NOTÍCIAS DO RAFALE
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Somente o caso da Guiana já justifica um tratamento especial ao Brasil. Se formos olhar friamente, Guiana e Malvinas/falklands são tudo mesma coisa, restos de um passado colonial. A grande diferença é a forma com que os atores se comportaram.
- soultrain
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
alcmartin,
Um aparte: As Malvinas são um caso à parte mesmo, os EUA roubaram-nas aos Argentinos com a "politica das canhoeiras" e entregaram aos Ingleses.
[[]]'s
Um aparte: As Malvinas são um caso à parte mesmo, os EUA roubaram-nas aos Argentinos com a "politica das canhoeiras" e entregaram aos Ingleses.
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"O que se percebe hoje é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento"

NJ
- Penguin
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
CB,cb_lima escreveu:Sem querer ser chato,
Mas com relação aos programas industriais europeus e a "falta" de alternativas atuais e os desentendimentos eu acho que o Prick tem muita razão no que falou.
Sei lá, eu leria esses 2 últimos posts dele com mais calma.
[]s
CB_Lima
Não precisa se preocupar em ser chato. Acho que todos aqui somos um pouco.

Prick tem a opinião dele, vc a sua, eu a minha e assim os debates florescem.
Eu leria o Livro Branco de Defesa da França com muita atenção.
E perguntaria quais programa FUTUROS deste país estão sendo propostos/desenvolvidos fora do âmbito da OTAN e UE.
Isso é muito diferente de vender e conceder a licença de produção, a exemplo do Mirage F-1 na África do Sul, dos submarinos Agosta no Paquistão, das fragatas Formidable em Cingapura, dos Scorpene na Índia e Brasil, do Mistral na Rússia, do Rafale no Brasil ou EAU.
Não esquecer que parte relevante das pesquisas militares européias são desenvolvidas de forma cooperada, envolvendo centros de pesquisas em diversos países da UE e da OTAN. Isso não é feito e nem proposto a países fora deste âmbito. Na realidade, há uma certa cooperação com Israel no desenvolvimento de versões dos seus UAVs.
Mantidas a tendência atual de declino da importância relativa (econômica e demografia) da Europa no mundo, não resta outra alternativa aos países europeus a não ser fortalecer a união entre eles, independente da crise atual. Só assim terão relevância geopolítica no futuro. Há muitos movimentos nesta direção.
[]s
Editado pela última vez por Penguin em Sex Jan 14, 2011 8:17 pm, em um total de 4 vezes.
Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que circulam pelo mundo.
Carlo M. Cipolla
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Controle das Malvinas:soultrain escreveu:alcmartin,
Um aparte: As Malvinas são um caso à parte mesmo, os EUA roubaram-nas aos Argentinos com a "politica das canhoeiras" e entregaram aos Ingleses.
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Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que circulam pelo mundo.
Carlo M. Cipolla
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- soultrain
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Vejam quem foi Silas M. Duncan.
Afinal eles são francesas

Afinal eles são francesas



"O que se percebe hoje é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento"

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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Não será maior porque a Suécia não detém, não desenvolveu muitas das tecnologias aplicadas ao Gripen NG, a plataforma talvez seja a tecnologia menos importante, os sistemas são mais importantes. E isso a Suécia não chega aos pés dos croassantes.PRick escreveu:Podem até resultar, mas é claro que com o GRIPEN NG a capacitação seria maior, pois estaríamos desenvolvendo um vetor conjuntamente com outra empresa, e não comprando um pronto.gomugomu escreveu: Só existe um modo de evitar coleira, desenvolver aqui ou em parceria, compras de prateleiras são coleiras, e podem ser várias ou uma, os acordos com a França resultam em construção local e capacitação, e o caminho é este.
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De jeito nenhum. A Suécia detém todo conhecimento tecnológico requisitado pela FAB.
- Franz Luiz
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Penso como o Lima.cb_lima escreveu:Sem querer ser chato,
Mas com relação aos programas industriais europeus e a "falta" de alternativas atuais e os desentendimentos eu acho que o Prick tem muita razão no que falou.
Sei lá, eu leria esses 2 últimos posts dele com mais calma.
[]s
CB_Lima
Acho que o Prick percebeu muito bem o delinear da situação atual.
A França tem território vizinho ao nosso.
Dizem que eles estão apenas mascateando e esta história de "Parceria Estratégica" é apenas papo
de vendedor para nos empurrar os Rafale.
Não acredito. Para mim nenhum dos 3 países do FX2 está somente pensando em vender.
A Suécia luta pela sobrevivência da capacidade de sua indústria e futuros projetos.
