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Por favor, não saia do debate, são participações como a sua que engrandecem o tema.
Moderadores: Glauber Prestes, Conselho de Moderação
É óbvio que concordou. Cadê as respostas ao post do seu colega? Fui eu que debati isso, também falei de um post de um cara de um fórum chileno que rebateu estas explicações sobre radar e outras tantas e o cara se, não me engano, é eng. eletrônico, portanto argumentos favoráveis ao Flanker e muito bem embasados não faltam.
Estão falando de dinheiro sobrando no caso da compra do Gripen, mas não é bem assim não, a verba vem de acordo com o que se tem que gastar, essa de vai sobrar para comprar material e tal não é bem assim não. Aliás não tinham dito aí que o dinheiro não dá para operar o Flanker? Como é que agora tem e até sobra para o Gripen?
O longo alcance do N011 serve para qualquer tipo de alvo e não apenas contra um Gripen, portanto é uma vantagem sim
aliás deve-se dizer também que o radar oferecido é o BARS de varredura sintética, que segundo todas as publicações especializadas é muito mais eficiente que um radar de antena convencional como o PS01(?).
Qual o alcance das atuais armas BVR do Gripen(em uso)? 50, 60 km? A essa distância ele já terá sido detectado e alvejado por armas de maior alcance como o R-77 e R-27ER/A e ainda que entrem na arena WVR o R-73E tem melhor alcance, até 40km, portanto terá maior energia em fases iguais do vôo, pelo menos.
Estes dados comparativos de alcance deveriam ser colocados com mesma carga de armas e não com carga maior para o Flanker e, como já falei, a diferença de peso computada em combustível e mais tanques para o Flanker, se bem que ele não precisa, ainda existe a questão de quem chega primeiro já que o Su-35 é meis veloz que o Gripen.
Sobre armas inteligentes, no conflito do Iraque mais de 95% das armas lançadas foram convencionais, portanto quando se pensa em uma força "pobre" como a nossa pensar em "chuva" de GBU, Taurus e outras é improvável, vai cair é MK's mesmo e bem poucas guiadas, que aliás podem ser lançadas pelos F-5M e A-1M.
Quantos F-5 caem em média? Quantos A-1 e M-III? Facilmente percebe-se que os monomotores caem mais,
Falar de um Flanker decolando de pistas secundárias com 8ton de armas e full comb é forçar um pouco a barra, nenhum caça consegue isto, aliás onde estão as fotos do gripen decolando/pousando de uma pista mal preparada? Não servem aqueles tapetes suecos, são melhores que nossas pistas de aeródromos de interior.
Alguém aí falou que o requisito da FAB fala em interceptação à 3000Km, me parece que o Gripen não é o mais apto para tal tarefa, agora como quebra galho pode ser, mas aí até o F-5M serve não é?
Esse papo de xiita depende do ponto de vista do xiita, como já disse antes o que é xiita prá um pode não ser prá outro, o que acontece é que prá me convencer vai ser preciso argumentos bem mais convincentes que estes, aos quais sempre consigo opor outros mas que só valem prá um lado como por exemplo quando alguém diz que persistência de combate não é relevante, ou não importante, ou qualquer outro nome que se dê, morou?
Prá me convencer que o mosquito é melhor para o Brasil que o Su-35 vai ser preciso muito mais que isso, não adianta colocar o aeromodelo em vantagem nos dados, coloca os dois lado a lado, mesma carga, mesmo combustível, mesmo apoio e aí sim vamos ver, aliás eu nem preciso por que o superioridade do Flanker é cristalina e óbvia, quá, quá, quá!
talharim escreveu:A FAB cedeu,mas nunca desistiu do verdadeiro PROJETO F-X........
Como em 2007 esse governo ja deixará de existir,nosso País estará em melhores condiçoes financeiras,nossas FAs terao um orçamento maior para investimentos,serao outros quinhentos 8)
POR QUE NAO comprar Typhoon? A desculpa sempre foi de ordem financeira,mas a razao principal é POLITICA para o cancelamento do FX.
ZeRo4 escreveu:Bem, se for para não comprar o Su-35, perante aos custos em comparação com o Gripen, é melhor comprar mais F-5E e modernizálos com CERTEZA. Segundo, já ouviu falar da frase "No Pain! No Gain!" ?! então... de que adianta cada piloto de caça da FAB voar 5000hrs por ano (é possível ?! é claro que estou cometendo uma hipérbole...) se o avião em si não tem capacidades necessárias para defender o Brasil ?!
ZeRo4 escreveu:Segundo, acredito que os 12 aviões serão um trampolim para uma "nova era". Ao escolhermos o F-16, Mirage2000BR ou Gripen, daqui a 40 anos estaremos discutindo tudo de novo... Se escolhermos o Su-35, vamos implantar de vez a logística Russa por aqui... e substituiremos os AMX e F-5BR por aeronaves de padrão Russa, o que nos possibilitaria estar mais acostumados caso venhamos a decidir entrar no PAK-FA.
ZeRo4 escreveu:É... o negócio é o Brasil adquirir para defender os nossos céus, um avião que mal defende um "Aeroclube".
PS: Brasileiro é assim mesmo, quando tem algo de bom nas mãos, descarta pra ficar com o que é consideravelmente "pior".
