O futuro da AAAe no Brasil

Assuntos em discussão: Exército Brasileiro e exércitos estrangeiros, armamentos, equipamentos de exércitos em geral.

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Carlos Mathias

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#991 Mensagem por Carlos Mathias » Qua Out 28, 2009 3:22 pm

Carlos, a art aae é mais um dentre os diversos alvos primários que há em um TO; se será a primeira a ser atendida pela aviação, depende do objetivo do provável oponente do pais. Nem sempre forças militares são as primeiras a receber tratamento vip. Há outros alvos "civis e militares" compensadores, e que não necessariamente podem ou devem ser defendidos por sistemas movéis.
Todos os alvos serão defendidos por AAAer, ou então não tem valor militar. Sendo defendido, só poderá ser alcançado se a AAAer for neutralizada antes, ou os vetores e suas armas o serão no ataque.
Uma ponte, como disse antes, se for defendida por armas fixas, bastariam algumas SMKB antes nestas armas fixas e depois uma ou duas de 500Kg na ponte.
O TOR-M2 apesar do teto relativamente baixo, é especializado nas armas lançadas em si, acertas as bombas e mísseis, e obviamente os aviões. Por isso o teto não tão alto. Mas é de uma precisão enorme.
Não se esqueça que uma bateria de Bamse ou outro sistema equivalente não opera só, mas dentro de um sistema integrado. Essa conversa de netwarfare, está cehgando oa Brasil devargarzinho, mas está...
Com certeza, mas no nosso caso inicialmente vai ser o TOP. Canhões e MANPADS pouco podem contra as bombas e mísseis em si,a menos que sejam especializados nisso, no caso dos canhões.
Falta um BUK ou S-300 para tentar acertar os aviões antes que lancem suas armas.
Concordo, mas como disse, a mobilidade da aae deve estar atrelada as caracteristicas das unidades que deve defender. Ou como fariamos para cobrir uma bgda blda com S-300? Ele é bastante movel não?
Entra e sai de bateria em 5 minutos, mas por outro lado pode alcançar os aviões atacantes antes que estes possam lançar suas armas com altíssima chance de sucesso. Além disso, as versões mais modernas possuem mísseis de longo e médio alcance.
O TOR, no sistema russo, atua contra as armas que por ventura tenham sido lançadas, e obviamente aviões, helicópteros e qualquer coisa no seu alcance.
Infelizmente o Pantsiyr não "cabe" no urutu III. Provavelmente, se assim o EB entender, ele será equipado com sistemas misto de canhão 30mm e misseis de curto alcance da classe dos MANPADS nacional. Ou somente com estes últimos. O que na minha opinião tornaria-o menos efetivo.
Pois é, a defesa vai ficar manca se não houver uma bateria de "médio" alcance para atuar junto.
Esta é uma hoje uma solução totalmente plausível e viável, tecnológica e industrialmente. Poderíamos realmente adotar este modelo. MSA classe Manpads

PS: gosto muito do material russo, com as devidas adaptações as nossas necessidades.
Já houve um Charrua com um 40mm no lombo. :wink:
Na minha opinião, se fosse tecnicamente possivel, eu gostaria de ver adaptado aos Astros II ou III misseis russos do sistema S-400. E um bldo aae baseado no Pantsyr, e outro no Urutu, com os sistemas que já citei.
Pô, seria perfeito mesmo.
Minha predileção por sistemas altamente móveis é porque estes fazem tudo que um fixo faz, mas a recíproca não é verdadeira. Além disso, são alvos muito mais difíceis num TO.

Abraços!

PS: Nada a ver com o fato do BANSE ser ruim, longe disso, só acho que arma AAer rebocada nos dias de hoje é só mais um alvo.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#992 Mensagem por Glauber Prestes » Qua Out 28, 2009 3:52 pm

Não lembro se foi nesse tópico, mas eu já falei que eu não curto muito o RBS-23, já que ele é CLOS. Se for um sistema que precisa manter os sistemas ativos, compramos o Aspide/LY-63 (que é mais barato), e padronizamos com a marinha. Fora que os dois últimos podem ter a sua cabeça atualizada, passando para guiagem ativa. Parece que o meu último mantra pegou um pouco. Eu prego sim a utilização dos canhões 40mm nas mais variadas posições da AAe, sozinhos ou acompanhados de mísseis variados.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#993 Mensagem por FCarvalho » Qua Out 28, 2009 10:21 pm

Carlos, o que me parece que não anda bem entendido no EB é como vamos organizar nossa aae: se, segundo ação por camadas, ou se por tipos alvos a defender. Dependendo deste raciocínio tosco, ou optamos integralmente por sistemas móveis, e assim corroborando a nova organização que se avizinha as tropas do EB, ou pensa-se numa solução de continuidade...

