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CB_Lima
Moderadores: Glauber Prestes, Conselho de Moderação
Concordo, tchê.cb_lima escreveu:Arrebentou Justin ...![]()
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CB_Lima
Rodrigoiano escreveu:Prezado Justin, concordo com o custo ser, em grande parte, o da independência. Mas como é praticamente consenso que a decisão já saiu da FAB/MD e está diretamente na PR, pela importância político-estratégica da compra, será que no limiar de uma decisão, "ajustes" envolvendo preço (mesmo após a BAFO) não existiriam, quer entre Paris e BSB, quer entre Washington e BSB? Eu acho que na proximidade da decisão vale tudo, até questões que deveriam ter "acabado" na BAFO.
Gde abraço e parabéns pelas lúcidas postagens!
Troca de coleira americana a passa para a coleira francesa. Independência.... para nós?Justin Case escreveu:Rodrigoiano, boa noite.
Sobre a p@#$% do preço do Rafale, creio que não haja possibilidade de baixar mais sem redução do conteúdo da oferta.
No âmbito de uma concorrência como a nossa, isso é feito durante a BAFO ("best and final offer"), quando os concorrentes vão além dos limites técnicos, reduzindo até as margens de lucro para alcançar um objetivo estratégico.
O problema da oferta do RAFALE não é o PREÇO, mas o CUSTO do produto.
É o custo da independência, resultado de uma linha estratégica que os franceses decidiram há muitas décadas.
Quem quiser ganhar alguma independência, pelo menos nas áreas consideradas críticas, tem que investir para alcançar um nível tecnológico adequado.
Comprar de prateleira é MUITO mais barato.
É uma opção a ser feita.
Abraço,
Justin
PRick, não pensei que eu pudesse aqui concordar com você em algo de forma tão veemente.PRick escreveu:ELSONDUARTE escreveu:A Hora da Verdade? Caças europeus lideram na competição MMRCA na Índia
Estimado amigo Valduga, alterei o título propositadamente, pois aproveitei para reiterar a posição de alguns leitores que apontam o MMRCA como um bom termômetro para o nosso FX 2.
...............
Fonte: Business Standard – Tradução: Wagner Damasio / Cavok
Talvez essa reportagem explique porque derepente Sea Gripen e Sea Typhoon foram lançados por aí.
Por sinal, o que podemos resumir muito bem ela, o Rafale é o melhor e deve ser o escolhido na Índia. Porque entre os europeus é o mais evoluído, tem versão naval, é mais barato que o Typhoon.
Hoje podemos dizer sem sombra de dúvidas que os franceses estavam corretos ao definirem os parâmetros do caça europeu, ele deveria ter sido o Rafale, e não o Typhoon.
[]´s
Esse eu tenho! E com uma dedicatória especial do Leandro!cb_lima escreveu:Bom...Wardog escreveu: [2]
Adoraria se pudesse me passar os detalhes também.![]()
Sendo assim vou passar para todos os amigos!
....
Já te atendo Tchê!
A História do 1/14 Gav o Esquadrão Pampa
José Leando Poerschke Casella
Rudnei Dias da Cunha
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Excelente livro mesmo!!! Vai desde a criação do grupo, às missões de interceptação dos "hermanos"... e outras coisas que não vou estragar a surpresa...
[]s e Boa Leitura!
CB_Lima
alcluiz escreveu:Dizem os pilotos franceses...
Parei de ler aí...![]()
E, agora, temos o MAGE DR-3000, voando nos R-35A do 1º/6º GAv.AlbertoRJ escreveu:Mais um mito que cai.cb_lima escreveu:De um modo bem simplista eu acho que o SH é excelente pelo que é HOJE, o Rafale AMANHÃ e o NG DEPOIS DE AMANHÃ.
Quanto a restrições e GE existiu uma época que chegamos a ter o Caiman (cortesia do contrato do Sindacta) o que era o supra-sumo de EW francês.
