se indentifica muito com estilo do estilo bruto jeito de fazendeiro o povão de lá adora esse estilo de presidente forte isso é de séculos) ainda ele é visto como fator de estabilidade mesmo roubando eleição já ouvi de próprios russos "Putin Rouba mas faz" "È o menor dos males" "È melhor ele do que o retorno dos comunistas ou da era Ieltsin" Putin conseguiu um feito não existe candidato que possa substítu-lo pois ele eclipsou todos, no Brasil não é muito diferente enquanto a oposição é associada aos anos do Ieltsin o que significa caos,desordem e submissão e humilhação ao ocidente(Tambem do fato de muitos integrantes da oposição tirando o Partido Comunista da Russia eram presentes no governo Ielstin e claro o governo ajudou pregar essa pecha fortemente eficiente e sem contar que oposição é altamente dividida e desunida), para a grande massa russa essas três mulheres não significa absolutamente nada, a não ser indiferênça, não fique chocado eu já me acostumei nem me assusto mais com isso.
Não fica com bravatas e promessas, ele faz e tira os planos do papel. investe nas forças armadas e na tecnologia do países graças a isso a Rússia é respeitada.
Gostaria de um líder como ele para o Brasil, um líder que não fique com falácia, promessas, PowerPoint e pdfs bonitos enquanto a indústria nacional de defesa (ou o resto dela) é comprado por empresas estrangeiras. Um líder que não se conforme com o país indefeso em que vivemos, um país totalmente dependente dos outros para quase tudo em termos de tecnologia.
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
- romeo
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Vamos tentar uma permuta com os russos...
O Putin vem para cá e implanta uma politica efetiva de defesa...
Mandamos o Lula para lá, e ele implanta o bolsa-vodka...
Pronto... Dois povos satisfeitos !!!!!!

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- Bourne
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
O que o Puttin está fazendo não é amor as FAs, mas sim precisa de um país forte para se posicionar no mundo e frente aos países ásia. Hoje em dia não dá para viver mais das heranças soviéticas. Precisam de novos projetos para novas necessidades. E não esqueçam que são empresas russas que desenvolvem alta tecnologia que eventualmente podem levar a novos produtos e tecnologias civis comercializáveis.
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Eu não estou falando só das forças armadas, estou falando de algo muito maior que isso, que é o domínio de tecnologias sensíveis, aero espacial, investimento em pesquisa e desenvolvimento. Uma política de defesa séria não se resume só a compra de armas. Mas também tem a preocupação de ter uma conexão com a política industrial.Bourne escreveu:O que o Puttin está fazendo não é amor as FAs, mas sim precisa de um país forte para se posicionar no mundo e frente aos países ásia. Hoje em dia não dá para viver mais das heranças soviéticas. Precisam de novos projetos para novas necessidades. E não esqueçam que são empresas russas que desenvolvem alta tecnologia que eventualmente podem levar a novos produtos e tecnologias civis comercializáveis.
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Podíamos também trocar nossa lei com a deles!Ativistas processam Madonna por apoio a homossexuais
O sentimento contra os homossexuais é forte na Rússia
AGÊNCIA ESTADO
Alguns ativistas russos processaram a cantora Madonna por milhões de dólares, afirmando que estavam ofendidos com apoio dela aos direitos homossexuais durante um show, realizado recentemente em San Petersburgo.
O sentimento contra os homossexuais é forte na Rússia. Em San Petersburgo, um lei aprovada em fevereiro torna ilegal promover o homossexualismo para menores e o autor da lei apontou a presença de crianças com até 12 anos no show da cantora no dia 9 de agosto.
Alexander Pochuyev, um advogado que representa nove ativistas, disse que um processo foi aberto na sexta-feira contra Madonna, o organizador do show da cantora e o lugar onde foi realizado o concerto, afirmando que os danos totalizavam 333 milhões de rublos, ou cerca de US$ 10,5 milhões, informou a agência de notícias russa RIA Novosti.
Respondendo à critica de que os ativistas estava presos na Idade Média, o advogado disse que eles estavam usando métodos modernos e civilizados para defender seus direitos. "Ninguém está queimando ninguém na estaca ou realizando uma Inquisição", afirmou Pochuyev, segundo a agência. "A civilização moderna exige tolerância e respeito a valores diferentes.
Não se queixe, não se explique, não se desculpe. Aja ou saia. Faça ou vá embora.
B. Disraeli
B. Disraeli
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Morre aos 96 anos o Herói da URSS Losik Oleg .
http://4.bp.blogspot.com/-mHywoS7TAjs/U ... rovich.jpg
Losik Oleg
Morreu ontem (20) mais um Herói da União Soviética, o famoso marechal das Forças Blindadas, Losik Oleg Alexandrovich. Losik Oleg começou sua carreira militar em 1935 após ser convocado pelo Exército Vermelho. Depois de ser graduar na Escola Superior de Engenharia Militar do Exército Vermelho de Saratov em 1938, Losik Oleg passou a comandar uma unidade blindada. Losik Oleg participou da Guerra de Inverno (1939-1940) da Guerra Patriótica, a qual ajudou a expulsar os alemães do sudoeste da URSS. Em 1944, sua unidade rompeu as defesas nazistas em uma batalha com os alemães perto de Minsk e foi um dos primeiros a entrar na capital da Bielorrússia. Por esta operação, Losik Oleg foi agraciado com a Estrela de Ouro (Herói da União Soviética), a maior condecoração da URSS. No pós guerra, Losik Oleg realizou importantes trabalhos para reforçar o poder de defesa da URSS ao conduzir pesquisas cientificas e técnicas. Ele foi autor de muitos trabalhos científicos.
