O futuro da AAAe no Brasil

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação

Mensagem
Autor
WalterGaudério
Sênior
Sênior
Mensagens: 13539
Registrado em: Sáb Jun 18, 2005 10:26 pm
Agradeceu: 56 vezes
Agradeceram: 201 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1111 Mensagem por WalterGaudério » Qui Nov 26, 2009 12:24 pm

Carlos Mathias escreveu:Como assim????

Ouve um erro de digitação e ele citou que os sistemas AAé em discussão para o EB nã teriam condições de defender as usinas nucleares CONTRA um ataque Israelense...




Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...

Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.


Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
Avatar do usuário
Skyway
Sênior
Sênior
Mensagens: 11166
Registrado em: Seg Jun 19, 2006 1:40 pm
Agradeceu: 24 vezes
Agradeceram: 266 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1112 Mensagem por Skyway » Qui Nov 26, 2009 12:28 pm

Bom, o texto tem muita opinião pessoal dele...mas tambem tem algumas verdades. Eu não diria que ele andou bebendo por conta desse texto não.

Báh...relaxem.. :mrgreen:




AD ASTRA PER ASPERA
Avatar do usuário
Glauber Prestes
Moderador
Moderador
Mensagens: 8409
Registrado em: Sex Abr 06, 2007 11:30 am
Agradeceu: 415 vezes
Agradeceram: 260 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1113 Mensagem por Glauber Prestes » Qui Nov 26, 2009 12:52 pm

ZeRo4 escreveu: Glauber, por isso que seria interessante fazer o mix que eu falei acima e que você também concordou. Um radar de aquisição externo, um C2 nacional e um mix de algum veículo blindado com canhão 30mm e algum manpad, que poderia ser o IGLA ou MISTRAL, eu particularmente tenho preferência pelo MISTRAL.
O problema é que FAB e EB já usam o Igla. Por questões de comunalidade, teria que ser o Igla.
Bolovo escreveu:Precisamos de 15 baterias de artilharia de médio alcance para equipar os cinco grupos. Quanto custa cada bateria e quanto ficaria toda a brincadeira?
Na realidade não. A estrutura de um GAAAe envolve meios de baixa e média altura, até porque, opera de maneira independente. Hoje em dia, como não há um sistema satisfatório, são duas baterias de tubos, e uma de mísseis. Com o advento da média altura, seria uma bateria de média altura, e duas de baixa. A de média cobrindo uma região, e as de baixa no entorno. Todas as baterias quaternárias.
Então, seriam 5 baterias de média, e 10 de baixa, fora as baterias de brigada, e os outros grupos que serão implantados.

[]´s




http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.

Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
WalterGaudério
Sênior
Sênior
Mensagens: 13539
Registrado em: Sáb Jun 18, 2005 10:26 pm
Agradeceu: 56 vezes
Agradeceram: 201 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1114 Mensagem por WalterGaudério » Qui Nov 26, 2009 12:55 pm

glauberprestes escreveu:
ZeRo4 escreveu: Glauber, por isso que seria interessante fazer o mix que eu falei acima e que você também concordou. Um radar de aquisição externo, um C2 nacional e um mix de algum veículo blindado com canhão 30mm e algum manpad, que poderia ser o IGLA ou MISTRAL, eu particularmente tenho preferência pelo MISTRAL.
O problema é que FAB e EB já usam o Igla. Por questões de comunalidade, teria que ser o Igla.
Bolovo escreveu:Precisamos de 15 baterias de artilharia de médio alcance para equipar os cinco grupos. Quanto custa cada bateria e quanto ficaria toda a brincadeira?
Na realidade não. A estrutura de um GAAAe envolve meios de baixa e média altura, até porque, opera de maneira independente. Hoje em dia, como não há um sistema satisfatório, são duas baterias de tubos, e uma de mísseis. Com o advento da média altura, seria uma bateria de média altura, e duas de baixa. A de média cobrindo uma região, e as de baixa no entorno. Todas as baterias quaternárias.
Então, seriam 5 baterias de média, e 10 de baixa, fora as baterias de brigada, e os outros grupos que serão implantados.

