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Moderadores: Glauber Prestes, Conselho de Moderação
X2sapao escreveu:Alitson,
quando o projeto do A-1 foi pensado, ainda existia a guerra fria e a argentina tinha mostrado que um aeronave relativamente moderna era capaz de fazer um estrago danado.
Vale lembrar que apesar de termos equipamentos americanos, eles sempe tiveram essa politica de equalizar as regiões de influencia; dai ser quase impossivel ele liberar algums equipamentos para nos como fez para um integrante da OTAN (um canhão é um dos exemplos) ou um radar que não fosse degradado.E mesmo que liberasse, eles viram sob certas condições de uso...
Dai a escolha de partir para o desenvolvimento local, o famoso TOT.
Sobre a motorização, ao meu ver foi uma escolha correta que privilegiou a autonomia em detrimento a velocidade, em que pese que ele é uma aeronave de ataque e não um interceptador; ou seja ele pode ir mais longe voando mais baixo.
Mas ai vem a decada de 90, fim da URSS, privatizações mil e começo da epoca negra para as FFAA, essa que aparentemente esta mudando.
Ou seja, ele foi um bom projeto mas chegou em uma pessima hora e por isso infelizmente não pode alcançar todo seu potencial, mas defendo a escolha da FAB pois acredito que se ela não sustentasse o projeto acho que a EMBRAER e outras empresas menores teriam o mesmo destino da ENGESA ou da AVIBRAS, que agora começa a se recuperar.
Apesar de tudo, na ultima CRUZEX, dia de tempo ruim so 2 modelos de aeronaves decolaram para fazer um ataque contando apenas com os sistemas inerciais da aeronave: o A-1 e o A-29, o restante ficou no hangar tomando cafe...
Pois é, Bender.Bender escreveu:Acho que esta fase referida por ti que:",Está localizada temporalmente entre a Fase de Concepção e a Fase de Definição",é tranquila,mas está mais que provado,que não se adiquire equipamentos militares em nenhum lugar no mundo,baseando-se apenas nesse tipo de "viabilidade",além do que os orçamentos "fantasiosos" nunca garantiram o cumprimento de nenhum estudo de viabilidade,principalmente com relação a prazos,alô! Barroso!estamos no Brasil,que aparentemente quer mudar .
Mas o que engloba a: "definição"? Será que algum estudo é capaz de "sustentar" por si só a decisão do FX2?
Pois é,o estudo do "possível",vai além de fases e pré-estudos.
Grande abraço!