F-5EM e A-1M
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F-5EM e A-1M
FAB e Embraer retomam programa AMX - Jornal O Valeparaibano,Iara Gomes,9/Sep/2007
A FAB (Força Aérea Brasileira) e a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), em São José dos Campos, retomaram os programas de modernização dos aviões AMX e F-5. Após sucessivos contingenciamentos orçamentários, o reaparelhamento da Aeronáutica ganhou prioridade no Ministério da Defesa. Em maio deste ano, a FAB entregou à Embraer o primeiro AMX, que será o primeiro protótipo do A-1M, a versão modernizada. Em 2008, serão entregues o segundo e o terceiro protótipos, um biposto e um monoposto, segundo o major-brigadeiro do ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). O contrato de US$ 350 milhões com a Embraer para a modernização da frota de 53 caças AMX foi assinado em 2004, mas só agora começará a ser executado. "A prioridade que está sendo dada sinaliza que teremos os recursos para acelerarmos as demais fases", disse. O vôo inaugural do A-1M está previsto para o final do próximo ano. De acordo com o novo cronograma, a Aeronáutica receberá a primeira aeronave em 2010 --data prevista anteriormente para a conclusão do programa. As entregas serão concluídas em 2015. Para estender em 20 anos a vida útil do AMX, serão efetuadas modificações na configuração aviônica, que será compatível com os aviões A-29 (SuperTucano/ALX) e o F-5M, a versão modernizada do F-5. A frota de AMX, que atualmente está dividida em três lotes, passará a ter a mesma configuração. "A padronização reduzirá os custos de manutenção e teremos um ganho operacional no treinamento dos pilotos." Outro objetivo da modernização, segundo Salamone, é aumentar a capacidade operacional do AMX, que poderá receber armamentos de última geração e sensores mais modernos, que exigem maior capacidade de processamento do software. O atual é da década de 80. "O AMX é uma aeronave importante em termos de capacidade de reconhecimento, ataque e alcance e pode ser reabastecida em vôo. Buscamos a capacidade de utilização de armas de precisão, como bombas de menor potência, porém, mais precisas, que reduzem os danos colaterais. O alvo é atingido com extrema precisão." DEFESA - O AMX passará pela substituição dos aviônicos, que inclui o computador central a bordo, equipamentos de navegação, comunicação, de informações de vôo e o sistema de radar, entre outros. O sistema de auto-defesa da aeronave ganhará maior capacidade operacional. Por meio do sistema de aviso de aproximação de mísseis, o avião disparará "flares" (material incandescente empregado para despistar mísseis). Ao identificar a presença de radares, o AMX irá disparar dispositivos conhecidos como chaff, peças metálicas que interferem no sinal. CAÇAS - A modernização dos caças F-5 está prevista para ser concluída em 2009. De um total de 45 aeronaves, 15 já foram modernizadas e entregues à FAB. Só para este ano estão previstas oito entregas. Para 2008, estão previstas outras 10 aeronaves e para 2009, as últimas 12 unidades, incluindo os dois protótipos, segundo o brigadeiro Salamone. O F-5 é um caça tático de defesa aérea e ataque ao solo empregado nas bases aéreas de Canoas (RS) e Santa Cruz (RJ). O contrato da FAB com a Embraer está avaliado em US$ 285 milhões. (Leia texto nesta página) "2007 marca a retomada com prioridade do projeto de modernização do AMX e a consolidação do ponto de vista operacional do F-5 modernizado", disse Salamone.Programa ganha novo fôlego com decisão do Ministério da Defesa de priorizar reaparelhamento militar
A FAB (Força Aérea Brasileira) e a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), em São José dos Campos, retomaram os programas de modernização dos aviões AMX e F-5. Após sucessivos contingenciamentos orçamentários, o reaparelhamento da Aeronáutica ganhou prioridade no Ministério da Defesa. Em maio deste ano, a FAB entregou à Embraer o primeiro AMX, que será o primeiro protótipo do A-1M, a versão modernizada. Em 2008, serão entregues o segundo e o terceiro protótipos, um biposto e um monoposto, segundo o major-brigadeiro do ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). O contrato de US$ 350 milhões com a Embraer para a modernização da frota de 53 caças AMX foi assinado em 2004, mas só agora começará a ser executado. "A prioridade que está sendo dada sinaliza que teremos os recursos para acelerarmos as demais fases", disse. O vôo inaugural do A-1M está previsto para o final do próximo ano. De acordo com o novo cronograma, a Aeronáutica receberá a primeira aeronave em 2010 --data prevista anteriormente para a conclusão do programa. As entregas serão concluídas em 2015. Para estender em 20 anos a vida útil do AMX, serão efetuadas modificações na configuração aviônica, que será compatível com os aviões A-29 (SuperTucano/ALX) e o F-5M, a versão modernizada do F-5. A frota de AMX, que atualmente está dividida em três lotes, passará a ter a mesma configuração. "A