http://www.codinomeinformante.blogspot. ... losik.html
http://4.bp.blogspot.com/-mHywoS7TAjs/U ... rovich.jpg
Losik Oleg
Morreu ontem (20) mais um Herói da União Soviética, o famoso marechal das Forças Blindadas, Losik Oleg Alexandrovich. Losik Oleg começou sua carreira militar em 1935 após ser convocado pelo Exército Vermelho. Depois de ser graduar na Escola Superior de Engenharia Militar do Exército Vermelho de Saratov em 1938, Losik Oleg passou a comandar uma unidade blindada. Losik Oleg participou da Guerra de Inverno (1939-1940) da Guerra Patriótica, a qual ajudou a expulsar os alemães do sudoeste da URSS. Em 1944, sua unidade rompeu as defesas nazistas em uma batalha com os alemães perto de Minsk e foi um dos primeiros a entrar na capital da Bielorrússia. Por esta operação, Losik Oleg foi agraciado com a Estrela de Ouro (Herói da União Soviética), a maior condecoração da URSS. No pós guerra, Losik Oleg realizou importantes trabalhos para reforçar o poder de defesa da URSS ao conduzir pesquisas cientificas e técnicas. Ele foi autor de muitos trabalhos científicos.
http://www.codinomeinformante.blogspot. ... losik.html
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
È pra acabar, deus do céu pior coisa que tem é misturar politica com religião.
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Papel da Igreja na política é favorável, aponta estudo
21/08/2012
Maksim Ivanov, Kommersant
Pesquisa realizada pelo Centro Russo de Estudos da Opinião Pública (VTsIOM, na sigla em russo) demonstrou que metade dos russos acredita que a Igreja Ortodoxa Russa tem influência na política interna do país.
Quarenta e três por cento dos entrevistados pela VTsIOM estão convencidos de que a Igreja Ortodoxa Russa “está desenvolvendo suas relações com a sociedade e o Estado corretamente, expressando sua posição apenas quando necessário”.
Paralelamente, quase um quarto da população (23%) acredita que a Igreja Ortodoxa deve aumentar sua influência na vida da sociedade e do Estado e participar mais ativamente da discussão e resolução dos problemas do país.
Em comparação com 2010, o número de cidadãos que acham que a Igreja interfere na política interna do país aumentou 6%, alcançando metade da população. Na época, cerca de 12% dos entrevistados consideraram essa intervenção como “significativa”.
Apesar da maioria dos russos não ter objeção à influência dos eclesiásticos na política, 19% dos entrevistados pela VTsIOM acreditam que a instituição participa demais dos assuntos do Estado, ao invés de se concentrar em questões espirituais.
O diretor-geral do centro de pesquisa, Valéri Fiódorov, acredita que os “anticlericais” são pessoas que “não estão satisfeitas com o trabalho do presidente do país e do governo” e geralmente pertencem à oposição comunista e socialista.
A pesquisa, que contou com cerca de 1,6 mil pessoas, foi realizada entre setembro e junho de 2012 em 46 regiões da Federação Russa.
Do altar ao palanque
Ultimamente, a Igreja Ortodoxa assumiu uma participação mais ativa na vida política do país.
Em fevereiro, o chefe da Igreja Russa Ortodoxa, Patriarca Kirill, participou do congresso do movimento “Frente Popular Nacional”, cujo fundador e líder é Vladímir Pútin. Na ocasião, foi acertado seu apoio à candidatura de Pútin nas eleições presidenciais em março deste ano.
Durante a última reunião do conselho geral do partido governante Rússia Unida, o primeiro-ministro e líder do partido, Dmítri Medvedev, também ressaltou a necessidade de apoiar “os valores tradicionais, enfatizando a moral e o papel da Igreja”.
http://nl.media.rbth.ru/web/br-rbth/ima ... rt_900.JPG
http://gazetarussa.com.br/articles/2012 ... 15257.html
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Papel da Igreja na política é favorável, aponta estudo
21/08/2012
Maksim Ivanov, Kommersant
Pesquisa realizada pelo Centro Russo de Estudos da Opinião Pública (VTsIOM, na sigla em russo) demonstrou que metade dos russos acredita que a Igreja Ortodoxa Russa tem influência na política interna do país.
Quarenta e três por cento dos entrevistados pela VTsIOM estão convencidos de que a Igreja Ortodoxa Russa “está desenvolvendo suas relações com a sociedade e o Estado corretamente, expressando sua posição apenas quando necessário”.
Paralelamente, quase um quarto da população (23%) acredita que a Igreja Ortodoxa deve aumentar sua influência na vida da sociedade e do Estado e participar mais ativamente da discussão e resolução dos problemas do país.
Em comparação com 2010, o número de cidadãos que acham que a Igreja interfere na política interna do país aumentou 6%, alcançando metade da população. Na época, cerca de 12% dos entrevistados consideraram essa intervenção como “significativa”.
Apesar da maioria dos russos não ter objeção à influência dos eclesiásticos na política, 19% dos entrevistados pela VTsIOM acreditam que a instituição participa demais dos assuntos do Estado, ao invés de se concentrar em questões espirituais.
O diretor-geral do centro de pesquisa, Valéri Fiódorov, acredita que os “anticlericais” são pessoas que “não estão satisfeitas com o trabalho do presidente do país e do governo” e geralmente pertencem à oposição comunista e socialista.
A pesquisa, que contou com cerca de 1,6 mil pessoas, foi realizada entre setembro e junho de 2012 em 46 regiões da Federação Russa.
Do altar ao palanque
Ultimamente, a Igreja Ortodoxa assumiu uma participação mais ativa na vida política do país.
Em fevereiro, o chefe da Igreja Russa Ortodoxa, Patriarca Kirill, participou do congresso do movimento “Frente Popular Nacional”, cujo fundador e líder é Vladímir Pútin. Na ocasião, foi acertado seu apoio à candidatura de Pútin nas eleições presidenciais em março deste ano.
