Com uma versão naval ficará perfeito.
E cabe no São Paulo!!!
[]'s
Moderadores: Glauber Prestes, Conselho de Moderação
Lá no passado distante das fls.2000 A.A. (Antes de Amorim) e alguma coisa,eu escrevi um post meia boca que dizia abertamente que a mentalidade geral:governo,Fab,Políticos ,etc.,era ter uma Força Aérea de treinamento e não uma Força Aérea de Guerra.Justin Case escreveu:Amigos,
Há alguns comentários atrás, comentava-se sobre o custo de operação e os decorrentes índices de disponibilidade.
O que a mim pareceu um senso comum é que um avião mais caro teria menor disponibilidade. Parece lógico, mas...
No Brasil, não acontece assim.
Se formos olhar os índices de disponibilidade na FAB, tudo está em torno de 50%:
- Mirage 2000, F-5M, A-1, A-29.
- C-130 e outros transportes (exceto VIP, é claro);
- T-25 e T-27;
- Asas rotativas, patrulha;
- Reconhecimento;
- Aviões velhos, aviões arcaicos e aviões novos;
- Aviões americanos, franceses ou brasileiros.
Ou seja: o Brasil tem cara de 50%.
Acho que, se, para o F-X, adquiríssemos F-35 ou F-16 desativados/modernizados também teríamos 50%.
Eu prefiro 50% de Rafale do que 50% de F-5M.
Abraços,
Justin
Olá Bender,Bender escreveu:Lá no passado distante das fls.2000 A.A. (Antes de Amorim) e alguma coisa,eu escrevi um post meia boca que dizia abertamente que a mentalidade geral:governo,Fab,Políticos ,etc.,era ter uma Força Aérea de treinamento e não uma Força Aérea de Guerra.Justin Case escreveu:Amigos,
Há alguns comentários atrás, comentava-se sobre o custo de operação e os decorrentes índices de disponibilidade.
O que a mim pareceu um senso comum é que um avião mais caro teria menor disponibilidade. Parece lógico, mas...
No Brasil, não acontece assim.
Se formos olhar os índices de disponibilidade na FAB, tudo está em torno de 50%:
- Mirage 2000, F-5M, A-1, A-29.
- C-130 e outros transportes (exceto VIP, é claro);
- T-25 e T-27;
- Asas rotativas, patrulha;
- Reconhecimento;
- Aviões velhos, aviões arcaicos e aviões novos;
- Aviões americanos, franceses ou brasileiros.
Ou seja: o Brasil tem cara de 50%.
Acho que, se, para o F-X, adquiríssemos F-35 ou F-16 desativados/modernizados também teríamos 50%.
Eu prefiro 50% de Rafale do que 50% de F-5M.
Abraços,
Justin
Todos os entes que pensam as questões das forças armadas,não acreditam em guerra possível nem a curto,nem a médio,nem a longo prazo! Ter Força Aérea de guerra,daria muito mais despesa do que a atual saco de gatos velhos,que vive na oficina do seu Mané para trocar as pastilhas e o amortecedor.
Então todos estes entes "governamentais",passam os dias,meses,anos discutindo de "mentirinha" a necessidade de se ter força aérea de ponta,armada até os dentes,etc.etc. e o mais engraçado é que tem gringo que acredita nesse papo.
Todos estes são a turma do 1=99,e eu vou ser também,pois para treinamento,red flag e Cruzex,qualquer um serve,só tem que ser novo pra sair na foto e não fazer feio,e com tanque de combustível pequeno,pois não vai ser usado para o seu fim principal mesmo. (Graças a Deus).
Para mim nem TOT,semi TOT,montagem de lego,escapamento,aro 19 cromado,isso tudo já não faz mais diferença também,ninguem vai investir nada pra nacionalizar nada,é tudo conversinha pra boi dormir,uma mentira descarada.
