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Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 10, 2011 6:15 pm
por Túlio
J.Ricardo escreveu:
Carlos Mathias escreveu:Coitado daquele povo. :|
Mas não é este o país mais democrático do mundo, segundo o Lula!


Que eu me lembre, o termo usado pelo Noffo Guia foi 'efeffo de democrafia'. Isso pode ser interpretado de mais de um modo, à luz de todo aquele plebiscitarismo da época... :wink: 8-]

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Sex Mai 13, 2011 11:05 am
por P. K. Liulba
Professor da Universidade de Nova York contesta ligações entre Chávez e Farc
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve ... -farc.html
12 de maio de 2011 às 15:17h

da Redação Carta Capital

O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, em inglês), produziu um estudo difundido na terça-feira 10 sobre as supostas relações entre a Venezuela e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs). O dossiê intitulado Os documentos das Farc: Venezuela, Equador e o arquivo secreto de Raúl Reyes diz basear-se em dados armazenados em computadores de líderes da guerrilha apreendidos após um ataque em solo equatoriano em 2008. A credibilidade do IISS foi contestada, ainda no dia 10, pelo professor de História da Universidade de Nova York, Greg Grandin. Em artigo publicado no The Guardian, de co-autoria de Miguel Tinker Salas, ele ressaltou que entre os especialistas do instituto britânico figuram ex-assessores do governo de George W. Bush e de Tony Blair. Na prática, são especialistas que atestaram a existência de armas de destruição em massa no Iraque, a razão utilizada por norte-americanos e britânicos para depor Saddam Hussein.

“Em outras palavras, algumas das pessoas que manipularam o povo norte-americano e do Reino Unido para invadir o Iraque agora querem que acreditemos em suas ‘revelações’ sobre a Venezuela, o Equador e as Farc”, escreve Grandin. “A política dos Estados Unidos, ao longo da maior parte do governo Uribe (2002-2010), pareceu determinada a provocar tensão entre Colômbia e Venezuela. Agora, (…) promotores dessa política estão novamente buscando criar problemas, desta vez por meio do IISS”, conclui.

A IISS afirma que desde 2000 o presidente Hugo Chávez teve a clara intenção de dar apoio financeiro em uma escala calculada para afetar o equilíbrio estratégico da Colômbia, inclusive com garantias para que a guerrilha utilizasse território venezuelano.

Leia o artigo traduzido

O que os arquivos das FARC revelam, por Greg Grandin e Miguel Tinker Salas

A divulgação, na última terça-feira, de um “dossiê” com arquivos das FARC, que foram supostamente apreendidas pelo governo colombiano em 2008, é verdadeiramente um “não-evento”. O informe do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), parece uma tentativa dos tubarões nos EUA e no Reino Unido por perpetuar, por meio da desinformação, as políticas fracassadas da administração de George W. Bush e de administrações dos tempos da Guerra Fria, época à qual pertence esse tipo de prática.

Todas as conclusões do estudo se baseiam na falsa premissa de que os documentos que o texto afirma analisar são completamente confiáveis. No entanto, observadores imparciais da suposta captura de computadores das FARC, e a subseqüente divulgação à mídia de informações, concordam há muito que esses arquivos são, no melhor dos casos, duvidosos. Afinal, o exército colombiano, que afirma ter tomado posse dos documentos em laptops e flash drives após o bombardeio ilegal de um acampamento das FARC no Equador, em 2008, é a única fonte capaz de afirmar se os documentos são, de fato, autênticos.

O IISS, e outros que querem que o mundo acredite na autenticidade dos documentos, apóiam-se firmemente na suposta verificação de autenticidade dos arquivos conduzida pela Interpol. Mas o que a Interpol realmente disse, em seu informe sobre os documentos, em 2008, foi que o tratamento dado pelo exército colombiano aos arquivos “não está de acordo com princípios internacionalmente reconhecidos para o manuseio de evidências eletrônicas por parte de agentes da lei”. A Interpol ressaltou que houve um período de uma semana entre a captura dos computadores e a entrega deles à agência internacional, período em que autoridades colombianas modificaram 9.440 arquivos, e deletaram outros 2.905, de acordo com o informe forênsico completo da Interpol. Esse fato “complica a validação dessas evidências para fins de incluí-la em um procedimento judicial”, afirmava o texto.

