NAe São Paulo - A12

Assuntos em discussão: Marinha do Brasil e marinhas estrangeiras, forças de superfície e submarinas, aviação naval e tecnologia naval.

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#766 Mensagem por Bolovo » Dom Dez 03, 2006 3:38 pm

Bem... eu nunca gostei do A-12, nunca quis os A-4KU, enfim, para mim é tudo uma porcaria sem fim. Eu gostaria de um LHD com helicopteros e tal. Mas como nem tudo são flores... eu modernizaria o A-12, com Siconta Mk4, Misseis Aspide 2000, CIWS de 57mm e tal. Uns 12 A-4KU (todos os biplace + 9 monoplaces) do VF-1 seriam modernizados nos moldes do A-4AR argentino. Comprava dos estoques da USN uns 4 TA-4J para treinamento (muito treinamento). Compraria uns 10 SH-60 (novos ou usados) para subsituir TODOS os helicopteros da força. E pegava uns 4 daqueles S-3 que os EUA estão dando de graça, para servirem de aeronave REVO, ASW e ASuW (Harpoon Block II) no lugar dos SH-3 que estão aos pedaços.

Sai caro, mas acho que é bem possivel de ser realizado.




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#767 Mensagem por Einsamkeit » Dom Dez 03, 2006 3:43 pm

Eu ja trocaria os A-4 do tempo que o Tulio era pequeno, Por F-18Mlu ou C/D




Somos memórias de lobos que rasgam a pele
Lobos que foram homens e o tornarão a ser
ou talvez memórias de homens.
que insistem em não rasgar a pele
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#768 Mensagem por Bolovo » Dom Dez 03, 2006 3:51 pm

Einsamkeit escreveu:Eu ja trocaria os A-4 do tempo que o Tulio era pequeno, Por F-18Mlu ou C/D

Se decolassem e coubessem no A-12...

A catapulta teria que operar quase sempre em FULL e os aviões nunca decolariam lotados... compensaria os custos?

Claro que eu gostaria de F/A-18A na MB... mas sei lá.




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#769 Mensagem por Einsamkeit » Dom Dez 03, 2006 4:10 pm

Fighter mission
16,651 kg

Attack mission
Approx 23,541 kg
Maximum
Approx 25,401 kg


Isso da e sobra, Alem disso existe Buddy - Buddy, onde podem decolar 2 para ataque com pouco combustivel e um terceiro para reabastece-los, enfim existem milhares de combinaçoes possiveis, e sim o F-18 C/D pode operar no A-12 como ja foi postado aqui

E nao me venha com chorumelas




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ou talvez memórias de homens.
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#770 Mensagem por Bolovo » Dom Dez 03, 2006 4:27 pm

Einsamkeit escreveu:Fighter mission
16,651 kg

Attack mission
Approx 23,541 kg
Maximum
Approx 25,401 kg


Isso da e sobra, Alem disso existe Buddy - Buddy, onde podem decolar 2 para ataque com pouco combustivel e um terceiro para reabastece-los, enfim existem milhares de combinaçoes possiveis, e sim o F-18 C/D pode operar no A-12 como ja foi postado aqui

E nao me venha com chorumelas

Então...

Imagem

F/A-18MLU récem-adquirido pela Marinha do Brasil pousando no porta-aviões São Paulo


hehehe :lol:

Uns 12 F/A-18MLU, 4 S-3B, 10 SH-60 na MB e uns 60 Gripen ou EF-2000 na FAB ficaria de muito bom gosto.

O foda seria achar uma aeronave AEW para a MB.

O Merlin AEW seria limitado demais.

O E-2 não decola e nem cabe no A-12.

Não temos muitas escolhas.




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#771 Mensagem por PRick » Dom Dez 03, 2006 4:35 pm

É engraçado como um determinado assunto volta de tempos em tempos aqui.

Todos os anuários e livros sobre o FOCH. Como o JANE´s, dizem que as catapultas do SP são do modelo Mitchell Brown BS-5, as mesmas usadas no antigo NAE ARK ROYAL da Royal Navy, este NAE operava os F-4 Phanton II navais, as catapultas dele estavam taxadas para até 22 toneladas.

