Vinicius Pimenta escreveu:Entendi.
Eu não entendi, Vinicius. Meu QI não alcançou... Acho que não estudei. Poderia me explicar, já que o colega não mais falou?
Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação
Vinicius Pimenta escreveu:Ele ironicamente critica a posição da OAB, sempre a favor dos bandidos.
O emoticom que eu coloquei depois foi um vacilo, era pra representar que eu entendi, mas pegou mal.
Ah, se não é isso, também ainda não entedi.
A.K. for T-7 escreveu:Vinicius Pimenta escreveu:Ele ironicamente critica a posição da OAB, sempre a favor dos bandidos.
O emoticom que eu coloquei depois foi um vacilo, era pra representar que eu entendi, mas pegou mal.
Ah, se não é isso, também ainda não entedi.
OK. Tive a impressão que ele fazia comédia com a morte do policial. Também as constantes citações de "Jesus no coração", de forma que me parece jocosa, aqui e no Aéreas, ofende meu sentimento religioso, que tenho como muito sério, por sinal. Gostaria que você, como moderador, pedisse para que tais coisas fossem evitadas, e focássemos apenas em assuntos de defesa. Um abraço.
rodrigo escreveu:10/11/2007 - 16h13
Frei Betto compara governador do Rio a Hitler
Rio - O teólogo frei Betto criticou duramente o governador do Rio, Sérgio Cabral, e propôs que ele inaugure uma estátua de Adolf Hitler, líder nazista alemão. A sugestão foi feita em entrevista no 6º Encontro Nacional de Fé e Política, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, ao comentar a recente declaração do governador fluminense a favor de aborto como forma de reduzir o número de marginais nas favelas.
"O governador do Rio falou do aborto, falou que a Rocinha é fábrica de marginais e recusou-se a receber representante da ONU que está em visita ao Brasil. Acho que ele deveria inaugurar uma estátua de Hitler em praça pública, porque está havendo uma grande coincidência entre sua política de saneamento e de repressão ao narcotráfico com aquilo que fez o III Reich", disse.
O religioso também criticou a atuação da polícia fluminense durante a gestão de Cabral. "Quando eu vejo que cerca de mil pessoas foram assassinadas pela reação policial, de janeiro para cá, isso para mim é um genocídio", disse, citando dados da organização não-governamental (ONG) Rio de Paz.
Frei Betto disse ser contrário a ações violentas por parte da polícia e considera que esse tipo de postura só conduz a uma piora de cenário. "A bandidagem você não acaba com aquela receita que está no 'Tropa de Elite' (filme do diretor José Padilha, sobre a polícia fluminense): de que, para enfrentar o bandido, é preciso de uma polícia bandida. Assim, nós vamos para barbárie", disse.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/ ... 13603.jhtm
O Frei deve entender bem disso, já que o Vaticano era amigo de Hitler.
"Enfrentamos uma guerra com guerra"
Por Ana Maria Tahan e Rodrigo Camarão
O carioquíssimo governador Sérgio Cabral é farto nos gestos e nos projetos. Cresceu nas rodas de samba e doutorou-se em política. Comanda um Estado cansado dos herdeiros de Leonel Brizola e dos adversários do gaúcho que se agasalhou no Rio (o destaque é meu, concordo em gênero, número e grau com a frase). Cabral assumiu o Palácio Guanabara, abriu mão do Laranjeiras, aproximou o Rio de Brasília e corre o mundo, sem ligar para os críticos, atrás de recursos para fortalecer a economia fluminense e cimentar suas ambições eleitorais. Acredita-se o primogênito de uma nova geração de políticos-administradores do Estado e formou um secretariado à sua imagem e semelhança. Forçado pelas circunstâncias e movido pelo marketing, ungiu a segurança pública como a sinfonia inicial. E abriu guerra contra traficantes e policiais corruptos. Ganha dividendos e paga o ônus da opção sem renunciar à escolha.
O senhor adotou uma polêmica política de segurança. Por que fez essa opção?
