Brasil: mais 60 usinas nucleares
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
O fato de os problemas serem semelhantes e independentes não dá uma ideia de que essa usina estava em condições não apropriadas?
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Problema de projeto. As bombas auxiliares não estavam protegidas contra tsunami.
Suponhamos que um dos reatores hora com problema, tivesse suas bombas protegidas. Esse seria o único intacto agora. Daí dizer que os problemas são semelhantes, porém independentes.
[]'s.
Suponhamos que um dos reatores hora com problema, tivesse suas bombas protegidas. Esse seria o único intacto agora. Daí dizer que os problemas são semelhantes, porém independentes.
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"Apenas o mais sábio e o menos sábio nunca mudam de opinião."
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Preparem-se senhores, se a Srta. la do extremo Noroeste já é contra Belo Monte, imaginem só contra as nucleares. Não vai ter planejamento energético algum que resista a isso, ainda mais em se tratando de um país que pensa em ser potência.Clermont escreveu:Não entendo patavinas destas tecnologias. Mas, penso que a cada acidente são geradas contra-medidas que tornam as novas usinas mais seguras do que suas anteriores.
Eu acharia uma tragédia para o futuro tecnológico e perpectivas de desenvolvimento do Brasil, se permitirmos que fanáticos ecologistas usem desta catástrofe japonesa para bloquear o desenvolvimento da energia nuclear no Brasil.
[]'s
[<o>]
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Mas que ela está de olho, está...
Ainda bem que não ganhou. Essa ia ser o "freio de mão" do Brasil!

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- Bourne
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Liga não, agora tem um oceano de gás natural para queimar e usar como fonte de energia.
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Sou entusiasta da energia nuclear. Ainda acho que é muito segura. Continuo apoiando sua instalação no Brasil; no mínimo mais 6 (fora Angra 3).
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Há uma coisa que eu não percebi naquela central. Num país como o japão, porque é que não meteram os geradores numa estrutura estanque semelhante a um casco de submarino, resguardada dentro de um edifício reforçado com umas chaminés altas a servir de Snorkel? É que a central está mesmo à beira-mar.
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Há uma coisa que eu não percebi naquela central. Num país como o japão, porque é que não meteram os geradores numa estrutura estanque semelhante a um casco de submarino, resguardada dentro de um edifício reforçado com umas chaminés altas a servir de Snorkel? É que a central está mesmo à beira-mar.
Problema é nem beira mar é beira mar pro lado do pacifico e nao pro lado da china onde tsunami teria efeito +limitado.
como americanos falam.. "go figure..." pq realmente foram erros de projetos que nem angra dos reis que aqui que fica num lugar tranquilão se deu ao direito de ter.
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
E quais são as condições apropriadas para se proteger de um terremoto seguido de tsuname?joaoGui escreveu:O fato de os problemas serem semelhantes e independentes não dá uma ideia de que essa usina estava em condições não apropriadas?

Menos, né gente? Achar que as usinas não estavam em condições apropriadas porque não conseguiram passar incólumes a dessastres naturais é meio forte, não?
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Eles estão não em um dos piores mas o pior lugar do mundo para se colocar uma usina nuclear, se a tecnologia japonesa não é o bastante para suportar a acontecimentos desse tipo, a qual a região é propensa, sequer deveriam ter construído essas usinas lá. Isso sem falar que que o Japão tem, se não me engano, 55 usinas nucleares, apenas essa e outras 2 tiveram algum tipo de problema. Sendo que essa que está dando a maior dor de cabeça foi construída na década de 70.
ps- passar incólume é uma coisa, explodir irremediavelmente, como está se provando, TODOS os planos de emergência também é demais...Japão sempre terá esse tipo de problema.
ps- passar incólume é uma coisa, explodir irremediavelmente, como está se provando, TODOS os planos de emergência também é demais...Japão sempre terá esse tipo de problema.
- Bourne
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Ouvi na CBN que a diretoria da usina estava sendo investigada por maquiar relatórios de segurança ano passado. Parece que os relatórios realmente não condiziam com a verdade.