Parece que por razões de segurança e durabilidade, as catapultas do Foch foram taxadas para 15 a 20 toneladas, mas nada que não possa ser alterado de novo. Por sinal os EUA ofereceram o "serviço", em troca do F-16 no F-X. Que pode ser realizado no AMRJ mesmo.

Os F-18 modelos A tem peso vazio de 10 toneladas, peso na função de interceptação de 15 toneladas e peso máximo de decolagem na ordem 22 toneladas. Por sinal muito parecido com os atuais RAFALES Navais, que são mais leves e mais potentes que os modelos testados no FOCH em 1994.

Os F-18 C são mais pesados, podem decolar com até 25,5 toneladas, mas tanto este peso, quanto as 22 toneladas do Modelo A, são para operação terrestre, em operações navais os pesos devem ficar em torno de 20/23 toneladas. Mesmo a bordo dos NAE´s do EUA. A margem de segurança tem que ser muito maior.

O avião ideal para operar no NAE SP, são os CF-18A do Canadá, porque possuem as mesmas turbinas do Modelo C, portanto, uma realção peso potência excelente. O mesmo podemos dizer com o Rafale M, com as novas turbinas M-88 lote 03, muito superiores aos Protótipos usados para testes no NAE Foch.

Como foi postado na Área dedicada as Forças Aéreas, o uso destas aeronaves vão implicar em algumas modificações no São Paulo, como, a modificação dos defletores de turbinas, aparelhos de parada e reacalibragem das catapultas, obras de custo nada significativo, dado o aumento brutal do poder de fogo do Navio.


Existe a opção mais barata(será?) de reforma dos A-4.
O que está faltando mesmo é grana. :lol:


[ ]´s




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#772 Mensagem por Matheus » Dom Dez 03, 2006 5:06 pm

20 CF-18A+armamento
7/3 MERLIN ASW/AEW

2X8 ASPIDE+2 TRINITY

E tava morta a cobra...porém gastaria cerca de 1,0bi. Outra opção seria trocar os helis por cougars, um pouco mais baratos...




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#773 Mensagem por Alitson » Dom Dez 03, 2006 6:16 pm

PRick escreveu:É engraçado como um determinado assunto volta de tempos em tempos aqui.

Todos os anuários e livros sobre o FOCH. Como o JANE´s, dizem que as catapultas do SP são do modelo Mitchell Brown BS-5, as mesmas usadas no antigo NAE ARK ROYAL da Royal Navy, este NAE operava os F-4 Phanton II navais, as catapultas dele estavam taxadas para até 22 toneladas.



eu sempre coloquei isso, mas... se as catapultas fossem o problema... o problema é grana...




A&K M249 MK.I
G&P M4 CARBINE V5
G&P M4A1
G&P M16A3+M203
ARES SCAR-L
KING ARMS M4CQB
STARK ARMS G-18C GBB
CYMA G-18C AEP
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Marino
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#774 Mensagem por Marino » Dom Dez 03, 2006 8:34 pm

Quanto ao AEW, a Embraer já apresentou o projeto do Tracker AEW, remotorizado como os argentinos. Célula entregue por uma empresa americana e o resto do serviço no Brasil.
Falta grana.




rslrdx
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Contato:

Re: aviões

#775 Mensagem por rslrdx » Dom Dez 03, 2006 8:53 pm

Marino escreveu:
rslrdx escreveu:É induscutivel a utilidade de um porta aviões, mas somente uma arma com os aviões que possui. Quero saber qual a avaliação dos avioes do Porta aviões que temos em relação aos aviões que (simuladamente) vem a enfrentar e comparalos tambem com os que temos aki e que ja estão basicamete aposentados, e os novos, pq se os aviões que o NAE possui agora tem alguma dificuldade de combater os Mirage III que ja estão aposentados, combater os tucanos da fab, assim como o "novo" ALX, ou mesmo o AMX, que poderiam esses aviões fazer em um conflito real? me parece que o porta aviões, com esses aviões que tem agora é praticamente inutil, talves consiga brigar com paises que nao tenhão melhorado sua FA nos ultimos 25 anos.