Os EUA estão a tentar evitar nossa escapada de seu garrote. E isto vale muito pois, do BRIC,
não mandam na Russia, viram que não mandarão jamais na China (talvez o contrário daqui 50 anos),
tentam se aproximar mais da India mas tudo ainda é incerto e nós nem éramos percebidos, quanto mais éramos preocupantes para eles.
Mas dos 4 somos os únicos sobre os quais ainda têm mais influência e isto não pode ser perdido.
Não mudarão suas atitudes para conosco. Nem para com ninguém. Sua postura perante o mundo
já está "engessada" por demais para se abrirem a novas realidades.
Mas a França pelo visto está a vislumbrar uma nova realidade.
Parceria com seu "vizinho" dos trópicos". Como disse o Marino "projeto gaulista" na América do Sul.
Acredito que a Guiana terá neste século mais importância para a França do que se imagina.
E quem é médio e não é EUA tem que ter parceiros para manter-se acima da linha d'água.
E o mundo está mudando muito rapidamente. Quem melhor visualizá-lo daqui 50 anos ganha
a sobrevivência em recursos e paz duradoura.
A parceria com os EUA será para sempre muito importante. Mas com o despertar do "Grande Dragão"
ninguém sabe como ficará o balanço geoestratégico, sendo sábio ter outros em quem se apoiar.
Melhor com os que estão a crescer.
Sei lá. Posso estar sendo ingênuo, mas vislumbro os centros de poderes dando mudadas em suas moradas,
ou pelo menos se distribuindo melhor neste século.
- Carlos Lima
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Pois é,Franz Luiz escreveu:Penso como o Lima.cb_lima escreveu:Sem querer ser chato,
Mas com relação aos programas industriais europeus e a "falta" de alternativas atuais e os desentendimentos eu acho que o Prick tem muita razão no que falou.
Sei lá, eu leria esses 2 últimos posts dele com mais calma.
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CB_Lima
Acho que o Prick percebeu muito bem o delinear da situação atual.
A França tem território vizinho ao nosso.
Dizem que eles estão apenas mascateando e esta história de "Parceria Estratégica" é apenas papo
de vendedor para nos empurrar os Rafale.
Não acredito. Para mim nenhum dos 3 países do FX2 está somente pensando em vender.
A Suécia luta pela sobrevivência da capacidade de sua indústria e futuros projetos.
Os EUA estão a tentar evitar nossa escapada de seu garrote. E isto vale muito pois, do BRIC,
não mandam na Russia, viram que não mandarão jamais na China (talvez o contrário daqui 50 anos),
tentam se aproximar mais da India mas tudo ainda é incerto e nós nem éramos percebidos, quanto mais éramos preocupantes para eles.
Mas dos 4 somos os únicos sobre os quais ainda têm mais influência e isto não pode ser perdido.
Não mudarão suas atitudes para conosco. Nem para com ninguém. Sua postura perante o mundo
já está "engessada" por demais para se abrirem a novas realidades.
Mas a França pelo visto está a vislumbrar uma nova realidade.
Parceria com seu "vizinho" dos trópicos". Como disse o Marino "projeto gaulista" na América do Sul.
Acredito que a Guiana terá neste século mais importância para a França do que se imagina.
E quem é médio e não é EUA tem que ter parceiros para manter-se acima da linha d'água.
E o mundo está mudando muito rapidamente. Quem melhor visualizá-lo daqui 50 anos ganha
a sobrevivência em recursos e paz duradoura.
A parceria com os EUA será para sempre muito importante. Mas com o despertar do "Grande Dragão"
ninguém sabe como ficará o balanço geoestratégico, sendo sábio ter outros em quem se apoiar.
Melhor com os que estão a crescer.
Sei lá. Posso estar sendo ingênuo, mas vislumbro os centros de poderes dando mudadas em suas moradas,
ou pelo menos se distribuindo melhor neste século.
Concordo com você, e fico com a parte em negrito mais do que nunca.
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CB_Lima
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
O Fato de ter uma matriz energética baseada em boa parte em energia nuclear como é a francesa, não faz com que uma parceria com um país que detenha uma grande quantidade de reservas em urânio também seja interessante para eles?
Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
CB Lima, tenho integral concordância com sua exposição que foi adida à sintética e esclarecedora finalização do Franz.
Infelizmente estamos descobrindo que os americanos tem algo (de ruim) em comum com o Brasil. Trata-se do fato de responderem paquidérmica e sonolentamente à situações que nãe envolvam - necessariamnete - um perigo imediato a segurança deles.
E quanto a isto chega a ser intrigante, tamanha a fenomenal condição que eles possuem de "pensar" o futuro.
