Acordo de Defesa Brasil - Argentina

Assuntos em discussão: Força Aérea Brasileira, forças aéreas estrangeiras e aviação militar.

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Marino
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Acordo de Defesa Brasil - Argentina

#1 Mensagem por Marino » Ter Fev 19, 2008 11:35 am

Globo:

Brasil e Argentina vão fechar acordo na área de defesa

Lula e Cristina Kirchner discutirão também questões comerciais

Janaína Figueiredo* e

Eliane Oliveira



BUENOS AIRES e BRASÍLIA. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner, da Argentina, assinarão sexta-feira três acordos na área de defesa, um deles envolvendo a Embraer. A informação foi confirmada ao GLOBO por fontes do governo argentino que participam da preparação da reunião. A cooperação militar será um dos temas da agenda de Lula e Cristina, que incluirá também questões comerciais, políticas e energéticas.

De acordo com essas fontes argentinas, os presidentes selarão três entendimentos: uma parceria entre o governo argentino e a Embraer, segundo o qual a empresa brasileira assumirá o controle de uma fábrica de aviões na província de Córdoba (atualmente em mãos da americana Lockheed); um acordo para dar impulso à produção conjunta do veículo militar "gaúcho" (usado para o transporte de tropas); e um amplo memorando de cooperação em matéria de defesa.

O governo Kirchner pretende pedir a rescisão do contrato com a Lockheed e assinar um novo com a Embraer, empresa muito admirada pela presidente argentina. Durante sua campanha eleitoral, no ano passado, Cristina mencionou a empresa brasileira como um exemplo a ser seguido. As negociações foram comandadas pelos ministérios da Defesa de ambos os países.




Editado pela última vez por Marino em Ter Fev 19, 2008 12:02 pm, em um total de 1 vez.
PRick

Re: Acordo de Fefesa Brasil - Argentina

#2 Mensagem por PRick » Ter Fev 19, 2008 11:42 am

Marino escreveu:Globo:

Brasil e Argentina vão fechar acordo na área de defesa

Lula e Cristina Kirchner discutirão também questões comerciais

Janaína Figueiredo* e

Eliane Oliveira



BUENOS AIRES e BRASÍLIA. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner, da Argentina, assinarão sexta-feira três acordos na área de defesa, um deles envolvendo a Embraer. A informação foi confirmada ao GLOBO por fontes do governo argentino que participam da preparação da reunião. A cooperação militar será um dos temas da agenda de Lula e Cristina, que incluirá também questões comerciais, políticas e energéticas.

De acordo com essas fontes argentinas, os presidentes selarão três entendimentos: uma parceria entre o governo argentino e a Embraer, segundo o qual a empresa brasileira assumirá o controle de uma fábrica de aviões na província de Córdoba (atualmente em mãos da americana Lockheed); um acordo para dar impulso à produção conjunta do veículo militar "gaúcho" (usado para o transporte de tropas); e um amplo memorando de cooperação em matéria de defesa.

O governo Kirchner pretende pedir a rescisão do contrato com a Lockheed e assinar um novo com a Embraer, empresa muito admirada pela presidente argentina. Durante sua campanha eleitoral, no ano passado, Cristina mencionou a empresa brasileira como um exemplo a ser seguido. As negociações foram comandadas pelos ministérios da Defesa de ambos os países.


:shock: :shock: Podemos resolver o problema dos aviões de treinamento a jato assim.

Marino o título do tópico tá com um erro de digitação. :wink:

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Marino
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#3 Mensagem por Marino » Ter Fev 19, 2008 12:02 pm

Valeu, obrigado. Corrigido.




"A reconquista da soberania perdida não restabelece o status quo."
Barão do Rio Branco
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#4 Mensagem por Marino » Ter Fev 19, 2008 12:28 pm

Do Clarin, copiado do Defesanet:

Argentina
Acuerdo con Brasil para la fabricación de armamento
El Presidente Brasileño Estara el Viernes en la Casa Rosada
El convenio, de "producción para la defensa", lo firmarán Cristina y Lula.


Atilio Bleta

Los gobiernos de Brasil y la Argentina encararán la fabricación conjunta de diversos tipo de armas, tanto para la defensa regional como la exportación. Es lo que se desprende de uno de los acuerdos -el de "producción para la defensa"- que el viernes firmarán en la Casa Rosada la presidenta Cristina Fernández y su par de Brasil, Inacio Lula Da Silva.

