A-12
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Re: A-12
Xará.
Acho que não fui claro. O post do Prick alude a provas completas no São Paulo (catapultagem com armamentos e tanques externos), a envolver um "first Rafale M". Isso no ano de 1.994.
E aparentemente agora, estão sendo oferecidos ao Brasil, como contrapartida, justamente os Rafales F 1 encostados.
Por isso, a pergunta: há diferenças entre o "first Rafale M" de 1.994, extensivamente testado no então Foch e os Rafales F 1 encostados supostamente agora oferecidos à MB ?
Em caso negativo, os F1´s teriam chances de exercer À plenitude sua função na arena ar-ar.
É isso. abraços, alexandre.
Acho que não fui claro. O post do Prick alude a provas completas no São Paulo (catapultagem com armamentos e tanques externos), a envolver um "first Rafale M". Isso no ano de 1.994.
E aparentemente agora, estão sendo oferecidos ao Brasil, como contrapartida, justamente os Rafales F 1 encostados.
Por isso, a pergunta: há diferenças entre o "first Rafale M" de 1.994, extensivamente testado no então Foch e os Rafales F 1 encostados supostamente agora oferecidos à MB ?
Em caso negativo, os F1´s teriam chances de exercer À plenitude sua função na arena ar-ar.
É isso. abraços, alexandre.
"Em geral, as instituições políticas nascem empiricamente na Inglaterra, são sistematizadas na França, aplicadas pragmaticamente nos Estados Unidos e esculhambadas no Brasil"
Re: A-12
Depende os 02 protótipos do Rafale M F-1, um foi encostado, no entanto, o outro foi transformado em F-3. Por isso, dos 11 Rafales M F-1 construídos 10 estão disponíveis. Nove deles são Rafales M F-1 padrão, quer dizer são muito parecidos com os 02 protótipos testados, quanto a peso, célula e turbinas.alexandre lemos escreveu:Xará.
Acho que não fui claro. O post do Prick alude a provas completas no São Paulo (catapultagem com armamentos e tanques externos), a envolver um "first Rafale M". Isso no ano de 1.994.
E aparentemente agora, estão sendo oferecidos ao Brasil, como contrapartida, justamente os Rafales F 1 encostados.
Por isso, a pergunta: há diferenças entre o "first Rafale M" de 1.994, extensivamente testado no então Foch e os Rafales F 1 encostados supostamente agora oferecidos à MB ?
Em caso negativo, os F1´s teriam chances de exercer À plenitude sua função na arena ar-ar.
É isso. abraços, alexandre.
No entanto, os Rafales F-1 M foram melhorados, desbugados. Porém, o software da fusão de dados não era capaz de lidar com ameaças aéreas e de superfície ao mesmo tempo. O radar RBE PESA é multifuncional, tanto assim, que os Rafales F-3, usam ele. Somente o Rafale F-3+ terá o novo radar e a turbina mais leve, potente e economica.
O Rafale F-2 tem o OSF e um software mais capaz. Já o F-3 tem modificações no hardware. O Rafale F-3+ é mais pesado por conta do novo radar e outras modificações.
Em resumo, do ponto de vista dinâmico os F-1 são iguais ao Rafale M02, o segundo protótipo, pelo jeito.
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Re: A-12
Obrigadão, Prick.
"Em geral, as instituições políticas nascem empiricamente na Inglaterra, são sistematizadas na França, aplicadas pragmaticamente nos Estados Unidos e esculhambadas no Brasil"
- Alcantara
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Re: A-12
Y yo tambien... ya creía que la "creatura" sería yo... menos malo, srsrsrsr...DELTA22 escreveu:Caro SUT, com estas palavras, fico tranquilo!SUT escreveu:Delta22, me refiero especificamente a Ralf, quien me agredio de forma grosera en tres ocasiones separadas...
Ahí esta toda la diferencia entre nuestros modos de "ver" las cosas, en terminos de defensa...SUT escreveu:Uds no tienen la presion estrategica convencional de "aqui y ahora" que nosotros si tenemos.