É disputa de território. Há regiões da cidade onde um policial, o poder público, não pode entrar sem a anuência de forças criminosas, seja para o cidadão visitar um amigo, para a polícia fazer a vigilância, seja para um carro do Corpo de Bombeiros acessar. Outro dia, houve um caso gravíssimo. Por causa da chuva, o Corpo de Bombeiros tentou entrar e não conseguiu, por causa do tráfico. Temos um problema de acessibilidade. É por isso que vamos investir nessas comunidades. Vamos parar com a relação paternal. A política da bica d'água se sofisticou, mas permaneceu. Temos de quebrar essa política. Fazer intervenções para valer. Mudar as artérias principais, erguer avenidas. Levar escolas. O meu vice-governador, Pezão, é de Piraí, que tem 25 mil habitantes. Lá tem mais escolas que no Complexo do Alemão, com 120 mil moradores.
O que o senhor classifica como paternal?
Quando se faz uma ação aqui, outra ali, até mesmo com boa intenção. Coloca uma crechezinha aqui, uma graça ali. São importantes conquistas, mas que não mudam a relação, não levam à presença física do Estado. Não se transforma em urbanização. Mantém a comunidade como um gueto, inacessível.
Na verdade, se institucionaliza o gueto, não é?
Institucionaliza. Isso permite que a criminalidade tenha maiores facilidades, porque fisicamente é difícil o acesso. Assim fica mais fácil o trabalho de manter aquela comunidade sob a tutela do crime. O criminoso espalha 50, 100, 200 homens armados, monta um ponto de venda de drogas lá dentro, estabelece que o botijão de gás é com ele e se mantém como o dono do pedaço. Facilita o tráfico e a milícia. Nossa concepção, nosso objetivo é o de promover uma mudança física radical. São muitas comunidades. Vamos começar por grandes desafios.
Quais?
Rocinha, Complexo do Alemão, Complexo de Manguinhos, Pavão-Pavãozinho.
Quando começam?
No primeiro trimestre de 2008, entre janeiro e março. Os projetos executivos estão em fase de conclusão. Vamos fazer a licitação, acho que até dezembro. O contrato será assinado em janeiro. Portanto, em fevereiro ou março, as obras começam.
Os operários, engenheiros não serão bem recebidos por aqueles que hoje controlam as comunidades. Como vão trabalhar?
Posso garantir que eles vão trabalhar. A comunidade merece isso e o Estado não pode, de maneira alguma, aceitar qualquer ato que interrompa o projeto. Será o resultado do esforço de toda a sociedade.
Quanto vão custar as obras?
Será aplicado R$ 1,2 bilhão nessas comunidades com recursos do governo federal e contrapartida do Estado. São investimentos importantes. Além disso, temos, para saneamento básico, sobretudo na Baixada Fluminense e São Gonçalo, outro R$ 1 bilhão até 2010. Inclui mais R$ 300 milhões para dragagem e recuperação dos rios da Baixada, como Guandu e Sarapuí. O saneamento de São Gonçalo, por exemplo, hoje é de apenas 5%. Não pode permanecer assim, não deveria ser assim.
O observador da ONU esteve no Rio esta semana para conferir a política de segurança do Estado. Qual o senhor acha que foi a impressão dele?
Depende de quanto tempo ele passou no Rio, onde foi e com quem falou. O que a gente está fazendo no Estado é uma política de segurança para garantir os direitos humanos.
As entidades ligadas aos direitos humanos afirmam o contrário e criticam a política de segurança pública que o senhor adotou.
Que pessoal dos direitos humanos? A Secretaria Nacional de Direitos Humanos afirma que houve execução no Morro do Alemão (em junho, quando morreram 19 pessoas) com base em quê? Os nossos laudos foram os mesmos analisados por eles. Os nossos dizem que não houve nenhum tipo de execução. Eu não quero entrar nessa discussão.
A política de segurança pública vai continuar exatamente como está?
Quero dizer o seguinte: vamos continuar enfrentando o crime organizado. A falta de direitos humanos é o que o povo da favela passa todos os dias, sendo massacrado por esses criminosos. Falta de direitos humanos é falta do direito de ir e vir. É impressionante que ainda se ache natural você ter um soldado do tráfico passando na sua porta, decidindo como você deve viver, estuprando sua filha, e você não podendo fazer nada. Ou matando um sujeito que traiu a liderança do tráfico, botando fogo nas pessoas, matando Tim Lopes. Como se isso fosse uma coisa natural. Andou na calçada errada, morre.
A idéia é mostrar quem manda? Repor o poder público no lugar certo?