Logo após a surpreendente “descoberta” e “captura” (os computadores, eles nos disseram, sobreviveram a um bombardeio sem nenhum arranhão), o exército colombiano fizeram “revelações” que rapidamente se provaram falsas. Uma foto de um oficial equatoriano de alta patente em reunião com as FARC, ao fim, era uma farsa. Ainda mais vergonhoso do que isso, declarações do exército colombiano de que as FARC planejavam fazer uma Bomba Suja (artefato que combina explosivos tradicionais e material radioativo) foram publicamente desmentidos pelo governo dos Estados Unidos e por especialistas em terrorismo.

As evidências desses documentos de apoio venezuelano às FARC eram tão fracas que o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, afirmou ao subcomitê para assuntos do hemisfério ocidental da Casa Branca, apenas um mês depois, que não havia “nenhuma evidência” de tal apoio ou conluio.

Ainda mais desanimador para o caso do exército colombiano foram as declarações do general Douglas Fraser, chefe do Comando Sul das forças armadas norte-americanas, em resposta a questionamentos do senador John McCain, em relação à conexão Venezuela-FARC e as “revelações” dos laptops da guerrilha: “Nós não vimos nenhuma conexão específica que me permitisse verificar de que houve relacionamentos diretos entre governo e terroristas”, disse, e adicionou que é “cético” à idéia. (Fraser mudou seu testemunho no dia seguinte, depois de uma reunião com Arturo Valenzuela, oficial para a América Latina do Departamento de Estado norte-americano. Mas Fraser, como líder das atividades militares estadunidenses na América do Sul, está em uma posição muito melhor para certificar as informações).

Mas provavelmente mais revelador de tudo sejam as atuais relações próximas mantidas pelos governos de Venezuela e Colômbia, agora que Juan Manuel Santos substituiu Álvaro Uribe na presidência. Se a Colômbia de fato tivesse evidências de apoio venezuelano às FARC, Santos teria tão prontamente se aproximado do governo Chávez, rapidamente retomando o comércio e o apoio político? Santos, interessantemente, é o homem que, como ministro da Defesa colombiano, autorizou o ataque ao acampamento das FARC.

A política dos Estados Unidos, ao longo da maior parte do governo Uribe (2002-2010), pareceu determinada a provocar tensão entre Colômbia e Venezuela. Agora, com Santos no cargo, e a Colômbia seguindo adiante e até derrubando um acordo com os Estados Unidos da era Uribe que estipulava aumento da presença militar norte-americana na Colômbia, promotores dessa política estão novamente buscando criar problemas, desta vez por meio do IISS.

Estão pedindo ao mundo que confiem na palavra de ex-agentes de inteligência da administração Bush –que ajudam a coordenar as atividades do IISS– e suas contrapartes no Reino Unido, que incluem ex-conselheiros de Tony Blair e Margaret Thatcher. Os especialistas do IISS escolhidos para apresentar as descobertas do dossiê esta semana em Washington, por exemplo, incluem um ex-agente de inteligência britânico que conduziu operações na América Latina. Outros conselheiros notórios do IISS incluem Robert D. Blackwill (ex-assessor para segurança nacional de George W. Bush), Eliot Cohen (ex-conselheiro sênior de Condoleezza Rice para assuntos estratégicos), Sir David Manning (ex-conselheiro de política externa de Tony Blair) e o Príncipe Faisal bin Salman bin Abdulaziz, da Arábia Saudita.

Em outras palavras, algumas das pessoas que manipularam o povo norte-americano e do Reino Unido para invadir o Iraque agora querem que acreditemos em suas “revelações” sobre a Venezuela, o Equador e as FARC.