[]´s
Quer dizer então que o negócio vai ficar bonito..., e que vem mais por aí de onde veio isso... 8-] 8-] 8-] 8-] 8-] 8-]




Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...

Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.


Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
Avatar do usuário
Paisano
Sênior
Sênior
Mensagens: 16163
Registrado em: Dom Mai 25, 2003 2:34 pm
Localização: Volta Redonda, RJ - Brasil
Agradeceu: 649 vezes
Agradeceram: 285 vezes
Contato:

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1115 Mensagem por Paisano » Qui Nov 26, 2009 1:15 pm





Avatar do usuário
R.A.Barros
Sênior
Sênior
Mensagens: 2248
Registrado em: Seg Ago 20, 2007 2:53 pm
Localização: Ponta Porã - MS
Agradeceu: 1 vez
Agradeceram: 2 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1116 Mensagem por R.A.Barros » Qui Nov 26, 2009 1:31 pm

Cara, se o exército falou, é porque vai comprar! Diferente da FA_(coloque o B aqui).
Mas quais serão esses sistemas? Qual o seu alcance?

Obs: Acho que os grupos de artilharia estão em regiões erradas, vai defender o que ali ? O centro-sul do brasil ja tem os caças, então pow.. poe os grupos na Amazonia, Mato Grosso, RS e MS e Roraima..

Outra coisa... os navios da MB possuem AAAe?




VALENTE , GUERREIRO E AUDAZ;
NÃO RECUAMOS JAMAIS;
CONTE COMIGO BRASIL , BRASIL !
SEJA NA GUERRA OU NA PAZ.
PARA-SAR
Avatar do usuário
Brasileiro
Sênior
Sênior
Mensagens: 9432
Registrado em: Sáb Mai 03, 2003 8:19 pm
Agradeceu: 239 vezes
Agradeceram: 549 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1117 Mensagem por Brasileiro » Qui Nov 26, 2009 1:33 pm

glauberprestes escreveu:
ZeRo4 escreveu: Glauber, por isso que seria interessante fazer o mix que eu falei acima e que você também concordou. Um radar de aquisição externo, um C2 nacional e um mix de algum veículo blindado com canhão 30mm e algum manpad, que poderia ser o IGLA ou MISTRAL, eu particularmente tenho preferência pelo MISTRAL.
O problema é que FAB e EB já usam o Igla. Por questões de comunalidade, teria que ser o Igla.
Bolovo escreveu:Precisamos de 15 baterias de artilharia de médio alcance para equipar os cinco grupos. Quanto custa cada bateria e quanto ficaria toda a brincadeira?
Na realidade não. A estrutura de um GAAAe envolve meios de baixa e média altura, até porque, opera de maneira independente. Hoje em dia, como não há um sistema satisfatório, são duas baterias de tubos, e uma de mísseis. Com o advento da média altura, seria uma bateria de média altura, e duas de baixa. A de média cobrindo uma região, e as de baixa no entorno. Todas as baterias quaternárias.
Então, seriam 5 baterias de média, e 10 de baixa, fora as baterias de brigada, e os outros grupos que serão implantados.

[]´s
Uma bateria de sistemas Tor é um veículo apenas.
Não acho que vão dar só um Torzinho para cada GAAe. Uns dois talvez?

Com 520 milhões dá pra comprar cerca de 7 a 8 sistemas Tor.


abraços]




----------------
amor fati
Avatar do usuário
Brasileiro
Sênior
Sênior
Mensagens: 9432
Registrado em: Sáb Mai 03, 2003 8:19 pm
Agradeceu: 239 vezes
Agradeceram: 549 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1118 Mensagem por Brasileiro » Qui Nov 26, 2009 1:48 pm

O General Santini, Comandante da 1ª Bda AAAe, em visita de inspeção no 3º GAAAe, durante reunião com oficiais e sargentos da unidade, informou sobre o planejamento do exército, com relação a AAAe, até o ano de 2012. Os principais pontos foram os seguintes:

