ANArC usa 1.400 passagens "de grátis" por mês!
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- jambockrs
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ANArC usa 1.400 passagens "de grátis" por mês!
Meus prezados:
A ANArC usa 1.400 passagens "cortesia" por mês, principalmente nos fins de semana. São vôos a trabalho. Eu, hein?!
Quarta, 8 de novembro de 2006, 10h10
Funcionários da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - responsável pela fiscalização de empresas aéreas - recebem cerca de 1,4 mil passagens gratuitas por mês. O número de "passes livres" equivale a 12 Boeings 737-600 lotados. Na época do Departamento de Aviação Civil (DAC), órgão que antecedeu a Anac o número de passagens solicitadas era, em média, de 600 por mês.
O acordo de passes livres entre empresas concessionárias e o órgão regulador existe há mais de cinco anos. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, no mês em que a Anac foi instalada, em março, o volume de passagens saltou para 1.012. O maior número de solicitações ocorre nas sextas e segundas-feiras, o que pode caracterizar uso para fins privados.
O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), há duas semanas, propôs à Anac acordo limitando em 600 o número de passes mensais, ou 7.200 por ano. Segundo as companhias, a Anac defendeu o uso de 15 mil passagens por ano.
O acordo de passes livres foi firmado para permitir que inspetores de vôo, responsáveis por fiscalizar empresas e tripulantes, pudessem fazer seu trabalho depois que o governo Fernando Henrique começou a contingenciar os recursos do órgão. Ainda de acordo com o Estado, atualmente, não são apenas os inspetores que utilizam o passe, mas toda a diretoria da Anac e funcionários de diversos departamentos. O jornal não obteve resposta da Anac em relação ao assunto.
Fonte: Terra.
Um abraço e até mais...
A ANArC usa 1.400 passagens "cortesia" por mês, principalmente nos fins de semana. São vôos a trabalho. Eu, hein?!
Quarta, 8 de novembro de 2006, 10h10
Funcionários da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - responsável pela fiscalização de empresas aéreas - recebem cerca de 1,4 mil passagens gratuitas por mês. O número de "passes livres" equivale a 12 Boeings 737-600 lotados. Na época do Departamento de Aviação Civil (DAC), órgão que antecedeu a Anac o número de passagens solicitadas era, em média, de 600 por mês.
O acordo de passes livres entre empresas concessionárias e o órgão regulador existe há mais de cinco anos. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, no mês em que a Anac foi instalada, em março, o volume de passagens saltou para 1.012. O maior número de solicitações ocorre nas sextas e segundas-feiras, o que pode caracterizar uso para fins privados.
O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), há duas semanas, propôs à Anac acordo limitando em 600 o número de passes mensais, ou 7.200 por ano. Segundo as companhias, a Anac defendeu o uso de 15 mil passagens por ano.
O acordo de passes livres foi firmado para permitir que inspetores de vôo, responsáveis por fiscalizar empresas e tripulantes, pudessem fazer seu trabalho depois que o governo Fernando Henrique começou a contingenciar os recursos do órgão. Ainda de acordo com o Estado, atualmente, não são apenas os inspetores que utilizam o passe, mas toda a diretoria da Anac e funcionários de diversos departamentos. O jornal não obteve resposta da Anac em relação ao assunto.
Fonte: Terra.