Por asi decirlo, lo que hoy esta en laCorte de La Haya , en 1975 nuestra amable contraparte queria solucionarlo con una invasion con material ruso....
Necesitamos disuasion efectiva, concreta, permanente y evidente...por asi decirlo, la Disuasion convencional clasica tiene que funcionar 24/7/365...no hay dinero para experimentos que no contribuyan a eso...
"Se o Brasil quer ser, então tem que ter!"
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Re: A-12
Leio esse tópico e me impressiono como alguns ainda insistem em argumentar q os franceses fizeram a CERTIFICAÇÃO do Rafale no Foch com tanques vazios, mísseis fictícios etc
... Deve ser algum tipo de "cacuete" ou TOC de ser do contra...
Bom, voltando ao q interessa, Prick: tu disse q os franceses estão contruindo uma versão mais potente do SNECMA M-88-2? Até onde sei seriam feitas modificações apenas para torná-lo mais econômico já q uma potencialização sairia muito caro. Esta versão do "ECO program" seria o M-88-2E4.
Me baseio no pdf do informe Fox Three (Dassault, Snecma e Thales) nº 8 (2005) facilmente encontrado pelo Google.
Li um artigo (não me lembro onde) q relatava q inclusive houve a possibilidade de um país árabe (acho q Arábia Saudita, também não me lembro) financiar uma versão mais potente do M-88 o q de fato não ocorreu.
No entanto, segundo o link http://www.scramble.nl/wiki/index.php?t ... ion_Rafale
Technical information: Power Plant
Two SNECMA M88-2 augmented turbofans, each rated at 48.7 kN (10,950 lb st) dry and 72.9 kN (16,400 lb st) with afterburning. M88-3 of 88.3 kN (19,840 lb st) maximum rating is offered as a follow-on, and is being developed for the export Rafale.
Essa informação procede?

Bom, voltando ao q interessa, Prick: tu disse q os franceses estão contruindo uma versão mais potente do SNECMA M-88-2? Até onde sei seriam feitas modificações apenas para torná-lo mais econômico já q uma potencialização sairia muito caro. Esta versão do "ECO program" seria o M-88-2E4.
Me baseio no pdf do informe Fox Three (Dassault, Snecma e Thales) nº 8 (2005) facilmente encontrado pelo Google.
Li um artigo (não me lembro onde) q relatava q inclusive houve a possibilidade de um país árabe (acho q Arábia Saudita, também não me lembro) financiar uma versão mais potente do M-88 o q de fato não ocorreu.
No entanto, segundo o link http://www.scramble.nl/wiki/index.php?t ... ion_Rafale
Technical information: Power Plant
Two SNECMA M88-2 augmented turbofans, each rated at 48.7 kN (10,950 lb st) dry and 72.9 kN (16,400 lb st) with afterburning. M88-3 of 88.3 kN (19,840 lb st) maximum rating is offered as a follow-on, and is being developed for the export Rafale.
Essa informação procede?
Re: A-12
Não esqueçamos que é o resultado do F-X2 que vai determinar qual caça virá para a MB, e como tudo pode acontecer nesta "caixa de surpresas" que acho que vai ser o escolhido do F-X2, o F-18A/C não deve ser despresado, portanto.
Assim sendo, se o Rafale F-1 é adaptável então não teria problema para o F-18 também ser, ou estou errado???
Deixo claro que minha "torcida" não é nem pelo Rafale, nem para o F-18, mas como acho que meu favorito no F-X2 não vai ganhar infelizmente, já vou adaptando meu espírito para o que vier...
[]'s a todos.

Assim sendo, se o Rafale F-1 é adaptável então não teria problema para o F-18 também ser, ou estou errado???
Deixo claro que minha "torcida" não é nem pelo Rafale, nem para o F-18, mas como acho que meu favorito no F-X2 não vai ganhar infelizmente, já vou adaptando meu espírito para o que vier...

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"Apenas o mais sábio e o menos sábio nunca mudam de opinião."