padronização reduzirá os custos de manutenção e teremos um ganho operacional no treinamento dos pilotos." Outro objetivo da modernização, segundo Salamone, é aumentar a capacidade operacional do AMX, que poderá receber armamentos de última geração e sensores mais modernos, que exigem maior capacidade de processamento do software. O atual é da década de 80. "O AMX é uma aeronave importante em termos de capacidade de reconhecimento, ataque e alcance e pode ser reabastecida em vôo. Buscamos a capacidade de utilização de armas de precisão, como bombas de menor potência, porém, mais precisas, que reduzem os danos colaterais. O alvo é atingido com extrema precisão." DEFESA - O AMX passará pela substituição dos aviônicos, que inclui o computador central a bordo, equipamentos de navegação, comunicação, de informações de vôo e o sistema de radar, entre outros. O sistema de auto-defesa da aeronave ganhará maior capacidade operacional. Por meio do sistema de aviso de aproximação de mísseis, o avião disparará "flares" (material incandescente empregado para despistar mísseis). Ao identificar a presença de radares, o AMX irá disparar dispositivos conhecidos como chaff, peças metálicas que interferem no sinal. CAÇAS - A modernização dos caças F-5 está prevista para ser concluída em 2009. De um total de 45 aeronaves, 15 já foram modernizadas e entregues à FAB. Só para este ano estão previstas oito entregas. Para 2008, estão previstas outras 10 aeronaves e para 2009, as últimas 12 unidades, incluindo os dois protótipos, segundo o brigadeiro Salamone. O F-5 é um caça tático de defesa aérea e ataque ao solo empregado nas bases aéreas de Canoas (RS) e Santa Cruz (RJ). O contrato da FAB com a Embraer está avaliado em US$ 285 milhões. (Leia texto nesta página) "2007 marca a retomada com prioridade do projeto de modernização do AMX e a consolidação do ponto de vista operacional do F-5 modernizado", disse Salamone.Programa ganha novo fôlego com decisão do Ministério da Defesa de priorizar reaparelhamento militar
Versão do F-5 incorpora avanço - Jornal O Valeparaibano,9/Sep/2007
O F-5E, a versão modernizada do F-5, incorpora avanços tecnológicos como o "head up display". O sistema projeta no visor do capacete do piloto as informações necessárias para ele possa disparar um ataque sem ter que desviar o olhar para o painel do avião. Na nova configuração, a aeronave pode ser equipada com armamentos inteligentes, mísseis de médio alcance do tipo BVR (Beyond Visual Range), cuja tradução é além da visão do horizonte, e mísseis de curto alcance de última geração. Além disso, o F-5E possui maior capacidade de defesa. "Com a evolução dos mísseis de curto alcance, o capacete com o display integrado no visor passou a ser um equipamento necessário. Como estes mísseis não precisam ser apontados diretamente para o alvo, o piloto não precisa manobrar o avião para disparar", disse. TESTE - Em fevereiro do próximo ano, a FAB levará o F-5E para o Red Flag, nos Estados Unidos. Para participar é preciso ter aviões com capacidade operacional à altura, segundo o major-brigadeiro-do-ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). "O evento é um exercício de grande complexidade que consiste em um treinamento em cenário de guerra, que testa sistemas anti-defesa, reabastecimento em vôo, interceptação, ataque e escolta de aeronaves, entre outras", disse o brigadeiro. Na Amazônia, o F-5E tem atuado dentro das expectativas, segundo Salamone. "A FAB (Força Aérea Brasileira) está muito satisfeita com o F-5 modernizado.
O F-5E, a versão modernizada do F-5, incorpora avanços tecnológicos como o "head up display". O sistema projeta no visor do capacete do piloto as informações necessárias para ele possa disparar um ataque sem ter que desviar o olhar para o painel do avião. Na nova configuração, a aeronave pode ser equipada com armamentos inteligentes, mísseis de médio alcance do tipo BVR (Beyond Visual Range), cuja tradução é além da visão do horizonte, e mísseis de curto alcance de última geração. Além disso, o F-5E possui maior capacidade de defesa. "Com a evolução dos mísseis de curto alcance, o capacete com o display integrado no visor passou a ser um equipamento necessário. Como estes mísseis não precisam ser apontados diretamente para o alvo, o piloto não precisa manobrar o avião para disparar", disse. TESTE - Em fevereiro do próximo ano, a FAB levará o F-5E para o Red Flag, nos Estados Unidos. Para participar é preciso ter aviões com capacidade operacional à altura, segundo o major-brigadeiro-do-ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). "O evento é um exercício de grande complexidade que consiste em um treinamento em cenário de guerra, que testa sistemas anti-defesa, reabastecimento em vôo, interceptação, ataque e escolta de aeronaves, entre outras", disse o brigadeiro. Na Amazônia, o F-5E tem atuado dentro das expectativas, segundo Salamone. "A FAB (Força Aérea Brasileira) está muito satisfeita com o F-5 modernizado.