Caro RSLRDX
Em primeiro lugar não vamos nos esquecer que estamos na América do Sul. Quando normalmente pensamos em PA imaginamos um Grupo de Batalha nucleado em NAe norte-americano. Nossa realidade é outra.
Se fosse para enfrentar a marinha americana, o São Paulo poderia estar armado com Rafales ou SU-33 que o resultado seria o mesmo. Somente os submarinos teriam chance.
Vamos imaginar: em um contexto latino-americano, operando fora do alcance da aviação baseada em terra, ou mesmo dentro deste alcance com os SU-30 que estão chegando por aqui, para detectar uma FT brasileira nucleada no São Paulo seria necessário uma aviação de patrulha (esclarecimento), que no caso latino seria de P-3, Bandeirulha, ou Viking no futuro. Contra estes aviões os A-4 sobram sem muito esforço. Sem patrulha e esclarecimento inimigos, a FT do São Paulo pode usar os SH-3 armados com Exocet, ou talvez o futuro SH-70, armado com penguin (tomara), contra os alvos de superfície sem ser incomodada.
Mas a Embraer já apresentou uma proposta para a MB de modernização dos A-4 para o padrão do F-5M. Depende de verba.
O que falta para o São Paulo? AEW, com projeto também já apresentado pela Embraer e aviões para esclarecimento a longa distância, talvez os Viking que foram oferecidos pelos americanos.
Acho que em 2007 podemos ter algumas novidades.
Um abraço
Marino


Pois é... não esqueci que estamos na AL e nem sonho em atacar qualquer grupo de batalha americano ou de qualquer outro pais que tenha tal poderil, o que me intriga é, se fosse um conflito local, so na america do sul, o NAe não seria exatamente necessario, porem oferece opcões de ataque.




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#776 Mensagem por Brasileiro » Dom Dez 03, 2006 8:54 pm

Existe a opção mais barata(será?) de reforma dos A-4.
O que está faltando mesmo é grana.


Bom, eu vejo o seguinte:
Se a Marinha quiser continuar a operar o AF-1, será obrigada a modernizá-lo, pelo menos 12 deles. As peças para o seu obsoleto sistema eletrônico e do motor já são difíceis de serem encontradas, tornando difícil a manutenção deles. Eu imagino ainda que houve um "defeito" na compra dos A-4: deveriam ter comprado mais do modelo biplace, esses modelos não são operados no A-12, na minha opinião poderiam ter comprado o dobro (6).
A vantagem de comprar F-18 é que eles não precisariam de modernização imediata, e a manutenção dele pode ser que seja mais fácil pois é mais moderno e as peças são muito mais fáceis de achar. Porém o problema dele deve ser o preço de operação, pois se trata de um caça bimotor, portanto consome mais combustível e precisa de mais manutenção.
Uma opção interessante poderia ser a operação de 12 AF-1 modernizados, somados à outros 14 F-18. Assim, utilizariam o AF-1 para "ralar" e por ser mais econômico, e em operações embarcadas o F-18 ou um mix. Isso seria semelhante ao que acontece nos Fuzileiros Navais, onde utilizam FAL para ralar e M-16 para operações. A desvantagem disso seria a duplicação dos esforços ligísticos.
Se a Marinha operasse apenas o F-18 (14 unidades) eu duvido que contem com mais de 8 operacionais na maior parte do tempo.
Por falar nisso, precisamos urgentemente colocar cerca de 10 AF-1 operacionais para fazermos uma operação decente no A-12.


abraços]




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#777 Mensagem por juarez castro » Dom Dez 03, 2006 11:01 pm

Eu penso que a operação de qualquer versão do F 18 no SP ´pe muito apertada, porquê:

As Catapultas operam dentro de um limite de segurança/vida útil, ou seja, se recalibrar para operar full 100% vai degradar mais rápido, vai apresentar problemas com regularidade e submete todo o sistema de pressurização a limites de insegurança.

Somente um dos elevadores do SP pode operar o F 18, se der um pitt numa missão, a operação fica comprometida.

Existem 02 outras mudanças também bem importantes e caras de serem feitas , que são o sistema de catapultagem,o SP usa o "cabresto" e os F18 usam o sistema americano com o "carrinho", e o mais importante , recalibrar o sistemas de parada, que é bem caro também.

