Só mais essa Vinícius.
Oh, sim, e supera o APG-77 do F-22, ok... mesmo sendo um radar PESA...
Não supera, mas praticamente iguala no alcance dada a muito maior potência de emissão e perde feio no número de alvos rastreados simultaneamente 100 no caso do APG-77 para 30 no IRBIS, e na falta da capacidade de um AESA verdadeiro.
Mas já tem AESA russo na agulha, aguarde.
Acabou Vinícius.
Sobre o BRIC, creio que não haverá uma aliança nos moldes da OTAN, por exemplo, mas sim uma maior integração entre as partes coincidentes, nas áreas de interesse comum, seja militar, seja civil, mas com cada parceiro seguindo seu caminho independentemente onde houver diferenças.
Na área militar por exemplo, creio que cada um usará sua própria doutrina, mas adaptando o uso de armas comuns às suas doutrinas, como a FAB fará com os Hind por exemplo. Segundo já se disse aqui( eu acredito em quem disse), estes helis serão os formadores de um núcleo gerador de doutrina e conhecimento do uso destas armas. Este núcleo irradiará para as outras forças as experiências no uso de helis de ataque, uma completa novidade nas três forças. Então, cada força, à partir dessa célula doutrinária de conhecimento, desenvolverá esta doutrina de uma maneira mais voltada às suas próprias necessidades.
Ainda sobre o BRIC, o que vislumbro é que em termos de armas e sistemas, o que for de interesse comum poderá ser feito em conjunto, algo como um consórcio, o que barateia muito os custos e pulveriza a coleira. Todos dependem de todos, ou todos conhecem tudo do dado produto. Um míssil anti-navio por exemplo, pode ter partes feitas aqui, na Rússia, na Índia e na China. Todos tem de conhecer a arma a fundo, para que possa desenvolver a sua parte do projeto e, conhecendo a arma a fundo, poderá em caso de necessidade fabricar as partes feitas pelos outros parceiros.