Bolovo escreveu:E Scorpenes feitos aqui!Paisano escreveu: Exatamente![]()
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Moderador: Conselho de Moderação
Bolovo escreveu:E Scorpenes feitos aqui!Paisano escreveu: Exatamente![]()
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Concordamos!Carlos Mathias escreveu:Olha, acho que seria uma boa oportunidade para uma produção conjunta ou algo desse tipo.
E se (eu) tiver juízo (ainda), só postarei nas Navais!!! Aqui a coisa "bomba" legal!Marino escreveu:Graças a Deus vc voltou mano velho.
Perfeito Orestes velho. Mas como bem disse: cada cabeça uma sentença.orestespf escreveu:A tal da pressa em "pensar"...
Sei não, sou das antigas, vejo a coisa por outro ângulo. Sob meu ângulo ótico vejo duas situações díspares:
i) A Argentina está totalmente sem grana para manter suas FFAA;
ii) O "excesso" regional é um caminho para o "impedimento" global.
Explico: a Argentina não só está sem grana, no momento, para altos investimentos em suas FFAA, como não há boa vontade (ou algo além disso) política por parte de seu atual governante. Além disso, existe uma franca (e dependente) aproximação da Argentina com os EUA, quase um alinhamento, digamos. Mais pela dependência econômica do que por qualquer outra coisa. Por outro lado, a "saturação" de ambições sugere disputas regionais, ou seja, basta que mais de um queira para que se configure "um possível conflito regional à vista".
Está mais do que claro que a atual Argentina não tem condições de ambicionar um sub nuclear, não por questões técnicas, mas por questões políticas e econômicas. Fico me perguntando: este movimento (e não intenção real) não passaria de um grande jogo para passar a ideia que há uma disputa na AL para que algum país tenha o primeiro sub movido a propulsão nuclear? E assim sendo, uma forma indireta-direta para que, configurada tal disputa, não haja uma pressão internacional para que o Brasil freie seu ambicioso programa do sub nuclear?
Disputa = a possibilidade de conflito => olhos atentos => pressão além da conta.
De duas, uma: ou existe parcela de militares argentinos que, motivados pela iniciativa brasileira, optaram pela divulgação formal de sua competência profissional para igualmente produzir um sub nuclear nacional (o que é justo e meritório), ou existe uma maquiavélica trama para impedir o Brasil tenha o seu.
Cada um com sua sentença!
Marino escreveu:Graças a Deus vc voltou mano velho.
Sim, grande amigo Hader, o importante é o livre pensamento e não a livre imposição de ideias; cada um com a sua, o importante é abstrair com liberdade.Hader escreveu: Perfeito Orestes velho. Mas como bem disse: cada cabeça uma sentença.
[]'s
Como desenvolver um sub nuclear e simultaneamente assinar o termo aditivo ao TNP? Contradição!!! Ou a coisa seria mais maquiavélica ainda, no sentido de que se anuncia o interesse/capacidade de fazer tal coisa para logo em seguida "desistir" da coisa (assinando tal protocolo) e "sugerindo" que vizinhos ajam da mesma forma?Marino escreveu:O Prof. Fabian Calle, quando apresentou-se no Seminário em São Paulo, disse que a Argentina vinha sofrendo pressões para assinar o Protocolo Adicional ao TNP e deixar o Brasil sozinho, criando um fato consumado e um "conflito" com seu sócio estratégico.
Até agora recusa este papel, e creio que continuará recusando com o fracasso da reunião do TNP.
Nós, brasileiros, não podemos de maneira alguma entrar em uma disputa, ou corrida de prestígio, com nosso vizinho.
Se querem tentar o SSN, é direito deles, e é isso que devemos dizer para quem quiser ouvir.
Também não acredito na notícia. Para mim é um factóide para pavonear as capacidades internas, que possuem, é verdade, mas sem uma decisão política e alocação de MUITO recurso tudo não passa de boas intenções.
Afagar os militares? Agir em conluio com terceiros para iniciar uma "disputa" regional? Tentativa de inserir-se internacionalmente como uma força que terá um meio de influenciar? Politicagem? Tentativa séria de desenvolver o SSN?
Mais adiante saberemos.
Flávio Rocha Vieira escreveu:Marino escreveu:Graças a Deus vc voltou mano velho.![]()
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Um fraternal abraço,
Essa ai foi profunda... ainda não tinha pensado nisso... perfeito Orestes !!E assim sendo, uma forma indireta-direta para que, configurada tal disputa, não haja uma pressão internacional para que o Brasil freie seu ambicioso programa do sub nuclear?
X2!thelmo rodrigues escreveu:Mano velho, ainda não achei o momento de voltar...![]()
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Muito fácil!!!! Apenas volte!