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Vector escreveu:Versão do F-5 incorpora avanço - Jornal O Valeparaibano,9/Sep/2007
O F-5E, a versão modernizada do F-5, incorpora avanços tecnológicos como o "head up display". O sistema projeta no visor do capacete do piloto as informações necessárias para ele possa disparar um ataque sem ter que desviar o olhar para o painel do avião. Na nova configuração, a aeronave pode ser equipada com armamentos inteligentes, mísseis de médio alcance do tipo BVR (Beyond Visual Range), cuja tradução é além da visão do horizonte, e mísseis de curto alcance de última geração. Além disso, o F-5E possui maior capacidade de defesa. "Com a evolução dos mísseis de curto alcance, o capacete com o display integrado no visor passou a ser um equipamento necessário. Como estes mísseis não precisam ser apontados diretamente para o alvo, o piloto não precisa manobrar o avião para disparar", disse. TESTE - Em fevereiro do próximo ano, a FAB levará o F-5E para o Red Flag, nos Estados Unidos. Para participar é preciso ter aviões com capacidade operacional à altura, segundo o major-brigadeiro-do-ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). "O evento é um exercício de grande complexidade que consiste em um treinamento em cenário de guerra, que testa sistemas anti-defesa, reabastecimento em vôo, interceptação, ataque e escolta de aeronaves, entre outras", disse o brigadeiro. Na Amazônia, o F-5E tem atuado dentro das expectativas, segundo Salamone. "A FAB (Força Aérea Brasileira) está muito satisfeita com o F-5 modernizado.
1- F-5 operando na amazônia??? Isso seria um prelúdio do deslocamento de F-5´s para a selva?
2- F-5M né???
3- Red Flag? Legal mesmo... creio que vai ser interessante, primeiro porque o nosso F-5 tem equipamentos modernos, além da alta manobrabilidade, e segundo porque vai ter F-22 operando em conjunto.
Já pensou se um F-5 "brasileiro", e "modernizado" trava num raptor??? Vai ser um rebuliço grande hein??
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
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glauberprestes escreveu:Vector escreveu:Versão do F-5 incorpora avanço - Jornal O Valeparaibano,9/Sep/2007
O F-5E, a versão modernizada do F-5, incorpora avanços tecnológicos como o "head up display". O sistema projeta no visor do capacete do piloto as informações necessárias para ele possa disparar um ataque sem ter que desviar o olhar para o painel do avião. Na nova configuração, a aeronave pode ser equipada com armamentos inteligentes, mísseis de médio alcance do tipo BVR (Beyond Visual Range), cuja tradução é além da visão do horizonte, e mísseis de curto alcance de última geração. Além disso, o F-5E possui maior capacidade de defesa. "Com a evolução dos mísseis de curto alcance, o capacete com o display integrado no visor passou a ser um equipamento necessário. Como estes mísseis não precisam ser apontados diretamente para o alvo, o piloto não precisa manobrar o avião para disparar", disse. TESTE - Em fevereiro do próximo ano, a FAB levará o F-5E para o Red Flag, nos Estados Unidos. Para participar é preciso ter aviões com capacidade operacional à altura, segundo o major-brigadeiro-do-ar Ronaldo Salamone Nunes, diretor de Ciência e Tecnologia do CTA (Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). "O evento é um exercício de grande complexidade que consiste em um treinamento em cenário de guerra, que testa sistemas anti-defesa, reabastecimento em vôo, interceptação, ataque e escolta de aeronaves, entre outras", disse o brigadeiro. Na Amazônia, o F-5E tem atuado dentro das expectativas, segundo Salamone. "A FAB (Força Aérea Brasileira) está muito satisfeita com o F-5 modernizado.
1- F-5 operando na amazônia??? Isso seria um prelúdio do deslocamento de F-5´s para a selva?
2- F-5M né???
3- Red Flag? Legal mesmo... creio que vai ser interessante, primeiro porque o nosso F-5 tem equipamentos modernos, além da alta manobrabilidade, e segundo porque vai ter F-22 operando em conjunto.
