Operações Policiais e Militares
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Re: Operações Policiais e Militares
e ainda tem autoridades preocupando e querendo gastar recursos em controle de armas de chumbinho.....
Re: Operações Policiais e Militares
E ainda falam do México...Matheus escreveu:Mais espantoso disso tudo é os caras usarem algo como um RPG no meio da cidade.
As GATs e RPs estão em toda cidade!
Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."
Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."
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- Clermont
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Re: Operações Policiais e Militares
COMO CRIAR UM GRUPO ESPECIAL.
As proliferações de grupos policiais que se intitulam “Operações Especiais” aumentam a cada dia. Todas as corporações querem ter um grupo desse tipo e às vezes até uma unidade policial convencional quer inventar um serviço especial, diferenciado, que é claro, irá ter o nome de “especial”.
A E.P.C. International (Embusteration Picaretation Corporation), tradicional organização mundial de embusteiros, incorporando-se ao espírito dos grupos especiais, colabora com a proliferação dessas hordas nos meios policiais através deste manual prático, que apresenta em dez lições, como criar um grupo especial.
1. SIGLA.
É a primeira coisa que um grupo especial deve criar para poder ser um grupo especial. Antes de selecionar e qualificar pessoal, de adequar à legislação corporativa ao grupo e antes mesmo de operar, o grupo tem que ter uma sigla.
O grupo especial mais famoso do mundo, a SWAT de Los Angeles, chama-se oficialmente, apenas “Pelotão D”. Que coisa mais sem graça.
A sigla é fundamental para o marketing e para a identificação do grupo. O nome vem depois. Aliás, o nome tem tão pouca importância, que deve ser adequado à sigla, ainda que pareça uma coisa ridícula e sem nexo. Dê preferências a nome de bichos bravos e da fauna exótica. Afinal, quem liga para o nacionalismo.
A sigla pode ainda ser baseada em onomatopéias e ações. Para quem não sabe inglês, SWAT significa “tapa”. Alguns exemplos que ainda não foram explorados:
G.O.R.I.L.A. - Grupo de Operações de Resgate, Intervenções Letais e Assaltos;
P.O.R.R.A.D.A. - Pelotão Operacional de Repressão a Roubos, Assaltos e Desativação de Artefatos explosivos;
L.E.O.P.A.R.D. - Liga Especial de Operações Policiais e Ações de Repressão a Delitos.
Obs: Se tentar escolher o nome primeiro. isso pode causar constrangimentos para o grupo, como ocorreu com a Brigada Independente Contra Homicídios e Assaltos, B.I.C.H.A.).
2. UNIFORME.
A segunda coisa mais importante para criar um grupo especial é o uniforme diferenciado. Se o uniforme não for bem diferente da sua corporação policial, não existirá então razão para o grupo ser especial.
Especial significa acima de tudo, ser diferente. Como o grupo especial vai operar se usar a mesma roupa dos demais policiais? Impossível. O hábito faz o monge.
Escolha um uniforme bem espalhafatoso, com muitos bolsos. Ponha bolsos nas pernas, nas mangas, na jaqueta, onde for possível, mesmo que você saiba que nunca vai usar tantos bolsos e que eles até atrapalham o uso dos demais equipamentos. Mas dão um visual bem legal e imagem é o que importa.
Preto e camuflado urbano são as cores preferidas, mas não são suficientes. Coloque adereços para chamar a atenção, como braçais cheios de letras de metal (isso também atrapalha a ação operacional, mas quem liga para isso) e boinas coloridas. Preferencialmente vermelha, ainda que a boina vermelha seja tradicionalmente a boina das tropas pára-quedistas.
3. BREVÊ.
Grupo especial que se preze tem que ter um brevê bem embusteiro. E o pessoal não se contenta com símbolos simples, práticos, objetivos, de fácil identificação visual. Olha que coisa mais sem graça os símbolos da Volkswagen, do Mc’Donalds e da Microsoft, que a gente bate o olho e já sabe o que significa. Esses especialistas em comunicação visual estão por fora. Não entendem nada de grupos especiais.
