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Re: NOTÍCIAS
Sabe como é, pra inimigo perna curta pra que AAA né mesmo?glauberprestes escreveu:tá louco esses caras que não manjam de AAe... foda viu???joao fernando escreveu:Desculpe Glauber. Não manjo picas de AAA, logo, tudo isso que escreveste é grego![]()
Mas como escreveu, entendi.Toda brigada AAA usa um sistema de detecção, e o FILA existe, e é usado.![]()
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
Obrigado Lulinha por melar o Gripen-NG
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Re: NOTÍCIAS
A antena radar dobra e "entra pra dentro" da carretinha.Luiz Bastos escreveu:Não estaria faltando um radar naquele equipamento mostrado pelo novo forista Johan ?
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
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- Gerson Victorio
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Re: NOTÍCIAS
Um vídeo que hospedei a séculos pra ajudar nas dúvidas.....glauberprestes escreveu:A antena radar dobra e "entra pra dentro" da carretinha.Luiz Bastos escreveu:Não estaria faltando um radar naquele equipamento mostrado pelo novo forista Johan ?
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*** não tem desenho
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Re: NOTÍCIAS
Esse video é muito interessante, apesar da música.
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Re: NOTÍCIAS
http://www.brasileconomico.com.br/notic ... 89586.htmlExército se moderniza com etiquetas inteligentes
23/08/2010
Materiais dos militares recebem identificação por radiofrequência trazendo economia e controle de equipamentos, o que desperta a atenção até no exterior
Por Carlos Eduardo Valim - cvalim@brasileconomico.com.br
Coronel Luiz Antonio de Almeida Ribeiro entre as antenas de transmissão que controlam os estoques
O exército brasileiro pretende ter todos os seus depósitos de suprimentos utilizando etiquetas inteligentes em seus materiais, como forma de rastrear e ter um melhor controle dos equipamentos até março do próximo ano. A tecnologia de reconhecimento e transmissão de dados por meio de etiqueta com radiofrequência (RFID, da sigla em inglês) foi implementada pela empresa Saint Paul, primeiro em depósitos de São Paulo e Rio de Janeiro, no ano passado. Juntos, eles controlam, por meio da tecnologia, 150 produtos de 600 fornecedores diferentes. “Começamos o contato há dois anos e vi a necessidade deles, e com isso apresentamos outros parceiros para a implementação”, diz Luciana Cabrini, diretora de marketing da Saint Paul.
Até o momento, o projeto compreende uniformes, calçados, capacetes e material de acampamento e está sendo ampliado para os alimentos e produtos de higiene. O exército já investiu R$ 312 mil no projeto. Segundo o coronel Luiz Antônio de Almeida Ribeiro, chefe do 21º depósito de suprimento e coordenador da iniciativa, apenas uma operação realizada em um único dia compensou quase o valor total, que aconteceu no início deste ano. Na ocasião, o coronel montou um sistema para a chegada de alunos da Escola Preparatória de Cadetes, em Campinas. Logo que se apresentavam, suas medidas eram tiradas e cadastradas num computador. Cada registro era relacionado a um item disponível no 21º depósito, identificado com uma etiqueta inteligente e reservado imediatamente. No dia seguinte, cada um dos 600 alunos recebeu caixas com todo o material próprio.
“Antes da automatização, não podíamos correr o risco de um aluno ser impedido de entrar por falta de uniforme, então o exército enviava 30% a mais de cada tamanho de roupa. Desta vez, esse material adicional não precisou nem ser comprado”, afirma o coronel, que estimou a economia feita em R$ 208 mil. Para 2011, a mesma experiência deve ser aplicada para 70 mil soldados, o que deve estender o corte de custos para toda a organização.
Segundo o responsável pelo projeto na organização GS1 Brasil,Wilson Cruz, os resultados imediatos no Exército surpreendem. “Implementações de RFID na iniciativa privada costumam trazer retorno sobre os investimentos entre um ano e um ano e meio”, diz.
Planos para as armas
Há também um projeto-piloto em andamento para o uso da identificação por radiofrequência em armamentos. O exército estuda formas de tornar rastreável cada parte da arma. O plano prevê colocar uma etiqueta de forma aleatória em cada armamento, e outras partes serem reconhecidas por meio de raio laser.
O Centro de Tecnologia do Exército, baseado no Rio de Janeiro, também desenvolve um sistema para que o armamento deixe de funcionar se a sua etiqueta inteligente for retirada. “O objetivo é complicar o máximo possível o uso para quem tiver interesse em desviar equipamento militar”, afirma o coronel.
Uma dificuldade maior está em levar o controle às munições. Elas possuem fulminato de mercúrio, que reage com a radiofrequência, levando ao risco de explosões. A solução avaliada seria colocar a etiqueta em caixas que armazenam as munições.
O projeto pode parecer de uma simples busca por economia, mas tem um caráter mais estratégico, defende o coronel. Um dos principais conceitos de estratégia militar diz respeito à mobilização — a velocidade com que uma organização de Forças Armadas consegue estar pronta para um combate. A tecnologia de RFID faz o trabalho de logística ganhar eficiência e controle, o que diminuiria o tempo de mobilização nacional.
