Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Out 28, 2009 3:22 pm
Todos os alvos serão defendidos por AAAer, ou então não tem valor militar. Sendo defendido, só poderá ser alcançado se a AAAer for neutralizada antes, ou os vetores e suas armas o serão no ataque.Carlos, a art aae é mais um dentre os diversos alvos primários que há em um TO; se será a primeira a ser atendida pela aviação, depende do objetivo do provável oponente do pais. Nem sempre forças militares são as primeiras a receber tratamento vip. Há outros alvos "civis e militares" compensadores, e que não necessariamente podem ou devem ser defendidos por sistemas movéis.
Uma ponte, como disse antes, se for defendida por armas fixas, bastariam algumas SMKB antes nestas armas fixas e depois uma ou duas de 500Kg na ponte.
O TOR-M2 apesar do teto relativamente baixo, é especializado nas armas lançadas em si, acertas as bombas e mísseis, e obviamente os aviões. Por isso o teto não tão alto. Mas é de uma precisão enorme.
Com certeza, mas no nosso caso inicialmente vai ser o TOP. Canhões e MANPADS pouco podem contra as bombas e mísseis em si,a menos que sejam especializados nisso, no caso dos canhões.Não se esqueça que uma bateria de Bamse ou outro sistema equivalente não opera só, mas dentro de um sistema integrado. Essa conversa de netwarfare, está cehgando oa Brasil devargarzinho, mas está...
Falta um BUK ou S-300 para tentar acertar os aviões antes que lancem suas armas.
Entra e sai de bateria em 5 minutos, mas por outro lado pode alcançar os aviões atacantes antes que estes possam lançar suas armas com altíssima chance de sucesso. Além disso, as versões mais modernas possuem mísseis de longo e médio alcance.Concordo, mas como disse, a mobilidade da aae deve estar atrelada as caracteristicas das unidades que deve defender. Ou como fariamos para cobrir uma bgda blda com S-300? Ele é bastante movel não?
O TOR, no sistema russo, atua contra as armas que por ventura tenham sido lançadas, e obviamente aviões, helicópteros e qualquer coisa no seu alcance.
Pois é, a defesa vai ficar manca se não houver uma bateria de "médio" alcance para atuar junto.Infelizmente o Pantsiyr não "cabe" no urutu III. Provavelmente, se assim o EB entender, ele será equipado com sistemas misto de canhão 30mm e misseis de curto alcance da classe dos MANPADS nacional. Ou somente com estes últimos. O que na minha opinião tornaria-o menos efetivo.
Já houve um Charrua com um 40mm no lombo.Esta é uma hoje uma solução totalmente plausível e viável, tecnológica e industrialmente. Poderíamos realmente adotar este modelo. MSA classe Manpads
PS: gosto muito do material russo, com as devidas adaptações as nossas necessidades.
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Pô, seria perfeito mesmo.Na minha opinião, se fosse tecnicamente possivel, eu gostaria de ver adaptado aos Astros II ou III misseis russos do sistema S-400. E um bldo aae baseado no Pantsyr, e outro no Urutu, com os sistemas que já citei.
Minha predileção por sistemas altamente móveis é porque estes fazem tudo que um fixo faz, mas a recíproca não é verdadeira. Além disso, são alvos muito mais difíceis num TO.
Abraços!
PS: Nada a ver com o fato do BANSE ser ruim, longe disso, só acho que arma AAer rebocada nos dias de hoje é só mais um alvo.