Su-35 News
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Re: Su-35 News
xatoux escreveu:Fala pra ele que ele foi conquistar outras terras!
Vai subir o Atlântico e sentar na cadeira permanente do CS da ONU!!!!
Abs
Re: Su-35 News
Só nos livraremos da tão propalada coleira (seja ela de onde for) no dia em que desenvolvermos e produzirmos localmente todos os sistemas necessários à fabricação de um vetor, seja ele qual for (aéreo, terrestre ou naval). Qualquer coisa diferente disso são ilações, enxugação de gelo.
Todos sabem que a EMBRAER é uma integradora, ela faz os seus projetos baseada em sistemas dos outros. E, via de regra, afora alguns itens de menor importância e/ou baixa/média tecnologia, esses outros são gringos.
Focando no lado aeronáutico, fato é que só poderemos começar a pensar em algum tipo de autonomia quando desenvolvermos e produzirmos aqui turbinas, radares, sensores, comunicação e sistemas de integração homem-máquina, para falar o mínimo. Não adianta nada projetarmos um caça de alto desempenho em conjunto com quem quer que seja, se o radar vai ser italiano, a turbina americana, o cockpit ingles, e por aí vai. Será ser apenas uma coleira mais barata de operar.
Pelo menos na área de armamento já estamos mais avançados.
Abraços
Todos sabem que a EMBRAER é uma integradora, ela faz os seus projetos baseada em sistemas dos outros. E, via de regra, afora alguns itens de menor importância e/ou baixa/média tecnologia, esses outros são gringos.
Focando no lado aeronáutico, fato é que só poderemos começar a pensar em algum tipo de autonomia quando desenvolvermos e produzirmos aqui turbinas, radares, sensores, comunicação e sistemas de integração homem-máquina, para falar o mínimo. Não adianta nada projetarmos um caça de alto desempenho em conjunto com quem quer que seja, se o radar vai ser italiano, a turbina americana, o cockpit ingles, e por aí vai. Será ser apenas uma coleira mais barata de operar.
Pelo menos na área de armamento já estamos mais avançados.
Abraços
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Re: Su-35 News
Perfeito. Penso o mesmo.Operti escreveu:Só nos livraremos da tão propalada coleira (seja ela de onde for) no dia em que desenvolvermos e produzirmos localmente todos os sistemas necessários à fabricação de um vetor, seja ele qual for (aéreo, terrestre ou naval). Qualquer coisa diferente disso são ilações, enxugação de gelo.
Todos sabem que a EMBRAER é uma integradora, ela faz os seus projetos baseada em sistemas dos outros. E, via de regra, afora alguns itens de menor importância e/ou baixa/média tecnologia, esses outros são gringos.
Focando no lado aeronáutico, fato é que só poderemos começar a pensar em algum tipo de autonomia quando desenvolvermos e produzirmos aqui turbinas, radares, sensores, comunicação e sistemas de integração homem-máquina, para falar o mínimo. Não adianta nada projetarmos um caça de alto desempenho em conjunto com quem quer que seja, se o radar vai ser italiano, a turbina americana, o cockpit ingles, e por aí vai. Será ser apenas uma coleira mais barata de operar.
Pelo menos na área de armamento já estamos mais avançados.
Abraços
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Re: Su-35 News
Concordo em gênero, número e grau. Mas, uma parceria onde os parceiros desenvolvem juntos, com produções em seus respectivos países, tenho nada contra também, muito pelo contrário. Temos que nos esforçar para termos uma indústria bélica e não uma mera montadora.
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Um abraço!
Fernando Augusto Terra
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Re: Su-35 News
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Sukhoi Su-30MK Flanker
Editado pela última vez por faterra em Seg Nov 28, 2011 9:15 am, em um total de 2 vezes.
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Um abraço!
Fernando Augusto Terra
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Re: Su-35 News
Integradora até o ponto que o desenvolvimento e construção do caça não de retorno ( $$) a Embraer.
- faterra
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Re: Su-35 News
Em minha opinião, todo país que queira ter sua soberania imune às coleiras, e leva isto a sério, tem que projetar, desenvolver e produzir suas necessidades. Unidades de combates compradas de prateleira ou montadas no país com sistemas comprados de terceiros correm um grave risco de na hora de alguma emergência terem suas utilizações bloqueadas. Vai depender muito com quem se tem a divergência, concordo. Há toneladas de casos que ilustram e exemplificam isto.
A produção deste tipo de equipamento. em minha opinião, independem de escala de produção desde que o país tenha interesse de fato no produto e em sua soberania. Caso contrário, que vá para as prateleiras onde encontrará o produto que lhe interessa com facilidade e preço. Ou não.
