Segundo o próprio presidente da Avibrás, em entrevista à T&D, o desenvolvimento do míssil se dará a partir de um sistema existente.LeandroGCard escreveu:O artigo não chega a afirmar tanto. Ao que parece o arranjo ainda está sendo negociado, e tanto pode contemplar o desenvolvimento de algo local usando tecnologia do CAMM (o que duvido muitíssimo que aconteça) como a fabricação parcial do míssil (por exemplo motor, estojo, e ogiva, com a parte eletrônica e componentes mecânicos importados) ou até mesmo a simples instalação de lançadores do CAMM em veículos do mesmo tipo usado no Astros, com os mísseis sendo importados.FCarvalho escreveu:Além do mais, notar que a Avibrás tomará como base o sistema CAMM para desenvolver um míssil seu, e não simplesmente adquirir a produção sob licença do mesmo aqui.
Precisamos aguardar para saber maiores detalhes.
E diria, muito provavelmente, neste momento, o que deverá acontecer é a montagem do míssil com os implementos possíveis do Astros II, e em uma segunda ou terceira fase, a produção e desenvolvimento de uma plataforma nacional.
Ao menos assim é como aparentemente a empresa está pensando. Se vingar, melhor pra nós.
abs