País que "tem cara de 50%" e jeito de 10%deveria comprar de prateleira mesmo,e principalmente de acordo com as diretrizes da politica externa e de governo quanto ao fornecedor,não importa qual fosse e ponto final. Alem de que se fosse um país sério e com cara de 100% ! já estaria investindo de forma garantida há décadas em ciencia&tecnologia em um projeto sério e próprio do todo de uma aeronave como os chineses,mesmo que depois viesse a ser considerado o pior caça já feito na história.
O "tecnicamente" não importa pra ninguem!Só para os mecânicos da Fab e a engenharia de Lego da Embraer. Que o politicamente tome a frente de uma vez,compre logo 2 duzias de qualquer coisa de um país que lhe agrade,e acabe com esta mentira.
SDS.
Olha que o GF, a população e os políticos não vejam a necessidade de uma Força Aérea de Guerra, são coisas perfeitamente explicáveis por nossa história. Agora, que a FAB não queira ser uma Força Aérea de Guerra, isso é indesculpável, se a FAB não se dá o valor, ninguém vai dar!Bender escreveu:Lá no passado distante das fls.2000 A.A. (Antes de Amorim) e alguma coisa,eu escrevi um post meia boca que dizia abertamente que a mentalidade geral:governo,Fab,Políticos ,etc.,era ter uma Força Aérea de treinamento e não uma Força Aérea de Guerra.Justin Case escreveu:Amigos,
Há alguns comentários atrás, comentava-se sobre o custo de operação e os decorrentes índices de disponibilidade.
O que a mim pareceu um senso comum é que um avião mais caro teria menor disponibilidade. Parece lógico, mas...
No Brasil, não acontece assim.
Se formos olhar os índices de disponibilidade na FAB, tudo está em torno de 50%:
- Mirage 2000, F-5M, A-1, A-29.
- C-130 e outros transportes (exceto VIP, é claro);
- T-25 e T-27;
- Asas rotativas, patrulha;
- Reconhecimento;
- Aviões velhos, aviões arcaicos e aviões novos;
- Aviões americanos, franceses ou brasileiros.
Ou seja: o Brasil tem cara de 50%.
Acho que, se, para o F-X, adquiríssemos F-35 ou F-16 desativados/modernizados também teríamos 50%.
Eu prefiro 50% de Rafale do que 50% de F-5M.
Abraços,
Justin
Todos os entes que pensam as questões das forças armadas,não acreditam em guerra possível nem a curto,nem a médio,nem a longo prazo! Ter Força Aérea de guerra,daria muito mais despesa do que a atual saco de gatos velhos,que vive na oficina do seu Mané para trocar as pastilhas e o amortecedor.
Então todos estes entes "governamentais",passam os dias,meses,anos discutindo de "mentirinha" a necessidade de se ter força aérea de ponta,armada até os dentes,etc.etc. e o mais engraçado é que tem gringo que acredita nesse papo.
Todos estes são a turma do 1=99,e eu vou ser também,pois para treinamento,red flag e Cruzex,qualquer um serve,só tem que ser novo pra sair na foto e não fazer feio,e com tanque de combustível pequeno,pois não vai ser usado para o seu fim principal mesmo. (Graças a Deus).
Para mim nem TOT,semi TOT,montagem de lego,escapamento,aro 19 cromado,isso tudo já não faz mais diferença também,ninguem vai investir nada pra nacionalizar nada,é tudo conversinha pra boi dormir,uma mentira descarada.
País que "tem cara de 50%" e jeito de 10%deveria comprar de prateleira mesmo,e principalmente de acordo com as diretrizes da politica externa e de governo quanto ao fornecedor,não importa qual fosse e ponto final. Alem de que se fosse um país sério e com cara de 100% ! já estaria investindo de forma garantida há décadas em ciencia&tecnologia em um projeto sério e próprio do todo de uma aeronave como os chineses,mesmo que depois viesse a ser considerado o pior caça já feito na história.