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ANAC explica uso de passes-livres
Meus prezados
Nota de Esclarecimento da ANAC - 09.11.2006
SOBRE O USO DO PASSE LIVRE PELA ANAC
Em resposta a matéria sobre uso de passes livres pela Agência Nacional de Aviação Civil publicada no jornal Estado de São Paulo de 08-11-2006, a ANAC vem a público refutar categoricamente as especulações e denúncias apresentadas no jornal paulista e esclarecer que:
1. O uso de passe livre tem sido historicamente utilizado desde os tempos do antigo Departamento de Aviação Civil (DAC), assim como desde o começo das atividades da Agência reguladora em março de 2006 para serviços de regulação e fiscalização em todo o país, assim como para as atividades de implantação da ANAC em Brasília, conforme determinação em Lei;
2. A implantação de uma agência reguladora na Capital Federal requer infra-estrutura física, material e humana. No caso dos servidores, em sua maioria, (mais de 70%) estavam lotados no antigo Departamento de Aviação Civil cuja sede era Rio de Janeiro até março de 2006. A ANAC herdou da instituição militar não apenas os prédios e equipamentos do Rio de Janeiro, mas também um corpo técnico que necessita deslocar-se para Brasília durante a semana, retornando ao Estado de origem nos fins-de-semana;
3. A implantação da ANAC em Brasília começou do marco zero, no sentido que a autarquia não possuía sede, equipamentos e servidores na Capital Federal. Todos os servidores contratados para cargos de confiança, terceirizados e mesmo para a organização do concurso público que deverá ocorrer em 2007, foram feitas por equipe técnica vinda do Rio de Janeiro;
4. A transformação de uma instituição militar de mais de 75 anos em uma autarquia requer modificações legais e de gestão que repercutem na forma de atuar, regular, fiscalizar ou relacionar-se com os diferentes públicos ( entre os quais podemos citar os passageiros, os técnicos, as empresas de aviação regular e não regulares brasileiras e estrangeiras, a Infraero, os pesquisadores e especialistas, os aeroportos ou a população que vive no entorno dos aeroportos). Também requer uma nova cultura organizacional junto aos servidores da Agência reguladora que, além da sede em Brasília, Rio de Janeiro e São José dos Campos-SP (serviço de homologação das aeronaves) possui sete gerências e um escritório regional espalhados pelo país;
5. O ano de 2006 foi atípico na aviação comercial brasileira, com fatos de grande repercussão pública, como a crise da então maior empresa aérea de aviação brasileira. A Crise Varig exigiu – em plena fase de implantação da ANAC -a instalação de gabinetes de crise em Brasília e Rio de Janeiro, conectados constantemente com as gerências e escritório regionais, que mobilizaram mais de 200 técnicos nas sedes ou nos aeroportos de todo o país durante pelo menos dois meses, para garantir a fiscalização e a segurança nos vôos, assim como para dar atendimento aos passageiros da empresa no Brasil e no exterior;
6. Como se não bastasse a Crise da Varig, em seguida a ANAC esteve mobilizada pelo acidente da Gol, o maior desastre na história da aviação civil brasileira. Como autoridade da aviação civil, a Diretoria colegiada da ANAC esteve presente desde o primeiro momento, seja aumentando a fiscalização dos vôos em todo o país, seja acompanhando as reuniões com as demais autoridades de aviação (Comando da Aeronáutica e Infraero) ou coordenando a comissão de investigação do acidente que requer, inclusive, viagens internacionais de técnicos brasileiros e estrangeiros;
7. Paralelamente ao acidente da Gol, a Agência reguladora enfrentou a inédita crise dos controladores de vôo, sistema estratégico da autoridade aeronática (Comando da Aeronáutica) que teve forte repercussões no atendimento aos passageiros de todo o país. Tal fato exigiu que os fiscais da ANAC estivessem presentes de plantão nas 64 Sessões de Aviação Civil existentes nos principais aeroportos e novamente fosse convocado um Gabinete de Crise para atender também aos passageiros que funcionou em Brasília e no Rio de Janeiro;
8. Diferentemente do que foi publicado no Estadão, o aumento acumulado do uso de passes livres no período compreendido entre janeiro e outubro de 2006 é de 8,2%, informações estas que já foram repassadas ao Sindicato Nacional das Empresas de Transporte Aéreo (SNEA), assim que recebemos a reclamação de abuso na utilização de passes livres por servidores da ANAC. Desde então, a Diretoria colegiada da agência reguladora aprofundou a restrição sobre o uso de passes livres. Além disso, cabe recordar que os servidores da ANAC ocupam assentos vagos nas empresas aéreas;
9. O volume de passes livre varia mensalmente, pois depende das necessidades técnicas de cada missão desenvolvida pela Agência, cujos trabalhos de regulação e fiscalização foram duplicados em 2006, garantindo assim a segurança dos passageiros que voam no Brasil e para o exterior;
10. No período compreendido entre janeiro-outubro de 2005 foram utilizados 11.093 passes livre por servidores do antigo DAC e no período compreendido entre janeiro-outubro de 2006 foram utilizados 12.467 passes livre, sendo que a ANAC passou a usar passes livres depois de 20 de março de 2006. Logo, não procede a informação de que haveria excesso de passes livre;
11. A Assessoria de Comunicação (ASCOM) da ANAC, embora tenha apenas dois números fixos (61-39052626 e 3905-2656) e dois celulares (61-84058444 e 61-8405-9046) atende diariamente a uma média de 70 jornalistas brasileiros e correspondentes estrangeiros, cujas perguntas e solicitações de entrevistas também chegam por e-mail.