Durante a última reunião do conselho geral do partido governante Rússia Unida, o primeiro-ministro e líder do partido, Dmítri Medvedev, também ressaltou a necessidade de apoiar “os valores tradicionais, enfatizando a moral e o papel da Igreja”.
http://nl.media.rbth.ru/web/br-rbth/ima ... rt_900.JPG
http://gazetarussa.com.br/articles/2012 ... 15257.html
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Rússia concluirá destruição de armas químicas em 2015
21/08/2012
ITAR-TASS
Programa federal acaba de entrar na última e mais complexa fase da liquidação de armas. Segundo especialista, “armas químicas não podem ser utilizadas atualmente como recurso para conter adversários e, portanto, não são fator de intimidação”.
“Até 31 de dezembro de 2015, temos a tarefa de livrar a Rússia do arsenal de armas químicas”, declarou em entrevista coletiva concedida hoje, 21, o coronel Vladímir Manditch, vice-chefe da Seção Federal de Conservação, Segurança e Destruição de Armas Químicas.
A iniciativa faz parte do programa federal de metas para “Destruição das reservas de armas químicas da Federação Russa”, assumido em 1996.
A liquidação das armas químicas acontece em quatro etapas. O país está atualmente na última fase, uma das mais complexas do processo.
“Precisamos destruir as munições mais perigosas, de estrutura complexa. A sua liquidação é muito custosa e arriscada”, explicou ele.
Há também os riscos das munições avariadas, que correspondem a cerca de 7 mil unidades.
“As nossas armas químicas não podem ser utilizadas atualmente como recurso para conter adversários, por isso não é possível considerá-las como um fator de intimidação”, disse.
Para a inutilização das armas químicas, a Rússia recebe a ajuda de mais de quinze países, inclusive dos EUA e da União Europeia. “Em geral, essa ajuda envolve o fornecimento de equipamentos ou a construção de instalações onde é feita a destruição”, explicou Manditch.
Funcionam hoje no território da Rússia quatro instalações para destruição de armas químicas; duas delas já estão concluídas e uma ainda se encontra em obras.
O programa é estimado em 371 bilhões de rublos, dos quais foram gastos apenas 226 bilhões até o momento.
Originalmente publicado no site da agência ITAR-TASS
http://gazetarussa.com.br/articles/2012 ... 15271.html
21/08/2012
ITAR-TASS
Programa federal acaba de entrar na última e mais complexa fase da liquidação de armas. Segundo especialista, “armas químicas não podem ser utilizadas atualmente como recurso para conter adversários e, portanto, não são fator de intimidação”.
“Até 31 de dezembro de 2015, temos a tarefa de livrar a Rússia do arsenal de armas químicas”, declarou em entrevista coletiva concedida hoje, 21, o coronel Vladímir Manditch, vice-chefe da Seção Federal de Conservação, Segurança e Destruição de Armas Químicas.
A iniciativa faz parte do programa federal de metas para “Destruição das reservas de armas químicas da Federação Russa”, assumido em 1996.
A liquidação das armas químicas acontece em quatro etapas. O país está atualmente na última fase, uma das mais complexas do processo.
“Precisamos destruir as munições mais perigosas, de estrutura complexa. A sua liquidação é muito custosa e arriscada”, explicou ele.
Há também os riscos das munições avariadas, que correspondem a cerca de 7 mil unidades.
“As nossas armas químicas não podem ser utilizadas atualmente como recurso para conter adversários, por isso não é possível considerá-las como um fator de intimidação”, disse.
Para a inutilização das armas químicas, a Rússia recebe a ajuda de mais de quinze países, inclusive dos EUA e da União Europeia. “Em geral, essa ajuda envolve o fornecimento de equipamentos ou a construção de instalações onde é feita a destruição”, explicou Manditch.
Funcionam hoje no território da Rússia quatro instalações para destruição de armas químicas; duas delas já estão concluídas e uma ainda se encontra em obras.
O programa é estimado em 371 bilhões de rublos, dos quais foram gastos apenas 226 bilhões até o momento.
Originalmente publicado no site da agência ITAR-TASS
http://gazetarussa.com.br/articles/2012 ... 15271.html
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Esse está com os dias contados pode ter certeza disso.
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Suspeito de atentar contra Putin pediu asilo na Ucrânia.
http://m.ruvr.ru/data/2012/08/21/128417 ... kollaj.jpg
A Ucrânia recusou-se a conceder asilo a Adam Osmaev, suspeito de ter organizado um atentado contra o presidente de Rússia, Vladimir Putin.
Agora ele está disposto a pedir asilo político na Geórgia ou Finlândia.
A Ucrânia suspendeu a extradição de Osmaev para a Federação da Rússia depois de a Corte Européia para Direitos Humanos (CEDH) lhe ter recomendado essa decisão. Proximamente, a Ucrânia deverá apresentar à CEDH documentos sobre este caso.
Osmaev e seu cúmplice foram detidos em 4 de fevereiro, em Odessa, em uma operação policial.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_21/su ... -politico/
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Suspeito de atentar contra Putin pediu asilo na Ucrânia.
http://m.ruvr.ru/data/2012/08/21/128417 ... kollaj.jpg
A Ucrânia recusou-se a conceder asilo a Adam Osmaev, suspeito de ter organizado um atentado contra o presidente de Rússia, Vladimir Putin.
Agora ele está disposto a pedir asilo político na Geórgia ou Finlândia.
A Ucrânia suspendeu a extradição de Osmaev para a Federação da Rússia depois de a Corte Européia para Direitos Humanos (CEDH) lhe ter recomendado essa decisão. Proximamente, a Ucrânia deverá apresentar à CEDH documentos sobre este caso.