O IISS está cheio de pessoas que sabem uma coisa ou outra sobre “propaganda negra” –informação forjada ou alterada, de origem secreta, usada para avançar em objetivos políticos. O uso de “propaganda negra” é tão velha quanto a própria espionagem, e é usada rotineiramente pela CIA e pelo MI6. O ex-agente da CIA Philip Agee descreveu diversas operações dessa natureza em suas memórias: “Inside the Company: CIA Diary”, publicado nos anos 1970.

Se os capangas de Bush agora estão usando “propaganda negra” para difamar Chávez e minar seu governo, não seria a primeira vez. O governo Bush apoiou a tentativa de golpe contra Chávez em abril de 2002. O uso de informação alterada –gravações que foram manipuladas para fazer parecer que apoiadores de Chávez haviam disparado contra manifestantes desarmados– tiveram um papel chave na tentativa de golpe. Por que qualquer um levaria em conta afirmações de ex-funcionários do primeiro escalão da administração Bush sobre vínculos entre a Venezuela e o Equador com as FARC?

Infelizmente, existe muita gente que fala alto que continua a ver a América Latina pelo prisma da Guerra Fria, como os atuais chefes para assuntos estrangeiros da Casa Branca, bem como vários editores as maiores organizações de mídia dos Estados Unidos. Pessoas que estão mais do que felizes em aceitar a palavra dos “neocons” do IISS como garantia –assim como fizeram quando a invasão do Iraque estava sendo preparada.


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Comentário pessoal - P. K. Liulba.

Realmente eu não acredito, nem um pouco, nos propalados "arquivos" provindos dos computadores apreendidos de Raúl Reys, pelo simples fato de que aqueles que veiculam os fatos não serem idôneos ou confiáveis.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Seg Mai 16, 2011 10:22 pm
por Penguin
The FARC Files - Summary: Portuguese - [209 KB]
Download the summary in Portuguese as a pdf.

http://www.iiss.org/publications/strate ... s/summary/

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 7:48 pm
por WalterGaudério
Olha o nosso herói brincando novamente com fogo...


Irã instala bases de lançamento de mísseis na Venezuela
23 de maio de 2011, em Noticiário Internacional, Relações Internacionais, por Galante
Fontes de inteligência dizem que Teerã já possui instalações no país sul-americano


Antonio Maria Delgado

O Irã construiu instalações militares, mantém material bélico e avança com seus planos de instalar mísseis balísticos de médio alcance na Venezuela, revelam fontes de inteligência que acompanham o fortalecimento da aliança estratégica entre Teerã e Caracas.

Segundo as fontes, o Irã introduziu na Venezuela alguns de seus mísseis, os quais estariam armazenados em bunkers subterrâneos construídos especialmente para esse fim por engenheiros iranianos.

As versões coincidem com um artigo publicado esse fim de semana pelo diário alemão Die Welt que informou sobre os avanços da construção de uma base de mísseis na península de Paraguaná, no estado de Fálcon, o ponto da Venezuela mais próximo dos Estados Unidos.

O diário alemão informa, citando fontes ocidentais de inteligência, que a base seria o local onde estaria armazenados os mísseis de médio alcance. O Irã conta atualmente com um míssel que alcança até 1.280 km, o Shabab-3, e com um variante deste modelo que chega a alcançar 1.930 km, e também desenvolveu o moderno Ghadr-110, com um alcance maior do que 2.500 km.

De acordo com o Die Welt, Irã e Venezuela, assinaram um pacto secreto que permitiria o regime de Teerã usar as instalações contra os Estados Unidos, caso fosse atacado pelo ocidente.

A versão do jornal alemão foi negada quarta-feira pelo governo venezuelano.

“Nós desmentimos que em Paraguaná haja uma instalação militar extrangeira”, assegurou o vice-presidente Elías Jaua.