O "tecnicamente" não importa pra ninguem!Só para os mecânicos da Fab e a engenharia de Lego da Embraer. Que o politicamente tome a frente de uma vez,compre logo 2 duzias de qualquer coisa de um país que lhe agrade,e acabe com esta mentira.
SDS.
Eu diria que todos nós podemos acreditar ou não em uma Guerra, porém, a FAB tem que estar preparada e lutando para verbas para uma Guerra, caso contrário é melhor não termos uma Força Aérea, bastaria um Guarda Nacional Aérea. A FAB é profissional e enquanto isso deve estar querendo equipamentos para uma guerra. Caberia a ela o primeiro exemplo, porque afinal é a primeira e maior interessada, se ela se contenta em ser uma treinadoras de pilotos, é melhor fechar para balanço, que o diga a diferença de comportamento entre os ramos de nossas FA´s.Bender escreveu:A FAB foi parida de uma guerra,se forjou em uma guerra,tem mártires e herois fruto da violência da guerra. A Guerra acabou,até a fria.
Hoje a guerra da FAB é por verbas para cumprir os 50% do adestramento. Quem da população acredita que vai haver guerra eminente visando a tomada de nosso território? E dos políticos? E da imprensa? E do DB? E na FAB?
Na unica ocasião em que ela teve que defender um lado como força de guerra,todos os seus equipamentos e logística foram cedidos e não adquiridos.
Não duvido que em caso de ameaça,muita gente vai pensar em primeiro lugar nos "nossos" aliados para nos defender e não em nossas próprias forças.
Sabe,muito se repete a palavra cidadania,é cidadania isso!é cidadania aquilo! essa porr@ virou um mantra,a palavra que deveria ser um mantra é: civismo! pois exercer civismo inclui os direitos da pátria,nação!Inclusive da nação ter força verdadeira e real para defender a coletividade, não somente direitos de cidadão! Um cidadão não é nada sem pátria,é um exilado. No Brasil a maioria dos caras que enchem a boca para dizer que são defensores da cidadania não passam de uns exilados.
Olha a verdade que o Wesley falou: "Temos FAs muito bem equipadas tendo em vista o que é “cobrado” pela nossa sociedade".
Pois é tá ótimo...e barato!
SDS.
Verbas para suprir a necessidade de equipamentos em caso de guerra,é a maior utopia sustentada por nós,e outros otários e sonhadores por um país que deveria ter a noção de sua grandesa,inclusive pode botar a maioria de dentro das FAs junto conosco no bando de otários.PRick escreveu:Eu diria que todos nós podemos acreditar ou não em uma Guerra, porém, a FAB tem que estar preparada e lutando para verbas para uma Guerra, caso contrário é melhor não termos uma Força Aérea, bastaria um Guarda Nacional Aérea. A FAB é profissional e enquanto isso deve estar querendo equipamentos para uma guerra. Caberia a ela o primeiro exemplo, porque afinal é a primeira e maior interessada, se ela se contenta em ser uma treinadoras de pilotos, é melhor fechar para balanço, que o diga a diferença de comportamento entre os ramos de nossas FA´s.Bender escreveu:A FAB foi parida de uma guerra,se forjou em uma guerra,tem mártires e herois fruto da violência da guerra. A Guerra acabou,até a fria.
Hoje a guerra da FAB é por verbas para cumprir os 50% do adestramento. Quem da população acredita que vai haver guerra eminente visando a tomada de nosso território? E dos políticos? E da imprensa? E do DB? E na FAB?
Na unica ocasião em que ela teve que defender um lado como força de guerra,todos os seus equipamentos e logística foram cedidos e não adquiridos.
Não duvido que em caso de ameaça,muita gente vai pensar em primeiro lugar nos "nossos" aliados para nos defender e não em nossas próprias forças.