Osmaev e seu cúmplice foram detidos em 4 de fevereiro, em Odessa, em uma operação policial.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_21/su ... -politico/
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Rússia entra na OMC e encerra capítulo 'econômico' da Guerra Fria.
Após 18 anos de negociações, a Rússia, a única grande economia do G-20 ainda fora da Organização Mundial do Comércio (OMC), formalizou sua entrada na entidade, num movimento que, para analistas, além de simbólico, encerra de vez o "capítulo econômico" da Guerra Fria.
Segundo especialistas, a entrada do país no organismo multilateral marca a vitória do livre comércio, uma vez que a Rússia, hoje a nona maior economia do mundo, com um PIB de quase US$ 2 trilhões (R$ 4 trilhões), até então se mantinha imune às pressões internacionais para se juntar aos outros 155 estados-membros.
"Depois de protestos como o 'Occupy Wall Street', e tantas críticas lançadas contra a OMC, a entrada da Rússia mostra a importância da organização e seus princípios", afirmou David Collins, especialista em Direito Econômico Internacional pela Universidade de Londres.
Segundo um levantamento do Banco Mundial, a Rússia pode ganhar entre US$ 53 bilhões (R$ 106 bilhões) e US$ 177 bilhões (R$ 354 bilhões) por ano devido à sua plena integração no comércio mundial.
Desde sua fundação, em 1995, a OMC passou de 123 estados-membros para 156. Apenas três dezenas de países e territórios (como Aruba ou Somália) não integram a organização.
MUDANÇAS
A adição de um novo membro à OMC requer uma adaptação das suas regras internas para a organização e, em particular, um desmantelamento das medidas tarifárias (impostos especiais de importação) para proteger sua economia.
No caso da Rússia, as tarifas sobre 700 tipos de produtos agrícolas e manufaturados serão eliminados ou drasticamente reduzidos: a taxa média cairá de 10% para 7,4%.
Os serviços serão desregulamentados, incluindo um setor-chave para o investimento estrangeiro, como o das telecomunicações.
No caso do sistema bancário, haverá algumas limitações. O número de instituições financeiras estrangeiras não poderá exceder 50% do total do setor, mas, pela primeira vez, serão autorizados a operar no país 100% dos bancos estrangeiros.
"Essas mudanças vão permitir que a Rússia se livre de um modelo antigo e economicamente ineficiente para um outro baseado no comércio e de investimento, deixando de lado o sistema de substituição de importações e de industrialização subsidiada", disse à BBC Natalia Suseeva, analista da Reinassance Capital, um banco de investimento especializado em mercados emergentes.
De acordo com os especialistas, os principais beneficiados da entrada da Rússia na OMC serão os consumidores, que, a partir de agora, poderão ter acesso a produtos hoje inalcançáveis para a grande classe média.
Já o investimento estrangeiro direto (IED), prioridade do governo do presidente Vladimir Putin, deverá dar um salto.
Isso porque, segundo analistas, a aceitação das regras da OMC irá fornecer um quadro jurídico para o investimento e contribuir para o progresso em um setor que ainda carece de qualidade institucional.
IMPACTO
Os principais "beneficiados" desse processo, entretanto, não parecem muito convencidos.
De acordo com uma pesquisa da Fundação de Opinião Pública, apenas 21% dos russos são a favor da medida.
Para o senador Sergei Lisovsky, a Rússia não está pronta para competir contra outras economias do mundo.
"Com a entrada na OMC, a Rússia vai entrar numa guerra para a qual não está preparada", afirmou Lisovsky.
A indústria manufatureira e automobilística, além do setor agrícola, estão entre os mais vulneráveis.
Os opositores da incorporação, liderados pelos comunistas, destacam a passagem traumática do sistema comunista para a privatização ultraliberal do ex-presidente Boris Yeltsin (1931-2007), no início dos anos 1990.
Entre 1990 e 1999, o PIB da Rússia caiu 54%, a produção industrial, 60%, e milhões de pessoas perderam tudo da noite para o dia em meio à hiperinflação da economia.
TEMOR
A incorporação negociada pelo governo de Putin estabeleceu um período de ajuste de cumprimento às novas regras.
Um número considerável de redução de tarifas deve ser implementado ao longo dos próximos sete anos.
O sistema de subsídios agrícolas, que soma hoje o equivalente a US$ 9 bilhões (R$ 18 bilhões), terá um prazo até 2018 para atingir o valor acordado como subvenção: US$ 4,4 bilhões (R$ 8,8 bilhões).
A China é um caso de integração bem sucedida na OMC. O país asiático formalizou sua entrada na organização em 2002 e sua incorporação serviu para consolidar sua presença hegemônica no comércio internacional.
"Tudo depende de como os empresários russos vão se adaptar ao novo cenário. Será preciso uma mudança das práticas tanto no âmbito dos negócios quanto das instituições para que o país possa competir internacionalmente. Não há dúvidas sobre as vantagens caso eles façam corretamente seu dever de casa", acrescentou Suseeva à BBC.
O temor é de que, caso isso não seja feito, e as promessas de grandes lucros não sejam atendidas, a Rússia volte a enfrentar uma tempestade social e política.
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/114137 ... fria.shtml
Após 18 anos de negociações, a Rússia, a única grande economia do G-20 ainda fora da Organização Mundial do Comércio (OMC), formalizou sua entrada na entidade, num movimento que, para analistas, além de simbólico, encerra de vez o "capítulo econômico" da Guerra Fria.
Segundo especialistas, a entrada do país no organismo multilateral marca a vitória do livre comércio, uma vez que a Rússia, hoje a nona maior economia do mundo, com um PIB de quase US$ 2 trilhões (R$ 4 trilhões), até então se mantinha imune às pressões internacionais para se juntar aos outros 155 estados-membros.