No entanto, fontes de inteligência consultadas pelo El Nuevo Herald, disseram que “os iranianos iniciaram o processo de contrução de bases militares na venezuela há varios anos”, como parte de um pacto secreto de cooperação, firmado entre o mandatário venezuelano Hugo Chavez e seu homólogo iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

Um dos depósitos subterrâneos mais importante foi construído em Zaraza, a leste do estado de Guárico, onde o Irã já teria armazenado parte dos mísseis, disse ao El Nueva Heral, um ex-agente de inteligência venezuelano que pediu anonimato.

“Os foguetes continuam lá, tanto na zona de Valencia como em Zaraza, comentou o agente. ” Em valência há outro depósito, é menor, mas também foi construído para guardar armamentos. Lá há alguns foguetes, mísseis terrar-ar, e peças de mísseis”.

O Capitão aposentado da marinha venezuelana, Bernado Jurado, também disse conhecer a existência do depósito no estado de Guárico.

“As bases de mísseis que existem em Zaraza, serão instaladas em Paraguaná, no centro do país e nas planícies venezuelanas”, disse Jurado em um programa de televisão.

Outros militares venezuelanos consultados pela redação, confirmaram a existência de equipamentos militar iraniano no bunker de Zaraza e outras instalações similares construídas no país, mas afirmam desconhecerem informações de que entre estes se encontrem componentes de mísseis balísticos.
O ex-funcionário de inteligência consultado, disse ter participado de várias reuniões onde funcionários venezuelanos forneceram detalhes sobre os planos para a construção de instalações de mísseis.

Nestes encontros houve a participação de agentes de inteligência dos EUA, já que muitos deles perceberam o perigo eminente com o estabelecimento de um pacto estratégico com o Irã.

“Os militares que participaram destas reuniões, viram a chegada de componentes dos foguetes. Também assitiram as reuniões onde se discutiu os tipos de mísseis e suas características”, comentou o ex-oficial de inteligência.

“E lá chegaram a conclusão de que o presidente Chavez estava envolvendo a Venezuela, sem nenhuma necessidade, em um conflito internacional que poderia trazer terríveis repercusões para o país, tornando-o uma alvo da comunidade internacional. Isso é o que os obriga a entrar em contato com as autoridade dos EUA”, acrescentou.

Segundo o ex-agente, as autoridade americanas, acompanham por satélite a construção de algumas destas instalações, algumas inclusivem possuem túneis subterrâneos que com capacidade para o tráfego de caminhões.

Além dos EUA, as intalações estariam sendo monitoradas por Israel e outros países europeus.

Die Welt, informou ainda que um grupo de engenheiros, a Guarda Revolucionária Iraniana, e uma empresa de propriedade de al-Anbia, têm visitado em várias ocasiões as instalações que estão sendo construídas em Paraguaná.

Uma das visitas teria ocorrido em fevereiro, com a particiapação do Comandante da Força Aérea da Guarda Iraniana, Amir al-Hadschisadeh, que aprovou os planos juntamente com os sócios venezuelanos.

A intenção da delegação iraniana é desenvolver uma infra-estrutura para proteção contra ataques aéreos.Também está previsto a criação de uma estação de comando e controle, a construção de zonas residênciais,torres de vigilância e bunkers para eventualmente armazenarem ogivas nucleras, combustível e foguetes, afirma o diário.

Os planos da empresa de construção, Jatam al-Anbia, inclui um sistema oculto para descarga de gases tóxicos, preocupação necessária para manter em segredo a localização da instalação, pois chaminés e grandes árvores poderiam fazer com que a base fosse localizada do ar.
Ainda segundo o jornal alemão, a delegação iraniana, também recebeu dinheiro para as despesas iniciais do projeto durante sua visita à Venezuela.

O jornal comparou a atual situação com a que ocorreu em outubro de 1962 quando a União Soviética estava construindo uma fábrica de mísseis em Cuba, levando ao que é conhecido como a Crise dos Mísseis Cubanos.