O uso avançado de tecnologias que agilizam as operações das força armada terrestre tem atraído atenção. Segundo Wilson Cruz, da GS1 Brasil, a Marinha, Polícia Federal e algumas unidades de Corpos de Bombeiros avaliam adotar a iniciativa. Até mesmo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) soube do projeto, por meio da GS1, e demonstrou interesse. Para o coronel Ribeiro, a maior surpresa foi o pedido de visita ao depósito em São Paulo de representantes da Lockheed Martin, a americana fabricante de armamentos e uma das principais criadoras tecnologias de defesa, responsável pela produção de jatos militares e mísseis.
Tecnologia para o controle de produtos atraiu a atenção da Lockheed Martin, fabricante de armamentos americana e criadora de tecnologias de defesa
Material
150 - É a quantidade de produtos controlados dentro das operações do exército, que consistem em calçados, capacetes, uniformes e material para acampamentos
Redução
R$ 208 mil - Foi a economia feita com o uso de etiquetas inteligentes nos uniformes, já que antes era preciso dispor de 30% a mais de fardas devido à falta de controle
Valor
R$ 312 mil - Foram os investimentos feitos em automação para controle de material, que alcançaram retorno em apenas um dia de operação com 600 cadetes
Uso da tecnologia é maior em produtos duráveis
O diretor de marketing e negócios da Nec, Luiz Villela, avalia que projetos de etiquetas inteligentes têm sido mais adotados em sistemas fechados, nos quais é possível recuperar o investimento na tecnologia, já que a etiqueta permanece em uso por anos. “Se você coloca uma etiqueta em um pé de alface, ela vai custar mais caro que a verdura e vai ser jogada no lixo”, afirma Villela. “No Einstein, a etiqueta é aplicada em uma cadeira de rodas, por exemplo, que vai funcionar por anos”, diz. O projeto do hospital Albert Einstein foi realizado pela Nec e tinha como objetivo aumentar o controle sobre os equipamentos médicos, para evitar perdas e medir indicadores como temperatura, por exemplo. “A chance de adoção das etiquetas é maior para produtos que têm maior importância”, afirma o executivo. F.M.
- Viktor Reznov
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Re: NOTÍCIAS
Ah, o bom e confiável sistema de RFID. Ótimo realmente pra controlar trânsito de bens e equipamentos.
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Re: NOTÍCIAS
Só uma curiosidade...
Pode ser besteira, mas em tempos de bestagem é sempre bom deixar tudo bem claro.
O soldado que esteja usando um equipamento com a tal etiqueta, não seria rastreado? O inimigo não poderia fazer o mesmo?
Pode ser besteira, mas em tempos de bestagem é sempre bom deixar tudo bem claro.
O soldado que esteja usando um equipamento com a tal etiqueta, não seria rastreado? O inimigo não poderia fazer o mesmo?
- Gerson Victorio
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Re: NOTÍCIAS
jumentodonordeste escreveu:Só uma curiosidade...
Pode ser besteira, mas em tempos de bestagem é sempre bom deixar tudo bem claro.
O soldado que esteja usando um equipamento com a tal etiqueta, não seria rastreado? O inimigo não poderia fazer o mesmo?
Achei a ideia muito boa mas tenho a mesma dúvida do colega....e vou um pouco além...se isso vier a ter uso amplo...vai melhorar muito a logistica...porém a informação que é estratégica....poderia cair nas mão do inimigo ....existem estudos de salvaguarda e controle da informação?
Gerson
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- Glauber Prestes
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Re: NOTÍCIAS
Tempos de paz, tempos de armas roubadas. Em situações mais quentes, sem RFID. Fora que o melhor é o controle logístico, como nas montadoras.
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Re: NOTÍCIAS
Isso pode ser legal.
Se tivessemos inteligência militar/policial, os caras já teriam colocado varios fuzis "chipados" dando mole para a bandidagem...
Acho que nós pegaríamos vários vagabundos com isso.
Se tivessemos inteligência militar/policial, os caras já teriam colocado varios fuzis "chipados" dando mole para a bandidagem...
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- joao fernando
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Re: NOTÍCIAS
Ué, usemos criptografia. De que adianta um codigo, se vc não o consegue decodificar?
Obrigado Lulinha por melar o Gripen-NG
- Viktor Reznov
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Re: NOTÍCIAS
Só se ele se infiltrar no nosso sistema e conseguir descriptografar as comunicações.jumentodonordeste escreveu:Só uma curiosidade...
Pode ser besteira, mas em tempos de bestagem é sempre bom deixar tudo bem claro.
O soldado que esteja usando um equipamento com a tal etiqueta, não seria rastreado? O inimigo não poderia fazer o mesmo?
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Re: NOTÍCIAS
O que não deve ser muito difícil.Cross escreveu:Só se ele se infiltrar no nosso sistema e conseguir descriptografar as comunicações.jumentodonordeste escreveu:Só uma curiosidade...
Pode ser besteira, mas em tempos de bestagem é sempre bom deixar tudo bem claro.
O soldado que esteja usando um equipamento com a tal etiqueta, não seria rastreado? O inimigo não poderia fazer o mesmo?
- Viktor Reznov
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Re: NOTÍCIAS
É, pra uma potência militar como os EUA ou as potências Européias......... mas pro coitados aqui da America do Sul, só nós temos capacidade de empregar supercomputadores pra tentar quebrar esse tipo de criptografia.jumentodonordeste escreveu:O que não deve ser muito difícil.Cross escreveu: Só se ele se infiltrar no nosso sistema e conseguir descriptografar as comunicações.
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