O brevê de um grupo especial tem que mostrar tudo o que o grupo faz. Quanto mais cheio de bagulhos, mais operacional será a imagem do grupo.
Dicas para fazer um bom brevê de grupo especial: ponha uma caveira. Todo grupo especial brasileiro tem uma caveira. Uma caveira bem feia, zangada.
Ponha agora uma faca. Pode ser de baixo para cima, de cima para baixo, de lado, de frente para traz. Mas ponha a faca.
Ponha agora uns raios. Uma boina. Um chapéu de selva. Metralhadora e fuzil. Não pode faltar a metralhadora e o fuzil cruzado. Que tal agora por no brevê uns ramos, umas folhagens, talvez uma floresta inteira, pois o grupo especial também atua na selva. Está faltando um cara descendo de rapel. Ele pode sair do olho da caveira e invadir o nariz, ao mesmo tempo em que uma viatura dá um cavalo-de-pau na boca da caveira e um grupo tático arromba a porta do prédio próximo ao pescoço da caveira. É bom achar um lugar para o “sniper” e para os mergulhadores de combate. Faltou alguma coisa? O PÁRAQUEDAS!!! Cadê o páraquedas? Ponha um pára-quedas.
4. ARMAS.
Muitas armas. Um grupo especial precisa estar bem armado, preferencialmente com armas frias, de origem duvidosa, calibres não convencionais, que tornem impossível qualquer rastreamento ou perícia. Ainda que oitenta por cento das ocorrências com reféns sejam solucionadas sem o uso de armas de fogo e que a maioria dos tiroteios ocorram com armas curtas e ainda que ninguém saiba usar as armas (e às vezes sem saber para que servem essas armas). A quantidade de armamento deve ser capaz de impressionar qualquer colecionador. No mínimo, três pistolas e um fuzil para cada operador do grupo.
Aonde enfiar esse monte de armas? Pergunte aos presidiários. Eles têm técnicas muito boas.
5. VIATURA.
Viatura do grupo especial precisa ter basicamente, insufilm. Transparência meio por cento. O vidro tem que estar preto o suficiente para ninguém ver o que se passa dentro da viatura. A pintura externa também precisa ser bem caracterizada, com um monte de penduricalhos, logotipos e é claro, a marca do patrocinador.
Como já foi apresentado anteriormente, a viatura tem que ser diferente. Se ficar parecida com as viaturas da corporação, não será viatura de grupo especial. Nada de pinturas de discretas, apenas para identificação interna. Tem que aparecer bastante. Na dúvida, pendure uma melancia.
6. CURSO.
A formação de um policial de tropa especial não é fácil. Tem que ser forjado à moda antiga, como nossas avós faziam pão caseiro.
Basicamente, o curso precisa de três elementos: corrida, flexão e água. Comece o curso correndo loucamente, sem parar. A primeira corrida só termina quando pelo menos cinco participantes pedirem desligamento do curso.
Em seguida, aplique flexões de braços, cangurus e outros exercícios físicos até a fadiga muscular completa. Se ainda sobrarem candidatos ao grupo especial, jogue-os em uma piscina funda até alguém se afogar. Não importa que a porcentagem de ocorrências do grupo especial em ambiente aquático seja zero. O que importa é mostrar o quanto é difícil fazer parte do grupo especial.
Importante: Esqueça técnicas policiais, táticas, treinamento de tiro e avaliações psicológicas. Isso custa caro e pode mostrar aos novos candidatos um lado obscuro do grupo especial que não precisa ser mostrado para ninguém.
7. CHEFE APARECIDO
O chefe é a alma do grupo especial. Ele tem que ser carismático e boa pinta, mas principalmente aparecido, vaidoso, arrogante e orgulhoso. Afinal, é ele que irá divulgar o grupo especial, estar à frente das entrevistas, nas capas de revista e manchetes dos jornais. Imaginem um chefe de grupo especial que não gosta de mostrar o rosto na imprensa, como os ingleses do SAS ou os franceses do GIGN? Esses europeus não sabem o que estão perdendo em termos de popularidade. Sem dizer que são um bando de medrosos paranóicos, achando que os terroristas são vingativos.