No entanto, o diário informou que o alcance dos mísseis iranianos conhecidos, não é suficiente para artigir os EUA, embora possa alcançar a Colômbia e o Canal do Panamá.

FONTE: Blog De Olho na Jihad

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 8:19 pm
por GustavoB
Que estranho ficar sabendo disso pelo blog "De Olho na Jihad"! A notícia está há dois dias no super isento Poder Naval, onde teve apenas quatro (4) comentários até este instante. Um fato deste quilate deveria estar em todos os noticiários, não brincando com a opinão alheia num blog segmentado brasileiro. Deve ser mais uma tentativa de chamar a atenção, pelo menos assim espero.

Vamos verificar quem são essas 'fontes de inteligência'.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 8:47 pm
por WalterGaudério
GustavoB escreveu:Que estranho ficar sabendo disso pelo blog "De Olho na Jihad"! A notícia está há dois dias no super isento Poder Naval, onde teve apenas quatro (4) comentários até este instante. Um fato deste quilate deveria estar em todos os noticiários, não brincando com a opinão alheia num blog segmentado brasileiro. Deve ser mais uma tentativa de chamar a atenção, pelo menos assim espero.

Vamos verificar quem são essas 'fontes de inteligência'.

Pois é... eu tb sublinharia "fontes de inteligência"

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 8:59 pm
por Carlos Lima
Ih! Lá vamos nós assistindo essas matérias que dizem que "misseis" existem aqui e ali!! :(

[]s
CB_Lima

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 9:48 pm
por WalterGaudério
cb_lima escreveu:Ih! Lá vamos nós assistindo essas matérias que dizem que "misseis" existem aqui e ali!! :(

[]s
CB_Lima

Pois é, mas veja os jornais que vão caindo neste conto...

der Spiegel...

Alguma coisa tem que ter(não que eu queira).

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 10:28 pm
por Penguin
U.S. knocks down report of Iran, Venezuela missile base
http://articles.cnn.com/2011-05-21/worl ... s=PM:WORLD
BOLIVARIAN REVOLUTION

May 21, 2011|By the CNN Wire Staff

The United States and Venezuela don't agree on many foreign policy issues, but both countries say a newspaper report claiming that Iran is building a missile base in the South American nation is not credible.

A group of engineers from an Iranian Revolutionary Guard-owned construction company has already visited the site of the secret joint project, the German newspaper Die Welt reported this month.

If true, such a development would have the potential of creating an international crisis in the hemisphere. The reported site of the project, on the Paraguana Peninsula, is about 100 kilometers (62 miles) from a U.S. military site in Curacao, and about 120 kilometers (75 miles) from the Colombian border.

The U.S. State Department said Saturday that it reviews all information pertaining to Iranian military involvement in the hemisphere, but that it could not vouch for the report.

"We have no evidence to support this claim and therefore no reason to believe the assertions made in the article are credible," the department said in a statement.

In the wake of the questions raised by the report, Venezuelan Foreign Minister Nicolas Maduro described the allegations as an "extravagant lie."

"There is an international war machine against the prestige of Venezuelan democracy, against the prestige of the Bolivarian Revolution," Maduro said, referring to the country's social revolution. "There is no other way to describe this information that has spread through international media and spokespeople, ex-(Venezuelan) servicemembers."

According to Die Welt, Venezuelan President Hugo Chavez and Iranian President Mahmoud Ahmadinejad signed an agreement in October that included the development of a common medium-range missile.

The goal, the paper reported, is to protect Venezuela from air attacks. Chavez in the past has accused the United States of plotting to invade his country.

The alleged project includes the construction of a command-and-control center, watchtowers and bunkers in which warheads and rocket fuel can be stored, Die Welt reported.

According to the story, Iran has paid tens of millions of dollars for the preliminary phase of the project.