Re: A-12
Sim, os F-18A/C poderiam ser usados, porém, ao contrário do Rafale F1 e os F-3+, que são a mesma plataforma, com algumas diferenças de sistemas. Os F-18A/C nada tem haver mais com os F-18E. Assim, a MB só seria beneficiada pelo por usar o mesmo armamento, porém, perderia toda a cadeia de logística e manutenção. As vantagens seriam muito menores para a MB.DELTA22 escreveu:Não esqueçamos que é o resultado do F-X2 que vai determinar qual caça virá para a MB, e como tudo pode acontecer nesta "caixa de surpresas" que acho que vai ser o escolhido do F-X2, o F-18A/C não deve ser despresado, portanto.![]()
Assim sendo, se o Rafale F-1 é adaptável então não teria problema para o F-18 também ser, ou estou errado???
Deixo claro que minha "torcida" não é nem pelo Rafale, nem para o F-18, mas como acho que meu favorito no F-X2 não vai ganhar infelizmente, já vou adaptando meu espírito para o que vier...![]()
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Re: A-12
Isso já está meio defasado, as M-88-2ECO deverão ter 02 versões, uma buscando economia e um ganho de potência residual, algo como uns 5%. Porém, outra versão dela poderia chegar a 9000 Kg/f. Essa versão interessa ao Emirados.nukualofa77 escreveu:Leio esse tópico e me impressiono como alguns ainda insistem em argumentar q os franceses fizeram a CERTIFICAÇÃO do Rafale no Foch com tanques vazios, mísseis fictícios etc... Deve ser algum tipo de "cacuete" ou TOC de ser do contra...
Bom, voltando ao q interessa, Prick: tu disse q os franceses estão contruindo uma versão mais potente do SNECMA M-88-2? Até onde sei seriam feitas modificações apenas para torná-lo mais econômico já q uma potencialização sairia muito caro. Esta versão do "ECO program" seria o M-88-2E4.
Me baseio no pdf do informe Fox Three (Dassault, Snecma e Thales) nº 8 (2005) facilmente encontrado pelo Google.
Li um artigo (não me lembro onde) q relatava q inclusive houve a possibilidade de um país árabe (acho q Arábia Saudita, também não me lembro) financiar uma versão mais potente do M-88 o q de fato não ocorreu.
No entanto, segundo o link http://www.scramble.nl/wiki/index.php?t ... ion_Rafale
Technical information: Power Plant
Two SNECMA M88-2 augmented turbofans, each rated at 48.7 kN (10,950 lb st) dry and 72.9 kN (16,400 lb st) with afterburning. M88-3 of 88.3 kN (19,840 lb st) maximum rating is offered as a follow-on, and is being developed for the export Rafale.
Essa informação procede?
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Re: A-12
Brisa
Vc escreveu
Esses papos nos corredores do SENAC ...sei não....sei não
Vai ver que o Almirante tinha tomado umas e outras, estava dormindo e não escutou esses rangidos
Gostaria de esclarecer que "estes papos" não ocorreram nos corredores do SENAC como vc especula. Ocorreram sim DENTRO DO 1º DISTRITO NAVAL, pois o rancho do 1ºDistrito Naval era administrado pelo SENAC que tinham que fornecer mão de obra gratuita para servir 5000 refeições/dia à MB, sob a alegação de ser uma "escola". É claro que a maracutaia acabou em 2000 quando o SENAC revogou o acordo.
Gostaria de esclarecer também que este relato da superestrutura que rangia perigosamente não só foi me relatado por tripulantes do MG mas também por professores do SENAC que não raro embarcavam nas cozinhas em viagens do Minas.
Uma questão: Se o MG estava em tão boas condições por que a MB preferiu vender simplesmente como ferro velho na India invés de transformar num museu?Afinal estava tão novo a ponto de só valer a pena vendê-lo por peso?
Como o Prick bem informou, tinha me esquecido que o acidente do SP foi em 2005!!(4 anos atrás). Me fez lembrar que na LAAD de 2007 se comentava que o SP estaria operacional naquele ano. Pois é , já se passaram 2 anos mais , outra LAAD e NADA!!!!!!!