"Depois de protestos como o 'Occupy Wall Street', e tantas críticas lançadas contra a OMC, a entrada da Rússia mostra a importância da organização e seus princípios", afirmou David Collins, especialista em Direito Econômico Internacional pela Universidade de Londres.
Segundo um levantamento do Banco Mundial, a Rússia pode ganhar entre US$ 53 bilhões (R$ 106 bilhões) e US$ 177 bilhões (R$ 354 bilhões) por ano devido à sua plena integração no comércio mundial.
Desde sua fundação, em 1995, a OMC passou de 123 estados-membros para 156. Apenas três dezenas de países e territórios (como Aruba ou Somália) não integram a organização.
MUDANÇAS
A adição de um novo membro à OMC requer uma adaptação das suas regras internas para a organização e, em particular, um desmantelamento das medidas tarifárias (impostos especiais de importação) para proteger sua economia.
No caso da Rússia, as tarifas sobre 700 tipos de produtos agrícolas e manufaturados serão eliminados ou drasticamente reduzidos: a taxa média cairá de 10% para 7,4%.
Os serviços serão desregulamentados, incluindo um setor-chave para o investimento estrangeiro, como o das telecomunicações.
No caso do sistema bancário, haverá algumas limitações. O número de instituições financeiras estrangeiras não poderá exceder 50% do total do setor, mas, pela primeira vez, serão autorizados a operar no país 100% dos bancos estrangeiros.
"Essas mudanças vão permitir que a Rússia se livre de um modelo antigo e economicamente ineficiente para um outro baseado no comércio e de investimento, deixando de lado o sistema de substituição de importações e de industrialização subsidiada", disse à BBC Natalia Suseeva, analista da Reinassance Capital, um banco de investimento especializado em mercados emergentes.
De acordo com os especialistas, os principais beneficiados da entrada da Rússia na OMC serão os consumidores, que, a partir de agora, poderão ter acesso a produtos hoje inalcançáveis para a grande classe média.
Já o investimento estrangeiro direto (IED), prioridade do governo do presidente Vladimir Putin, deverá dar um salto.
Isso porque, segundo analistas, a aceitação das regras da OMC irá fornecer um quadro jurídico para o investimento e contribuir para o progresso em um setor que ainda carece de qualidade institucional.
IMPACTO
Os principais "beneficiados" desse processo, entretanto, não parecem muito convencidos.
De acordo com uma pesquisa da Fundação de Opinião Pública, apenas 21% dos russos são a favor da medida.
Para o senador Sergei Lisovsky, a Rússia não está pronta para competir contra outras economias do mundo.
"Com a entrada na OMC, a Rússia vai entrar numa guerra para a qual não está preparada", afirmou Lisovsky.
A indústria manufatureira e automobilística, além do setor agrícola, estão entre os mais vulneráveis.
Os opositores da incorporação, liderados pelos comunistas, destacam a passagem traumática do sistema comunista para a privatização ultraliberal do ex-presidente Boris Yeltsin (1931-2007), no início dos anos 1990.
Entre 1990 e 1999, o PIB da Rússia caiu 54%, a produção industrial, 60%, e milhões de pessoas perderam tudo da noite para o dia em meio à hiperinflação da economia.
TEMOR
A incorporação negociada pelo governo de Putin estabeleceu um período de ajuste de cumprimento às novas regras.
Um número considerável de redução de tarifas deve ser implementado ao longo dos próximos sete anos.
O sistema de subsídios agrícolas, que soma hoje o equivalente a US$ 9 bilhões (R$ 18 bilhões), terá um prazo até 2018 para atingir o valor acordado como subvenção: US$ 4,4 bilhões (R$ 8,8 bilhões).
A China é um caso de integração bem sucedida na OMC. O país asiático formalizou sua entrada na organização em 2002 e sua incorporação serviu para consolidar sua presença hegemônica no comércio internacional.
"Tudo depende de como os empresários russos vão se adaptar ao novo cenário. Será preciso uma mudança das práticas tanto no âmbito dos negócios quanto das instituições para que o país possa competir internacionalmente. Não há dúvidas sobre as vantagens caso eles façam corretamente seu dever de casa", acrescentou Suseeva à BBC.
O temor é de que, caso isso não seja feito, e as promessas de grandes lucros não sejam atendidas, a Rússia volte a enfrentar uma tempestade social e política.
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
ANÁLISE-Rússia e China são dois mundos diferentes dentro da OMC.
A Rússia entrou para a Organização Mundial do Comércio após 19 anos de espera, mas provavelmente continuará bem longe do milagre em exportações e importações que a China conseguiu depois de entrar para o clube.
A China esperou 15 anos para entrar na OMC em 2001, mas, em uma década, as exportações do país quintuplicaram e a economia chinesa passou de sexta para a segunda maior do mundo.
A economia da Rússia, baseada em commodities, está bem menos preparada para dar esse salto. O país, com fluxos de comércio mais fracos do que há dez anos, terá dificuldades para atrair investimentos numa escala semelhante à que a China conseguiu.
Os russos têm, no entanto, muitos pontos a favor. As tarifas externas custariam atualmente aos exportadores locais de 1,5 bilhão a 2 bilhões de dólares por ano, mas a entrada na OMC garante barreiras de tarifas menores e tratamento igualitário para todos os membros.
Moscou terá que reduzir as próprias barreiras: as tarifas cairão em média 30 por cento, sendo que as incidentes sobre veículos estrangeiros vão se reduzir à metade. Importações mais baratas deixarão consumidores e empresas com mais dinheiro para gastar.