E a atuação artística do chefe aparecido não pode se limitar em sair abraçado com bandido no final da ocorrência. Tem que aparecer em programas de entrevistas, colunas sociais e em ocorrências de outras especialistas, como brigas em jogos de futebol televisionados e quem sabe, puxar o trânsito durante um boletim especial do telejornal.
8. IMPRENSA.
A tropa é o reflexo do comandante, já dizia o antigo ditado militar. O grupo especial não pode perder as oportunidades de aparecer na imprensa.
Como diz o lema, “ser e aparecer”. Tem que estar sempre na mídia. Use todos os recursos da vida moderna: jornais, revistas, televisão, internet e tudo mais que possa divulgar o grupo “mais secreto da polícia”. Sim, porque se não houver a chamada de que o grupo é ultra-secreto, a “arma” mais bem escondida da polícia, pela primeira vez (na semana) revelada aos telespectadores, tão secreto, mas tão secreto, que nem suas mães sabem onde trabalham, com certeza não haverá audiência.
Apresentação padrão que não pode faltar ao grupo especial: descida de rapel com invasão de sacada e tiro em bexiga. Além da imperdível entrevista do chefe aparecido com a tropa ao fundo, todos com balaclava e empunhando armas.
Matéria no programa do Otávio Mesquita é o bicho, mas se conseguir aparecer no banco de convidados especiais da Luciana Gimenez. Isso será a glória do grupo especial.
9. PACTO SECRETO.
O penúltimo, porém não menos importante elemento de criação do grupo especial é o pacto secreto entre seus integrantes. Vale qualquer tipo de ritual místico que dê um ar de compromisso sagrado: beber sangue de galinha, furar o dedo com a faca especial do grupo, usar o anel secreto, tatuar o símbolo do grupo no peito.
O mais importante é que os integrantes do grupo especial se sintam como uma polícia à parte da corporação, acima das leis, regulamentos e dos comandantes. Aliás, acima até mesmo dos demais colegas de trabalho, que a partir de agora devem ser encarados como uma sub-raça, seres inferiores, de pouca luz, que não possuem as mínimas condições de sequer limpar as botas do grupo especial.
A postura dos integrantes do grupo especial é fundamental para o sucesso do grupo: silêncio absoluto, reuniões secretas, jamais comentar o que ocorreu com outras pessoas, principalmente se ocorreu alguma desgraça na ocorrência (que foi por culpa do refém, provavelmente). Nunca cumpra ordens superiores. Lembre-se de que o grupo especial está acima dessas frescuras.
10. ESCÂNDALO.
Todo grupo especial tem seu escândalo. Morte de reféns, execução filmada pela velhinha da janela, envolvimento com traficantes e outros criminosos, chefe denunciado por corrupção. Vale qualquer tipo de escândalo. Mas não se preocupe com esse item, pois seguindo as dicas deste manual, somando-se a incompetência do chefe, a incapacidade técnica, incompetência, arrogância e orgulho, logo levarão o grupo especial à ruína.
Com sorte da sociedade, isso poderá ocorrer antes mesmo que o grupo comece a atuar...
Boa sorte e que Deus nos proteja.
As proliferações de grupos policiais que se intitulam “Operações Especiais” aumentam a cada dia. Todas as corporações querem ter um grupo desse tipo e às vezes até uma unidade policial convencional quer inventar um serviço especial, diferenciado, que é claro, irá ter o nome de “especial”.
A E.P.C. International (Embusteration Picaretation Corporation), tradicional organização mundial de embusteiros, incorporando-se ao espírito dos grupos especiais, colabora com a proliferação dessas hordas nos meios policiais através deste manual prático, que apresenta em dez lições, como criar um grupo especial.