Sabe,muito se repete a palavra cidadania,é cidadania isso!é cidadania aquilo! essa porr@ virou um mantra,a palavra que deveria ser um mantra é: civismo! pois exercer civismo inclui os direitos da pátria,nação!Inclusive da nação ter força verdadeira e real para defender a coletividade, não somente direitos de cidadão! Um cidadão não é nada sem pátria,é um exilado. No Brasil a maioria dos caras que enchem a boca para dizer que são defensores da cidadania não passam de uns exilados.
Olha a verdade que o Wesley falou: "Temos FAs muito bem equipadas tendo em vista o que é “cobrado” pela nossa sociedade".
Pois é tá ótimo...e barato!
SDS.
Como já falaram antes, o descaso de muitos, não exime aqueles que são profissionais da área de fazerem o seu dever. Porém, quando vemos que eles são tão ou mais despreparados do ponto de vista do civismo, o que vamos esperar dos outros? Se as FA´s não pensam em estratégia, automonia, nação, quem vai pensar? Enquanto tivermos uma FAB que endeuza F-5, é mesmo o que teremos como horizonte de vida. Então antes de tudo é preciso se dar valor, quem não se dá ao valor, não é capaz de nada, muito menos de civismo, cidadania, etc.. E não adianta um civismo artificial, imposto.
[]´s
Bender escreveu:Verbas para suprir a necessidade de equipamentos em caso de guerra,é a maior utopia sustentada por nós,e outros otários e sonhadores por um país que deveria ter a noção de sua grandesa,inclusive pode botar a maioria de dentro das FAs junto conosco no bando de otários.PRick escreveu: Eu diria que todos nós podemos acreditar ou não em uma Guerra, porém, a FAB tem que estar preparada e lutando para verbas para uma Guerra, caso contrário é melhor não termos uma Força Aérea, bastaria um Guarda Nacional Aérea. A FAB é profissional e enquanto isso deve estar querendo equipamentos para uma guerra. Caberia a ela o primeiro exemplo, porque afinal é a primeira e maior interessada, se ela se contenta em ser uma treinadoras de pilotos, é melhor fechar para balanço, que o diga a diferença de comportamento entre os ramos de nossas FA´s.
Como já falaram antes, o descaso de muitos, não exime aqueles que são profissionais da área de fazerem o seu dever. Porém, quando vemos que eles são tão ou mais despreparados do ponto de vista do civismo, o que vamos esperar dos outros? Se as FA´s não pensam em estratégia, automonia, nação, quem vai pensar? Enquanto tivermos uma FAB que endeuza F-5, é mesmo o que teremos como horizonte de vida. Então antes de tudo é preciso se dar valor, quem não se dá ao valor, não é capaz de nada, muito menos de civismo, cidadania, etc.. E não adianta um civismo artificial, imposto.
[]´s
A Força Aérea se contenta e se conforma com as necessidades e exigências da realidade da paz,mesmo porque como disse antes,não existe hoje argumentos críveis que demonstrem outras necessidades,não por falta de ambição,é a realidade!.
Se são profissionais? Acho que não existe dúvidas quanto a isso,nem quanto ao seu civismo e noção de pátria,que por outro lado são inexistentes na sociedade leiga em geral,mas aí é que está o nó da questão! Explicado de forma singela e direta pelo Wesley na frase destacada acima.
As FAs não são donas da casa da moeda e muito menos da consciência nacional,são instrumentos da nação,se a atribuição de valor dada pela sociedade e políticos a ela,é a de que ser uma força de teinamento é o suficiente,e nem para esta atribuição ela conta com as verbas regulares,como convencer a sociedade e políticos de que é preciso mais? Impossível. De vez em quando dão um presentinho de natal a ela,para ela não pensar que Papai Noél não lê suas cartinhas.
Ela se tornou através do pensamento da sociedade uma força conformada e amarrada as circunstâncias e assim deverá continuar a ser,o punhado de caças,seja de onde vierem não significarão para os políticos mais do que presentinhos "caríssimos!" (dirão!) de natal,infelizmente.
SDS.