Setores como bancos e telecomunicações vão se abrir para investimento externo, embora partes de alguns mercados pouco competitivos --como a indústria automotiva-- podem entrar em colapso.
Vozes a favor da Rússia na OMC acreditam que o governo passará a ter um senso de urgência para reformas econômicas após o presidente Vladimir Putin ter avalizado a entrada no bloco.
Ed Conroy, gestor de fundos da HSBC Global Asset Management, prevê que a Rússia --assim como acontece com a maioria dos países que acabam de entrar na OMC-- terá crescimento econômico e retomada de investimento se derrubar barreiras protecionaistas e mostrar um firme compromisso com políticas de livre mercado.
"A OMC não é uma varinha de condão que eles podem balançar para criar um paraíso de investimentos, mas você automaticamente trará oportunidades se criar um ambiente menos restritivo. Não espere uma revolução, mas a evolução para uma economia mais aberta e competitiva", disse Conroy, que investe no país.
Conroy acredita que as ações do setor bancário serão as que mais se beneficiarão da presença da Rússia na OMC. Outros, como Chris Weafer, da corretora moscovita Troika Dialog, aconselham carteiras que mesclem ações de varejistas com de companhias aéreas, que devem ganhar com menores tarifas de importação.
O Banco Mundial estimou em 49 bilhões de dólares por ano o ganho a curto prazo da Rússia com a entrada na OMC, ou mais de 3 por cento do PIB, em preços de 2010. Essa cifra salta para 162 bilhões de dólares por ano se considerado o impacto a longo prazo sobre os investimentos.
PAÍSES DIFERENTES, REALIDADES DIFERENTES
Essas estimativas, no entanto, não chegam perto do milagre que aconteceu na China. Uma volumosa mão de obra barata garantiu ao país a bonança na era OMC.
Exportações de mercadorias dispararam mais de 20 por cento ao ano, enquanto o investimento externo direto cresceu cinco vezes na década graças a companhias estrangeiras que montaram fábricas em território chinês.
Isso não vai acontecer na Rússia: petróleo e gás --não sujeitos a barreiras tarifárias-- dominam as exportações russas e o modelo de manufatura para exportação provavelmente não vai decolar por causa da mão de obra relativamente cara.
O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy não está esperando muito da Rússia imediatamente.
"Acredito que a China em 2001 e a Rússia em 2012 não são comparáveis", disse à Reuters Insider, citando diferentes estruturas de exportação e o fato de Moscou negociar uma abertura gradual do comércio local.
http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 0152,0.htm
A Rússia entrou para a Organização Mundial do Comércio após 19 anos de espera, mas provavelmente continuará bem longe do milagre em exportações e importações que a China conseguiu depois de entrar para o clube.
A China esperou 15 anos para entrar na OMC em 2001, mas, em uma década, as exportações do país quintuplicaram e a economia chinesa passou de sexta para a segunda maior do mundo.
A economia da Rússia, baseada em commodities, está bem menos preparada para dar esse salto. O país, com fluxos de comércio mais fracos do que há dez anos, terá dificuldades para atrair investimentos numa escala semelhante à que a China conseguiu.
Os russos têm, no entanto, muitos pontos a favor. As tarifas externas custariam atualmente aos exportadores locais de 1,5 bilhão a 2 bilhões de dólares por ano, mas a entrada na OMC garante barreiras de tarifas menores e tratamento igualitário para todos os membros.
Moscou terá que reduzir as próprias barreiras: as tarifas cairão em média 30 por cento, sendo que as incidentes sobre veículos estrangeiros vão se reduzir à metade. Importações mais baratas deixarão consumidores e empresas com mais dinheiro para gastar.
Setores como bancos e telecomunicações vão se abrir para investimento externo, embora partes de alguns mercados pouco competitivos --como a indústria automotiva-- podem entrar em colapso.
Vozes a favor da Rússia na OMC acreditam que o governo passará a ter um senso de urgência para reformas econômicas após o presidente Vladimir Putin ter avalizado a entrada no bloco.
Ed Conroy, gestor de fundos da HSBC Global Asset Management, prevê que a Rússia --assim como acontece com a maioria dos países que acabam de entrar na OMC-- terá crescimento econômico e retomada de investimento se derrubar barreiras protecionaistas e mostrar um firme compromisso com políticas de livre mercado.
"A OMC não é uma varinha de condão que eles podem balançar para criar um paraíso de investimentos, mas você automaticamente trará oportunidades se criar um ambiente menos restritivo. Não espere uma revolução, mas a evolução para uma economia mais aberta e competitiva", disse Conroy, que investe no país.
Conroy acredita que as ações do setor bancário serão as que mais se beneficiarão da presença da Rússia na OMC. Outros, como Chris Weafer, da corretora moscovita Troika Dialog, aconselham carteiras que mesclem ações de varejistas com de companhias aéreas, que devem ganhar com menores tarifas de importação.
O Banco Mundial estimou em 49 bilhões de dólares por ano o ganho a curto prazo da Rússia com a entrada na OMC, ou mais de 3 por cento do PIB, em preços de 2010. Essa cifra salta para 162 bilhões de dólares por ano se considerado o impacto a longo prazo sobre os investimentos.
PAÍSES DIFERENTES, REALIDADES DIFERENTES
Essas estimativas, no entanto, não chegam perto do milagre que aconteceu na China. Uma volumosa mão de obra barata garantiu ao país a bonança na era OMC.
Exportações de mercadorias dispararam mais de 20 por cento ao ano, enquanto o investimento externo direto cresceu cinco vezes na década graças a companhias estrangeiras que montaram fábricas em território chinês.
Isso não vai acontecer na Rússia: petróleo e gás --não sujeitos a barreiras tarifárias-- dominam as exportações russas e o modelo de manufatura para exportação provavelmente não vai decolar por causa da mão de obra relativamente cara.