1. SIGLA.
É a primeira coisa que um grupo especial deve criar para poder ser um grupo especial. Antes de selecionar e qualificar pessoal, de adequar à legislação corporativa ao grupo e antes mesmo de operar, o grupo tem que ter uma sigla.
O grupo especial mais famoso do mundo, a SWAT de Los Angeles, chama-se oficialmente, apenas “Pelotão D”. Que coisa mais sem graça.
A sigla é fundamental para o marketing e para a identificação do grupo. O nome vem depois. Aliás, o nome tem tão pouca importância, que deve ser adequado à sigla, ainda que pareça uma coisa ridícula e sem nexo. Dê preferências a nome de bichos bravos e da fauna exótica. Afinal, quem liga para o nacionalismo.
A sigla pode ainda ser baseada em onomatopéias e ações. Para quem não sabe inglês, SWAT significa “tapa”. Alguns exemplos que ainda não foram explorados:
G.O.R.I.L.A. - Grupo de Operações de Resgate, Intervenções Letais e Assaltos;
P.O.R.R.A.D.A. - Pelotão Operacional de Repressão a Roubos, Assaltos e Desativação de Artefatos explosivos;
L.E.O.P.A.R.D. - Liga Especial de Operações Policiais e Ações de Repressão a Delitos.
Obs: Se tentar escolher o nome primeiro. isso pode causar constrangimentos para o grupo, como ocorreu com a Brigada Independente Contra Homicídios e Assaltos, B.I.C.H.A.).
2. UNIFORME.
A segunda coisa mais importante para criar um grupo especial é o uniforme diferenciado. Se o uniforme não for bem diferente da sua corporação policial, não existirá então razão para o grupo ser especial.
Especial significa acima de tudo, ser diferente. Como o grupo especial vai operar se usar a mesma roupa dos demais policiais? Impossível. O hábito faz o monge.
Escolha um uniforme bem espalhafatoso, com muitos bolsos. Ponha bolsos nas pernas, nas mangas, na jaqueta, onde for possível, mesmo que você saiba que nunca vai usar tantos bolsos e que eles até atrapalham o uso dos demais equipamentos. Mas dão um visual bem legal e imagem é o que importa.
Preto e camuflado urbano são as cores preferidas, mas não são suficientes. Coloque adereços para chamar a atenção, como braçais cheios de letras de metal (isso também atrapalha a ação operacional, mas quem liga para isso) e boinas coloridas. Preferencialmente vermelha, ainda que a boina vermelha seja tradicionalmente a boina das tropas pára-quedistas.
3. BREVÊ.
Grupo especial que se preze tem que ter um brevê bem embusteiro. E o pessoal não se contenta com símbolos simples, práticos, objetivos, de fácil identificação visual. Olha que coisa mais sem graça os símbolos da Volkswagen, do Mc’Donalds e da Microsoft, que a gente bate o olho e já sabe o que significa. Esses especialistas em comunicação visual estão por fora. Não entendem nada de grupos especiais.
O brevê de um grupo especial tem que mostrar tudo o que o grupo faz. Quanto mais cheio de bagulhos, mais operacional será a imagem do grupo.
Dicas para fazer um bom brevê de grupo especial: ponha uma caveira. Todo grupo especial brasileiro tem uma caveira. Uma caveira bem feia, zangada.
Ponha agora uma faca. Pode ser de baixo para cima, de cima para baixo, de lado, de frente para traz. Mas ponha a faca.
Ponha agora uns raios. Uma boina. Um chapéu de selva. Metralhadora e fuzil. Não pode faltar a metralhadora e o fuzil cruzado. Que tal agora por no brevê uns ramos, umas folhagens, talvez uma floresta inteira, pois o grupo especial também atua na selva. Está faltando um cara descendo de rapel. Ele pode sair do olho da caveira e invadir o nariz, ao mesmo tempo em que uma viatura dá um cavalo-de-pau na boca da caveira e um grupo tático arromba a porta do prédio próximo ao pescoço da caveira. É bom achar um lugar para o “sniper” e para os mergulhadores de combate. Faltou alguma coisa? O PÁRAQUEDAS!!! Cadê o páraquedas? Ponha um pára-quedas.