Eles ensinaram ao mundo o superlativo do conceito de Think Tank, suas universidades são celeiros incomensuráveis de cientistas, pensadores e intelectuais de todos os matizes (algum tempo atrás conversava com um amigo pesquisador de um universidade federal e ele me disse - sem pestanejar - que estamos algo em torno de 80/100 anos defasados deles, mantidos nossos atuais níveis de crescimento econômico, E disse estar sendo avaro na sentença). A capacidade industrial americana, e não a tomemos pelos efeitos de uma crise econômica, é tão afastada de nossa realidade que se torna como aferir distâncias astronômicas com quilômetros.
Por tudo isto é que me espanto com esta condição análoga em ver que a política americana, a má política regional, arrogante, xenófoba, imperialista e egocentrica, alcança patamares que os impedem de "ver" o mundo que se realinha.
Não digo que o Brasil será a médio prazo uma ameaça militar aos EUA, mas nós estamos quase que fadados a ser um sério concorrente mesmo fora do cenário latinoamericano.E isto irá gerar confrontos com eles, e a melhor maneira de isto não ocorrer é convergir ao máximo questões que podem ser aliadas e positivas aos dois países. Claro também que eles aceitarão este novo status do Brasil com menor resistência se continuarem na liderança. E o poder militar, mais que o poder simplesmente conômico, lhes concede este direito.
Se eles pensarem menos como pensavam quando anexaram o Texas e outros territórios do México, se pensarem menos como fizeram no passado com as Filipinas, o Panamá, Cuba, Granada e Porto Rico, se penasarem - como nós sabemos que pensam - sobre Rondônia e mais partes da Amazônia legal, teremos um forte parceiro. Seria como se pudéssemso criar um leão razoavelmente bem adestrado e seguro por estar bem alimentado. Mas cowboy é cowboy!
Lembremos que a ajuda que eles deram à Inglaterra, durante a IIGG, foi criticada duramente no princípio internamente. Eles primeiro colocaram a "Ilha" de joelhos para depois levar o socorro, e com ele impuseram a moeda e o padrão econômico de todo o mundo ocidental pós guerra. Não foi só a voracidade de Stalin que provocou a ira de Churchill. Ele viu o tamanho dos EUA escurecer com a sombra de um braço todo o Império.
Mas isto está dando uma reviravolta e eles tem que metabolizar isto. E será esta capacidade de digerir, e daí gestar um novo conceito de "a aAmérica para os americanos" (em um sentido para nós e para o mundo), que pode ou não nos trazer problemas e por "bate pronto" para o mundo.
Raios! Falei, falei... Mas'que tem a ver o que disse com o Rafale?
Infelizmente estamos descobrindo que os americanos tem algo (de ruim) em comum com o Brasil. Trata-se do fato de responderem paquidérmica e sonolentamente à situações que nãe envolvam - necessariamnete - um perigo imediato a segurança deles.
E quanto a isto chega a ser intrigante, tamanha a fenomenal condição que eles possuem de "pensar" o futuro.
Eles ensinaram ao mundo o superlativo do conceito de Think Tank, suas universidades são celeiros incomensuráveis de cientistas, pensadores e intelectuais de todos os matizes (algum tempo atrás conversava com um amigo pesquisador de um universidade federal e ele me disse - sem pestanejar - que estamos algo em torno de 80/100 anos defasados deles, mantidos nossos atuais níveis de crescimento econômico, E disse estar sendo avaro na sentença). A capacidade industrial americana, e não a tomemos pelos efeitos de uma crise econômica, é tão afastada de nossa realidade que se torna como aferir distâncias astronômicas com quilômetros.
Por tudo isto é que me espanto com esta condição análoga em ver que a política americana, a má política regional, arrogante, xenófoba, imperialista e egocentrica, alcança patamares que os impedem de "ver" o mundo que se realinha.
Não digo que o Brasil será a médio prazo uma ameaça militar aos EUA, mas nós estamos quase que fadados a ser um sério concorrente mesmo fora do cenário latinoamericano.E isto irá gerar confrontos com eles, e a melhor maneira de isto não ocorrer é convergir ao máximo questões que podem ser aliadas e positivas aos dois países. Claro também que eles aceitarão este novo status do Brasil com menor resistência se continuarem na liderança. E o poder militar, mais que o poder simplesmente conômico, lhes concede este direito.
Se eles pensarem menos como pensavam quando anexaram o Texas e outros territórios do México, se pensarem menos como fizeram no passado com as Filipinas, o Panamá, Cuba, Granada e Porto Rico, se penasarem - como nós sabemos que pensam - sobre Rondônia e mais partes da Amazônia legal, teremos um forte parceiro. Seria como se pudéssemso criar um leão razoavelmente bem adestrado e seguro por estar bem alimentado. Mas cowboy é cowboy!