- Transferência do 1º GAAAe (Rio de Janeiro), para Manaus;
- Criação de mais 1 GAAAe na região norte do país;
- A compra de mais 5 unidades do radar SABER60;
- A intenção é ter 20 subunidades de baixa altura e 08 subunidades de média altura;
- Substituição do Fz 7,62 pelo Fz 5,56 com coronha rebatida, para as unidades de AAAe;
- O material de média altura seria no padrão TOR.
- A compra do míssil IGLA-S, para todas as unidades.
- Desenvolvimento nacional de um míssil solo-ar.
Sempre gosto de citar este post de um ano atrás do Sgt Alex (por que ele sumiu?)

Da parte grifada concluímos:
Hoje temos 5 grupos de defesa antiaérea. Vai ser criado mais um. Ou seja, em breve teremos o 6º GAAAe, portanto, 6 grupos e portanto, 6 baterias de média altura.

Para cada um desses grupos vai uma unidade do sistema de média altura. Mas ele diz que a intenção é ter 8 unidades. Então onde serão as outras duas que estão 'sobrando'?



abraços]




----------------
amor fati
Avatar do usuário
Glauber Prestes
Moderador
Moderador
Mensagens: 8409
Registrado em: Sex Abr 06, 2007 11:30 am
Agradeceu: 415 vezes
Agradeceram: 260 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1119 Mensagem por Glauber Prestes » Qui Nov 26, 2009 2:12 pm

Brasileiro escreveu: Uma bateria de sistemas Tor é um veículo apenas.
Não acho que vão dar só um Torzinho para cada GAAe. Uns dois talvez?

Com 520 milhões dá pra comprar cerca de 7 a 8 sistemas Tor.


abraços]
Uma bateria é composta por 4 veículos lançadores, um veículo para C2, 3 veículos remunicionadores, 1 radar de busca, e 4 veículos oficina.

Os locais dos GAAAe são áreas que precisam ser defendidas. Eu manteria o 1º no Rio (Rio e Volta Redonda), o 2º em Praia Grande (por causa do Porto de Santos, e das instalações da Petrobrás no norte do Litoral), e o 11º em BSB (apesar de muitos ali não merecerem nenhuma defesa). O 3º e o 4º, eu não conheço muito bem, mas são para defender as regiões de BH e PoA, respectivamente, mas eu não tenho muita noção do valor estratégico dessas regiões. Criaria um no Paraná, convenientemente perto de Itaipú, um em Angra, um no Vale do Paraíba, e um em Manaus, para a ZF. Seriam nove grupos completos, com três baterias cada, todas quaternárias.
Ainda faria a MB criar um grupo por grande base, e um na base de submarinos (totalizando três grupos), além de um grupo orgânico para o CFN. Por último, mas não menos importante, cada base da FAB receberia uma bateria de baixa altura.




http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.

Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
Avatar do usuário
ZeRo4
Sênior
Sênior
Mensagens: 4005
Registrado em: Dom Mar 14, 2004 5:03 pm
Localização: Rio de Janeiro

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1120 Mensagem por ZeRo4 » Qui Nov 26, 2009 2:58 pm

glauberprestes escreveu: Uma bateria é composta por 4 veículos lançadores, um veículo para C2, 3 veículos remunicionadores, 1 radar de busca, e 4 veículos oficina.
Glauber, esse modelo não é fixo!!! Uma bateria pode ter de 01 a 06 sistemas!!! pode ou não ter um veículo de C2, o número de remuniciadores está totalmente ligado ao número de sistemas por bateria ou até mesmo não, também não há necessidade de um radar de busca externo...




As GATs e RPs estão em toda cidade!

Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..." ;)
Avatar do usuário
R.A.Barros
Sênior
Sênior
Mensagens: 2248
Registrado em: Seg Ago 20, 2007 2:53 pm
Localização: Ponta Porã - MS
Agradeceu: 1 vez
Agradeceram: 2 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1121 Mensagem por R.A.Barros » Qui Nov 26, 2009 3:19 pm

glauberprestes escreveu:
Brasileiro escreveu: Uma bateria de sistemas Tor é um veículo apenas.
Não acho que vão dar só um Torzinho para cada GAAe. Uns dois talvez?

