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Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qua Jul 29, 2009 3:06 pm
por EDSON
Muito bom Glauber. Exelente post.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qua Jul 29, 2009 3:51 pm
por Guerra
FCarvalho escreveu:E a defesa de ponto dos Btl Inf atira com o quê? A pia da cozinha?
Mas o Btl parado, vai estar dentro da zona de reunião da bda. A zona de reunião da brigada tem 11 km2. Se houver possibilidade de controle, que é a distancia do centro até a bateria, uma bateria menos uma seção defende. Pelo menos é o que diz a teoria.
Esse negócio de bia nas bgda acho pouco, considerando-se que as mesmas atuam em extesões com linha de frente de até 2-4 km. Principalmente as de cav mec.
Bda inf 3 a 6 km a frente de ataque. E para defender o normal é de 5 x 8.
Se considerarmos que uma simples bateria conta com 6 unidades de tiro, apenas, como é que fica a defesa do PC da bgda, das om's de apoio/logistica, e principalmente, dos btls que estarão com o seu na reta? Isso numa área de cobertura que pode chegar a 16-20km2?


Eu acho que o calculo dentro da BDA é uma sec para defender a artilahria, uma para o PC e uma para a instalações logisticas.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qua Jul 29, 2009 3:56 pm
por brisa
Tor M2 e algumas coisas mais 8-] 8-] 8-]

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qua Jul 29, 2009 4:34 pm
por Glauber Prestes
gaitero escreveu:
Glauber, vamos dar uma fumadinha agora...

Quantas unidades seriam necessárias para prover a defesa das bases aéreas? ( considerando o Buk neste caso ) e quantas unidades para os T.O.? ( considerando o Tor neste caso )
Olha, estamos numa roda de baseado então...
[/quote]
Por base aérea, eu acredito que uma seção de tiro completa, daria conta. A defesa da base é pontual, de curto alcance e altura, contra bombas, mísseis, e o que for preciso.
Já no T.O. de uma brigada, uma bateria completa daria conta folgada.
Uma bateria teria de 4 a 6 seções de tiro.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qui Jul 30, 2009 5:51 pm
por Brasileiro
Marino escreveu:Postei no tópico sobre aviação do EB, mas cabe aqui também:
Katiucha

Luiz Carlos Azedo

Uma comitiva do Exército está na Rússia negociando acertos finais da compra de 12 helicópteros de ataque, modelo Mi-35 Hind, considerado uma espécie de fortaleza voadora. Os militares tentam acertar os detalhes do pacote de armas, com interesse principalmente por mísseis antiaéreos de última geração, de fabricação russa ou chinesa. O investimento estimado é de US$ 300 milhões.
Interessante. A sinergia entre a FAB-ExB em asas rotativas entrará em sua segunda geração após o compartilhamento de experiências com o UH-60...[/quote]

Li no "outro fórum" que o Luiz Carlos Azedo teria misturado as informações das duas compras. Consta que serão apenas sistemas anti-aéreos que até tempos atrás estavam entre Tor e LN-46 (que não consegui achar). A compra desses sistemas é política, pois foi condicionado politicamente ao Exército que a compra seria na China ou na Rússia.



abraços]

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qui Jul 30, 2009 6:51 pm
por FCarvalho
Brasileiro escreveu:
Marino escreveu:Postei no tópico sobre aviação do EB, mas cabe aqui também:
Katiucha

Luiz Carlos Azedo

Uma comitiva do Exército está na Rússia negociando acertos finais da compra de 12 helicópteros de ataque, modelo Mi-35 Hind, considerado uma espécie de fortaleza voadora. Os militares tentam acertar os detalhes do pacote de armas, com interesse principalmente por mísseis antiaéreos de última geração, de fabricação russa ou chinesa. O investimento estimado é de US$ 300 milhões.
Interessante. A sinergia entre a FAB-ExB em asas rotativas entrará em sua segunda geração após o compartilhamento de experiências com o UH-60...
Li no "outro fórum" que o Luiz Carlos Azedo teria misturado as informações das duas compras. Consta que serão apenas sistemas anti-aéreos que até tempos atrás estavam entre Tor e LN-46 (que não consegui achar). A compra desses sistemas é política, pois foi condicionado politicamente ao Exército que a compra seria na China ou na Rússia.