4. ARMAS.
Muitas armas. Um grupo especial precisa estar bem armado, preferencialmente com armas frias, de origem duvidosa, calibres não convencionais, que tornem impossível qualquer rastreamento ou perícia. Ainda que oitenta por cento das ocorrências com reféns sejam solucionadas sem o uso de armas de fogo e que a maioria dos tiroteios ocorram com armas curtas e ainda que ninguém saiba usar as armas (e às vezes sem saber para que servem essas armas). A quantidade de armamento deve ser capaz de impressionar qualquer colecionador. No mínimo, três pistolas e um fuzil para cada operador do grupo.
Aonde enfiar esse monte de armas? Pergunte aos presidiários. Eles têm técnicas muito boas.
5. VIATURA.
Viatura do grupo especial precisa ter basicamente, insufilm. Transparência meio por cento. O vidro tem que estar preto o suficiente para ninguém ver o que se passa dentro da viatura. A pintura externa também precisa ser bem caracterizada, com um monte de penduricalhos, logotipos e é claro, a marca do patrocinador.
Como já foi apresentado anteriormente, a viatura tem que ser diferente. Se ficar parecida com as viaturas da corporação, não será viatura de grupo especial. Nada de pinturas de discretas, apenas para identificação interna. Tem que aparecer bastante. Na dúvida, pendure uma melancia.
6. CURSO.
A formação de um policial de tropa especial não é fácil. Tem que ser forjado à moda antiga, como nossas avós faziam pão caseiro.
Basicamente, o curso precisa de três elementos: corrida, flexão e água. Comece o curso correndo loucamente, sem parar. A primeira corrida só termina quando pelo menos cinco participantes pedirem desligamento do curso.
Em seguida, aplique flexões de braços, cangurus e outros exercícios físicos até a fadiga muscular completa. Se ainda sobrarem candidatos ao grupo especial, jogue-os em uma piscina funda até alguém se afogar. Não importa que a porcentagem de ocorrências do grupo especial em ambiente aquático seja zero. O que importa é mostrar o quanto é difícil fazer parte do grupo especial.
Importante: Esqueça técnicas policiais, táticas, treinamento de tiro e avaliações psicológicas. Isso custa caro e pode mostrar aos novos candidatos um lado obscuro do grupo especial que não precisa ser mostrado para ninguém.
7. CHEFE APARECIDO
O chefe é a alma do grupo especial. Ele tem que ser carismático e boa pinta, mas principalmente aparecido, vaidoso, arrogante e orgulhoso. Afinal, é ele que irá divulgar o grupo especial, estar à frente das entrevistas, nas capas de revista e manchetes dos jornais. Imaginem um chefe de grupo especial que não gosta de mostrar o rosto na imprensa, como os ingleses do SAS ou os franceses do GIGN? Esses europeus não sabem o que estão perdendo em termos de popularidade. Sem dizer que são um bando de medrosos paranóicos, achando que os terroristas são vingativos.
E a atuação artística do chefe aparecido não pode se limitar em sair abraçado com bandido no final da ocorrência. Tem que aparecer em programas de entrevistas, colunas sociais e em ocorrências de outras especialistas, como brigas em jogos de futebol televisionados e quem sabe, puxar o trânsito durante um boletim especial do telejornal.
8. IMPRENSA.
A tropa é o reflexo do comandante, já dizia o antigo ditado militar. O grupo especial não pode perder as oportunidades de aparecer na imprensa.
Como diz o lema, “ser e aparecer”. Tem que estar sempre na mídia. Use todos os recursos da vida moderna: jornais, revistas, televisão, internet e tudo mais que possa divulgar o grupo “mais secreto da polícia”. Sim, porque se não houver a chamada de que o grupo é ultra-secreto, a “arma” mais bem escondida da polícia, pela primeira vez (na semana) revelada aos telespectadores, tão secreto, mas tão secreto, que nem suas mães sabem onde trabalham, com certeza não haverá audiência.