CNN has not independently confirmed the report. But the author of the article, Clemens Wergin, says his sources are credible.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Ter Mai 24, 2011 10:39 pm
por marcelo l.
Não tem nem lógica a notícia, o Chaves hoje tem uma boa relação com a Colombia e Brasil, a base só iria esfriar as relações com ambos e provavelmente até outros países latino-americanos.

Para o Irã morre de medo de ser atacado por Israel e/ou EUA, retirar qualquer equipamento de ponta para defesa seria um erro.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Qua Mai 25, 2011 8:32 am
por PQD
pior grandes midias americanas não darem cobertura ao fato

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Qua Mai 25, 2011 11:32 am
por rodrigo
Venezuela oil giant hit with sanctions for violating Iran embargo

Venezuela’s state-run oil company, PDVSA, was slapped with sanctions for violating the Iran embargo.


BOGOTA -- Venezuela’s state-run oil company was slapped with sanctions on Tuesday for allegedly supporting Iran’s nuclear ambitions, in a move that appeared designed to protect U.S. consumers while throwing a wrench into the company’s global finances.

The U.S. Department of State’s measure comes as Venezuela increasingly embraces Iran – even as the international community has moved to isolate the Persian nation.

The U.S. government said Petroleos de Venezuela S.A., or PDVSA, ran afoul of the Iran Sanctions Act of 1996 when it shipped some $50 million worth of a fuel additive to Iran between December and March.

The penalty: PDVSA is prohibited from competing for U.S. government contracts, obtaining U.S. export licenses, and from getting financing from the Export-Import Bank of the United States, which provides credit to exporters.

But the sanctions do not apply to PDVSA’s subsidiaries and do not bar Venezuela from exporting crude to the United States. The oil giant sells fuel under the CITGO brand, and Venezuela is the United States’ fifth-largest oil exporter.

Those caveats should help stave off higher gas prices.

Even so, Tuesday’s sanctions could seriously stymie operations in one of Venezuela’s key industries, said Juan Fernández, who worked at PDVSA for 18 years and was the company’s general manager for financial planning and global business.

The sanctions mean PDVSA can no longer offer fuel to the U.S. Strategic Petroleum Reserve – a role it has played in the past. And its exclusion from the Export-Import Bank will boost financing costs, he said.

Just as important, investors may think twice before engaging in projects with PDVSA, Fernández said.

“Money is cowardly, and sanctions like these — which threaten money — will have their consequences,” he said.

PDVSA bonds plunged after the announcement, and yields hit their highest levels in three months, according to Bloomberg News Service.

Venezuelan Foreign Minister Nicolás Maduro said the country exports 1.2 million barrels a day to the United States, and that now it would have to study its options.

“There are several proposals that are being evaluated by President [Hugo] Chávez to respond to the United States’ imperialist pretentions,” he said.

Freddy Bernal, a close associate of Chávez and a member of the ruling PSUV party, said no one should dictate what Venezuela does with its oil wealth.

“Trying to involve Venezuela in a nuclear program is ridiculous,” he told the state-run Bolivarian News Agency. “The United States — once again — wants to be the world’s policeman as it steps on the sovereignty and autonomy of the people.”

Six other companies were also accused by the State Department of working with Iran’s petroleum sector. Although the companies were not directly accused of aiding Iran’s nuclear program, the goal of the sanctions was to prevent the nuclear program from developing, the State Department said.

“Iran uses revenues from its energy sector to fund its nuclear program, as well as to mask procurement of dual-use items,” U.S. Deputy Secretary of State James Steinberg said. “Today’s actions add further pressure on Iran to comply with its international obligations.”

Rep. Connie Mack, R-Fort Myers, the chairman of the House Western Hemisphere Subcommittee, said PDVSA is just one example of how Venezuelan President Hugo Chávez supports Iran.



“While the State Department’s actions today are welcome, the slow and inadequate response has been frustrating,” he said in a statement. “The U.S. needs to move quickly to cut off Chávez’s source of revenue, and bring an end to both his influence in Latin America and his dangerous relationship with the terrorist-supporting Iranian regime before it’s too late.”

