
R.I.P
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Paisano escreveu:Quem viola os direitos humanos nas favelas são os traficantes, como por exemplo, ao impor "toque de recolher" na comunidade, quando um membro da quadrilha morre.
ademir escreveu:Paisano escreveu:Quem viola os direitos humanos nas favelas são os traficantes, como por exemplo, ao impor "toque de recolher" na comunidade, quando um membro da quadrilha morre.
Sim Paisano, eles vioam sim os direitos dos moradores e devem ser combatidos, mas primeiramente o estado tem que ser culpado por ter deixado chegar a este ponto. Me diz uma coisa, quantas ambulancias deram assistencia aos policiais nesta ultima incursão? A preocupação com a população ja se mede por ai.
ademir escreveu:Desse jeito a coisa não vai pra frente....
Guerra no Complexo do Alemão viola acesso ao ensino
Para Relatoria Nacional para o Direito Humano e à Educação, atuação dos governos visa só medidas de segurança pública e não contempla estrutura de assistência social
Juliano Domingues,
de São Paulo (SP)
A Relatoria Nacional para o Direito Humano e à Educação recebeu denúncias por parte da comunidade do Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), de que a guerra entre traficantes e as forças de segurança é responsável pela violação do direito à educação no local. O conflito gerou o fechamento de escolas, creches, diminuição da jornada escolar, crescimento da evasão escolar e o impedimento do trabalho dos professores.
Integrantes da Relatoria estiveram no local entre os dias 8 e 10 de outubro e ouviram alunos, professores e demais pessoas da comunidade. “O que verificamos é que na verdade a situação de violência é permanente e constante. Pode ser assumida internacionalmente como uma situação de emergência caracterizada por um conflito armado”, defende a relatora Denise Carreira.
A Relatoria Nacional tenta estabelecer um maior diálogo com as autoridades públicas para a construção de um plano de ação para garantir o direito à educação no local.
Denise criticou as políticas que priorizam apenas a repressão. “É uma situação extremamente complexa. É preciso exigir por parte do poder público uma articulação de estratégias que envolvam políticas sociais e segurança pública. Esse é o grande desafio. Não adianta você só investir em segurança pública, desmantelar estruturas e não colocar no lugar uma escola, uma estrutura de assistência social e saúde adequadas”, avalia Denise.
[/quote]O início das atividades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da segurança no Complexo do Alemão gera temor quanto ao crescimento dos conflitos. O programa deve investir ainda este ano R$ 483 milhões em projetos de segurança pública, controle e repressão da criminalidade. (RadioagênciaNP)
ademir escreveu:Sim Paisano, eles vioam sim os direitos dos moradores e devem ser combatidos, mas primeiramente o estado tem que ser culpado por ter deixado chegar a este ponto. Me diz uma coisa, quantas ambulancias deram assistencia aos policiais nesta ultima incursão? A preocupação com a população ja se mede por ai.
O País continua sendo palco das contradições. Um fato que martela insistentemente a cabeça da sociedade civil reside em entender o posicionamento de certas entidades e seus representantes. As imagens exibidas pela Rede Globo, durante a ação da polícia na Favela da Coréia, Zona Oeste do Rio, de dois homens sem camisa sendo perseguidos e mortos por atiradores de um helicóptero, levaram o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio (OAB-RJ), Wadih Damous, a declarar que irá pedir investigação do Ministério Público.
Damous classificou as imagens de "cenas de barbárie", sustentando que os homens estavam desarmados, exatamente o contrário do que diz o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Mas é verdade que as imagens, em momento algum, mostram os dois atirando em direção ao helicóptero. Também o plano em que foram tomadas não permite visualizar se estão ou não armados.
A questão não se resume em defender bandido, polícia, muito menos a transgressão das leis. Mas, por que os mesmos defensores da dignidade não olham também, e com a mesma "energia calorosa", para as famílias dos policiais assassinados, dos inocentes mortos diariamente por bandidos?
Por que não colocam seus serviços à disposição, e, melhor, de forma gratuita? Por que não clamam pelos direitos humanos dos milhares de trabalhadores envergonhados e tomados por assaltos em cada esquina, que perdem seus carros, filhos e vidas nos sinais de trânsito? Direitos humanos, sim. Inclusive para as pessoas de bem. Muito paladino e pouca eficácia.
*Mauro Braga e Redação
Se, por acaso, você ainda percebeu, mas o que está acontecendo é uma guerra para resgatar essas comunidades das mãos dos traficantes.
E um câncer tem que ser extirpado através de uma medida radical. A situação chegou a um ponto que não há outra solução.
Quanto as ações sociais, elas devem vir sim, mas estas só terão efeito após a eliminação das quadrilhas nas favelas e não antes.
O Estado omisso é culpado sim. Por isso devemos apoiar as ações de um Estado que quer deixar de ser omisso. É guerra. E toda guerra tem seus efeitos colaterais. É duro? Cruel? Pode ser. Mas a realidade é essa. Ambulâncias não haviam nem para os PMs. Se o problema for só esse, fácil de resolver.
"Foi você quem matou ele seu VAGABUNDO. SEU Muleque!. Foi VOCÊ!. Esse cigarro na tua boca é o buraco de bala que ta aí na tua frente. Seu MACONHEIRO. SEU Filho da PUTA!"