Não estou disputando com o tráfico. A área precisa ser recuperada pelo poder público. Não é o Cabral versus o tráfico. Romantizaram o tráfico, romantizaram a favela. A favela é ocupada por trabalhadores que são vítimas diretas dessa gente. E eu estou ouvindo isso dos moradores. A gente não cai de pára-quedas no meio disso tudo. Fui o deputado mais votado da história do Estado em 1994, deputado mais votado do Brasil em 1998, senador mais votado da história do Rio em 2002. O povo do Rio me conhece. Fui fundamentalmente votado em áreas populares. Esse povo me conhece. Esse povo, evidentemente, não pode aparecer, senão, morre. Esse povo está querendo isso, o enfrentamento. Quer que essas pessoas saiam de suas comunidades, para que suas filhas e seus filhos sejam livres para viver uma vida livre, sem essa maluquice que é a selvageria do tráfico. Acho que é possível. Como podemos conviver com isso? Eu visitei meu pai preso na cadeia, eu fui expulso de colégio por ser presidente de grêmio do partidão (o Partido Comunista Brasileiro). Minha vida é dedicada aos direitos humanos. É algo absolutamente fundamental. Ninguém defende execução de ninguém. Mas vamos manter o enfrentamento sim, com inteligência, precisão. O ideal é prender os bandidos e apreender as armas sem dar um tiro, mas muitas vezes há resistência feia, feroz, bárbara.
O senhor ousaria prever um momento quando tal política não será mais necessária?
Tomara que seja amanhã. Que amanhã consigamos. Para isso, precisamos enfrentar, enfraquecer e desarmar o tráfico. Houve uma concepção de enfrentamento nessas últimas décadas que levou ao fortalecimento do tráfico. A favela da Coréia nunca teve uma operação de 300 homens. Nunca teve uma no Alemão de 800 homens. Vamos ter mais essa semana. O trabalho continua. Nada nos impede.
A imagem do helicóptero da polícia atirando em três homens durante uma operação se justifica, então, por essa política de enfrentamento?
Avaliei que tinham três homens armados com fuzis. As imagens mostram. Isso é uma guerra. É uma guerra e guerra tem de ser enfrentada como guerra. Direitos humanos devem ser respeitados sempre, é nossa filosofia, Mas isso é uma guerra. O governador dá todo o apoio à sua polícia. Não quer que a polícia extrapole, mas quer que faça um bom trabalho, com independência. É um governo que não se mete na escolha de delegados, na escolha de batalhões. Não me meto na promoção de policiais civis, de PMs. O que quero é resultado e eficiência. Estou muito satisfeito com meu secretário de Segurança (José Mariano Beltrame), com a estrutura de trabalho dele, o que vem realizando com toda a precariedade, salário longe do ideal, dificuldades orçamentárias. Os policiais civis e militares estão fazendo um trabalho excepcional, que está dando resultado.
O senhor está satisfeito também com a limpeza interna da polícia?
Evidente, isso é um trabalho fundamental.
E a economia do Estado, vai deslanchar?
Já deslanchou. Se você somar o volume de recursos de Petrobras, Complexo Petroquímico de Itaboraí, exploração e produção de petróleo no Norte do Estado são US$ 23 bilhões. Mais US$ 5 bilhões de investimentos privados em exploração e produção de empresas como a Shell. Além disso, temos a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), o maior investimento privado do Brasil. Não há nada na América do Sul semelhante aos 3 milhões de euros investidos em Santa Cruz, na divisa com Itaguaí. Há quatro meses, estive lá. Havia 4 mil trabalhadores, um volume de caminhões impressionante. Hoje, são 6.500 trabalhadores. Em maio, serão 18 mil.
Qual será o retorno para quem mora no Estado?
Fui lançar a pedra fundamental da Votorantim em Resende, uma nova planta siderúrgica que vai gerar mais mil empregos. O Rio vive e vai viver nos próximos três anos, só de investimentos públicos e privados, um boom muito interessante. É um esforço que estamos fazendo com o setor privado, Firjan, Fecomércio e Faetec, responsável por preparar a mão de obra técnica. Há uma demanda de construção civil. Muita gente empregada, de exigência escolar baixa. Isso é muito bom. Mas também é necessário um nível profissional. A Escola Henrique Lage, em Niterói, tradicional da indústria naval, estava sendo usada para dar aula de dança do ventre. Nós pegamos R$ 5 milhões com a Petrobras e estamos reequipando a escola para que faça o dever de casa. Na indústria naval, temos mais R$ 1 bilhão da Transpetro.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/sitehtml/p ... 11001.html
ZeRo4 escreveu:O Cabral ao invés de falar tem que dar condições pra polícia atuar!!! tem que dar condições pra polícia trabalhar... falar isso é mole! eu quero ver é dar viatura em boas condições, armamento e munição a altura, coletes balísticos que não estejam vencidos, salários dignos para acabar com a corrupção...