Lembremos que a ajuda que eles deram à Inglaterra, durante a IIGG, foi criticada duramente no princípio internamente. Eles primeiro colocaram a "Ilha" de joelhos para depois levar o socorro, e com ele impuseram a moeda e o padrão econômico de todo o mundo ocidental pós guerra. Não foi só a voracidade de Stalin que provocou a ira de Churchill. Ele viu o tamanho dos EUA escurecer com a sombra de um braço todo o Império.
Mas isto está dando uma reviravolta e eles tem que metabolizar isto. E será esta capacidade de digerir, e daí gestar um novo conceito de "a aAmérica para os americanos" (em um sentido para nós e para o mundo), que pode ou não nos trazer problemas e por "bate pronto" para o mundo.
Raios! Falei, falei... Mas'que tem a ver o que disse com o Rafale?

- Carlos Lima
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Pois é meu amigojp escreveu:CB Lima, tenho integral concordância com sua exposição que foi adida à sintética e esclarecedora finalização do Franz.
Infelizmente estamos descobrindo que os americanos tem algo (de ruim) em comum com o Brasil. Trata-se do fato de responderem paquidérmica e sonolentamente à situações que nãe envolvam - necessariamnete - um perigo imediato a segurança deles.
E quanto a isto chega a ser intrigante, tamanha a fenomenal condição que eles possuem de "pensar" o futuro.
Eles ensinaram ao mundo o superlativo do conceito de Think Tank, suas universidades são celeiros incomensuráveis de cientistas, pensadores e intelectuais de todos os matizes (algum tempo atrás conversava com um amigo pesquisador de um universidade federal e ele me disse - sem pestanejar - que estamos algo em torno de 80/100 anos defasados deles, mantidos nossos atuais níveis de crescimento econômico, E disse estar sendo avaro na sentença). A capacidade industrial americana, e não a tomemos pelos efeitos de uma crise econômica, é tão afastada de nossa realidade que se torna como aferir distâncias astronômicas com quilômetros.
Por tudo isto é que me espanto com esta condição análoga em ver que a política americana, a má política regional, arrogante, xenófoba, imperialista e egocentrica, alcança patamares que os impedem de "ver" o mundo que se realinha.
Não digo que o Brasil será a médio prazo uma ameaça militar aos EUA, mas nós estamos quase que fadados a ser um sério concorrente mesmo fora do cenário latinoamericano.E isto irá gerar confrontos com eles, e a melhor maneira de isto não ocorrer é convergir ao máximo questões que podem ser aliadas e positivas aos dois países. Claro também que eles aceitarão este novo status do Brasil com menor resistência se continuarem na liderança. E o poder militar, mais que o poder simplesmente conômico, lhes concede este direito.
Se eles pensarem menos como pensavam quando anexaram o Texas e outros territórios do México, se pensarem menos como fizeram no passado com as Filipinas, o Panamá, Cuba, Granada e Porto Rico, se penasarem - como nós sabemos que pensam - sobre Rondônia e mais partes da Amazônia legal, teremos um forte parceiro. Seria como se pudéssemso criar um leão razoavelmente bem adestrado e seguro por estar bem alimentado. Mas cowboy é cowboy!
Lembremos que a ajuda que eles deram à Inglaterra, durante a IIGG, foi criticada duramente no princípio internamente. Eles primeiro colocaram a "Ilha" de joelhos para depois levar o socorro, e com ele impuseram a moeda e o padrão econômico de todo o mundo ocidental pós guerra. Não foi só a voracidade de Stalin que provocou a ira de Churchill. Ele viu o tamanho dos EUA escurecer com a sombra de um braço todo o Império.
Mas isto está dando uma reviravolta e eles tem que metabolizar isto. E será esta capacidade de digerir, e daí gestar um novo conceito de "a aAmérica para os americanos" (em um sentido para nós e para o mundo), que pode ou não nos trazer problemas e por "bate pronto" para o mundo.
Raios! Falei, falei... Mas'que tem a ver o que disse com o Rafale?

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- Franz Luiz
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Perfeito jp.
Mas eu acho que não conseguirão se reinventar a tempo não. Estão com a cultura engessada demais.
Continuaremos a ter a mesma importância de hoje para eles, independente do tamanho que venhamos a ter.
Observemos a UE e Russia e vejamos se eles conseguirão mudar.
Acredito que quem quebrar paradigmas agora e adotar posturas diferentes para o futuro é que será a meca do bem estar.
Um abraço
Mas eu acho que não conseguirão se reinventar a tempo não. Estão com a cultura engessada demais.
Continuaremos a ter a mesma importância de hoje para eles, independente do tamanho que venhamos a ter.
Observemos a UE e Russia e vejamos se eles conseguirão mudar.