On Monday, the United States sanctioned 16 companies and individuals for transferring or acquiring controlled technologies on behalf of North Korea, Syria or Iran. Among those sanctioned was CAVIM, the Venezuelan Military Industries Company. The government did not provide details but said CAVIM would face a two-year ban on U.S. government contracts and other U.S. assistance.

Since taking office in 1999, Chávez has embraced some of the United States’ staunchest foes as he has pursued “21st century socialism.”

In October, during his ninth visit to Teheran, Chávez vowed to boost economic ties with the nation and defend it against international sanctions. Iran has said it is seeking peaceful nuclear energy, but the United States, Israel and others accuse President Mahmoud Ahmadinejad with harboring military ambitions.

According to diplomatic cables publicized by WikiLeaks, U.S. authorities were concerned that Iran may be scouring Venezuela and Bolivia for uranium, but those claims were never verified.

Earlier this month, Germany’s Die Welt newspaper, and El Nuevo Herald, citing anonymous intelligence sources, said Iran may be helping Venezuela build bunkers and a missile base on the Paraguaná Peninsula, an oil-industry hub.

Venezuelan Foreign Minister Maduro has denied those claims.

This isn’t the first time Venezuelan companies have violated the Iran sanctions act.

According to the Congressional Research Service, CAVIM was hit with sanctions in 2008 for allegedly violating a ban on technology that could assist Iran in the development of weapons systems. That same year, the U.S. Treasury Department imposed sanctions on an Iranian-owned bank based in Caracas, the Banco Internacional de Desarollo (International Development Bank).

U.S. Rep. Ileana Ros-Lehtinen, R-Miami, chairman of the House Foreign Affairs Committee, suggested Tuesday’s move was just the beginning.

“Many of these laws have been in effect since 1996, yet only now is the U.S. beginning to get serious about using them to pressure Tehran to end its destructive activities,” she said in a statement. “I welcome these steps in the right direction, but finishing the job is what really matters.”



http://www.miamiherald.com/2011/05/24/2 ... z1NNHzzqKT

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Qua Mai 25, 2011 11:41 am
por GustavoB
Mas vale o exercício de imaginação, que, em todo caso, serve como alerta.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Qua Mai 25, 2011 11:48 am
por GustavoB
Uma hora dessas esse Chávez - tinha que ser o Cháves - tanto faz que consegue.

Re: CHAVEZ: de novo.

Enviado: Qua Mai 25, 2011 12:01 pm
por marcelo l.
Por sinal, saiu em branco aqui no forum a extradição para Colombia de Joaquim Perez Becerra, cidadão sueco, jornalista e membro de ligação da FARC na Europa. Huquito, logo, que a peça colocou o pé em Caracas mandou prender e enviou rapidamente a Bogatá.

A Suécia protestou do envio do seu cidadão desde 1993, assim como as FARC. Já não é o primeiro incidente entre Venezuela e Suécia, ano passado tiveram atritos diplomáticos por causa de armas suecas em poder das FARC que o reino da rainha Silvia pediu explicações.


Imagem

http://www.noticias365.com.ve/temas/al- ... z-becerra/

En una carta publicada en el portal Anncol la guerrilla de las Farc cuestiona la determinación del Presidente Hugo Chávez de extraditar a Colombia a Joaquín Pérez Becerra, señalado de ser “embajador” de las Farc en Europa.

“¿Es que esa acción, es digna de dirigentes que pregonan a voz en cuello: “Patria, socialismo o Muerte Venceremos?”, dice la carta dirigida al Presidente de Venezuela.

En la comunicación las Farc también señalan que hay miembros de la guerrilla operando en el vecino país.

“Expulsados por el conflicto colombiano, quienes han hecho de este proceso, nuestro proceso y hoy los encontramos en diferentes instancias de la lucha en Venezuela desdoblando sus conocimientos y potencialidades”, dice.