- PQD
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
concordo Bourne, o que me deixa puto e caminharmos para uma auto-suficiencia de petroleo e a mijolina lixo que colocamos nos carros ser quase R$3!! e o alcool que seria um contraponto à gasolina estar a R$2,20!! porque? porque esta sendo controlado pelo mesno orgão regulador que regula o petroleo, o jeito é migrar para o diesel que pra mexer no preço do diesel teria uma revolucao armada com aumento no preço de fretes, de mercadorias, e preços finais de produtos, e puxaria num efeito catastrofe a inflaçãoBourne escreveu:Liga não, agora tem um oceano de gás natural para queimar e usar como fonte de energia.
Cabeça dos outros é terra que ninguem anda... terras ermas...
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Região tem falha geológica
Fonte: http://diariodovale.uol.com.br/noticias ... z1H9iPFb4d
Fonte: http://diariodovale.uol.com.br/noticias ... z1H9iPFb4d
Sul Fluminense
Os sismógrafos já registraram diversos terremotos em território brasileiro, mas nenhum deles chegou perto de um evento de grande poder de destruição, como os que atingiram o Japão no dia 11 de março ou o Chile e o Haiti, no ano passado. No entanto, a existência desses abalos derruba o mito de que o Brasil seria imune a terremotos. O país pode ser atingido por terremotos causados por movimentos em falhas geológicas - uma delas terminando a menos de dez quilômetros de Angra dos Reis e das usinas nucleares. O detalhe é que esses eventos não teriam um potencial destrutivo como os eventos de grande porte.
Na verdade, o Brasil conta com 48 falhas geológicas. Uma falha geológica é uma superfície num volume de rocha onde se observa deslocamento relativo dos blocos paralelo à fratura - uma "rachadura" na placa tectônica. A extensão da falha varia entre poucos centímetros e centenas de quilômetros. Uma dessas falhas, a Tachaquara, tem mais de duzentos quilômetros de extensão e termina a menos de dez quilômetros de Angra dos Reis.
O abalo sísmico mais forte registrado nas proximidades teve intensidade de 5,2 graus na escala Richter - cerca de mil vezes menos intenso do que o terremoto que atingiu recentemente o Japão, com 8,9 na mesma escala, já que cada grau Richter indica um sismo dez vezes mais forte do que o de grau imediatamente inferior.
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo classificou o Vale do Paraíba - incluindo a área onde se encontra a Hidrelétrica do Funil - com a letra "B" em risco sísmico, o que coloca a região como propensa a abalos de grau quatro na escala de Mercalli, que é diferente da Richter. Enquanto os graus Richter medem a quantidade de energia liberada em um terremoto, a de Mercalli mede os efeitos. Abalos de grau quatro na escala de Mercalli fazem portas e janelas tremerem e sacodem louças dentro de armários. Veja a escala de Mercalli mais adiante nesta reportagem.
As usinas
Bruno Engert Rizzo diz no estudo "Terremoto: que riscos corremos?", publicado em 25 de abril de 2008 no site de divulgação científica OFCA, que as usinas de Angra foram construídas segundo padrões de normas técnicas estrangeiras que levam em conta atividade sísmica. "Ainda a favor da segurança existe a própria concepção do projeto. O reator nuclear e todas as instalações que eventualmente possam gerar vazamentos de material radioativo ficam numa grande estrutura de concreto armado blindada. Esta estrutura é uma barreira para impedir que eventuais vazamentos cheguem ao ambiente externo. Por último, existem sistemas de segurança redundantes que desligam a usina em caso de incêndio, superaquecimento, pressão elevada e abalos sísmicos, entre outras situações", afirma Rizzo.
A Eletronuclear afirma que "o projeto das usinas de Angra, entre outros acidentes externos considerados, leva em conta o maior terremoto que poderia ocorrer no sítio. O prédio onde fica o reator nuclear tem barreiras de concreto e de aço dimensionadas para resistir a esses tipos de evento. Diversos sistemas garantem, de forma segura, o desligamento das usinas após qualquer abalo que atinja as especificações consideradas no seu projeto".
Mapa
Um estudo feito em 2002, coordenado pelo professor Allaoua Saadi, ligado à Universidade Federal de Minas Gerais, culminou com a apresentação do primeiro Mapa neotectônico do Brasil. Nele, Saadi e sua equipe identificaram pelo menos 48 falhas-mestras no território Nacional. "É justamente ao longo do traçado dessas falhas que se concentram as ocorrências de terremotos", explica Saadi.