O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy não está esperando muito da Rússia imediatamente.
"Acredito que a China em 2001 e a Rússia em 2012 não são comparáveis", disse à Reuters Insider, citando diferentes estruturas de exportação e o fato de Moscou negociar uma abertura gradual do comércio local.
http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 0152,0.htm
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
È Japão que pena, você foi eleito a maior ameaça aos russos no extremo oriente, China,Coréa do Norte e do Sul estão muito felizes com isso é triste ser isolado, mas não liga não você tem os EUA.
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Rússia vai instalar mísseis S-400 perto de Vladivostok.
Na cidade de Nakhodka, perto de Vladivostok, será desdobrado um regimento de defesa antimíssil munido de sistemas de mísseis de última geração S-400. Os S-400 deverão substituir as versões anteriores do complexo de mísseis S-300, protegendo as regiões estrategicamente importantes do país contra possíveis ataques de mísseis balísticos.
O pretexto oficial para desdobrar em Nakhodka sistemas de última geração é a necessidade de garantir a cobertura aérea e a segurança da cúpula da APEC, que se iniciará em breve em Vladivostok. Sem dúvida, um acontecimento desta envergadura pode atrair a atenção de organizações terroristas, capazes teoricamente de organizar algo semelhante aos atentados de 11 de setembro de 2011. A proteção contra tais ameaças é necessária mas, com certeza, os objetivos do novo regimento no Extremo Oriente não se limitam a esta missão. Os sistemas de mísseis S-400 permanecerão na região depois da cúpula.
A situação neste território não pode ser qualificada como tranquila: para além dos frequentes agravamentos da situação na península da Coreia, capazes de se transformar num conflito armado que poderá atingir a Rússia, é necessário destacar que o Extremo Oriente e a Região Asiática do Pacífico, em geral, se tornam um palco de rivalidade militar cada vez mais séria. Todos os grandes países da região, inclusive a Rússia, estão desenvolvendo as suas potencialidades.
É difícil prever quais possam vira ser os alvos dos S-400, mas a lista das ameaças atuais não é muito longa. Em primeiro lugar, é de referir o Japão, que de forma cada vez mais frequente faz exigências territoriais à Rússia. A probabilidade de o Japão poder recorrer à solução militar da questão é bastante baixa mas, contudo, ela não pode ser ignorada.
A produção de S-400 em série começou em 2007, mas até 2011 foram desdobrados apenas dois regimentos munidos de novos sistemas (ao todo, quatro grupos de oito rampas de lançamento em cada). Na primavera de 2012, estes mísseis foram instalados em Kaliningrado. Em 2011-2020, o Ministério da Defesa deve receber 56 conjuntos de S-400.
Ao mesmo tempo, um dos principais problemas de hoje é a seleção das regiões para instalação dos novos sistemas de defesa antimíssil. Para além das evidentes – região de Moscou, noroeste, Extremo Oriente, região industrial dos Urais, há também setores menos importantes que, contudo, exigem atenção. Em particular, trata-se da região polar da Rússia, onde hoje não existe praticamente uma infraestrutura desenvolvida de DAA, à exceção da península de Kola. Levando em consideração o raio de alcance dos novos sistemas de DAA, a sua instalação no Norte permitirá criar uma barreira adicional a um possível inimigo que tente penetrar no interior da Rússia através da zona ártica.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_22/s- ... o-oriente/
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Rússia vai instalar mísseis S-400 perto de Vladivostok.
Na cidade de Nakhodka, perto de Vladivostok, será desdobrado um regimento de defesa antimíssil munido de sistemas de mísseis de última geração S-400. Os S-400 deverão substituir as versões anteriores do complexo de mísseis S-300, protegendo as regiões estrategicamente importantes do país contra possíveis ataques de mísseis balísticos.
O pretexto oficial para desdobrar em Nakhodka sistemas de última geração é a necessidade de garantir a cobertura aérea e a segurança da cúpula da APEC, que se iniciará em breve em Vladivostok. Sem dúvida, um acontecimento desta envergadura pode atrair a atenção de organizações terroristas, capazes teoricamente de organizar algo semelhante aos atentados de 11 de setembro de 2011. A proteção contra tais ameaças é necessária mas, com certeza, os objetivos do novo regimento no Extremo Oriente não se limitam a esta missão. Os sistemas de mísseis S-400 permanecerão na região depois da cúpula.
A situação neste território não pode ser qualificada como tranquila: para além dos frequentes agravamentos da situação na península da Coreia, capazes de se transformar num conflito armado que poderá atingir a Rússia, é necessário destacar que o Extremo Oriente e a Região Asiática do Pacífico, em geral, se tornam um palco de rivalidade militar cada vez mais séria. Todos os grandes países da região, inclusive a Rússia, estão desenvolvendo as suas potencialidades.
É difícil prever quais possam vira ser os alvos dos S-400, mas a lista das ameaças atuais não é muito longa. Em primeiro lugar, é de referir o Japão, que de forma cada vez mais frequente faz exigências territoriais à Rússia. A probabilidade de o Japão poder recorrer à solução militar da questão é bastante baixa mas, contudo, ela não pode ser ignorada.
A produção de S-400 em série começou em 2007, mas até 2011 foram desdobrados apenas dois regimentos munidos de novos sistemas (ao todo, quatro grupos de oito rampas de lançamento em cada). Na primavera de 2012, estes mísseis foram instalados em Kaliningrado. Em 2011-2020, o Ministério da Defesa deve receber 56 conjuntos de S-400.
