Re: O futuro da AAAe no Brasil
Enviado: Qua Jul 29, 2009 3:06 pm
Muito bom Glauber. Exelente post.
Mas o Btl parado, vai estar dentro da zona de reunião da bda. A zona de reunião da brigada tem 11 km2. Se houver possibilidade de controle, que é a distancia do centro até a bateria, uma bateria menos uma seção defende. Pelo menos é o que diz a teoria.FCarvalho escreveu:E a defesa de ponto dos Btl Inf atira com o quê? A pia da cozinha?
Bda inf 3 a 6 km a frente de ataque. E para defender o normal é de 5 x 8.Esse negócio de bia nas bgda acho pouco, considerando-se que as mesmas atuam em extesões com linha de frente de até 2-4 km. Principalmente as de cav mec.
Se considerarmos que uma simples bateria conta com 6 unidades de tiro, apenas, como é que fica a defesa do PC da bgda, das om's de apoio/logistica, e principalmente, dos btls que estarão com o seu na reta? Isso numa área de cobertura que pode chegar a 16-20km2?
Olha, estamos numa roda de baseado então...gaitero escreveu:
Glauber, vamos dar uma fumadinha agora...
Quantas unidades seriam necessárias para prover a defesa das bases aéreas? ( considerando o Buk neste caso ) e quantas unidades para os T.O.? ( considerando o Tor neste caso )
Interessante. A sinergia entre a FAB-ExB em asas rotativas entrará em sua segunda geração após o compartilhamento de experiências com o UH-60...[/quote]Marino escreveu:Postei no tópico sobre aviação do EB, mas cabe aqui também:
Katiucha
Luiz Carlos Azedo
Uma comitiva do Exército está na Rússia negociando acertos finais da compra de 12 helicópteros de ataque, modelo Mi-35 Hind, considerado uma espécie de fortaleza voadora. Os militares tentam acertar os detalhes do pacote de armas, com interesse principalmente por mísseis antiaéreos de última geração, de fabricação russa ou chinesa. O investimento estimado é de US$ 300 milhões.
Li no "outro fórum" que o Luiz Carlos Azedo teria misturado as informações das duas compras. Consta que serão apenas sistemas anti-aéreos que até tempos atrás estavam entre Tor e LN-46 (que não consegui achar). A compra desses sistemas é política, pois foi condicionado politicamente ao Exército que a compra seria na China ou na Rússia.Brasileiro escreveu:Interessante. A sinergia entre a FAB-ExB em asas rotativas entrará em sua segunda geração após o compartilhamento de experiências com o UH-60...Marino escreveu:Postei no tópico sobre aviação do EB, mas cabe aqui também:
Katiucha
Luiz Carlos Azedo
Uma comitiva do Exército está na Rússia negociando acertos finais da compra de 12 helicópteros de ataque, modelo Mi-35 Hind, considerado uma espécie de fortaleza voadora. Os militares tentam acertar os detalhes do pacote de armas, com interesse principalmente por mísseis antiaéreos de última geração, de fabricação russa ou chinesa. O investimento estimado é de US$ 300 milhões.
Está dando um show de antiaérea, hein, glauber...glauberprestes escreveu:Olha, estamos numa roda de baseado então...gaitero escreveu:
Glauber, vamos dar uma fumadinha agora...
Quantas unidades seriam necessárias para prover a defesa das bases aéreas? ( considerando o Buk neste caso ) e quantas unidades para os T.O.? ( considerando o Tor neste caso )
Por base aérea, eu acredito que uma seção de tiro completa, daria conta. A defesa da base é pontual, de curto alcance e altura, contra bombas, mísseis, e o que for preciso.
Já no T.O. de uma brigada, uma bateria completa daria conta folgada.
Uma bateria teria de 4 a 6 seções de tiro.
Tipo a Companhia de Artilharia Anti-Aérea de Autodefesa da BACO?Piffer escreveu:Está dando um show de antiaérea, hein, glauber...glauberprestes escreveu: Olha, estamos numa roda de baseado então...
Por base aérea, eu acredito que uma seção de tiro completa, daria conta. A defesa da base é pontual, de curto alcance e altura, contra bombas, mísseis, e o que for preciso.
Já no T.O. de uma brigada, uma bateria completa daria conta folgada.
Uma bateria teria de 4 a 6 seções de tiro.
A antiaérea das bases aéreas, como o glauber já falou, é de baixa altura. Ela é provida pela própria FAB, através de uma seção de AAAe do BINFA.
Abraços,
Plinio Jr escreveu:Infelizmente se tentarem comprar tudo de uma vez (curto, medio, longo alcance) vai ficar uma cacetada, financeiramente falando, mas claro, tem que haver um começo e deviam ter começado estas compras (SAMs) há muito tempo.....