Mas o fato é que como está não dá mais pra ficar. Pelo que li do documento aqui postado pelo Guerra, creio, da ESAO, o povo da art aae anda achando o 40mm ultrapassado, e quer investir em misseis da classe dos Manpads. Mas como você disse, manpads não conseguem fazer o serviço completo. Talvez aqui se apresente um dado que não passou percebido, e que no texto fica patente, é que a oficialidade do EB no geral não possui muito contato ou experiência (esta só teórica mesmo) com sistemas aae mais complexos. Talvez daí a predileção por manpads nos GAAe e outras om's para defes aae; no fundo, eles estão apostando em algo que já conhecem, que sabem como operar. Mais do que isso, seria muito dificil de se trabalhar, haja vista não fazer parte da cultura operacional do EB. E se tem uma coisa que o exercito preza é a sua cultura operacional, tática, doutrinal, etc...

Acho que vamos demorar um pouco ainda para ver sistemas mais complexos na art aae brazuca, já que o próprio EB costuma fazer as coisas a passos bem lentos, mas seguros.

Glauber, eu particularmente sou de opinião que os canhões 40mm são indispensáveis nos GAAe para a defesa de ponto de locais estratégicos, e de tropas de atuam predominantemente na retarguarda. Mas este parece não ser o caminho trilhado pelo EB, ao que consta no texto citado.

Gostaria mesmo de poder ver alguns GAAe equipados com Bamse + Bofors como equipamento principal + Manpads para auto-defesa em unidades localizadas em pontos relevantes do país, a fim de proporcionar uma defesa passiva mais efetiva, coisa que não temos hoje. Na realidade, com o tempo, os GAAe tendem a tornar-se unidades mec/bldas para poder acompanhar suas om's. Mas creio que nem todos teriam ou deveriam sê-lo. Haja vista o que afirmei acima. Há de se esperar para vermos para onde irá a evolução da infantaria/cavalaria brasileira.

Uma coisa eu aposto: no futuroa longo prazo, se for possivel(vontade), de certo veremos sistemas de médio e longo alcance made in Brazil a partir de sistemas importados. Assim espero, assim acredito.

abraços.




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Carlos Mathias

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#994 Mensagem por Carlos Mathias » Qua Out 28, 2009 11:57 pm

Pois é Carvalho, é de acordo com essa nova doutrina de elevada mobilidade que sistema também altamente móveis sejam mais adequados.
Porém, mesmo numa doutrina "lerda", ainda acho que sistemas de alta mobilidade aumentam muito as suas próprias chances de sobreviver, e assim proteger seus "bens" designados.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#995 Mensagem por ciclope » Qui Out 29, 2009 11:17 am

Dos sistemas AAA em analize pelas forças, qual delas pode ser transportado por um KC-390 em caso de necessidade de garantir a defesa de um ponto estratégico no meio da floresta amazônica?




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#996 Mensagem por FCarvalho » Qui Out 29, 2009 11:37 am

BAMSE - sim
LY-63 - acho que sim
TOR - não entra nem amarrado. veículo base não compatível; o sistema fixo talvez possa ser levado.

os demais sistemas russos existentes, a exceção dos S300/400, para exportação, poderiam até ser levados, mas em fardos na forma de kit. Iria dar uma trabalheira danada montar e desmontar.

abraços




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#997 Mensagem por FCarvalho » Qui Out 29, 2009 12:40 pm

Aminha pergunta que não quer calar aos engenheiros do Fórum: é possivel adaptar estes misseis ao Sistemas Astros II/III utilizando-se os mesmos contendores dos foguetes, com adaptações mínimas?

9M38 / HQ-16 «SA-N-7» Sistema BUK-M2 (9M317)

Fabricante: Novator
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Alcance: 32km Velocidade: 3600km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo Peso da ogiva : 70Kg.
Peso total: 690Kg Comprimento: 5.55 M.
Diâmetro: 400mm Sistema orientação: Radio e radar semi-activo na fase final

O míssil 9M38 é um míssil anti-aéreo de curto/médio alcance. A versão base tem um alcance máximo de 32km e não pode atingir alvos a menos de 3km de distância. A altitude máxima que este míssil pode atingir é de 25km.

Um derivação do míssil 9M38, é o 9M317, que se caracteriza por um alcance máximo de 42km e uma velocidade máxima de 4800km/h.