Acredito que quem quebrar paradigmas agora e adotar posturas diferentes para o futuro é que será a meca do bem estar.
Um abraço
- Penguin
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
As evidências:Penguin escreveu:CB,cb_lima escreveu:Sem querer ser chato,
Mas com relação aos programas industriais europeus e a "falta" de alternativas atuais e os desentendimentos eu acho que o Prick tem muita razão no que falou.
Sei lá, eu leria esses 2 últimos posts dele com mais calma.
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CB_Lima
Não precisa se preocupar em ser chato. Acho que todos aqui somos um pouco.![]()
Prick tem a opinião dele, vc a sua, eu a minha e assim os debates florescem.
Eu leria o Livro Branco de Defesa da França com muita atenção.
E perguntaria quais programa FUTUROS deste país estão sendo propostos/desenvolvidos fora do âmbito da OTAN e UE.
Isso é muito diferente de vender e conceder a licença de produção, a exemplo do Mirage F-1 na África do Sul, dos submarinos Agosta no Paquistão, das fragatas Formidable em Cingapura, dos Scorpene na Índia e Brasil, do Mistral na Rússia, do Rafale no Brasil ou EAU.
Não esquecer que parte relevante das pesquisas militares européias são desenvolvidas de forma cooperada, envolvendo centros de pesquisas em diversos países da UE e da OTAN. Isso não é feito e nem proposto a países fora deste âmbito. Na realidade, há uma certa cooperação com Israel no desenvolvimento de versões dos seus UAVs.
Mantidas a tendência atual de declino da importância relativa (econômica e demografia) da Europa no mundo, não resta outra alternativa aos países europeus a não ser fortalecer a união entre eles, independente da crise atual. Só assim terão relevância geopolítica no futuro. Há muitos movimentos nesta direção.
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Cash-Strapped E.U. Defense Chiefs Eye Deeper Cooperation
By LAURENT THOMET, AGENCE FRANCE-PRESSE
Published: 7 Dec 2010 13:26
http://www.defensenews.com/story.php?i= ... dget&s=TOP
(...) Europe's effort to increase cooperation comes at a time when power and influence in the world "is passing rapidly to the southeast," Witney said.
France has warned that Europe risked losing its standing in the world and falling under Chinese-American domination due to drastic cuts in military budgets across the continent.
"At the pace we're going, Europe is progressively becoming a protectorate, and in 50 years we will become a game in a balancing act between new powers in which we will be under a Sino-American dominion," Herve Morin, the former French defense minister, said at the ministerial meeting in September.(...)
Britain and France sign defence co-operation treaties
http://www.france24.com/en/20101101-bri ... n-military
(...)French President Nicolas Sarkozy (right) and British Prime Minister David Cameron (left) signed new military defence agreements Tuesday, including deals on creating a joint military force and on sharing aircraft carriers and nuclear test facilities.(...)
British Military Expands Links to French Allies
http://www.nytimes.com/2010/11/03/world ... itain.html
(...) The nuclear agreement was in some ways the most surprising, since it committed the two nations to sharing some of their most carefully kept secrets. Although the two leaders emphasized that France’s “force de frappe” and Britain’s similar, submarine-based ballistic missile force would remain separate and under the sole control of each government, they agreed to establish joint research centers, one in France and one in Britain, to further research on their stockpiles of nuclear warheads. (...)
Crisis boosts European military cooperation
12 August 2010 EL PAÍS MADRID
http://www.presseurop.eu/en/content/art ... ooperation
DEFENSE | 09.12.2010
German defense minister seeks more European military cooperation
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6311329,00.html
Military cooperation will benefit everyone, said Guttenberg
Ahead of a defense ministers' meeting in Brussels, the German defense minister says he supports more European military cooperation. In a time of austerity, resources should be shared, said Karl-Theodor zu Guttenberg.
PRÉSIDENCE DE LA RÉPUBLIQUE
The French White Paper on defence and national security
http://www.ambafrance-ca.org/IMG/pdf/Li ... ersion.pdf
Key findings
1. The world has changed profoundly since the publication of the previous White
Paper in 1994, in particular under the impact of globalisation. The formidable
acceleration of information exchanges, the increased trade in goods and services
as well as the rapid circulation of individuals, have transformed our economic,
social and political environment in both positive and negative ways, as well as the
paradigms of national and international security. The hierarchy of powers has
changed and will continue to evolve. The world is not necessarily more
dangerous, but it has become more unstable, more unforeseeable. New crises, in
particular from the Middle East to Pakistan have come to the fore and have
become more inter-connected. Jihadism-inspired terrorism aims directly at France
and Europe, which are in a situation of greater direct vulnerability. As we look
to the 2025 horizon, France and Europe will fall within the range of ballistic
missiles developed by new powers; new risks have appeared, be it intentional in
the case of cyber-attacks or non-intentional, such as health-related or
environmental crises amplified by the deterioration of the biosphere. The White
Paper aims at presenting the strategic appraisal for the next fifteen years to
come, and consequences are drawn in order to draft together a new defence and
security policy.