Com 520 milhões dá pra comprar cerca de 7 a 8 sistemas Tor.


abraços]
Uma bateria é composta por 4 veículos lançadores, um veículo para C2, 3 veículos remunicionadores, 1 radar de busca, e 4 veículos oficina.

Os locais dos GAAAe são áreas que precisam ser defendidas. Eu manteria o 1º no Rio (Rio e Volta Redonda), o 2º em Praia Grande (por causa do Porto de Santos, e das instalações da Petrobrás no norte do Litoral), e o 11º em BSB (apesar de muitos ali não merecerem nenhuma defesa). O 3º e o 4º, eu não conheço muito bem, mas são para defender as regiões de BH e PoA, respectivamente, mas eu não tenho muita noção do valor estratégico dessas regiões. Criaria um no Paraná, convenientemente perto de Itaipú, um em Angra, um no Vale do Paraíba, e um em Manaus, para a ZF. Seriam nove grupos completos, com três baterias cada, todas quaternárias.
Ainda faria a MB criar um grupo por grande base, e um na base de submarinos (totalizando três grupos), além de um grupo orgânico para o CFN. Por último, mas não menos importante, cada base da FAB receberia uma bateria de baixa altura.
O lance é que para o SU-30 do chavez chegar no Rio de Janeiro, primeiro ele terá que passar na Amazônia, então é mais prático abate-lo por la mesmo e se caso passar, mandamos então os Rafales.

O que eu quero ressaltar, é que.. se o inimigo não passar pela fronteira, não chegará à SP/BSB/RJ/etc..




VALENTE , GUERREIRO E AUDAZ;
NÃO RECUAMOS JAMAIS;
CONTE COMIGO BRASIL , BRASIL !
SEJA NA GUERRA OU NA PAZ.
PARA-SAR
Avatar do usuário
Bolovo
Sênior
Sênior
Mensagens: 28558
Registrado em: Ter Jul 12, 2005 11:31 pm
Agradeceu: 547 vezes
Agradeceram: 442 vezes

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1122 Mensagem por Bolovo » Qui Nov 26, 2009 3:29 pm

Quanto ficaria equipar toda essa sua brincadeira, Glauber? E diga os sistemas que você gostaria de ver.




"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
Avatar do usuário
gaitero
Sênior
Sênior
Mensagens: 4237
Registrado em: Sáb Out 25, 2008 7:54 pm

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1123 Mensagem por gaitero » Qui Nov 26, 2009 3:34 pm

ZeRo4 escreveu:
glauberprestes escreveu: Uma bateria é composta por 4 veículos lançadores, um veículo para C2, 3 veículos remunicionadores, 1 radar de busca, e 4 veículos oficina.
Glauber, esse modelo não é fixo!!! Uma bateria pode ter de 01 a 06 sistemas!!! pode ou não ter um veículo de C2, o número de remuniciadores está totalmente ligado ao número de sistemas por bateria ou até mesmo não, também não há necessidade de um radar de busca externo...
Aparentemente, o Brasil pode vir a escolher um radar Chinês, de uma versão mais avançada do mesmo Radar em uso na Venezuela.

Sobre o sistema Tor, eu não o vejo de forma tão apaixonante como alguns aqui...

Não sei qual a vantágem real de não se utilizar um míssil ar-ar adaptado para lançamento de superfície. Como o Derby e/ou no futuro o A-Darter.

E por fim, eu achei o sistema Ly-63 Chinês interessante... Pena que sabemos pouco sobre o dito..

Pequisando eu encontrei esta imagem, o que acham???

