Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.
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Brasileiro
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#1996
Mensagem
por Brasileiro » Qua Dez 31, 2008 3:39 pm
Não podemos atualizar todos os leopards para ter uma torre semelhante, com eletrônicos nacionais, desenvolver um kit de blindagem adicional nacional (parecida com a MEXAS, adotada pelo exército canadense), e trocar o motor por um nacional (mais potente e mais econômico)?
Não podemos atualizar todos os leopards para ter uma torre semelhante, com eletrônicos nacionais, desenvolver um kit de blindagem adicional nacional (parecida com a MEXAS, adotada pelo exército canadense), e trocar o motor por um nacional (mais potente e mais econômico)?
Poderemos em breve fazer tudo isso com nosso próprio padrão.
O CTEx vem desenvolvendo novas blindagens, optrônicos, torre estabilizada e equipamentos de rádio, que poderiam muito bem serem agregados ao Leopard 1A1 e 1A5 num projeto de modernização, que poderia, quem sabe, servir como base para um futuro projeto de MBT nacional.
Temos um novo parque industrial de defesa e alta tecnologia sendo desenvolvido (Ares, Opto, Optovac, Iveco, Taurus, Mectron, Inbrafiltro e outras) que poderia suportar projetos desta envergadura com muito mais vigor e nacionalização do que nos anos 70 e 80.
Acho até que o projeto M-113BR deveria já seguir essa linha de raciocínio, já padronizando as tecnologias da VBTP-MR e convergindo ao tal futuro projeto de carro de combate.
abraços]
Yes! We can!
E a isso eu chamaria de estratégico.
É isso o que diz o Plano Nacional de Defesa. Fortalecer nossa indústria, desenvolver tecnolgia.
abraços]
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WalterGaudério
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#1998
Mensagem
por WalterGaudério » Qua Dez 31, 2008 5:59 pm
Brasileiro escreveu:Não podemos atualizar todos os leopards para ter uma torre semelhante, com eletrônicos nacionais, desenvolver um kit de blindagem adicional nacional (parecida com a MEXAS, adotada pelo exército canadense), e trocar o motor por um nacional (mais potente e mais econômico)?
Não podemos atualizar todos os leopards para ter uma torre semelhante, com eletrônicos nacionais, desenvolver um kit de blindagem adicional nacional (parecida com a MEXAS, adotada pelo exército canadense), e trocar o motor por um nacional (mais potente e mais econômico)?
Poderemos em breve fazer tudo isso com nosso próprio padrão.
O CTEx vem desenvolvendo novas blindagens, optrônicos, torre estabilizada e equipamentos de rádio, que poderiam muito bem serem agregados ao Leopard 1A1 e 1A5 num projeto de modernização, que poderia, quem sabe, servir como base para um futuro projeto de MBT nacional.
Temos um novo parque industrial de defesa e alta tecnologia sendo desenvolvido (Ares, Opto, Optovac, Iveco, Taurus, Mectron, Inbrafiltro e outras) que poderia suportar projetos desta envergadura com muito mais vigor e nacionalização do que nos anos 70 e 80.
Acho até que o projeto M-113BR deveria já seguir essa linha de raciocínio, já padronizando as tecnologias da VBTP-MR e convergindo ao tal futuro projeto de carro de combate.
abraços]
Yes! We can!
E a isso eu chamaria de estratégico.
É isso o que diz o Plano Nacional de Defesa. Fortalecer nossa indústria, desenvolver tecnolgia.
abraços]
Báh! , então é isso POWs. E logo após poderíamos ou desenvolver algo nosso desde o início do projeto. Ou pegarmso um projeto pront e fazer as modificações nescessárias fabricando-o aqui mesmo.
E nesse segundo caso eu só enxergo uma opção ; o Oplot ucraniano.
Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...
Armam-se homens com as melhores armas.
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Os sábios PENSAM
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Bolovo
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#1999
Mensagem
por Bolovo » Qua Dez 31, 2008 6:05 pm
Os projetos estão hoje na autoria da Imbel. O Exército cogitou que custaria 300 milhas de real para fabricar as primeiras unidades.
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Glauber Prestes
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#2000
Mensagem
por Glauber Prestes » Qua Dez 31, 2008 6:07 pm
Bolovo escreveu:
Os projetos estão hoje na autoria da Imbel. O Exército cogitou que custaria 300 milhas de real para fabricar as primeiras unidades.
Incluindo as atualizações necessárias?
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Bolovo
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#2001
Mensagem
por Bolovo » Qua Dez 31, 2008 6:09 pm
Daí eu já não sei. Mas que atualizações teriam que ser feitas teriam. Maioria dos itens ou estão obsoletos (com versões mais novas, como os sistemas ópticos) ou pararam de ser fabricados (como o motor, mas nada que não possa ser fabricado novamente).