Apresentação padrão que não pode faltar ao grupo especial: descida de rapel com invasão de sacada e tiro em bexiga. Além da imperdível entrevista do chefe aparecido com a tropa ao fundo, todos com balaclava e empunhando armas.
Matéria no programa do Otávio Mesquita é o bicho, mas se conseguir aparecer no banco de convidados especiais da Luciana Gimenez. Isso será a glória do grupo especial.
9. PACTO SECRETO.
O penúltimo, porém não menos importante elemento de criação do grupo especial é o pacto secreto entre seus integrantes. Vale qualquer tipo de ritual místico que dê um ar de compromisso sagrado: beber sangue de galinha, furar o dedo com a faca especial do grupo, usar o anel secreto, tatuar o símbolo do grupo no peito.
O mais importante é que os integrantes do grupo especial se sintam como uma polícia à parte da corporação, acima das leis, regulamentos e dos comandantes. Aliás, acima até mesmo dos demais colegas de trabalho, que a partir de agora devem ser encarados como uma sub-raça, seres inferiores, de pouca luz, que não possuem as mínimas condições de sequer limpar as botas do grupo especial.
A postura dos integrantes do grupo especial é fundamental para o sucesso do grupo: silêncio absoluto, reuniões secretas, jamais comentar o que ocorreu com outras pessoas, principalmente se ocorreu alguma desgraça na ocorrência (que foi por culpa do refém, provavelmente). Nunca cumpra ordens superiores. Lembre-se de que o grupo especial está acima dessas frescuras.
10. ESCÂNDALO.
Todo grupo especial tem seu escândalo. Morte de reféns, execução filmada pela velhinha da janela, envolvimento com traficantes e outros criminosos, chefe denunciado por corrupção. Vale qualquer tipo de escândalo. Mas não se preocupe com esse item, pois seguindo as dicas deste manual, somando-se a incompetência do chefe, a incapacidade técnica, incompetência, arrogância e orgulho, logo levarão o grupo especial à ruína.
Com sorte da sociedade, isso poderá ocorrer antes mesmo que o grupo comece a atuar...
Boa sorte e que Deus nos proteja.
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Re: Operações Policiais e Militares
Mas o México é sensivelmente mais "profissional", no que diz respeito a crime organizado. Lá o lance é do mal mesmo. Esses atentados a bomba são mais comuns, assim como as execuções de policiais. Aqui eles aparentemente ainda não aprenderam a arte de tocar o terror nas cidades.
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.
Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
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- Ogun K-9
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- Localização: santa rosa - rs
Re: Operações Policiais e Militares
Grupamento de Ações Táticas Especiais comemora 20º aniversário
Unidade especializada em ações de alto risco realizou demonstração nesta quinta-feira
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Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
08/04/2010 Fonte: Correio do Povo
Unidade especializada em ações de alto risco realizou demonstração nesta quinta-feira
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
Com uma apresentação onde não faltaram efeitos especiais, o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) comemorou nesta quinta-feira o seu 20º aniversário, no campo de exercícios "Pedro e Paulo", situado em frente à sede do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre. A unidade, considerada a mais especializada dentro da Brigada Militar, é acionada em situações de alto risco, em todo o Rio Grande do Sul. Tendo atuações em ações de risco, tanto para os PMs como para as pessoas envolvidas.
Durante a solenidade, que contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, e do comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, foram apresentadas as equipes que compõem o GATE: sniper (os atiradores de elite), coluna tática, explosivos e patrulha rural. A entrada de cada uma, com o campo todo às escuras, foi precedida de uma explosão de pólvora seca. Em seguida, um canhão de luz iluminava os PMs, até em frente ao palanque das autoridades.
O efetivo, de acordo com o comandante da unidade, capitão Rodrigo Schoenfeldt, não é divulgado por questões estratégicas, mas fica em torno de 40 homens. O treinamento é feito no Estado, sendo que os integrantes obedecem a uma rotina diária de 12 horas de exercícios - táticos e físicos -, por dia, de segunda a sexta-feira.