Na terça-feira, 08.11, dia de reunião da Diretoria colegiada que ocorreu no Rio de Janeiro, a Ascom atendeu a três jornalistas do jornal Estado de São Paulo (diretamente de São Paulo e da sucursal de Brasília) prestando esclarecimentos sobre diferentes temas, entre os quais o uso do passe livre, que não apareceram no corpo da matéria. Desde março de 2006, quando começou a funcionar, a Assessoria de Comunicação da ANAC tem estado disponível aos jornalistas das 9h às 20h, mantendo também plantão nos finais de semana.
Assessoria de Comunicação da ANAC"
Fonte: PANROTAS
Um abraço e até mais...
Nota de Esclarecimento da ANAC - 09.11.2006
SOBRE O USO DO PASSE LIVRE PELA ANAC
Em resposta a matéria sobre uso de passes livres pela Agência Nacional de Aviação Civil publicada no jornal Estado de São Paulo de 08-11-2006, a ANAC vem a público refutar categoricamente as especulações e denúncias apresentadas no jornal paulista e esclarecer que:
1. O uso de passe livre tem sido historicamente utilizado desde os tempos do antigo Departamento de Aviação Civil (DAC), assim como desde o começo das atividades da Agência reguladora em março de 2006 para serviços de regulação e fiscalização em todo o país, assim como para as atividades de implantação da ANAC em Brasília, conforme determinação em Lei;
2. A implantação de uma agência reguladora na Capital Federal requer infra-estrutura física, material e humana. No caso dos servidores, em sua maioria, (mais de 70%) estavam lotados no antigo Departamento de Aviação Civil cuja sede era Rio de Janeiro até março de 2006. A ANAC herdou da instituição militar não apenas os prédios e equipamentos do Rio de Janeiro, mas também um corpo técnico que necessita deslocar-se para Brasília durante a semana, retornando ao Estado de origem nos fins-de-semana;
3. A implantação da ANAC em Brasília começou do marco zero, no sentido que a autarquia não possuía sede, equipamentos e servidores na Capital Federal. Todos os servidores contratados para cargos de confiança, terceirizados e mesmo para a organização do concurso público que deverá ocorrer em 2007, foram feitas por equipe técnica vinda do Rio de Janeiro;
4. A transformação de uma instituição militar de mais de 75 anos em uma autarquia requer modificações legais e de gestão que repercutem na forma de atuar, regular, fiscalizar ou relacionar-se com os diferentes públicos ( entre os quais podemos citar os passageiros, os técnicos, as empresas de aviação regular e não regulares brasileiras e estrangeiras, a Infraero, os pesquisadores e especialistas, os aeroportos ou a população que vive no entorno dos aeroportos). Também requer uma nova cultura organizacional junto aos servidores da Agência reguladora que, além da sede em Brasília, Rio de Janeiro e São José dos Campos-SP (serviço de homologação das aeronaves) possui sete gerências e um escritório regional espalhados pelo país;
5. O ano de 2006 foi atípico na aviação comercial brasileira, com fatos de grande repercussão pública, como a crise da então maior empresa aérea de aviação brasileira. A Crise Varig exigiu – em plena fase de implantação da ANAC -a instalação de gabinetes de crise em Brasília e Rio de Janeiro, conectados constantemente com as gerências e escritório regionais, que mobilizaram mais de 200 técnicos nas sedes ou nos aeroportos de todo o país durante pelo menos dois meses, para garantir a fiscalização e a segurança nos vôos, assim como para dar atendimento aos passageiros da empresa no Brasil e no exterior;
6. Como se não bastasse a Crise da Varig, em seguida a ANAC esteve mobilizada pelo acidente da Gol, o maior desastre na história da aviação civil brasileira. Como autoridade da aviação civil, a Diretoria colegiada da ANAC esteve presente desde o primeiro momento, seja aumentando a fiscalização dos vôos em todo o país, seja acompanhando as reuniões com as demais autoridades de aviação (Comando da Aeronáutica e Infraero) ou coordenando a comissão de investigação do acidente que requer, inclusive, viagens internacionais de técnicos brasileiros e estrangeiros;