Grande PA temos, um autentico "pier queen"
Repito: quem ficará pronto primeiro, o A-4KU modernizado ou o SP?
Pelo andar da carruagem está mais para o A-4KU
Como sempre pode-se justificar com a falta de recursos, aí eu pergunto o SP não é prioridade na MB? Quanto vai custar treinar toda a tripulação depois de pelo menos 4 anos parado? Acho que nem é o caso de treinar mas reimplantar um aprendizado.
Todos sabem que o trabalho no convoo de um PA é uma das mais importantes, (os EUA julgam que é um dos trabalhos mais perigosos do mundo). Pois é, teremos que formar todos eles do zero novamente?
Abraços
Hélio
Vc escreveu
Esses papos nos corredores do SENAC ...sei não....sei não
Vai ver que o Almirante tinha tomado umas e outras, estava dormindo e não escutou esses rangidos
Gostaria de esclarecer que "estes papos" não ocorreram nos corredores do SENAC como vc especula. Ocorreram sim DENTRO DO 1º DISTRITO NAVAL, pois o rancho do 1ºDistrito Naval era administrado pelo SENAC que tinham que fornecer mão de obra gratuita para servir 5000 refeições/dia à MB, sob a alegação de ser uma "escola". É claro que a maracutaia acabou em 2000 quando o SENAC revogou o acordo.
Gostaria de esclarecer também que este relato da superestrutura que rangia perigosamente não só foi me relatado por tripulantes do MG mas também por professores do SENAC que não raro embarcavam nas cozinhas em viagens do Minas.
Uma questão: Se o MG estava em tão boas condições por que a MB preferiu vender simplesmente como ferro velho na India invés de transformar num museu?Afinal estava tão novo a ponto de só valer a pena vendê-lo por peso?
Como o Prick bem informou, tinha me esquecido que o acidente do SP foi em 2005!!(4 anos atrás). Me fez lembrar que na LAAD de 2007 se comentava que o SP estaria operacional naquele ano. Pois é , já se passaram 2 anos mais , outra LAAD e NADA!!!!!!!
Grande PA temos, um autentico "pier queen"
Repito: quem ficará pronto primeiro, o A-4KU modernizado ou o SP?
Pelo andar da carruagem está mais para o A-4KU
Como sempre pode-se justificar com a falta de recursos, aí eu pergunto o SP não é prioridade na MB? Quanto vai custar treinar toda a tripulação depois de pelo menos 4 anos parado? Acho que nem é o caso de treinar mas reimplantar um aprendizado.
Todos sabem que o trabalho no convoo de um PA é uma das mais importantes, (os EUA julgam que é um dos trabalhos mais perigosos do mundo). Pois é, teremos que formar todos eles do zero novamente?
Abraços
Hélio
Re: A-12
Bom dia Helio...... o que eu quiz dizer foi que acredito mais em um relato de um oficial da marinha do que em boatos de leigos embarcados. O proprio pessoal do SENAC, poderia ter muito bem confundido um barulho estranho qualquer, com o ranger da estrutura do navio.
Creio (opinião minha) que a MB não levou o MG para o Museu em função de custos para mantelo la, como tambem uma oportunidade de levantar algun dindin com sua venda, ja que sabemos todos , dos parcos recursos da força na época.
Grande abraço
Creio (opinião minha) que a MB não levou o MG para o Museu em função de custos para mantelo la, como tambem uma oportunidade de levantar algun dindin com sua venda, ja que sabemos todos , dos parcos recursos da força na época.
Grande abraço
Re: A-12
helio escreveu:Brisa
Vc escreveu
Esses papos nos corredores do SENAC ...sei não....sei não
Vai ver que o Almirante tinha tomado umas e outras, estava dormindo e não escutou esses rangidos
Gostaria de esclarecer que "estes papos" não ocorreram nos corredores do SENAC como vc especula. Ocorreram sim DENTRO DO 1º DISTRITO NAVAL, pois o rancho do 1ºDistrito Naval era administrado pelo SENAC que tinham que fornecer mão de obra gratuita para servir 5000 refeições/dia à MB, sob a alegação de ser uma "escola". É claro que a maracutaia acabou em 2000 quando o SENAC revogou o acordo.