Hace ya varios años que Brasil pudo perforar el cerco tendido por el exclusivo club de países exportadores de armamento, una industria muy redituable y que siempre tiene compradores.

En la Argentina, en cambio, la fabricación de elementos bélicos propios tuvo su mejor momento en el primer peronismo y con intermitencias y algunos logros -como la tecnología misilística- llegó a los tumbos hasta la administración de Carlos Menem, que se encargó de desmantelar lo poco que había en pie.

Antecedentes
"Basta de reunionismos, como decimos los argentinos, queremos resultados concretos". Esas fueron las palabras de Cristina Kirchner en su primera reunión con Lula como presidenta electa, en el Palacio del Planalto el 19 de noviembre de 2007. Posteriormente, los dos mandatarios volvieron a verse para la asunción de Cristina, a principios de diciembre. Con altibajos, la relación comercial con Brasil es prioritaria desde los tiempos de Kirchner, a pesar de que el intercambio es deficitario para la Argentina. Cristina se centró en una agenda que incluye a la relación en materia de producción energética, al comercio bilateral y la posible fabricación conjunta de un avión militar.



Si este "acuerdo de cooperación" escala hasta convertirse en realidad, abrirá un nuevo espacio al proceso de integración y pondrá celosos a aquellos países (EE.UU., Rusia, Francia, Gran Bretaña) que pelean con uñas y dientes mercados para sus respectivos fabricantes de armas.

Para aprontar los acuerdos del viernes, los cancilleres de Brasil, Celso Amorim, y de Argentina, Jorge Taiana, estuvieron reunidos más de 5 horas el último sábado en Río de Janeiro.

Además del de producción para la defensa, Cristina y Lula firmarán acuerdos de cooperación científica y técnica, espacial y nuclear, un dato revelador en lenguaje de un alto funcionario argentino, del "tinte productivista" que se busca imprimir a la relación con Brasil.

Además, Lula y Cristina pasarán revista a lo que está ocurriendo en la nueva ronda de la Organización Mundial de Comercio que transcurre en Ginebra. Sobre este asunto, el Secretario de Relaciones Económicas Internacionales de la Argentina, Alfredo Chiaradía, declaró que en el capítulo agrario "hay 170 corchetes", un eufemismo para indicar que subsisten 170 asuntos que involucran cuestiones arancelarias que perjudican a los países exportadores de productos primarios, como Argentina, Brasil y el resto de América del Sur. No hay que descartar que Cristina y Lula hagan un pronunciamiento sobre el tema.

Los presidentes de Brasil y la Argentina analizarán también la agenda del Grupo de Río, cuya cumbre se hará el 6 y 7 de marzo en República Dominicana. La diplomacia local subestimó a esta organización latinoamericana, al punto que Kirchner, como presidente, nunca fue a una cumbre.

Cristina y Lula tratarán también de buscar coincidencias para darle sentido al encuentro de presidentes de América del Sur previsto que se realice en Bogotá a fines de marzo. La cumbre de sudamérica es empujada con fuerza por la diplomacia brasileña y fue resistida aquí en tiempos de Kirchner. El kirchnerismo suponía, hasta hace poco, que es más pertinente empujar el proceso de unidad de sudamérica a partir del Mercosur al tiempo que recelaba de la influencia brasileña.

Otro asunto de interés es la primera cumbre del Mercosur con la India y países del sur de Africa que se hará en Buenos Aires a mitad de 2008, para darle aire a la relación sur-sur pregonada, pero en lo que se avanzó poco.




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#5 Mensagem por FIGHTERCOM » Ter Fev 19, 2008 1:11 pm

Será que os nossos colegas argentinos poderiam opinar sobre esse acordo?


Abraços,


Wesley




"A medida que a complexidade aumenta, as declarações precisas perdem relevância e as declarações relevantes perdem precisão." Lofti Zadeh
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#6 Mensagem por Jacobs » Ter Fev 19, 2008 1:42 pm

Será que vamos ter lift argentinos na FAB? [000]




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#7 Mensagem por Carcará » Ter Fev 19, 2008 3:20 pm

Eu quero pensar um pouco mais alto.