Ao mesmo tempo, um dos principais problemas de hoje é a seleção das regiões para instalação dos novos sistemas de defesa antimíssil. Para além das evidentes – região de Moscou, noroeste, Extremo Oriente, região industrial dos Urais, há também setores menos importantes que, contudo, exigem atenção. Em particular, trata-se da região polar da Rússia, onde hoje não existe praticamente uma infraestrutura desenvolvida de DAA, à exceção da península de Kola. Levando em consideração o raio de alcance dos novos sistemas de DAA, a sua instalação no Norte permitirá criar uma barreira adicional a um possível inimigo que tente penetrar no interior da Rússia através da zona ártica.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_22/s- ... o-oriente/
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Autoridades da Rússia e da China discutem segurança em Moscou
Cooperação mútua e preservação do princípio de soberania estiveram em pauta.
A sétima rodada de negociações estratégicas de segurança entre Rússia e China, foi realizada em Moscou, na terça-feira, 21. Tomaram parte no evento o Conselheiro de Estado da China, Dai Bingguo, e o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev. A agenda da reunião foi pautada pelo reforço das relações bilaterais, além das questões regionais e internacionais comuns entre os dois países.
A parceria estratégica entre os dois países foi destacada pelo representante chinês como prioridade. Além disso, Dai Bingguo ressaltou a importância de preservar o princípio de soberania na cooperação mútua, defendendo os objetivos da carta das Nações Unidas e as normas reconhecidas pelas relações internacionais. Já Nikolai Patrushev manifestou o desejo de aprofundar as relações bilaterais, mantendo a estabilidade e a segurança regional, além de estabelecer maiores contatos para a coordenação de assuntos regionais e internacionais.
http://www.diariodarussia.com.br/intern ... em-moscou/
Cooperação mútua e preservação do princípio de soberania estiveram em pauta.
A sétima rodada de negociações estratégicas de segurança entre Rússia e China, foi realizada em Moscou, na terça-feira, 21. Tomaram parte no evento o Conselheiro de Estado da China, Dai Bingguo, e o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev. A agenda da reunião foi pautada pelo reforço das relações bilaterais, além das questões regionais e internacionais comuns entre os dois países.
A parceria estratégica entre os dois países foi destacada pelo representante chinês como prioridade. Além disso, Dai Bingguo ressaltou a importância de preservar o princípio de soberania na cooperação mútua, defendendo os objetivos da carta das Nações Unidas e as normas reconhecidas pelas relações internacionais. Já Nikolai Patrushev manifestou o desejo de aprofundar as relações bilaterais, mantendo a estabilidade e a segurança regional, além de estabelecer maiores contatos para a coordenação de assuntos regionais e internacionais.
http://www.diariodarussia.com.br/intern ... em-moscou/
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Sergei Lavrov se orgulha do apelido de “Mister não”
Ministro russo concedeu entrevista a emissora de TV árabe.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, contou durante uma entrevista ao canal de televisão árabe Sky News Arabia, que se orgulha do apelido de “Mister Não”, dado a ele pela imprensa internacional. O jornalista que conduziu a entrevista lembrou ao diplomata que, outrora, o mesmo apelido foi atribuído a dois dos seus antecessores, Andrei Gromyko e Viatcheslav Molotov, que, durante muitos anos, chefiaram o Ministério de Negócios Estrangeiros da União Soviética.
Durante a entrevista, Sergei Lavrov disse que, apesar de até então desconhecer o fato, estava disposto a aceitar o apelido. Segundo ele, caso não haja violação do direito internacional, tem orgulho de ser o “Mister Não”.
http://www.diariodarussia.com.br/intern ... ister-nao/
Ministro russo concedeu entrevista a emissora de TV árabe.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, contou durante uma entrevista ao canal de televisão árabe Sky News Arabia, que se orgulha do apelido de “Mister Não”, dado a ele pela imprensa internacional. O jornalista que conduziu a entrevista lembrou ao diplomata que, outrora, o mesmo apelido foi atribuído a dois dos seus antecessores, Andrei Gromyko e Viatcheslav Molotov, que, durante muitos anos, chefiaram o Ministério de Negócios Estrangeiros da União Soviética.
Durante a entrevista, Sergei Lavrov disse que, apesar de até então desconhecer o fato, estava disposto a aceitar o apelido. Segundo ele, caso não haja violação do direito internacional, tem orgulho de ser o “Mister Não”.
http://www.diariodarussia.com.br/intern ... ister-nao/
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Re: O REGRESSO DA GRANDE RÚSSIA?
Produtores dos EUA querem que Rússia seja parceiro comercial permanente.
O Congresso dos EUA deve aprovar "o mais rápido possível" a lei que atribuirá à Rússia o estatuto de parceiro comercial permanente, anunciou o vice-presidente da Associação Nacional de Produtores Eric Newhouse, em conexão com a entrada da Rússia na OMC.
Na sua opinião, isto permitiria aos EUA "evitar problemas com a implementação de novas oportunidades no âmbito da exportação dos produtos para o mercado russo". Newhouse observou que a quota-parte dos EUA nas importações russas no ano passado constituiu apenas 4%. Ele acredita que um maior comércio com a Rússia permitirá aos americanos criar empregos e fortalecer economia do país.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_22/85902986/
O Congresso dos EUA deve aprovar "o mais rápido possível" a lei que atribuirá à Rússia o estatuto de parceiro comercial permanente, anunciou o vice-presidente da Associação Nacional de Produtores Eric Newhouse, em conexão com a entrada da Rússia na OMC.
Na sua opinião, isto permitiria aos EUA "evitar problemas com a implementação de novas oportunidades no âmbito da exportação dos produtos para o mercado russo". Newhouse observou que a quota-parte dos EUA nas importações russas no ano passado constituiu apenas 4%. Ele acredita que um maior comércio com a Rússia permitirá aos americanos criar empregos e fortalecer economia do país.
http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_22/85902986/