O problema foi quando NÓS!!!! decidimos abrir mão da acessoria francesa para o projeto porque ACHAVAMOS que o CTA conseguiria compatibilizar o Pod sem a AJUDA francesa... com isso o projeto ficou parado por mais de um ano até que o Col Aviador Póvoas decidiu depois de reunião com o CTA aonde foi informado que a limitação deles estava na nossa falta de conhecimento em operar um equipamento tão sofisticado e saber fazê-lo funcionar no F-5, foi a uma Le Bourget e conversou com os franceses...
A partir daí a coisa foi sanada e o pessoal da Thompson foi trabalhar em Canoas eo mesmo tempo que o Col Bombonato foi à França fazer o curso deles de GE e ser o chefe da SGE (seção de G E no 1/14).
O POD era tão bom que um dos seus modos de operação (Banda L) interferia nos sistemas de controle de vôo do F-5 e por isso nunca foi utilizado nessa banda no Brasil.
Esse é um resumo tirado do depoimento dos próprios pilotos no livro História do 1/14 - Páginas 171/175.
Inclusive por um momento fizemos parte da confraria dos corvos (que é o pessoal de GE ao redor do mundo, criado nos EUA e incluindo aí Israel, e Af do Sul, França, entre outros países).
Será que o spectra viria com todos os seus possíveis módulos vendidos para nós? Eu realmente não sei ... nem que sim... nem que não... não duvidaria de nada para ser honesto, mas nesse caso fomos brindados com um equipamento para poucos e só não operamos melhor por nossas próprias decisões.
Mas o certo é ... ninguém é bonzinho.
[]s
CB_Lima![]()
Além do Caiman, a GE na FAB teve outro componente francês importante: MAGE DR-2000.
Abraços
RAFALE
Advantages:
Highly capable IRST
Excellent sensor fusion and systems integration
Passive and cooperative targeting capability
Diverse new advanced weaponry
Good maneuverability
Low signatures
Disadvantages:
AESA radar still in development
Availability of most advanced weapons uncertain
High maintenance burdens![]()
High cost
Modest political benefits
SUPER HORNET
Advantages
Best AESA radar in a fourth-generationaircraft
Excellent sensor fusion and systemintegration
Advanced cooperative targetingand EA capabilities
New advanced weaponry
Remarkable maneuverability
Excellent short field performance
Moderate cost
High political benefits
Disadvantages *
Heavy weight
Weaker energy addition compared to competitors
Constrained technology transfer
Sobre o SH connsta também a desvantagem de um IRST orgânico. Mas já com a existência de um, como visto agora na Aero India, esse item perdeu o sentido.GRIPEN NG
Advantages
Light weight*
Excellent sensor fusion and systems
integration
Cooperative targeting capability
Diverse new advanced weaponry
Superlative maneuverability
Low signatures (?)
Disadvantages
Final confiNguration not settled
AESA radar still in development
Sensors, weapons and major subsystems sourced from third-parties
Availability of most advanced weapons uncertain
Poor hot and high performance
High flyaway cost
Minimal political benefits
pág. 90-only highlights the traditional weakness of French combat aviation, namely its atrociously high prices that produce a poor cost-to-value ratio.
Pô, Prick.PRick escreveu:Novamente, continuam querendo construir falácias,
1- Não se trata de comprar um produto qualquer, mas armamento, isso não é negociação comercial, mas estratégica, trata-se de contratos entre governos, o preço aqui é secundário, sempre foi e será, colocar o preço como algo fundamental é querer justificar o status quo, não interessa o mais barato, mas o que nos atenda melhor enquanto independência e capacitação.
2- Os caças não são iguais, um deles é significativamente melhor que os outros dois, é isso, o SH é um produto ruim, sempre foi.
3- Por último temos e mesma lógica torta das TOT´s, de que todos são iguais, não é verdade, existem diferenças significativas entre elas, e está bem claro isso.
Por sinal, o que o ocorreu no SIVAM é bem sintomático.
[]´s