Grande abraço




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#778 Mensagem por Matheus » Dom Dez 03, 2006 11:06 pm

juarez castro escreveu:Eu penso que a operação de qualquer versão do F 18 no SP ´pe muito apertada, porquê:

As Catapultas operam dentro de um limite de segurança/vida útil, ou seja, se recalibrar para operar full 100% vai degradar mais rápido, vai apresentar problemas com regularidade e submete todo o sistema de pressurização a limites de insegurança.

Somente um dos elevadores do SP pode operar o F 18, se der um pitt numa missão, a operação fica comprometida.

Existem 02 outras mudanças também bem importantes e caras de serem feitas , que são o sistema de catapultagem,o SP usa o "cabresto" e os F18 usam o sistema americano com o "carrinho", e o mais importante , recalibrar o sistemas de parada, que é bem caro também.

Grande abraço


o CF-18A pesa vazio pouco menos de 11000Kg. 80 ou 90% do tempo vão treinar sem armamento algum apenas com mais 4 ou 5 mil Kg de combustível. Ou seja, operaria pelo meno 3 mil Kg abaixo do limite atual.
Essas modificações devem custar 0,00000001% de UMA escolta AAW nova. Prefiro alguns CF-18 com AIM-120 nesta função...




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#779 Mensagem por Marino » Dom Dez 03, 2006 11:13 pm

Vou levantar uma hipótese que não sei se já foi colocada.
Com a entrada em serviço do Rafale na França, estarão disponíveis os SEM (Super Etendard Modernizé), atualmente em uso.
Será possível que a MB esteja esperando para que estes aviões venham de "graça" como o próprio navio?
Na França são utilizados para ASupW e como interceptadores, limitados claro.
Marino




PRick

#780 Mensagem por PRick » Dom Dez 03, 2006 11:59 pm

juarez castro escreveu:Eu penso que a operação de qualquer versão do F 18 no SP ´pe muito apertada, porquê:

As Catapultas operam dentro de um limite de segurança/vida útil, ou seja, se recalibrar para operar full 100% vai degradar mais rápido, vai apresentar problemas com regularidade e submete todo o sistema de pressurização a limites de insegurança.

Somente um dos elevadores do SP pode operar o F 18, se der um pitt numa missão, a operação fica comprometida.

Existem 02 outras mudanças também bem importantes e caras de serem feitas , que são o sistema de catapultagem,o SP usa o "cabresto" e os F18 usam o sistema americano com o "carrinho", e o mais importante , recalibrar o sistemas de parada, que é bem caro também.

Grande abraço


Vamos por partes:

O sistema de engate na catapulta já foi modificado, ainda na época dos teste do Rafale, o SP pode atuar com os dois sistemas, tanto o cabestro como o sistema mais atual, do RAFALE ou F-18.

Quanto aos elevadores, existe um erro grave de informação, tem Sítio que divulgam os tamanho dos elevadores do SP de modo errado, como se ambos tivessem 16x11 metros.

Na verdade, o SP possui um elevador de 16x11 metros na lateral, portanto, com a parte posterior dele, aberta. O segundo elevador, possui 17x13 metros, este é fechado. Ambos são taxados para até 20 toneladas de peso.

O F-18A/C possuem a mesma dimensão, 17 metros por 11,42 metros de asas. Mas acontece que as mesmas são dobráveis. Assim, ficando com menos uns 08 metros de largura. Assim, basta uma pequena inclinação na posição diagonal para comodar sem problemas o F-18A/C no SP, no elevador da frente. Já o elevador da lateral não existe problema, já que parte da aeronave pode ficar para fora do mesmo.

Digamos que limitemos ambas as catapultas para lançar 20 toneladas. O F-18A em missão ar-ar com full de combustível deve pesar 15.200 kgs. Ora, é possível prever que podemos atuar com 19.000 kgs em missão de ataque com um boa carga militar, algo em torno de 4 toneladas de armas, fora o combustível. Ainda ficaríamos com 3.000 kgs de sobra na catapulta. Além disso, o A-12 deve ficar mais uns 15 anos em serviço, com catapultas que só foram usadas de forma intensa somente em meados da década de 1990.

Mas como foi mencionado, a maior parte do tempo vamos ter vôos de treinamento, com apenas combustível interno e alguns mísseis ar-ar. ou seja, uns 14.000 kgs de peso na hora da decolagem.

[]´s




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