C-390AR :mrgreen:




CAMPANHA ANTI-FLOOD: OU POSTA KÔZA QUE PRESTE, QUE VÁ SOMAR, OU FICA SÓ LENDO. CHAT É NO MSN & QUETALES!!!

Colaborem, tigrada!!! (By Túlio)
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#8 Mensagem por FABIO » Ter Fev 19, 2008 3:26 pm

sera que o aviao IA-63 super pampa sera comprado pela FAB?




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#9 Mensagem por Luís Henrique » Ter Fev 19, 2008 4:32 pm

A Argentina precisa de caças...

O Brasil precisa de caças...

Ambos países ja sofreram (uns mais :lol: ) com problemas de dependência externa.

Dai poderia sair um caça supersônico LOW. Estilo Mako, F-50 para os 2 países e para o mercado de países com poucos recursos (América Latina e África.) :wink:




Su-35BM - 4ª++ Geração.
Simplesmente um GRANDE caça.
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#10 Mensagem por Glauber Prestes » Ter Fev 19, 2008 4:49 pm

Luís Henrique escreveu:A Argentina precisa de caças...

O Brasil precisa de caças...

Ambos países ja sofreram (uns mais :lol: ) com problemas de dependência externa.

Dai poderia sair um caça supersônico LOW. Estilo Mako, F-50 para os 2 países e para o mercado de países com poucos recursos (América Latina e África.) :wink:
Eu acharia interessante... um cacinha LOW com radar multi-função e datalink só pra não fazer feio... Se ficar o mesmo preço de T-50 e tales, dá pra aumentar consideravelmente a capacidade combativa da FAB. Operando uns 150-200 de boa, substituindo AMX, F-5, e Xavante do catre.




http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.

Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
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#11 Mensagem por Bolovo » Ter Fev 19, 2008 5:07 pm

Luís Henrique escreveu:A Argentina precisa de caças...

O Brasil precisa de caças...

Ambos países ja sofreram (uns mais :lol: ) com problemas de dependência externa.

Dai poderia sair um caça supersônico LOW. Estilo Mako, F-50 para os 2 países e para o mercado de países com poucos recursos (América Latina e África.) :wink:

E para um mercado de poucas encomendas.

Não tem jeito.

Brasil e muitíssimo menos a Argentina tem grana, tempo e capacidade para investir num projeto de caça, por mais humilde que ele seja.

Minha opinião.




"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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#12 Mensagem por FIGHTERCOM » Ter Fev 19, 2008 5:22 pm

Carcará escreveu:Eu quero pensar um pouco mais alto.

C-390AR :mrgreen:



Também acredito nessa possibilidade.


Abraços,


Wesley




PRick

#13 Mensagem por PRick » Ter Fev 19, 2008 5:24 pm

Bolovo escreveu:
Luís Henrique escreveu:A Argentina precisa de caças...

O Brasil precisa de caças...

Ambos países ja sofreram (uns mais :lol: ) com problemas de dependência externa.

Dai poderia sair um caça supersônico LOW. Estilo Mako, F-50 para os 2 países e para o mercado de países com poucos recursos (América Latina e África.) :wink:

E para um mercado de poucas encomendas.

Não tem jeito.

Brasil e muitíssimo menos a Argentina tem grana, tempo e capacidade para investir num projeto de caça, por mais humilde que ele seja.

Minha opinião.


Eu estava pensando em algo bem mais simples, um Super Pampa.

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#14 Mensagem por Marino » Ter Fev 19, 2008 5:25 pm

PRick escreveu:
Bolovo escreveu:
Luís Henrique escreveu:A Argentina precisa de caças...

O Brasil precisa de caças...

Ambos países ja sofreram (uns mais :lol: ) com problemas de dependência externa.

Dai poderia sair um caça supersônico LOW. Estilo Mako, F-50 para os 2 países e para o mercado de países com poucos recursos (América Latina e África.) :wink:

E para um mercado de poucas encomendas.

Não tem jeito.

Brasil e muitíssimo menos a Argentina tem grana, tempo e capacidade para investir num projeto de caça, por mais humilde que ele seja.

Minha opinião.


Eu estava pensando em algo bem mais simples, um Super Pampa.

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De lift, com aviônicos fabricados no Brasil




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#15 Mensagem por chm0d » Ter Fev 19, 2008 5:25 pm

Interessante.

Abs.




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