“As equipes se revezam nos exercícios, sendo cada dia uma delas”, disse Schoenfeldt. “Também foram feitos cursos fora do Brasil, como o referente ao desarmamento e manuseio de explosivos, que foi feito na Argentina”.
Criado em 3 de abril de 1990, o Gate, nessa época tinha o status de pelotão, era subordinado ao Batalhão de Polícia de Choque (atualmente, BOE). Seu embrião foi o 9º BOM, em 1989. Nessa época foi iniciado um estágio para a formação de um grupo especial, preparado para atuar em ocorrências que necessitassem de emprego de técnicas e táticas especiais.
Em 1994 foi realizado o primeiro Curso de Formação de Sargentos em Ações Táticas Especiais. A partir de então, todo o efetivo de praças do Gate é constituído por sargentos. Os cursos do Grupamento seguem as normas adotadas pelos grupos de operações especiais de diversos países. Os alunos são submetidos a um rigoroso treinamento de adaptação, controle emocional, resistência física e capacitação técnica. Após o treinamento, estes profissionais estão aptos a agir em ocorrências como casos com reféns, psicopatas armados, ocorrências com explosivos, rebeliões em presídios, entre outros.
08/04/2010 Fonte: Correio do Povo
Nascido de alma caudilha- nem por isso menos franca -Deus te deu essa cor branca que até de noite rebrilha.Lua do herói na coxilha,por onde eu for, onde eu ande e sem que ninguém me mande eu te canto, troféu mudo que é puro neste Rio Grande!
Re: Operações Policiais e Militares
Eu posso até concordar que no México o lance é mais "profissional", mas dizer que aqui eles não aprenderam a tocar o terror na cidade??? Pow Glauber, sem querer exaltar a violência... mas eu não lembro de terem metralhado uma prefeitura no México, por exemplo...glauberprestes escreveu:Mas o México é sensivelmente mais "profissional", no que diz respeito a crime organizado. Lá o lance é do mal mesmo. Esses atentados a bomba são mais comuns, assim como as execuções de policiais. Aqui eles aparentemente ainda não aprenderam a arte de tocar o terror nas cidades.
As GATs e RPs estão em toda cidade!
Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."
Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..."

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Re: Operações Policiais e Militares
prefeitura que me lembre não mas ataques a aquartelamentos já realizaram vários,inclusive teve um a alguns dias atras, postei a noticia aqui no fórum.
Nascido de alma caudilha- nem por isso menos franca -Deus te deu essa cor branca que até de noite rebrilha.Lua do herói na coxilha,por onde eu for, onde eu ande e sem que ninguém me mande eu te canto, troféu mudo que é puro neste Rio Grande!
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Re: Operações Policiais e Militares
Lá eles fazem bem pior, é grupo armado com metralhadoras M60, fuzis M4-M203, lança rojões AT4 peitando patrulha do exército mexicano.ZeRo4 escreveu:Eu posso até concordar que no México o lance é mais "profissional", mas dizer que aqui eles não aprenderam a tocar o terror na cidade??? Pow Glauber, sem querer exaltar a violência... mas eu não lembro de terem metralhado uma prefeitura no México, por exemplo...glauberprestes escreveu:Mas o México é sensivelmente mais "profissional", no que diz respeito a crime organizado. Lá o lance é do mal mesmo. Esses atentados a bomba são mais comuns, assim como as execuções de policiais. Aqui eles aparentemente ainda não aprenderam a arte de tocar o terror nas cidades.
I know the weakness, I know the pain. I know the fear you do not name. And the one who comes to find me when my time is through. I know you, yeah I know you.
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Re: Operações Policiais e Militares
Cross escreveu:Lá eles fazem bem pior, é grupo armado com metralhadoras M60, fuzis M4-M203, lança rojões AT4 peitando patrulha do exército mexicano.ZeRo4 escreveu: Eu posso até concordar que no México o lance é mais "profissional", mas dizer que aqui eles não aprenderam a tocar o terror na cidade??? Pow Glauber, sem querer exaltar a violência... mas eu não lembro de terem metralhado uma prefeitura no México, por exemplo...