Gostaria de esclarecer também que este relato da superestrutura que rangia perigosamente não só foi me relatado por tripulantes do MG mas também por professores do SENAC que não raro embarcavam nas cozinhas em viagens do Minas.
Uma questão: Se o MG estava em tão boas condições por que a MB preferiu vender simplesmente como ferro velho na India invés de transformar num museu?Afinal estava tão novo a ponto de só valer a pena vendê-lo por peso?
Como o Prick bem informou, tinha me esquecido que o acidente do SP foi em 2005!!(4 anos atrás). Me fez lembrar que na LAAD de 2007 se comentava que o SP estaria operacional naquele ano. Pois é , já se passaram 2 anos mais , outra LAAD e NADA!!!!!!!
Grande PA temos, um autentico "pier queen"
Repito: quem ficará pronto primeiro, o A-4KU modernizado ou o SP?
Pelo andar da carruagem está mais para o A-4KU
Como sempre pode-se justificar com a falta de recursos, aí eu pergunto o SP não é prioridade na MB? Quanto vai custar treinar toda a tripulação depois de pelo menos 4 anos parado? Acho que nem é o caso de treinar mas reimplantar um aprendizado.
Todos sabem que o trabalho no convoo de um PA é uma das mais importantes, (os EUA julgam que é um dos trabalhos mais perigosos do mundo). Pois é, teremos que formar todos eles do zero novamente?
Abraços
Hélio
Bom a quantos anos o Charle esta parado na França? A quantos anos a India aguarda seu PA Russo?
Engana-se quem acha que uma reforma se faz do dia para a noite, até porque muita coisa mudou e alguns problemas que nem se tinha noção de sua existência surgiram. Tenha a certeza, o A-12 sairá do estaleiro em um estado infinitamente melhor do que quando entrou.
Sobre o MG, bom vou deixar para o Marino, que já serviu no A-11, responder..
- Marino
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Re: A-12
A MB estava disposta a transformar o MG em museu, mas não em gastar recursos para isso.
O César Maia pretendia utilizar o MG como atração turística, museu/restaurante, etc, mas não passou de outro factóide.
Existia uma entidade inglesa que pretendia comprar o navio e transformá-lo em museu, mas também ficou só na conversa.
Os chineses o compraram, e isto é novidade que "abro" para o DB. Mas o crédito disponibilizado para a MB era "podre", e o navio não foi entregue.
Ninguem mais se interessou, e o navio foi vendido como sucata.
Já disse que a MB não foi autorizada a mantê-lo.
FOFOCAS, por não poderem se provadas, diziam que foi pressão americana sobre o FHC, para que o Brasil não tivesse dois PA e desestabilizasse o equilíbrio na AS, principalmente com a Argentina. Se verdade, geopolítica caduca.
O MG nunca teve problemas de estrutura. Foi dado de baixa operando full, lançando e recolhendo os A-4 em sua última comissão.
Isto digo eu, alguem que serviu a bordo e não tem motivos para falsear a verdade, principalmente sobre um navio que não existe mais.
O SP vai fazer nova prova de mar até agosto, entrando em CIASA logo após.
Não se preocupem com o adestramento da tripulação. Gostaria muito que o Padilha, ou outro meio especializado, na impossibilidade de nosso companheiro, estivesse a bordo por ocasião do embarque dos inspetores do CAAML. Então todos aqui poderiam ter uma pálida idéia do que é uma Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento da MB. Em pouco tempo o SP estará em Fase-III, muito melhor do que recebemos.
Hélio, o navio passou por um Período de Manutenção Geral (PMG), onde podemos prever algumas necessidades, outras aparecem quando um equipamento ou compartimento é aberto, outras quando o navio é docado, etc. Este o motivo, acrescido de cortes orçamentários, do tempo de reparo do navio.
Não perca a confiança, não há motivo para isso. A MB sabe o que está fazendo, acredite.