Estranho isso, por quê será que a Boieng está tão desesperada? Será o AC no MD? A decisão não deverá ser tomada agora, porque essa manobra alucinada? Nem mesmo a pessoal da SAAB ficou assim tão doido!luisdmrx escreveu:
A Câmara e o Senado autorizaram a empresa americana Boeing a instalar um simulador de voo do caça Super Hornet F/A-18 na chapelaria do Congresso Nacional, porta de entrada do Legislativo brasileiro.
O lobby da empresa americana no Congresso pretende sensibilizar os deputados e senadores pela escolha da aeronave, que disputa com a francesa Dassault e com a sueca Saab a venda de 36 aviões-caças ao governo brasileiro.
Em comunicado enviado à imprensa, a Boeing confirma o lobby ao afirmar que está “à disposição” dos senadores brasileiros para esclarecer “quaisquer dúvidas” sobre a proposta de venda das aeronaves.
“Além de ajudar o Brasil a atingir domínio aéreo, a Boeing pode ainda ser parceira estratégica em diversas áreas”, afirma o vice-presidente da Boeing para Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Joe McAndrew.
A Câmara diz que autorizou a instalação do simulador a pedido do Senado, que neste mês realiza audiências na CRE (Comissão de Relações Exteriores) para ouvir as três empresas. O Senado confirmou a autorização à Boeing ao afirmar que a empresa americana foi a única a solicitar formalmente a simulação de voo.
Segundo a Secretaria de Comunicação do Senado, o simulador foi instalado em um espaço tradicionalmente destinado a exposições na Casa –com o aval da Mesa Diretora.
O simulador vai ficar disponível para o público de terça até sexta-feira (19). Os visitantes e parlamentares poderão entrar na aeronave, simular combates aéreos, ataques contra alvos de superfície, navegação e operação dos sistemas da aeronave.
O impasse sobre a compra dos 36 aviões-caça se arrasta desde o governo Lula, que deixou a decisão para a presidente Dilma Rousseff.
Nas negociações, além do Super Hornet, concorrem os aviões Rafale, da empresa francesa Dassault (uma opção que chegou a ser dada como certa pelo ex-presidente Lula), e os Gripen NG, da companhia sueca Saab.
FONTE: Folha de São Paulo / FOTO: Alan Marques/Folhapress
Ah como eu queria um brinquedo destes!!![]()
Gostaria de fazer minhas, suas palavras Bender. Muito lúcidas, por sinal.Bender escreveu:Verbas para suprir a necessidade de equipamentos em caso de guerra,é a maior utopia sustentada por nós,e outros otários e sonhadores por um país que deveria ter a noção de sua grandesa,inclusive pode botar a maioria de dentro das FAs junto conosco no bando de otários.
A Força Aérea se contenta e se conforma com as necessidades e exigências da realidade da paz,mesmo porque como disse antes,não existe hoje argumentos críveis que demonstrem outras necessidades,não por falta de ambição,é a realidade!.
Se são profissionais? Acho que não existe dúvidas quanto a isso,nem quanto ao seu civismo e noção de pátria,que por outro lado são inexistentes na sociedade leiga em geral,mas aí é que está o nó da questão! Explicado de forma singela e direta pelo Wesley na frase destacada acima.
As FAs não são donas da casa da moeda e muito menos da consciência nacional,são instrumentos da nação,se a atribuição de valor dada pela sociedade e políticos a ela,é a de que ser uma força de teinamento é o suficiente,e nem para esta atribuição ela conta com as verbas regulares,como convencer a sociedade e políticos de que é preciso mais? Impossível. De vez em quando dão um presentinho de natal a ela,para ela não pensar que Papai Noél não lê suas cartinhas.
Ela se tornou através do pensamento da sociedade uma força conformada e amarrada as circunstâncias e assim deverá continuar a ser,o punhado de caças,seja de onde vierem não significarão para os políticos mais do que presentinhos "caríssimos!" (dirão!) de natal,infelizmente.
SDS.