Sem falar que o poder do tráfico mexicano é MUITO maior que o do nosso, fruto da proximidade com a fonte de ouro do tráfico, EUA.
O Exercito Mexicano é muito profissional e tem uma trabalheira F.D.P com a bandidagem.
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Re: Operações Policiais e Militares
As informações da TV diziam que ele vinha acompanhado por dois carros com seguranças e que estes seguranças eram POILICIAIS MILITARES.Será verdade que a própria policia militar esteja fazendo a segurança de contraventores? Quantas cabeças vão rolar, comandantes serão demitidos ou coisas assim?
Outra coisa que falaram é que o filho menor é que vinha dirigindo. Constatado a verdade de tal fato vão cassar a carteira e multar o proprietário do carro, pai do menor que entregou a direção ao filho?
Muitas vezes penso que as leis são feitas apenas pra nós. A minha esperança é de que os movimentos Viva o Rio, Sou da Paish, etc.. venham a agir e botem a boca no mundo contra isto.
![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
Outra coisa que falaram é que o filho menor é que vinha dirigindo. Constatado a verdade de tal fato vão cassar a carteira e multar o proprietário do carro, pai do menor que entregou a direção ao filho?
Muitas vezes penso que as leis são feitas apenas pra nós. A minha esperança é de que os movimentos Viva o Rio, Sou da Paish, etc.. venham a agir e botem a boca no mundo contra isto.
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Todas coisas que nós ouvimos são uma opinião, não um fato. Todas coisas que nós vemos são uma perspectiva, não a verdade. by Marco Aurélio, imperador romano.
Re: Operações Policiais e Militares
Testemunhas disseram que um cara de moto lançou três granadas, duas falharam.
- Viktor Reznov
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Re: Operações Policiais e Militares
Coisa normal no RJ PM fazendo segurança de bicheiro, ainda mais com o salário miserável deles. E ninguem vai ser punido.delmar escreveu:Será verdade que a própria policia militar esteja fazendo a segurança de contraventores? Quantas cabeças vão rolar, comandantes serão demitidos ou coisas assim?
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Re: Operações Policiais e Militares
Não só no Rio não heim, vamos parar de hipocrisia, em todo lugar do Brasil!Cross escreveu:Coisa normal no RJ PM fazendo segurança de bicheiro, ainda mais com o salário miserável deles. E ninguem vai ser punido.delmar escreveu:Será verdade que a própria policia militar esteja fazendo a segurança de contraventores? Quantas cabeças vão rolar, comandantes serão demitidos ou coisas assim?
É o sistema...Quando souber como uma policia funciona, ou vc segue, sai fora ou vc morre, simples assim! Quem dar o Comando de um Batalhão para alguém é o Governador, Vocês acham que vão colocar alguem que não seja confiavel e mexe onde que o Governador não quer?
Nunca esqueçam os Policiais vem da sociedade, se a sociedade esta doente, a policia estará também!
Claro, é totalmente errado, não estou defendendo quem faz isso por mim é bandido junto...(Sorte que não sou da PM) Isso também é um dos motivos pela richa entre Civil e PM!
Nas fronteiras, PF e Receita deixa passar algumas coisas também! e você acha que o Prefeito da Cidade que faz fronteira não ganha dinheiro com o movimento???
Pessoal estou achando todos muito ingenuos!
Editado pela última vez por vitor freitas em Sex Abr 09, 2010 12:29 am, em um total de 3 vezes.
- Skyway
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Re: Operações Policiais e Militares
Pô gente, qual o melhor bico que um PM pode fazer? Segurança. Soma a isso o salário de merda do PM no Rio e uma pessoa que paga bem, e pronto.
Coisa normal, dá nada não.
Coisa normal, dá nada não.
AD ASTRA PER ASPERA