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Carlos Mathias
#2002
Mensagem
por Carlos Mathias » Qui Jan 01, 2009 8:01 pm
Olha, comparando com o que há na vizinhança, só de ser novo já seria melhor. E vou repetir o que li numa antiga revista de armas da época, na verdade um folheto dos fabricantes. TODOS os sistemas do Osório foram comprados com licença de fabricação e poderiam ser nacionalizados, então não tinha essa de que seria um Frankestain. Todos os sistemas eram aptos a fabricação local, e essa foi a razão da escolha de algumas partes inclusive, só usaram o que poderia ser feito aqui.
Se algum dia meu saco permitir, eu escaneio a revista e posto aqui.
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Jin Jones
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#2003
Mensagem
por Jin Jones » Qui Jan 01, 2009 8:39 pm
Bolovo escreveu:
Os projetos estão hoje na autoria da Imbel. O Exército cogitou que custaria 300 milhas de real para fabricar as primeiras unidades.
Só a carcaça, né !
Teria que fazer uma atualização do proj., tanto no motor como na suspensão, por existir versões mais novas dos dois, isso sem falar na revisão da composição da blindagem q. teria q. receber tipos de aços e ceramicas mais modernas, de maior resistência.
A eletronica e o canhão principal é algo totalmente a parte e vai agregar a sua real capacidade de sobrevivencia no TO.
Já em 1984 o Osório custava mais ou menos U$ 2 milhões ( L7 de 105mm ) , então por que hj seria mais barato ?
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eligioep
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#2004
Mensagem
por eligioep » Qui Jan 01, 2009 9:52 pm
Jin Jones escreveu: ....Só a carcaça, né !
Teria que fazer uma atualização do proj., tanto no motor como na suspensão, por existir versões mais novas dos dois, isso sem falar na revisão da composição da blindagem q. teria q. receber tipos de aços e ceramicas mais modernas, de maior resistência.
A eletronica e o canhão principal é algo totalmente a parte e vai agregar a sua real capacidade de sobrevivencia no TO.....
Mas o principal existe: o projeto...e é NACIONAL!!!!
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eligioep
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#2005
Mensagem
por eligioep » Qui Jan 01, 2009 9:56 pm
Bolovo escreveu:
.
Só quem já viu ele em ação sabe o que é.....
EU VI !!!! E é impressionante, muito mais que Leo ou M60. E olha, que vejo eles todo dia!
O bicho anda bem, fácil de conduzir e um painel LCD naquela época, coisa nada a ver com Leo/M60, tudo analógico!
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Glauber Prestes
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#2006
Mensagem
por Glauber Prestes » Qui Jan 01, 2009 10:52 pm
Para atualizar a blindagem do Osório (e diminuir seu peso), dá pra diminuir bem a espessura da casca externa de aço do carro, aplicar uma segunda blindagem (cerâmica, trama, carbeto de boro, metais, ou um conjunto de materiais) por dentro, e selar a parte interna com outra camada de aço ou alumínio. Não sei qual a complexidade disso, mas dá pra fazer. O carro fica extremamente atual se utilizar carbeto de boro, necessitando modificar "só o que fica em volta" durante décadas.
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Skyway
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#2007
Mensagem
por Skyway » Qui Jan 01, 2009 11:00 pm
Juro que da vontade de chorar quando encaro muito essa foto dele.....
O Brasil perdeu muito...
AD ASTRA PER ASPERA
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Immortal Horgh
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#2008
Mensagem
por Immortal Horgh » Qui Jan 01, 2009 11:33 pm
glauberprestes escreveu:Para atualizar a blindagem do Osório (e diminuir seu peso), dá pra diminuir bem a espessura da casca externa de aço do carro, aplicar uma segunda blindagem (cerâmica, trama, carbeto de boro, metais, ou um conjunto de materiais) por dentro, e selar a parte interna com outra camada de aço ou alumínio. Não sei qual a complexidade disso, mas dá pra fazer. O carro fica extremamente atual se utilizar carbeto de boro, necessitando modificar "só o que fica em volta" durante décadas.
Ele não precisa perder massa, porque já era baixo (algo em torno de 43t para a versão com canhão de 120mm), ou seja, melhorando a blindagem, novo motor e mais algumas coisas, suponhamos que aumente umas 5 t, teríamos um carro moderno e 48 t, bem abaixo da média dos principais MBT's do mundo.
[ ]s
Slavsya, Otechestvo nashe svobodnoye,
Druzhby narodov nadyozhny oplot,
Znamya sovetskoye, znamya narodnoye
Pust' ot pobedy k pobede vedyot!
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Bolovo
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#2010
Mensagem
por Bolovo » Sex Jan 02, 2009 7:04 am
É por aí. Pena que muito da Engesa já se perdeu. Muitos dos conhecimentos criados pelos engenheiros daquela época devem estar sendo melhor aproveitados em países que levam a sério a Defesa, como os EUA, Russia, China, India e países europeus... tinhamos a faca e o queijo na mão, agora nem isso. Foi uma época de ouro perdida!
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