
Porta-Aviões
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Um país que possui um vasto litoral não pode abrir mão do uso de Nae(s). Só a ambição política de tal país já justifica seu uso. Mas é justamente a decisão política que determina a sua forma de operar. Os recursos destinados a sua operação são reflexos políticos. O preço que se paga para ter um Nae é alto, porém em um país como o Brasil, pagaríamos muito mais caro (preço político) se não o tivéssemo.
Não se compra um Nae, equipa-o, torna-o operacional e cria-se uma doutrina da noite para o dia. Se o Brasil abrir mão de seu uso, fica demonstrado a falta de estratégia e de visão geo-política. As condições de sua operação plena está atrelada a verbas adequadas, e a 'liberação" desta depende de fatores econômicos e acima de tudo político (boa vontade??).
Saudações,
Orestes
Não se compra um Nae, equipa-o, torna-o operacional e cria-se uma doutrina da noite para o dia. Se o Brasil abrir mão de seu uso, fica demonstrado a falta de estratégia e de visão geo-política. As condições de sua operação plena está atrelada a verbas adequadas, e a 'liberação" desta depende de fatores econômicos e acima de tudo político (boa vontade??).
Saudações,
Orestes
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mas não esqueçam que para puder operar um PA em condições também têm de possuir uma Task Force em redor deste, senão o PA é um Sitting duck e mais tarde ou mais cedo será atacado (mais que provavelmente por um sub)
(Veja-se o caso das malvinas em que após o afundamento do Belgrano o 25 de Mayo não voltou a sair para o mar e a Argentina operou os Etendard a partir de terra)
Basta a simples suspeita de que um SSK ou SSG esteja na área e ter ou não um PA torna-se quase irrelevante
(Veja-se o caso das malvinas em que após o afundamento do Belgrano o 25 de Mayo não voltou a sair para o mar e a Argentina operou os Etendard a partir de terra)
Basta a simples suspeita de que um SSK ou SSG esteja na área e ter ou não um PA torna-se quase irrelevante
*Turn on the news and eat their lies*
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orestespf escreveu:Um país que possui um vasto litoral não pode abrir mão do uso de Nae(s). Só a ambição política de tal país já justifica seu uso. Mas é justamente a decisão política que determina a sua forma de operar. Os recursos destinados a sua operação são reflexos políticos. O preço que se paga para ter um Nae é alto, porém em um país como o Brasil, pagaríamos muito mais caro (preço político) se não o tivéssemo.
Não se compra um Nae, equipa-o, torna-o operacional e cria-se uma doutrina da noite para o dia. Se o Brasil abrir mão de seu uso, fica demonstrado a falta de estratégia e de visão geo-política. As condições de sua operação plena está atrelada a verbas adequadas, e a 'liberação" desta depende de fatores econômicos e acima de tudo político (boa vontade??).
Saudações,
Orestes
Não apenas litoral justificaria a existência de um PA na esquadra.
Mas a defesa das SLOC-Sea Lines of Comunication/Linhas de Comunicação Marítimas, ou popularmente Rotas de Abastecimento Marítimo, uma vez que a demanda por controle de área marítima não se dá apenas em águas contíguas as do país demandante de Navios-Aeródromos.
O Marino, está lançando discussão pertinente em outro tópico acerca do emprego da estratégia marítima para salvaguardar interesses marítimos de uma nação de vocação marítima como somos nós.
sds
Walter
Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...
Armam-se homens com as melhores armas.
Armam-se Submarinos com os melhores homens.
Os sábios PENSAM
Os Inteligentes COPIAM
Os Idiotas PLANTAM e os
Os Imbecis FINANCIAM...
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- cabeça de martelo
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Marino escreveu:De quem sabe o valor do meio:
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/Image4.jpg
Essa é que essa! Quem tem um bichano destes devidamente equipado e com uma Força de Protecção, tem muito mais força politicamente.
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cicloneprojekt escreveu:orestespf escreveu:Um país que possui um vasto litoral não pode abrir mão do uso de Nae(s). Só a ambição política de tal país já justifica seu uso. Mas é justamente a decisão política que determina a sua forma de operar. Os recursos destinados a sua operação são reflexos políticos. O preço que se paga para ter um Nae é alto, porém em um país como o Brasil, pagaríamos muito mais caro (preço político) se não o tivéssemo.
Não se compra um Nae, equipa-o, torna-o operacional e cria-se uma doutrina da noite para o dia. Se o Brasil abrir mão de seu uso, fica demonstrado a falta de estratégia e de visão geo-política. As condições de sua operação plena está atrelada a verbas adequadas, e a 'liberação" desta depende de fatores econômicos e acima de tudo político (boa vontade??).
Saudações,
Orestes
Não apenas litoral justificaria a existência de um PA na esquadra.
Mas a defesa das SLOC-Sea Lines of Comunication/Linhas de Comunicação Marítimas, ou popularmente Rotas de Abastecimento Marítimo, uma vez que a demanda por controle de área marítima não se dá apenas em águas contíguas as do país demandante de Navios-Aeródromos.
O Marino, está lançando discussão pertinente em outro tópico acerca do emprego da estratégia marítima para salvaguardar interesses marítimos de uma nação de vocação marítima como somos nós.
sds
Walter
Obrigado Walter,
existem muitos fatores que justificam a presença de um PA. Estava tentando apontar algum fato em cima de comentários aqui postados. Alguns acham inviável um PA pelo custo e se não pode arcar com o mesmo, que não se tenha. Argumentos ingênuos...
Quanto ao outro tópico já o vi, por isso fui supercial aqui. A idéia é trarar a discussão deste tópico com o outro. Aqui não se discute só os PA´s, mas a sua necessidade e isto é estratégia, basicamente.
Grande abraço,
Orestes
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cabeça de martelo escreveu:Marino escreveu:De quem sabe o valor do meio:
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/Image4.jpg
Essa é que essa! Quem tem um bichano destes devidamente equipado e com uma Força de Protecção, tem muito mais força politicamente.
o pior é se não a tens
e mesmo tendo-a, Barracuda/CVN-69, anos 80

