knigh7 escreveu:1-Chega a 12.000m de altura, enquanto o Tor, 6.000.
knigh7 escreveu:2-Atinge cerca de 20 km de alcance, enquanto o Tor, 12Km
Hoje as principais ameaças são mísseis cruise e munições inteligentes. Para esse tipo de ameaça, essa diferença não quer dizer absolutamente nada. Nos dias atuais é preferível ter a precisão do Tor que é guiado por CLOS e dentro dessa faixa de alcance muito mais preciso, do que ter o alcance do LY-63 com radar ativo.
knigh7 escreveu:3-É facilmente adaptável a veículos de transporte nacional.
Bem, isso é controverso, não vejo isso como uma real vantagem... Além disso, o Tor possui a versão montada num shelter, que pode ser puxada por uma variedade de veículos nacionais.
knigh7 escreveu:4-É mais facilmente aerotransportável, pois é mais compacto. O TorM2E, é mais dificil,
Eu não gosto de comparar as coisas sem dados, corri a internet atrás de um foto desse LY-63 e não encontrei! Todavia, acredito que não seja tão diferente do LY-60 que também utiliza uma variação do SPARROW. O Tor na versão shelter chega a ser tão compacto quanto o lançador do LY-60...
knigh7 escreveu:
5-Por ter o corpo do Spada e cabeça do Derby, é um missil ocidentalizado. E tem suas tipologias ocidentais. Enquanto o Russo, não. O CTex encontrou dificuldade em fazer a engenharia reversa no Igla por causa disso. A tipologia russa é bem diferente. E antes de fazer, teve de testar cada componente para saber exatamente para que servia. A idéia também é fazer engenharia reversa no míssil a ser escolhido, e, no caso russo, por ser um sistema antiaéreo de médio alcance, potanto mais complexo, teremos mais dificuldades.
Futuramente, o missil de médio alcance será brasiliero. Isso que a gente está comprando é apenas para suprimir a lacuna até a chegada do missil nacional (sabe lá Deus quando a chegada, mas é essa a intenção). Portanto, vale mais um missil que seja mais fácil realizar engenharia reversa para aplicar o conhecimento no desenvolvimento do nosso, e isso, o Chinês é mais indicado.
Não acredito que o EB terá esse tipo de problema pois o míssil utilizado no Tor é bem simples, guiado por CLOS, na verdade todo sistema de guiamento não está no míssil e sim na estação de controle. Fora isso, volto a salientar que um míssil deste tipo é bem mais barato que um míssil guiado por radar ativo, para um país com problemas orçamentários como o Brasil isso conta muito.
Além disso, algumas vantagens do TOR em relação a esse sistema chinês é que ele pode disparar em movimento, numa possível versão do EB montada num chassis sob lagartas e também pode fazer enganjamento no modo completamente passivo, evitando servir de alvo para mísseis anti-radiação.
Na minha opinião esses dois sistemas não tem comparação. O sistema Chinês, cópia, frankenstein é símbolo do passado (como quase todos os equipamentos Chineses) o Tor é um sistema pensado para frente. Se fosse o Pantsyr, o sistema Chinês não deveria nem ser cogitado.
Forte Abraço!
Atenciosamente[/quote][/quote]