9M96M (S-300)

Fabricante: Soviet State Factories
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Alcance: 120km Velocidade: 16000km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo Peso da ogiva : 26Kg.
Peso total: 333Kg Comprimento: 4.75 M.
Diâmetro: 240mm Sistema orientação: Inercial/designador activo na fase final

O modelo 9M96 é o mais comum dos mísseis deste tipo. São os seguintes os mísseis da família:

9M96 - Versão básica (alcance de 40km)
9M96D - Míssil experimental (não entrou em produção)
9M96E - Versão de exportação do 9M96 (alcance de 40km - altitude 20km)

9M96M - Versão de longo alcance (alcance de 120km - altitude 30km)
9M96E2 - Versão de exportação do 9M96M (alcance de 120km - altitude 30km)

9M96R - Míssil de treino

Altitude máxima: 35km

48N6 (S300)

Fabricante: Almaz
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Alcance: 150km Velocidade: 7200km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo Peso da ogiva : 100Kg.
Peso total: 1800Kg Comprimento: 7.5 M.
Diâmetro: 500mm Sistema orientação: Inercial e radar semi-activo na fase final

Os principais mísseis deste tipo são:

Mísseis oficialmente disponibilizados para exportação
48N6E Versão base 150km
48N6E2 Versão melhorada, com maior alcance 200km
48N6E3 Versão derivada do 48N6DM 250km

5V55RUD (S-300)

Fabricante: Soviet State Factories
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Alcance: 92km Velocidade: 6570km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo Peso da ogiva : 70Kg.
Peso total: 1625Kg Comprimento: 7.25 M.
Diâmetro: 450mm Sistema orientação: Inercial/designador activo na fase final

9M82M / 9M83 (S-300)

Fabricante: Novator
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Alcance: 190km Velocidade: 8640km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo Peso da ogiva : 150Kg.
Peso total: 3300Kg Comprimento: 10 M.
Diâmetro: 850mm Sistema orientação: Inercial e radar semi-activo na fase final

Os mísseis do tipo 9M82 e 9M83 são uma das famílias de mísseis anti-aéreos utilizados pelo sistema S-300 de defesa antiaérea.
A característica distintiva dos mísseis 9M82 e 9M83 é o sistema de navegação, o qual inclui um radar semi-activo.

Este tipo de sistema pode alegadamente destruir alvos balísticos (mísseis balísticos de curto/médio alcance).

A família é constituida pelos seguintes mísseis:

9M82 - Sistema básico (alcance de 100km)
9M82M - Sistema modificado e com maior alcance (alcance de 190km - Altitude 30km)
9M83 - Sistema básico (alcance de 75km)
9M83M - Sistema modificado e com maior alcance (alcance de 110km)

Pedôem-me não postar as imagens, mas ainda sou ruim e meio de trabalhar com imagens aqui no fórum. Prefiro as palavras.

Estas informações genéricas estão no site www.áreamilitar.net

abraços




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#998 Mensagem por FIGHTERCOM » Qui Out 29, 2009 1:02 pm

FCarvalho escreveu: TOR - não entra nem amarrado. veículo base não compatível; o sistema fixo talvez possa ser levado.
Talvez sim.

Imagem


Abraços,

Wesley




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#999 Mensagem por Glauber Prestes » Qui Out 29, 2009 7:07 pm

Pensem na AAe brasileira pelos seguintes ângulos:

-Baterias de brigadas condizentes com as funções das segundas;
-Grupos independentes, defendendo posições fixas, mas não segregados em um eventual T.O. externo;
-A FAB contará única e exclusivamente com defesa das bases aéreas;
-A Marinha poderá operar de maneira semelhante à uma brigada, adicionada de um mini GAAAe.

Tendo isso em vista, e pensando na secretaria de compras conjuntas do MinDef, talvez tenhamos uma luz.



O canhão de 40mm moderno, acrescido de um sistema de busca eficaz (radar+Flir), seria facilmente a peça principal de um sistema de baixa altura em qualqer T.O., assim como já é na MB.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1000 Mensagem por ciclope » Sex Out 30, 2009 10:12 am

Já não foi dito aqui que o exército ávia optado por usar apenas sistemas misselísticos na AAA. Mudaram de idéia?
Se mudaram concordo em parte com o glauber, pois prefiro o novo canhõe de 35mm da oerlicom. :D




Carlos Mathias

Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1001 Mensagem por Carlos Mathias » Sex Out 30, 2009 11:42 am

O 40mm nós podemos fazer aqui.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1002 Mensagem por Glauber Prestes » Sex Out 30, 2009 1:39 pm

Exatamente. temos condições de construir aqui o bichinho, além disso, sabemos fazer a 3P, fora que o 40mm vai de encontro às necessidades de operar meios de forma comum em todas as forças.




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1003 Mensagem por Carlos Mathias » Sex Out 30, 2009 9:05 pm

Conheço um cara que trabalhou no processo de recepção de tecnologia e fabricação do 40mm na CBV. :)




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1004 Mensagem por Glauber Prestes » Sex Out 30, 2009 11:49 pm

Carlos Mathias escreveu:Conheço um cara que trabalhou no processo de recepção de tecnologia e fabricação do 40mm na CBV. :)
E o que ele fala do canhãozinho???




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Re: O futuro da AAAe no Brasil

#1005 Mensagem por Bolovo » Sex Out 30, 2009 11:57 pm

Demorou pra nacionalizar o Bofors 40mm. Serviria até num VCI, como tem os suecos.




"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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