Já pensou se um F-5 "brasileiro", e "modernizado" trava num raptor??? Vai ser um rebuliço grande hein??
Melhor que não trave num Raptor, porque dai a FAB é capaz de querer comprar mais uns 40 e tantos F-5 para modernizar

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Desculpe a brincadeira!
Abraços
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Carlos Mathias escreveu:Agora vai!
Parece que pelo menos a modernização vai...
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O AMX eu estou quase dando como caso perdido, mas o F-5 daqui 2 anos estaão todos aqui.
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Sniper escreveu:Carlos Mathias escreveu:Mitinga na red flag? Sei não, nos dias de hoje, acho que é fraquinho demais.
Até tú Carlos?
Para com essa síndrome de virqa lata homem!
O Mike não é nenhuma maravilha, mas é o que temos e está longe de ser uma mer$# ou Mitinga como você goasta!
Vamos dizer que não está no nível do F-22, mas é melhor que F-5E sem RWR e A-1 sem radar. Acredito eu, que os nosso resultados serão muito parecidos ao do Tigre III chileno em 1998, claro que com algumas diferenças, já faz dez anos, mas mesmo assim, é algo updated, com datalink, rwr, radar, bvr e tal. Farão um bom trabalho. Só resta saber qual será o esquadrão que irá, o 1º ou 2º/1ºGAvCa ou o 1º/14ºGAv. Acho que será o Catorze, por terem o avião a mais tempo, voarem mais e estarem com a doutrina de combate mais em dia.
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Vou repetir o mesmo post em outro tópico:
Por que alguns estão dizendo que a FAB deu vexame na última Red Flag que participou? Vi os relatórios oficiais que seviram de base para as matérias que sairam no Base Militar e não me pareceu isso. Na minha opinião, a atuação da FAB foi conservadora, bastante cautelosa. O treinamento aqui no Brasil também não foi o ideal (focaram muito uma coisa, esqueceram de outra)... Mas a participação foi pequena, foi pensada em ser pequena e nossos objetivos foram colhidos, sendo o principal o aprendizado dos conceitos de strike package. Para a Red Flag, a presença da FAB pode ter sido mínima, mas para a FAB foi extremamente proveitosa. Convenhamos, não é isso que interessa? Ou que pelo menos interessava na época?
Além do mais, esse negócio de a FAB não ser convidada, não é assim que funciona. A FAB pode participar sempre que quiser. Mas participar de uma operação como essas sai muito caro. Muito caro. Só vale a pena, como valeu antes, se houver um aprendizado que precisemos entender na prática como funciona (na época o strike package) e para avaliar o desempenho de uma aeronave específica (na época o AMX). Para a próxima edição, não sei se a FAB ainda tem algo de grande relevância para absorver, pois já houve uma tremenda evolução doutrinária nos últimos anos, tendo as Cruzex como exemplos mais claros. No entanto, há a necessidade de avaliar o desempenho do "novo" F-5M num cenário de alta intensidade da guerra moderna. Sendo assim, o que acontece? A FAB estará presente. Não há bobos na FAB, apesar de ter gente por aqui que pensa dessa maneira.
Por que alguns estão dizendo que a FAB deu vexame na última Red Flag que participou? Vi os relatórios oficiais que seviram de base para as matérias que sairam no Base Militar e não me pareceu isso. Na minha opinião, a atuação da FAB foi conservadora, bastante cautelosa. O treinamento aqui no Brasil também não foi o ideal (focaram muito uma coisa, esqueceram de outra)... Mas a participação foi pequena, foi pensada em ser pequena e nossos objetivos foram colhidos, sendo o principal o aprendizado dos conceitos de strike package. Para a Red Flag, a presença da FAB pode ter sido mínima, mas para a FAB foi extremamente proveitosa. Convenhamos, não é isso que interessa? Ou que pelo menos interessava na época?
Além do mais, esse negócio de a FAB não ser convidada, não é assim que funciona. A FAB pode participar sempre que quiser. Mas participar de uma operação como essas sai muito caro. Muito caro. Só vale a pena, como valeu antes, se houver um aprendizado que precisemos entender na prática como funciona (na época o strike package) e para avaliar o desempenho de uma aeronave específica (na época o AMX). Para a próxima edição, não sei se a FAB ainda tem algo de grande relevância para absorver, pois já houve uma tremenda evolução doutrinária nos últimos anos, tendo as Cruzex como exemplos mais claros. No entanto, há a necessidade de avaliar o desempenho do "novo" F-5M num cenário de alta intensidade da guerra moderna. Sendo assim, o que acontece? A FAB estará presente. Não há bobos na FAB, apesar de ter gente por aqui que pensa dessa maneira.
Vinicius Pimenta
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