|
Defesa
|
|
Escrito por Defesa Brasil
|
|
Qui, 26 de Novembro de 2009 08:24 |
|
Operação Laçador simulou ontem como seria feita a ocupação em uma usina na fronteira.
Numa manobra de cerca de 40 minutos, o Exército fez uma demonstração da estratégia de defesa do país. Com nove aeronaves e 450 militares espalhados em pontos estratégicos, a Operação Laçador simulou a tomada de uma usina binacional, representada pela Usina Hidrelétrica Itá, no limite dos municípios de Itá (SC) e Aratiba(RS), no norte do Estado.
A guerra fictícia entre os países Verde e Amarelo se desenrola desde o dia 16 no sul do Brasil. Dezesseis generais comandaram operações de defesa. No porto de Rio Grande, o foco principal foi a proteção de uma bacia petrolífera, numa analogia à preocupação com a defesa do petróleo da camada pré-sal. Em Itá, as forças armadas do país Verde se anteciparam à mobilização do inimigo e ocuparam a usina binacional.
Tão logo os helicópteros apontaram no horizonte, sinalizadores foram disparados dos pontos de tomada, apontando a direção para as aeronaves que deveriam ocupar a usina. Na mata, os snipers – atiradores de elite – se movimentavam camuflados. Dos helicópteros, desciam cordas por onde desembarcavam os militares. A técnica usada foi o fast rope, uma espécie de rapel. Com a ocupação da usina, o país Verde garantiu a soberania sobre a produção de energia, ação imprescindível para vencer uma guerra.
Sob os olhares de generais de alta patente, e do Comandante Militar do Sul, general José Carlos De Nardi, a Operação Laçador demonstrou a aproximação das Forças Armadas.
– Não existe uma ideia de ofensiva, mas é como dizer, não entrem no nosso território, porque aqui temos forças preparadas – disse Denardi.
Fonte: Zero Hora
Saiba mais:
Ítens recentes:
Veja também:
|