abraços][/quote]


E era uma vez a END.... :cry:

Esse negócio tá começando a virar conto da caroxinha. [005]

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Qui Jul 30, 2009 11:18 pm
por Glauber Prestes
Não lembro quem perguntou qual a disposição de uma bateria de modelo russo do Tor. Aí vai:

-4 Lançadores, com 8 mísseis cada;
-2 caminhões para carregar e colocar mísseis;
-1 caminhão apenas para carregar os mísseis;
-1 veículo de comando (de fábrica seria o Ranzhir)
-4 caminhões de engenharia/reparos (um por blindado ou caminhão)

Ao todo seriam 12 veículos por bateria, sem contar com o suporte do radar de vigilância. Como cada unidade do Tor pode operar de maneira independente, a seção de tiro seria um lançador e um caminhão de reparo, que pode ser fundido com o caminhão de transporte e instalação de mísseis.
Eu não gostei desses números, se fosse o responsável pela compra, os modificaria um pouco.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sex Jul 31, 2009 12:13 am
por Piffer
glauberprestes escreveu:
gaitero escreveu:
Glauber, vamos dar uma fumadinha agora...

Quantas unidades seriam necessárias para prover a defesa das bases aéreas? ( considerando o Buk neste caso ) e quantas unidades para os T.O.? ( considerando o Tor neste caso )
Olha, estamos numa roda de baseado então...

Por base aérea, eu acredito que uma seção de tiro completa, daria conta. A defesa da base é pontual, de curto alcance e altura, contra bombas, mísseis, e o que for preciso.
Já no T.O. de uma brigada, uma bateria completa daria conta folgada.
Uma bateria teria de 4 a 6 seções de tiro.
Está dando um show de antiaérea, hein, glauber...

A antiaérea das bases aéreas, como o glauber já falou, é de baixa altura. Ela é provida pela própria FAB, através de uma seção de AAAe do BINFA.

Abraços,

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sex Jul 31, 2009 10:11 am
por FOXTROT
Piffer escreveu:
glauberprestes escreveu: Olha, estamos numa roda de baseado então...

Por base aérea, eu acredito que uma seção de tiro completa, daria conta. A defesa da base é pontual, de curto alcance e altura, contra bombas, mísseis, e o que for preciso.
Já no T.O. de uma brigada, uma bateria completa daria conta folgada.
Uma bateria teria de 4 a 6 seções de tiro.
Está dando um show de antiaérea, hein, glauber...

A antiaérea das bases aéreas, como o glauber já falou, é de baixa altura. Ela é provida pela própria FAB, através de uma seção de AAAe do BINFA.

Abraços,
Tipo a Companhia de Artilharia Anti-Aérea de Autodefesa da BACO?

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 3:57 am
por Bolovo
Coisa louca feita pela Polônia. Pegaram o sistema KUB e colocaram o RIM-7 Sea Sparrow no lugar.

Imagem


No mínimo, interessante... já imaginei um Charrua com Aspide 2000...

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 3:07 pm
por Glauber Prestes
Altamente improvável, mas não impossível.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 4:08 pm
por lucas rafale
Plinio Jr escreveu:Infelizmente se tentarem comprar tudo de uma vez (curto, medio, longo alcance) vai ficar uma cacetada, financeiramente falando, mas claro, tem que haver um começo e deviam ter começado estas compras (SAMs) há muito tempo..... :idea:
[011]
[004] oiil ~ij -98jk çl [002] [000]

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 4:10 pm
por Bolovo
:?: :lol:

Bem vindo

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 4:19 pm
por lucas rafale
Obrigado, sou um lunatico pelas forças armadas gosto de ver as noticias e ler os comentarios que são feitos a respeito dos diversos temas.

Re: O futuro da AAAe no Brasil

Enviado: Sáb Ago 08, 2009 4:21 pm
por U-27
ja compramos nossos sa-2?