Vou dar um exemplo: A FAB interessou-se no desenvolvimento e produção do KC-390, uma aeronave de transporte e reabastecimento tático e estratégico. A FAB assumiu os custos de desenvolvimento do vetor e a Embraer busca cada sistema a ser utilizado em outros países buscando otimização de custos no desenvolvimento e produção. Me encho de orgulho com este desenvolvimento. O que isto trará de conhecimento, capacidade e divisas para o país não tem preço!
Agora vem a viagem na maionese (para muitos): se precisar utilizar em alguma escaramuça, a FAB não terá o dissabor de ver uma "orientação" que não deverá utilizá-lo contra aquele adversário, por conter equipamentos da outra nacionalidade? Se não, o que garantirá o seu abastecimento contínuo, uma vez que estes sistemas não serão produzidos no país?
A Argentina ainda está muito viva em nossas lembranças com sua aventura nas Falkland/Malvinas e o bloqueio que sofreu em seguida.
A produção deste tipo de equipamento. em minha opinião, independem de escala de produção desde que o país tenha interesse de fato no produto e em sua soberania. Caso contrário, que vá para as prateleiras onde encontrará o produto que lhe interessa com facilidade e preço. Ou não.
Vou dar um exemplo: A FAB interessou-se no desenvolvimento e produção do KC-390, uma aeronave de transporte e reabastecimento tático e estratégico. A FAB assumiu os custos de desenvolvimento do vetor e a Embraer busca cada sistema a ser utilizado em outros países buscando otimização de custos no desenvolvimento e produção. Me encho de orgulho com este desenvolvimento. O que isto trará de conhecimento, capacidade e divisas para o país não tem preço!
Agora vem a viagem na maionese (para muitos): se precisar utilizar em alguma escaramuça, a FAB não terá o dissabor de ver uma "orientação" que não deverá utilizá-lo contra aquele adversário, por conter equipamentos da outra nacionalidade? Se não, o que garantirá o seu abastecimento contínuo, uma vez que estes sistemas não serão produzidos no país?
A Argentina ainda está muito viva em nossas lembranças com sua aventura nas Falkland/Malvinas e o bloqueio que sofreu em seguida.
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Um abraço!
Fernando Augusto Terra
Re: Su-35 News
Vejam bem, no post acima eu não estou dizendo que não adianta fazer nada, que tem é que comprar de prateleira, pois a coleira dará no mesmo.
Só estou questionando a ideia de que um desenvolvimento conjunto entre dois ou mais países, pro si só, será a solução de todos os problemas, estilo Organizações Tabajara.
Abraços
Só estou questionando a ideia de que um desenvolvimento conjunto entre dois ou mais países, pro si só, será a solução de todos os problemas, estilo Organizações Tabajara.
Abraços
- Túlio
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Re: Su-35 News
Nem precisamos ir tão longe: e se quisermos vender a alguém 'do mal', tipo Venezuela ou Irã? Lembrar AMX e Super Tucano...faterra escreveu:Em minha opinião, todo país que queira ter sua soberania imune às coleiras, e leva isto a sério, tem que projetar, desenvolver e produzir suas necessidades. Unidades de combates compradas de prateleira ou montadas no país com sistemas comprados de terceiros correm um grave risco de na hora de alguma emergência terem suas utilizações bloqueadas. Vai depender muito com quem se tem a divergência, concordo. Há toneladas de casos que ilustram e exemplificam isto.
A produção deste tipo de equipamento. em minha opinião, independem de escala de produção desde que o país tenha interesse de fato no produto e em sua soberania. Caso contrário, que vá para as prateleiras onde encontrará o produto que lhe interessa com facilidade e preço. Ou não.
Vou dar um exemplo: A FAB interessou-se no desenvolvimento e produção do KC-390, uma aeronave de transporte e reabastecimento tático e estratégico. A FAB assumiu os custos de desenvolvimento do vetor e a Embraer busca cada sistema a ser utilizado em outros países buscando otimização de custos no desenvolvimento e produção. Me encho de orgulho com este desenvolvimento. O que isto trará de conhecimento, capacidade e divisas para o país não tem preço!
Agora vem a viagem na maionese (para muitos): se precisar utilizar em alguma escaramuça, a FAB não terá o dissabor de ver uma "orientação" que não deverá utilizá-lo contra aquele adversário, por conter equipamentos da outra nacionalidade? Se não, o que garantirá o seu abastecimento contínuo, uma vez que estes sistemas não serão produzidos no país?
A Argentina ainda está muito viva em nossas lembranças com sua aventura nas Falkland/Malvinas e o bloqueio que sofreu em seguida.
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![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
Re: Su-35 News
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Sabem o que é?
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
Calculam o RCS dele em 0,5~1 m2.
Mas com cargas externas, NENHUM caça tem RCS significativamente baixo a ponto de ser um vantagem útil.
- GDA_Fear
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Re: Su-35 News
o que é eu não sei, mas que segundo Túlio, tem um bico de cisne...caceT& é grande pra caramba porém proporcional ao Su-35 em questão 
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