7. Paralelamente ao acidente da Gol, a Agência reguladora enfrentou a inédita crise dos controladores de vôo, sistema estratégico da autoridade aeronática (Comando da Aeronáutica) que teve forte repercussões no atendimento aos passageiros de todo o país. Tal fato exigiu que os fiscais da ANAC estivessem presentes de plantão nas 64 Sessões de Aviação Civil existentes nos principais aeroportos e novamente fosse convocado um Gabinete de Crise para atender também aos passageiros que funcionou em Brasília e no Rio de Janeiro;
8. Diferentemente do que foi publicado no Estadão, o aumento acumulado do uso de passes livres no período compreendido entre janeiro e outubro de 2006 é de 8,2%, informações estas que já foram repassadas ao Sindicato Nacional das Empresas de Transporte Aéreo (SNEA), assim que recebemos a reclamação de abuso na utilização de passes livres por servidores da ANAC. Desde então, a Diretoria colegiada da agência reguladora aprofundou a restrição sobre o uso de passes livres. Além disso, cabe recordar que os servidores da ANAC ocupam assentos vagos nas empresas aéreas;
9. O volume de passes livre varia mensalmente, pois depende das necessidades técnicas de cada missão desenvolvida pela Agência, cujos trabalhos de regulação e fiscalização foram duplicados em 2006, garantindo assim a segurança dos passageiros que voam no Brasil e para o exterior;
10. No período compreendido entre janeiro-outubro de 2005 foram utilizados 11.093 passes livre por servidores do antigo DAC e no período compreendido entre janeiro-outubro de 2006 foram utilizados 12.467 passes livre, sendo que a ANAC passou a usar passes livres depois de 20 de março de 2006. Logo, não procede a informação de que haveria excesso de passes livre;
11. A Assessoria de Comunicação (ASCOM) da ANAC, embora tenha apenas dois números fixos (61-39052626 e 3905-2656) e dois celulares (61-84058444 e 61-8405-9046) atende diariamente a uma média de 70 jornalistas brasileiros e correspondentes estrangeiros, cujas perguntas e solicitações de entrevistas também chegam por e-mail.
Na terça-feira, 08.11, dia de reunião da Diretoria colegiada que ocorreu no Rio de Janeiro, a Ascom atendeu a três jornalistas do jornal Estado de São Paulo (diretamente de São Paulo e da sucursal de Brasília) prestando esclarecimentos sobre diferentes temas, entre os quais o uso do passe livre, que não apareceram no corpo da matéria. Desde março de 2006, quando começou a funcionar, a Assessoria de Comunicação da ANAC tem estado disponível aos jornalistas das 9h às 20h, mantendo também plantão nos finais de semana.
Assessoria de Comunicação da ANAC"
Fonte: PANROTAS
Um abraço e até mais...
- Túlio
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tulio escreveu:É, me enrola que eu gosto...
Depois a tigrada não sabe o porquê de as passagens serem caras...
Claro: 'alguém' tem que pagar a mordomia dessa p*tada aí...
Normal.
Dom Pedro II, quando da visita ao campo de Batalha, Guerra do Paraguai.
Rebouças, 11 de setembro de 1865: "Informou-me o Capitão Amaral que o Imperador, em luta com os ministros que não queriam deixá-lo partir, cortou a discussão dizendo: " (D. Pedro II) Ainda me resta um recurso constitucional: Abdicar, e ir para o Rio Grande como um voluntário da Pátria."
Rebouças, 11 de setembro de 1865: "Informou-me o Capitão Amaral que o Imperador, em luta com os ministros que não queriam deixá-lo partir, cortou a discussão dizendo: " (D. Pedro II) Ainda me resta um recurso constitucional: Abdicar, e ir para o Rio Grande como um voluntário da Pátria."
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tulio escreveu:É, me enrola que eu gosto...
Depois a tigrada não sabe o porquê de as passagens serem caras...
Claro: 'alguém' tem que pagar a mordomia dessa p*tada aí...
E o que é pior, os caras da ANAC viajam com espaço positivo, ou seja, lugar marcado; passageiro fica no chão para eles voarem. No tempo do DAC, os inspetores iam no assento de tripulantes