2. The major innovation compared to the previous White paper is that the security
interests are appraised globally without restricting the analysis to defence issues.
A national security strategy is defined in order to provide responses to “all the
risks and threats which could endanger the life of the Nation.” The scope of
national security includes the defence policy, but is not limited to it. In order to
better ensure the defence of the interests of France and the mission of protecting
its population, the national security strategy calls upon the interior security policy,
for anything which is not directly related to individual security of persons and
property or law and order, as well as the civil security policy. Other policies such
as foreign policy and economic policy also contribute directly to national security.
3. The national security strategy includes five strategic functions which the defence
and security forces must master: knowledge and anticipation, prevention,
deterrence, protection and intervention. The combination of these five functions
must be flexible and evolve over time, adapting to the changes in the strategic
environment. The White Paper will therefore be updated before the discussion of
each new Military Programme and Interior Security Bills.
4. Knowledge and anticipation represent a new strategic function and have
become a priority. In a world characterised by uncertainty and instability,
5The French White Paper on defence and national security
knowledge represents our first line of defence. Knowledge guarantees our
autonomy in decision-making and enables France to preserve its strategic
initiative. It is knowledge which must be provided as early on as possible to
decision-makers, military commanders and those in charge of internal and civil
security in order to go from forecasts to informed action. Intelligence of all kinds,
including from space and prospective studies, takes on major importance.
5. Protection of both the French population and territory is at the very heart of our
strategy because of the existence of new vulnerabilities to which they are directly
exposed. The goal is to protect the nation in times of major crisis while increasing
its resilience defined as the “capability of public authorities and the French society
to respond to a major crisis and rapidly restore normal functioning.” Reinforcing
resilience requires a change in the means and methods of surveillance used over
the national territory including land, sea, air and now space and to develop a
more rapid and wider in scope, response capability for French public authorities.
Communication and information systems and civil warning systems lie at the
centre of the crisis management and preparedness system. One novel aspect is
that operational goals in protection missions are now assigned jointly to both
internal security services, civil security services and the armed forces.
Coordination between civilian and military departments and agencies is one of the
fundamental principles of the new strategy.
6. As regards our conflict prevention and intervention capabilities, the White
Paper provides for the concentration on a priority geographical axis from the
Atlantic to the Mediterranean, the Arab-Persian Gulf and the Indian Ocean. This
axis corresponds to the areas where the risks related to the strategic interests of
France and Europe are the highest. The White Paper also takes account of the
growing importance of Asia for national security and favours both presence and
cooperation in this direction from the Indian Ocean. In parallel, France will
preserve its prevention and action capabilities on the Western and Eastern
seaboards of the African continent as well as in the Sahel, in particular to fight
against trafficking and acts of terrorism.
France will radically change the existing
system of defence and military cooperation agreements to evolve toward a
partnership between Europe and Africa and cooperation in defence and
security which will favour the development and strengthening
of African peacekeeping capabilities.
The armed forces will retain sufficient assets in
the WestIndies-French Guyana zone to be used for the protection of the Kourou space
centre and the fight against narcotics trafficking. The Gendarmerie and civil
security forces will be reinforced in the DOM-COM (overseas departments and
territories). The White Paper also sets forth a series of guidelines for the
intervention of French armed forces on foreign theatres.
7. Nuclear deterrence remains an essential concept of national security. It is
the ultimate guarantee of the security and independence of France. The sole
purpose of the nuclear deterrent is to prevent any State-originating aggression
against the vital interests of the nation wherever it may come from and in
whatever shape or form. Given the diversity of situations to which France might
be confronted in an age of globalisation, the credibility of the deterrent is based
on the ability to provide the President , with an autonomous and sufficiently
wide and diversified range of assets and options. This requires the
modernisation of two components: the sea-based ballistic missile submarine force
and the airborne missiles carried by nuclear-capable combat aircraft. Even
though there may not be any direct threat of aggression today against France, it is
imperative to retain the capability to preserve the freedom of action of our nation if
our vital interests are threatened with blackmail. France will have the means to
develop its capability as long as nuclear weapons are necessary for its security.
However, France has taken the initiative in the area of nuclear disarmament and
shall continue to do so. France is particularly active in the fight against the
proliferation of chemical, biological and nuclear weapons as well as the delivery
missiles.