Política belicista não da em nada... morrem 10 hoje, amanhã tem 20 na fila para entrar! A coisa está tão preta que até o tráfico tem que recusar mão de obra!
Essa situação é ridícula e a maioria dos culpados por ela são os próprios policiais.
ZeRo4 escreveu:Sniper,
Isso tudo aconteceu pq um Juiz deu um mandado de busca e apreenssão para a recuperação de um carro comprado por um casal de estelionatários.
Pois bem, a atitude correta do Oficial de Justiça seria no mínimo se negar a cumprir esse mandado pelo corrente risco que a comunidade representa.
Sabe o que o Oficial de Justiça fez? Foi a 21DP (Delegacia da Área) pediu apoio aos policiais de lá... e foi cumprir o mandado nas imediações do morro com uma equipe de policiais dentro de uma viatura!
Q q eles queria lá??? Ia dar merda com certeza!!! alguns já estão até duvidando se foi isso mesmo que aconteceu... o resto vocês já sabem, foi pedido prioridade no rádio e a CORE correu pra socorrer os colegas.
Agora... além disso eu acho culpa dos policiais que se negam a trabalhar em condições vexaminosas, munição contada, armas enferrujadas, viaturas sem condições de rodar, salários miseráveis que fazem com que ao invés do policial descansar na folga seja obrigado a trabalhar no famoso bico... porra e o cabral vem falar isso??? pra ele é mole... só para vocês terem noção do que eu digo quando um policial civil se forma, ele fica com uma pistola do DFAE acautelada (isso quando tem pistola né... pq tem policial que está até hoje com .38!) e obviamente pega a munição no DFAE... sabe quantas munições POR ANO cada policial pega??? 25 munições! isso mesmo... 25 munições! Dois carregadores e meio!
O resto é pensar!
Jacobs escreveu:rodrigo escreveu:10/11/2007 - 16h13
Frei Betto compara governador do Rio a Hitler
Rio - O teólogo frei Betto criticou duramente o governador do Rio, Sérgio Cabral, e propôs que ele inaugure uma estátua de Adolf Hitler, líder nazista alemão. A sugestão foi feita em entrevista no 6º Encontro Nacional de Fé e Política, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, ao comentar a recente declaração do governador fluminense a favor de aborto como forma de reduzir o número de marginais nas favelas.
"O governador do Rio falou do aborto, falou que a Rocinha é fábrica de marginais e recusou-se a receber representante da ONU que está em visita ao Brasil. Acho que ele deveria inaugurar uma estátua de Hitler em praça pública, porque está havendo uma grande coincidência entre sua política de saneamento e de repressão ao narcotráfico com aquilo que fez o III Reich", disse.
O religioso também criticou a atuação da polícia fluminense durante a gestão de Cabral. "Quando eu vejo que cerca de mil pessoas foram assassinadas pela reação policial, de janeiro para cá, isso para mim é um genocídio", disse, citando dados da organização não-governamental (ONG) Rio de Paz.
Frei Betto disse ser contrário a ações violentas por parte da polícia e considera que esse tipo de postura só conduz a uma piora de cenário. "A bandidagem você não acaba com aquela receita que está no 'Tropa de Elite' (filme do diretor José Padilha, sobre a polícia fluminense): de que, para enfrentar o bandido, é preciso de uma polícia bandida. Assim, nós vamos para barbárie", disse.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/ ... 13603.jhtm
O Frei deve entender bem disso, já que o Vaticano era amigo de Hitler.
Ah, quer dizer agora que a policia está fazendo um "genocidio" na favela?
O bandido desgraçado que matou um policial DENTRO DO HELICOPTERO era uma vitima indefesa e acuada pela opressão policoal?
Pena que esse "velho de saia" não esteja lendo isso, mas se ele acha que a atuação policial no Rio é descabida, ele que leve os marginais pra casa....![]()
...o que me deixa mais aliviado é que hoje em dia um padre falando e um cachorro cagando é a mesma coisa.![]()
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