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- Bolovo
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Mais um pouco de diplomacia americana, alias, três vezes isso.










The USS John C. Stennis (CVN 74) and the USS Denver (LPD 9) steam through the Gulf of Oman. Stennis, as part of the John C. Stennis Carrier Strike Group, and Denver, as part of the Bonhomme Richard Expeditionary Strike Group, are on regularly scheduled deployments in support of Maritime Operations

The USS Antietam (CG 54), the USS Nimitz (CVN 68), and the USS Higgins (DDG 76) steam through the Gulf of Oman

(from left) The USS Denver (LPD 9), the USS John C. Stennis (CVN 74), the USS Rushmore (LSD 47), the USS Bonhomme Richard (LHD 6) and the USS Nimitz (CVN 68), steam through the Gulf of Oman.

The USS Nimitz (CVN 68) steams through the Gulf of Oman. Nimitz, as part of the Nimitz Carrier Strike Group, is on a regularly scheduled deployment in support of Maritime Operations

The USS John C. Stennis (CVN 74), the USS Nimitz (CVN 68), and the USS Bonhomme Richard (LHD 6) along with the USS Denver (LPD 9) and the USS Rushmore (LSD 47) steam through the Gulf of Oman.

GULF OF OMAN (May 22, 2007) – Nuclear-powered aircraft carrier USS Nimitz (CVN 68) and amphibious assault ship USS Bonhomme Richard (LHD 6) transit alongside Nimitz-class aircraft carrier USS John C. Stennis (CVN 74) in the Gulf of Oman. All three ships are part of three different strike groups that are on scheduled deployments in support of maritime security operations. U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 3rd Class Paul J. Perkins

ARABIAN SEA (May 22, 2007) - (from foreground) USS Nimitz (CVN 68), USS Bonhomme Richard (LHD 6) and USS John C. Stennis (CVN 74) transit the Gulf of Oman. The three ships are flagships for three different strike groups; the Nimitz Carrier Strike Group, Bonhomme Richard Expeditionary Strike Group, and the John C. Stennis Carrier Strike Group, which are on regularly, scheduled deployments in support of Maritime Operations. Maritime Operations help set the conditions for security and stability, as well as complement counter-terrorism and security efforts to regional nations. U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Denny Cantrell


ARABIAN SEA (May 22, 2007) - USS Bonhomme Richard (LHD 6) transit through the Gulf of Oman. The Bonhomme Richard Expeditionary Strike Group is on a regularly scheduled deployment in support of Maritime Operations. Maritime Operations help set the conditions for security and stability, as well as complement counter-terrorism and security efforts to regional nations. U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Denny Cantrell

The USS John C. Stennis (CVN 74), the USS Nimitz (CVN 68), and the USS Bonhomme Richard (LHD 6) along with the USS Antietam (CG 54), USS the O'Kane (DDG 77), the USS Higgins (DDG 76), the USS Denver (LPD 9) and the USS Rushmore (LSD 47) steam through the Gulf of Oman. All these ships are part of three different strike groups; the John C. Stennis Carrier Strike Group, Nimitz Carrier Strike Group, and the Bonhomme Richard Expeditionary Strike Group, which are on regularly scheduled deployments in support of Maritime Operations. Maritime Operations help set the conditions for security and stability, as well as complement counter-terrorism and security efforts to regional nations.
Editado pela última vez por Bolovo em Qua Mai 23, 2007 2:54 pm, em um total de 1 vez.
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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- Carlos Lima
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