8. The European ambition stands as a priority. Making
the European Union a major player in crisis management and international security
is one of the central tenets of our security policy. France wants Europe to be
equipped with the corresponding military and civilian capability. The White Paper proposes
several concrete goals for European defence in the coming years :
- Set up an overall intervention capability of 60,000 soldiers, deployable for
one year in a distant theatre with the necessary air and naval forces;
- Achieve the capability to deploy for a significant duration two or three peacekeeping
or peace-enforcement operations and several civilian operations of
lesser scope in separate theatres;
- Increase the European planning and operational capability both military and
civilian, in parallel to the development of interventions outside the European
Union;
- Create impetus and restructure the European defence industry.
In addition, the White Paper emphasises four priority areas for the protection of
European citizens : the reinforcement of cooperation in the fight against
terrorism and organised crime; the development of European civil protection
capabilities; the coordination of the defence against cyber-attack; and the
securing of energy and strategic raw materials supply.
Lastly, the White Paper advocates the drafting of a European White Paper on
defence and security.
9. The White Paper emphasises that the European Union and the North Atlantic
Alliance are complementary. France is committed to the renovation of NATO
in particular on the occasion of NATO’s 60th anniversary, to be celebrated in
2009.
Europe and the North Atlantic Alliance have changed considerably, since the
decision taken by General de Gaulle in 1966 to withdraw French forces from the
NATO integrated military command, and since the previous White Paper
published in 1994. The European Union has emerged as a major player in the
international community. NATO has maintained its responsibility for the collective
defence of the allies, as recalled in the Lisbon Treaty, but is also a peacekeeping
instrument (Afghanistan, Kosovo). There is no competition between NATO and
the European Union – the two are complementary: today we need both to come
to grips with the threats and crises.
This reality leads us to advocate the full participation of France in the
structures of NATO. This evolution will go hand in hand with the reinforcement
of the European Union in the area of crisis management and the search for a new
balance between Americans and Europeans within NATO. As regards the
position of France, the White Paper recalls the three main principles in direct
continuity with those defined by General de Gaulle : complete independence of
our nuclear forces ; French authorities must retain full freedom of assessment,
which implies the absence of automatic military commitment and the maintenance
of assets allowing for strategic autonomy in particular by increasing our
intelligence capabilities; and lastly, permanent freedom of decision which
means that no French forces shall be permanently placed under NATO
command in peace time.
10. The White Paper defines a consistent defence effort based on the dual concern
of improving without delay the availability and modernisation of the most
frequently used equipment, and launching programmes related to
intelligence and preparation for the future. It advocates therefore as a priority
the reinforcement of the protection of our land, sea and air combat forces
(individual soldier protection, armoured vehicles, equipment maintenance, and
anti-air and anti-cruise missile protection of our Navy ships). The White Paper
also calls for the launching of new programmes, during the same timeframe, in
particular in the field of knowledge and anticipation (knowledge-based security,
observation, electronic intelligence, early warning) on land, at sea and in the air
with the development of surveillance and armed drones, as well as both offensive
and defensive cyber-war capabilities.
11. The new format of our armed forces is to be determined on the basis of
operational goals decided by the government based on the proposals made by
the White Paper Commission. The main force levels proposed are as follows:
- An operational ground force (Force Opérationelle Terrestre) of 88,000 men,
enabling a force-projection capability of 30,000 soldiers with six month notice,
5,000 soldiers on permanent operational alert, and the capability to mobilise
10,000 soldiers on the national territory to support civilian authorities in case of a
major crisis;
- An aircraft-carrier group including combat, surveillance and rescue aircraft and
helicopters, 18 frigates, six SSNs and the capability to deploy one or two
naval groups either for amphibious operations or for the protection of sea
lines;
- A joint fleet of 300 combat aircraft, regrouping the combat aircraft of both the Air
Force and the Navy (Rafale and modernised Mirage 2000-D) under the
operational command of the Chief of staff of the armies and a single
management by the Air Force ; this force will allow for the permanent deployment
of 5 squadrons on our national territory and a force projection capability outside
of the national territory of 70 combat aircraft with an additional capability of 10
aircraft on permanent alert;
12. France shall devote a major financial effort to its defence, consistent with the
priorities and choices made for its operational capabilities. Therefore
defence spending will not decrease. During the initial period annual resources
(excluding pension charges,) will be constant in volume, that is, increasing at the
same pace as inflation. They could include exceptional resources. Then, during
a second phase, starting in the year 2012, the budget will increase at the pace of
1% per year in volume, that is, 1% above the inflation rate. Between now and
2020, the aggregate effort devoted to defence excluding pensions will amount to
377 billion Euros. In parallel, restructuring will lead to considerable decrease in
staff over six or seven years and operating cost reductions in the Ministry and the
armed forces. The resulting savings will be totally reinvested in the procurement
budget which will increase from an average of 15.5 billion Euros in past
years to 18 billion Euros on average per year for the period 2009-2020, and
also in the improvement of defence personnel training and living conditions.