"Toda placa é recortada por vários pequenos blocos, de várias dimensões. Esses recortes, ou falhas, funcionam como uma ferida que não cicatriza: apesar de serem antigos, podem se abrir a qualquer momento para liberar energia. Se você tem um bloco recortado e o comprime de um lado e de outro, ele rompe onde já existe a fratura", completa.
Segundo o professor, o maior número de falhas se concentra nas Regiões Sudeste e Nordeste, seguidas pela Região Norte e Centro-Oeste. A Região Sul é a que apresenta o menor número de falhas.
Para realizar o levantamento, Saadi utilizou diversos mapas topográficos e geológicos, além de uma grande quantidade de imagens de satélite e de radar. Saadi e sua equipe também foram pessoalmente a diversas localidades de Belém, Natal, Fortaleza e São Paulo e durante um mês investigaram as margens do Rio Amazonas, identificando as falhas na região. Para localizar as falhas, Saadi analisou primeiro as cartas topográficas à procura de indicadores. "Os rios são um exemplo, pois correm geralmente ao longo das fissuras", explica o pesquisador.
Mito
O mito da inexistência de terremotos no Brasil foi criado em função de três fatores: primeiro, o país sempre teve imensas áreas desocupadas, o que permitia que abalos sísmicos ocorressem em regiões onde simplesmente não haveria pessoas para constatar que eles existiram; em segundo lugar, só a partir da segunda metade do século XX o Brasil passou a contar com uma rede de sismógrafos e só muito recentemente eles passaram a cobrir todo o território nacional; finalmente, o fato de o território nacional se encontrar no meio da placa sul-americana (uma das 52 partes em que se divide a crosta terrestre) indicaria que o país é imune a terremotos porque esses ocorreriam em lugares onde essas placas se encontram.
Deslizamentos sísmicos
Deslizamentos de terra de grande porte, como os ocorridos na região serrana do Estado do Rio em 12 de janeiro deste ano, podem gerar pequenas acomodações de terreno. Esses eventos são bastante comuns após grandes desmoronamentos e muitas vezes são relatados por populações localizadas a mais de 50 km do local do deslizamento. Normalmente, são provocados por leves ou profundas distorções no nível do solo, que precisa se deslocar para suportar gigantescas cargas de rochas e terra sobre locais que antes eram destinados a leitos de rios, túneis e galerias pluviais.
Acidentes graves em usinas nucleares
- Three Mile Island, nos EUA, em 1979: o reator superaqueceu. A estrutura de contenção externa não chegou a romper mas houve vazamento de vapor radioativo para a atmosfera.
- Chernobyl, na Ucrânia, em 1986: uma falha humana associada a uma falha no sistema de segurança, gerou superaquecimento do reator que explodiu e lançou na atmosfera partículas radioativas. A pluma radioativa se dispersou sobre a Europa e Ásia chegando afetar 26 países. É considerado o desastre radiológico mais grave.
- Kashiwazaki, no Japão, em 2007: um terremoto de 6,8 na escala Richter provocou incêndio nas instalações da usina e apesar de todo sistema de segurança ter atuado, houve vazamento de água contaminada com material radioativo. Segundo o relatório da Agência Internacional de Energia Atômica, o esforço dinâmico devido à atividade sísmica foi subestimado.
- Fukushima, no Japão, em 2011: um terremoto de 8,9 na escala Richter, seguido de um tsunami, abala as estruturas da usina e provoca superaquecimento de quatro reatores. O desastre ainda está em andamento e sua verdadeira extensão ainda é desconhecida.
Conheça a escala de Mercalli para intensidade de terremotos
I - Imperceptível. Não sentido. Apenas registrado pelos sismógrafos.
II - Muito fraco. Sentido por um muito reduzido número de pessoas em repouso, em especial pelas que habitam em andares elevados.
III - Fraco. Sentido por um pequeno número de pessoas. Bem sentido nos andares elevados.
IV - Moderado. Sentido dentro das habitações, podendo despertar do sono um pequeno número de pessoas. Nota-se a vibração de portas e janelas e das louças dentro dos armários.