Imagem




Editado pela última vez por gaitero em Qui Nov 26, 2009 3:59 pm, em um total de 3 vezes.
Aonde estão as Ogivas Nucleares do Brasil???
Avatar do usuário
ZeRo4
Sênior
Sênior
Mensagens: 4005
Registrado em: Dom Mar 14, 2004 5:03 pm
Localização: Rio de Janeiro

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1124 Mensagem por ZeRo4 » Qui Nov 26, 2009 3:56 pm

Gaitero, já tinha ouvido falar desse radar. Quanto ao TOR, o fato é que ele é realmente apaixonante se utilizado dentro do contexto para qual foi projetado, ou seja, atuar contra mísseis cruise e armas inteligentes. Sem dúvidas é o melhor sistema do mundo nesse queito. Todavia, quando começam a compará-lo com sistemas que tem outra proposta os seus 6.000m de teto e 12km de alcance não parecem assim tão sedutores.

Sobre os mísseis ar-ar adaptados, são duas respostas:

A) porque eles continuam sendo mísseis ar-ar, uma adaptação sempre será uma adaptação e por tanto terá um desempenho sempre inferior a um míssil criado desde a base como terra-ar

B) a questão do custo influi, como costumo sempre falar por aqui, um míssil guiado por CLOS é mais interessante neste tipo de aplicação, pois além de ser mais preciso, é mais barato! para a bateria estar atuando e defendendo seu objetivo vai custar menos que um atacante tentando destruir o objetivo com munições inteligentes. Quando você passa a operar com IIR ou ARH o custo passa a não compensar porque você vai estar gastando mais para defender do que seu adversário está gastando para atacar.

Quanto ao sistema Chinês citado por você, é um substituto dos antigos SA-02 Russos que a China operava, cai no mesmo patamar do Buk, o que para gente hoje não é tão interessante.




As GATs e RPs estão em toda cidade!

Como diria Bezerra da Silva: "Malandro é Malandro... Mané é Mané..." ;)
Avatar do usuário
gaitero
Sênior
Sênior
Mensagens: 4237
Registrado em: Sáb Out 25, 2008 7:54 pm

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1125 Mensagem por gaitero » Qui Nov 26, 2009 4:06 pm

ZeRo4 escreveu:Gaitero, já tinha ouvido falar desse radar. Quanto ao TOR, o fato é que ele é realmente apaixonante se utilizado dentro do contexto para qual foi projetado, ou seja, atuar contra mísseis cruise e armas inteligentes. Sem dúvidas é o melhor sistema do mundo nesse queito. Todavia, quando começam a compará-lo com sistemas que tem outra proposta os seus 6.000m de teto e 12km de alcance não parecem assim tão sedutores.

Sobre os mísseis ar-ar adaptados, são duas respostas:

A) porque eles continuam sendo mísseis ar-ar, uma adaptação sempre será uma adaptação e por tanto terá um desempenho sempre inferior a um míssil criado desde a base como terra-ar

B) a questão do custo influi, como costumo sempre falar por aqui, um míssil guiado por CLOS é mais interessante neste tipo de aplicação, pois além de ser mais preciso, é mais barato! para a bateria estar atuando e defendendo seu objetivo vai custar menos que um atacante tentando destruir o objetivo com munições inteligentes. Quando você passa a operar com IIR ou ARH o custo passa a não compensar porque você vai estar gastando mais para defender do que seu adversário está gastando para atacar.

Quanto ao sistema Chinês citado por você, é um substituto dos antigos SA-02 Russos que a China operava, cai no mesmo patamar do Buk, o que para gente hoje não é tão interessante.
Ola nobre companheiro, gostaria de saber de você. É isto mesmo que o Brasil necessita? É este sistema que queremos utilizar na FAB na MB e no EB?

Quando eu vejo um sistema CLOS, me vem duas coisas na mente. A primeira é que o sistema tem de guiar o Míssil. E a segunda é que o sistema tem de guiar o míssil... :wink:

Quando vejo o contexto disso para a aplicabilidade no futuro, me deparo com a seguinte hipótese, até quando este sistema será eficiente... E quanto tempo mais irá demorar para que tenhamos misseis ativos cada vez mais inteligentes, avançados e letais...




Aonde estão as Ogivas Nucleares do Brasil???
Responder