ZeRo4 escreveu:A vantagem do Flanker não se trata apenas de bombas, mais de combustível, mísseis ar-ar e ar-terra. Bombas inteligentes nem sempre são a melhor opção até pq são mais caras, então para alguns tipos de missão as bombas burras ainda são a melhor opção. Fica claro que a discussão não é sobre bombardeiros puros, mas fica mais claro ainda a vantagem do Su-35 e poder carregar bem mais bombas, a maiores distâncias sem tanques extras e/ou Revo.
PS: Queria ver como o AMX se sairia em ambientes de alta intensidade...
ZeRo4 escreveu:Pq ?! não é para isso que os radares mais atuais podem disparar em 2, 4 ou 6 alvos considerados prioritários apontados pelo próprio radar/computador de tiro ?!
ZeRo4 escreveu:Nem precisa... já ta mais que ilustrado que um número menor de Su-35 pode cumprir perfeitamente a mesma missão de um número maior de Gripens + Revo.
Vinicius Pimenta escreveu:Será, será?Quem vai absorver a tecnologia do Su-35, a Avibrás?
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FinkenHeinle escreveu:Se tu puder procurar no site "Sistemas de Armas", sobre a modernização do AMX, tem uma parte que fala sobre armas guiadas. Faz-se uma comparação entre os custos de usar bombas burras para atacar um objetivo, e de bombas guiadas para a mesma missão.
Tomando como partida que para destruir um alvo com bombas burras seria necessário um número maior de bombas, e conseqüentemente um número maior de caças, chegou-se à conclusão que, em uma boa parte das ocasiões, o uso de bombas guiadas oferece um custo até mesmo menor.
Afora isso, o Gripen foi projetado desde o início como um caça Multi-Role/Swing-Role, ou seja, Multifuncional. Apesar de todas as modificações, o Su-35 é um caça que tem ainda todos os traços de um Caça de Superioridade Aérea. Assim, o Gripen tem maior capacidade de acerto de alvos utilizando-se bombas burras que o Flanker!
FinkenHeinle escreveu:Sem dúvida. Entretanto, se tem algo que aprendi jogando Harpoon 4, é que uma missão não é simplesmente levantar vôo, lançar os mísseis e voltar para a casa. Á todo momento o piloto tem que estar manobrando, pensando, e em diversas ocasiões, usar vários mísseis para abater UM único caça, já que os mísseis BVR não tem taxas de acerto de 100%.
FinkenHeinle escreveu:O Su-35 teve esse problema principalmente por causa de seus mísseis, o R-77, que tinha um desempenho bastante inferior em taxa de acerto, em relação ao AIM-120.
Bom, não vou descrever todas as situações, mas o fato é que um único caça não abate 5 ou 6 inimigos de uma só vez.
ZeRo4 escreveu:Nem precisa... já ta mais que ilustrado que um número menor de Su-35 pode cumprir perfeitamente a mesma missão de um número maior de Gripens + Revo.
FinkenHeinle escreveu:Sim, e não. Conquanto que o Su-35 tenha uma capacidadades de armamentos e outras quesões superiores ao Gripen, uma coisa ainda não é possível fazer: um Su-35 atuar, ao mesmo tempo, e duas missões. Ele NUNCA poderá estar em dois lugares ao mesmo tempo, mas os Gripens sim, de forma que esse "cálculo" de equivalência de tantos Flankers equivalem por tantos gripens não se mostra verdadeiro na prática.
FinkenHeinle escreveu:Não, a Avibrás não tem NENHUMA capacidade para adquirir tecnologia de caças da Rússia, simplesmente porque ela não trabalha nessa área.
FinkenHeinle escreveu:Sem dúvida, tu tens em parte razão. Não adianta voarmos 5.000 Hs/Ano em um Xavante (sem desmerecer o Aposentado), mas igualmente não adianta voar 50 Hs/Ano num caça como o Su-35.
FinkenHeinle escreveu:O Gripen talvez seja o que melhor equaliza tudo isso, pois seu custo operacional é bastante baixo. Além do que, o Gripen tem sim condições e capacidades necessárias para defender o Brasil.
FinkenHeinle escreveu:Não podemos pensar que o F-X trará a FAB das "trevas para a luz", de forma mágica. Não, isso não é verdade! A FAB é muito mais além da Aviação de Caça, que tu chama de "topo da cadeia alimentar", mas se o predador-mor não tiver o devido suporte da FAB, ele não terá sua eficiência utilizada ao máximo, como já cansei de dizer.
FinkenHeinle escreveu:Por isso, a FAB não é composta de forças e aviações estanques. A Aviação de Caça depende tanto da Aviação de Trasnporte, e vice-versa. A FAB é um agrupamento de forças atuando de forma simbiótica, ou seja, como uma só!
FinkenHeinle escreveu:Para mim, eu escolheria a Ferrari, mas levando em consideração os custos, qual tu escolheria, sabendo que a tua disponibilidade financeira não é tão boa?! Ora, um Ômega é um ótimo veículo, em todos os sentidos, e em 95% das ocasiões, irá satisfazer as tuas necessidades, com um custo mais acessível!
Vinicius Pimenta escreveu:
Será, será? Quem vai absorver a tecnologia do Su-35, a Avibrás?ZeRo4 escreveu:
Pq não ?FinkenHeinle escreveu:
Não, a Avibrás não tem NENHUMA capacidade para adquirir tecnologia de caças da Rússia, simplesmente porque ela não trabalha nessa área.