13. Industry must be European. Individual European
countries can no longer master every technology and capability at national level.
France must retain its areas of sovereignty, concentrated on the capability necessary
for the maintenance of the strategic and political autonomy of the nation: nuclear
deterrence; ballistic missiles; SSNs; and cyber-security are amongst the priorities.
As regards the other technologies and capacities that it may wish to acquire,
France believes that the European framework must be privileged: combat aircraft,
drones, cruise missiles, satellites, electronic components etc., although
procurement policy must include acquisitions on the world market.
14. The reorganisation of public authorities is necessary in order to take
account of this new national security strategy. The Defence and National
Security Council chaired by the President of the Republic will be created. The
National Intelligence Council will be one of its major bodies. The Prime minister
will be in charge of managing the implementation of the decisions taken by the
Defence and National Security Council. The 1959 ordinance dealing with the
general organisation of defence will be reformed in order to implement this new
strategy. In addition, the role of the Parliament shall be reinforced considerably,
in particular as regards the intervention of French armed forces in foreign
operations, the monitoring of the orientations of the White Paper and the policy as
regards bilateral defence agreements. Parliament plays an important role in
expressing the support of the nation for the national security strategy.
15. The security of the nation depends on the men and women who choose to serve
their country and their fellow citizens. The goal of the strategy is to enable them
to reach the highest possible degree of professionalism in all sectors, both
civilian and military, and for all types of contracts. In as much as possible, joint
training and shared recruitment policies in the various ministries will be
implemented. A special course track to train external and internal intelligence
personnel will be set up. In every category of the Civil Service, awareness to
national security issues will be reinforced in particular for the students of the
Grandes Ecoles (élite post-graduate schools for high officials (ENA), police
officers (ENSP), and magistrates (ENM). The principle of mobility in public
administrations will be instituted for high-potential senior officers.
16. The support of the Nation is the necessary condition for the national
security strategy to be effective. The White Paper advocates a new impulse in
the following areas: training of young people as well as of elected officials;
renovation of the Compulsory Defence Preparation Day (Journée d’Appel pour la
Défense - JAPD); creation of a civilian service corps; organisation of a coherent
and attractive array of voluntary organisations to serve the security of France;
strategic research both at the national and European levels; creation of a
scientific cooperation foundation which could support the European Doctoral
School in security studies; reorganisation of the training provided today by four
major institutions into two poles ( defence & foreign affairs; internal security).
Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos que circulam pelo mundo.
Carlo M. Cipolla
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Santiago...
Essas não são exatamente evidências... isso faz parte de tentar encontrar uma saída para os problemas deles, mas é somente parte da agenda política e dos relacionamentos que são necessários para manter a EU funcionando...
Os países europeus que não olharem para fora da Europa com sérios olhos estarão em maus lençois.
Além disso nem todos os países europeus tem o poder de barganha ou podem oferecer certas vantagens que a França pode oferecer, e é aí que o bicho pega...
[]s
CB_Lima
Essas não são exatamente evidências... isso faz parte de tentar encontrar uma saída para os problemas deles, mas é somente parte da agenda política e dos relacionamentos que são necessários para manter a EU funcionando...
Os países europeus que não olharem para fora da Europa com sérios olhos estarão em maus lençois.
Além disso nem todos os países europeus tem o poder de barganha ou podem oferecer certas vantagens que a França pode oferecer, e é aí que o bicho pega...
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CB_Lima
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Re: NOTÍCIAS DO RAFALE
Em termos de aliança militares, de desenvolvimento e defesa comum, a França e os europeus olham para dentro da Europa e para a OTAN. Está claro isso. Não há nada que aponte o contrário.cb_lima escreveu:Santiago...
Essas não são exatamente evidências... isso faz parte de tentar encontrar uma saída para os problemas deles, mas é somente parte da agenda política e dos relacionamentos que são necessários para manter a EU funcionando...
Os países europeus que não olharem para fora da Europa com sérios olhos estarão em maus lençois.
Além disso nem todos os países europeus tem o poder de barganha ou podem oferecer certas vantagens que a França pode oferecer, e é aí que o bicho pega...
[]s
CB_Lima
Em termos de comércio, investimentos e cooperação militar (diferente de aliança militar) eles estão buscando mais do que nunca novos mercados (como todos) e fortalecendo aqueles nos quais já possuem presença.
O sonho de consumo europeu é o fim do embargo de armas à China. Mas isso não é simples e possui implicações que vão muito além de polpudos faturamentos e lucros.
[]s
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Carlo M. Cipolla
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