O César Maia pretendia utilizar o MG como atração turística, museu/restaurante, etc, mas não passou de outro factóide.
Existia uma entidade inglesa que pretendia comprar o navio e transformá-lo em museu, mas também ficou só na conversa.
Os chineses o compraram, e isto é novidade que "abro" para o DB. Mas o crédito disponibilizado para a MB era "podre", e o navio não foi entregue.
Ninguem mais se interessou, e o navio foi vendido como sucata.
Já disse que a MB não foi autorizada a mantê-lo.
FOFOCAS, por não poderem se provadas, diziam que foi pressão americana sobre o FHC, para que o Brasil não tivesse dois PA e desestabilizasse o equilíbrio na AS, principalmente com a Argentina. Se verdade, geopolítica caduca.
O MG nunca teve problemas de estrutura. Foi dado de baixa operando full, lançando e recolhendo os A-4 em sua última comissão.
Isto digo eu, alguem que serviu a bordo e não tem motivos para falsear a verdade, principalmente sobre um navio que não existe mais.
O SP vai fazer nova prova de mar até agosto, entrando em CIASA logo após.
Não se preocupem com o adestramento da tripulação. Gostaria muito que o Padilha, ou outro meio especializado, na impossibilidade de nosso companheiro, estivesse a bordo por ocasião do embarque dos inspetores do CAAML. Então todos aqui poderiam ter uma pálida idéia do que é uma Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento da MB. Em pouco tempo o SP estará em Fase-III, muito melhor do que recebemos.
Hélio, o navio passou por um Período de Manutenção Geral (PMG), onde podemos prever algumas necessidades, outras aparecem quando um equipamento ou compartimento é aberto, outras quando o navio é docado, etc. Este o motivo, acrescido de cortes orçamentários, do tempo de reparo do navio.
Não perca a confiança, não há motivo para isso. A MB sabe o que está fazendo, acredite.
"A reconquista da soberania perdida não restabelece o status quo."
Barão do Rio Branco
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Re: A-12
esse ano acho dificil para o SPMarino escreveu:A MB estava disposta a transformar o MG em museu, mas não em gastar recursos para isso.
O César Maia pretendia utilizar o MG como atração turística, museu/restaurante, etc, mas não passou de outro factóide.
Existia uma entidade inglesa que pretendia comprar o navio e transformá-lo em museu, mas também ficou só na conversa.
Os chineses o compraram, e isto é novidade que "abro" para o DB. Mas o crédito disponibilizado para a MB era "podre", e o navio não foi entregue.
Ninguem mais se interessou, e o navio foi vendido como sucata.
Já disse que a MB não foi autorizada a mantê-lo.
FOFOCAS, por não poderem se provadas, diziam que foi pressão americana sobre o FHC, para que o Brasil não tivesse dois PA e desestabilizasse o equilíbrio na AS, principalmente com a Argentina. Se verdade, geopolítica caduca.
O MG nunca teve problemas de estrutura. Foi dado de baixa operando full, lançando e recolhendo os A-4 em sua última comissão.
Isto digo eu, alguem que serviu a bordo e não tem motivos para falsear a verdade, principalmente sobre um navio que não existe mais.
O SP vai fazer nova prova de mar até agosto, entrando em CIASA logo após.
Não se preocupem com o adestramento da tripulação. Gostaria muito que o Padilha, ou outro meio especializado, na impossibilidade de nosso companheiro, estivesse a bordo por ocasião do embarque dos inspetores do CAAML. Então todos aqui poderiam ter uma pálida idéia do que é uma Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento da MB. Em pouco tempo o SP estará em Fase-III, muito melhor do que recebemos.
Hélio, o navio passou por um Período de Manutenção Geral (PMG), onde podemos prever algumas necessidades, outras aparecem quando um equipamento ou compartimento é aberto, outras quando o navio é docado, etc. Este o motivo, acrescido de cortes orçamentários, do tempo de reparo do navio.
Não perca a confiança, não há motivo para isso. A MB sabe o que está fazendo, acredite.