V - Forte. Praticamente sentido por toda a população, fazendo acordar muita gente. Há queda de alguns objetos menos estáveis e param os pêndulos dos relógios. Abrem-se pequenas fendas nos estuques das paredes.
VI - Bastante forte. Provoca início de pânico nas populações. Produzem-se leves danos nas habitações, caindo algumas chaminés. O mobiliário menos pesado é deslocado.
VII - Muito forte. Caem muitas chaminés. Há estragos limitados em edifícios de boa construção, mas importantes e generalizados nas construções mais frágeis. Facilmente perceptível pelos condutores de veículos automóveis em trânsito. Desencadeia pânico geral nas populações.
VIII - Ruinoso. Danos acentuados em construções sólidas. Os edifícios de muito boa construção sofrem alguns danos. Caem campanários e chaminés de fábricas.
IX - Desastroso. Desmoronamento de alguns edifícios. Há danos consideráveis em construções muito sólidas.
X - Destruidor. Abrem-se fendas no solo. Há cortes nas canalizações, torção nas vias de caminho de ferro e empolamentos e fissuração nas estradas.
XI - Catastrófico. Destruição da quase totalidade dos edifícios, mesmo os mais sólidos. Caem pontes, diques e barragens. Destruição das redes de canalização e das vias de comunicação. Formam-se grandes fendas no terreno, acompanhadas de desligamento. Há grandes escorregamentos de terrenos.
XII - Cataclismo. Destruição total. Modificação da topografia. Nunca foi presenciado no período histórico.
Diferenças entre as usinas de Fukushima e de Angra
Existem hoje cerca de 440 usinas nucleares em operação no mundo. Em torno de 65%, contam com reatores à água pressurizada (PWR), o mesmo modelo de Angra 1 e 2. Aproximadamente, 25% são reatores à água fervente (BWR), como os da central de Fukushima, no Japão. Outros 10% equivalem a tecnologias que estão se tornando obsoletas e sumirão da matriz nuclear mundial na medida em que estas usinas chegarem ao fim de suas vidas úteis. Isso demonstra a preferência da indústria nuclear pelo reator PWR, o que não quer dizer, necessariamente, que se trata de uma tecnologia mais segura que a BWR. Prova disso é que já houve o acidente com uma usina PWR, em Three Mile Island, nos EUA, em 1979.
Num acidente com perda total da alimentação elétrica, como o ocorrido em Fukushima, um reator PWR permitiria que os operadores tivessem mais tempo para o restabelecimento da energia do que um BWR. A usina PWR conta com circuitos independentes e geradores de vapor, equipamentos que contêm uma quantidade significativa de água e que permitem que o resfriamento do reator ocorra por circulação natural até o restabelecimento de energia. sem a necessidade de se utilizar bombas acionadas por eletricidade.
Funcionamento de uma usina PWR
Numa usina BWR, existe um circuito único, sem geradores de vapor. Um corte no fornecimento de energia interrompe imediatamente o resfriamento, como aconteceu na usina de Fukushima Daiichi. Portanto, nessas condições, a usina PWR apresenta algumas vantagens.
No Japão, 50% das usinas é do tipo PWR e a outra metade é BWR. Vale ressaltar que, na região afetada, não havia usinas PWR em operaçãio, apenas BWRs.
Funcionamento de uma usina PWR
A fissão dos átomos de urânio dentro das varetas do elemento combustível aquece a água que passa pelo reator a uma temperatura de 320 graus Celsius. Para que não entre em ebulição - o que ocorreria normalmente aos 100 graus Celsius -, esta água é mantida sob uma pressão 157 vezes maior que a pressão atmosférica.
O gerador de vapor realiza uma troca de calor entre as águas deste primeiro circuito e a do circuito secundário, que são independentes entre si. Com essa troca de calor, a água do circuito secundário se transforma em vapor e movimenta a turbina - a uma velocidade de 1.800 rpm - que, por sua vez, aciona o gerador elétrico.
Esse vapor, depois de mover a turbina, passa por um condensador, onde é refrigerado pela água do mar, trazida por um terceiro circuito independente. A existência desses três circuitos impede o contato da água que passa pelo reator com a dos demais.