Re: INFORMÁTICA, GAMES, TECNOLOGIA, ETC...
Enviado: Ter Mar 11, 2014 10:33 pm
hearts of iron 4 está em produção. Preparem seus tanques e soldados para o final de 2014
Sterrius escreveu:hearts of iron 4 está em produção. Preparem seus tanques e soldados para o final de 2014
Bourne escreveu:Por ser 50 gigas tem que ser um estouro.
How Your Tweets Reveal Your Home Location
IBM researchers have developed an algorithm that predicts your home location using your last 200 tweets.
fonte: http://www.technologyreview.com/view/52 ... -location/
One of the optional extras that Twitter allows is for each tweet to be tagged with the user’s location data. That’s useful if you want people to know where you are or so that you can later remember where certain events took place. It also gives researchers a valuable tool for studying the geographical distribution of tweets in various ways.
But it also raises privacy issues, particularly when users are unaware, or forget that, their tweets are geotagged. Various celebrities are thought to have given away their home locations in this way. And in 2007, four Apache helicopters belonging to the US Army were destroyed by mortars in Iraq when insurgents worked out their location using geotagged images published by American soldiers.
Perhaps these kinds of concerns are the reason why so few tweets are geotagged. Several studies have shown that less than one per cent of tweets contain location metadata.
But the absence of geotagging data does not mean your location is secret. Today, Jalal Mahmud and a couple of pals at IBM Research in Almaden, California, say they’ve developed an algorithm that can analyse anybody’s last 200 tweets and determine their home city location with an accuracy of almost 70 per cent.
That could be useful for researchers, journalists, marketers and so on wanting to identify where tweets originate. But it also raises privacy issues for those who would rather their home location remained private.
Mahmud and co’s method is relatively straightforward. Between July and August 2011, they filtered the Twitter firehose for tweets that were geotagged with any of the biggest 100 cities in the US until they had found 100 different users in each location.
They then downloaded the last 200 tweets posted by each user, rejecting those that posted privately. That left them with over 1.5 million geotagged tweets from almost 10,000 people.
They then divided this data set in two, using 90 per cent of the tweets to train their algorithm and the remaining 10 per cent to test it against.
The basic idea behind their algorithm is that tweets contain important information about the probable location of the user. For example, over 100,000 tweets in the dataset were generated by the location-based social networking site Foursquare and so contained a link that gave the exact location. And almost 300,000 tweets contained the name of cities listed in the US Geological Service gazetteer.
Other tweets contained clues to their location like phrases such as “Let’s Go Red Sox”, a reference to the Boston-based baseball team. And Mahmud and co say that distribution of tweets throughout the day is roughly constant across the US, shifted by time zone. So a user’s pattern of tweets throughout the day can give a good indication of which time zone they’re in.
So the question these guys set out to answer was whether it was possible to use this information to predict a user’s home location, a result they could test by matching it against the user’s geotagged metadata.
Mahmud and co used an algorithm known as a Naive Bayes Multimonial to do the number crunching. The trained it by feeding it the training dataset along with the geolocation data.
They then tested the algorithm on the remaining 10 per cent of the data to see whether it could predict the geolocation.
The results are interesting. They say that when they exclude people who are obviously travelling, their algorithm correctly predicts people’s home cities 68 per cent of the time, their home state 70 per cent of the time and their time zone 80 per cent of the time. And they say their algorithm takes less than a second to do this for any individual
That could be a useful tool. Journalists, for example, could use it to determine which tweets were coming from a region involved in a crisis, such as an earthquake, and those that were just commenting from afar. Marketers might use it to work out the popularity of their products in certain cities.
And it also suggests ways that people can improve their privacy–by not mentioning their home location, of course.
Mahmud and co say their algorithm could do better in future. For example, they think they can get more fine-grained detail by searching tweets for mentions of local landmarks that can be pinpointed more accurately. Whether that turns out to be possible, we’ll have to wait and see.
An interesting corollary to all this is that our notion of privacy is more fragile than most of us realise. Just how we can strengthen and protect it should be the subject of considerable public debate.
Facebook compra empresa de realidade virtual criadora do Oculus Rift
Lucas Agrela, de INFO Online
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/merca ... rift.shtml
Oculus VR
Mark Zuckerberg anunciou nesta terça-feira (25) a compra da Oculus VR, criadora dos óculos de realidade virtual Rift, que tem foco no mercado de games. O valor pago pela empresa foi de 2 bilhões de dólares, sendo 400 milhões em dinheiro e mais 23.1 milhões de ações do Facebook, avaliadas em cerca de 1.6 bilhão de dólares. O acordo também prevê um adicional de 300 milhões de dólares, em dinheiro e ações, sob a condição de cumprimento de determinadas metas (não reveladas). A expectativa é de que a transação seja concluída no segundo trimestre deste ano.
O Facebook pretende expandir a expertise dos óculos para outras áreas, como comunicações, educação, mídia e entretenimento. No comunicado oficial, a empresa afirma que a tecnologia de realidade virtual será uma forte candidata para emergir como a próxima plataforma social e de comunicações. "Nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado. Nos últimos anos isso implicava na criação de aplicativos que ajudam você a compartilhar coisas importantes. Ainda temos muito a fazer no ambiente mobile, mas, nesse ponto, estamos em uma posição em que precisamos começar a focar em plataformas que serão ainda mais úteis no futuro, para experiências pessoais e de entretenimento. É aí que entra o Oculus Rift.", disse o CEO e cofundador do Facebook.
O anúncio foi feito poucos dias depois da Sony ter apresentado o Morpheus, que são óculos de realidade virtual para games, assim como o Rift.
"A realidade virtual já foi um sonho de ficção científica. Mas a internet também já foi um sonho, bem como foram computadores e smartphones. O futuro está chegando e nós temos a chance de construir isso juntos. Estou ansioso para começar a trabalhar com toda a equipe da Oculus VR para trazer esse futuro ao mundo, e para desbloquear novos mundos para todos nós", afirmou Zuckerberg.
"Esta é realmente uma nova plataforma de comunicação. Ao sentir-se verdadeiramente presente, você pode compartilhar espaços ilimitados e experiências com as pessoas em sua vida. Imaginem compartilhar não apenas momentos com seus amigos online, mas também as experiências e aventuras inteiras", escreveu o CEO.
Isso indica que Zuckerberg estaria tentando levar a comunicação a um novo nível, tornando as experiências mais imersivas e intensas. Segundo suas declarações, seria possível conversar com outras pessoas em um ambiente de realidade virtual.
A segunda edição do Oculus Rift foi apresentada na semana passada, em San Francisco, durante a Game Developers Conference, e, em menos de 36h, foram encomendadas 12.500 unidades, de acordo com o Eurogamer. De acordo com o Facebook, no total, a Oculus VR já recebeu mais de 75 mil pedidos de kits de desenvolvimento para os óculos Rift A nova edição do produto custa 350 dólares, e traz inovações como um display OLED de baixa latência que atinge uma resolução de 1080p em cada olho. Entretanto, as aplicações do dispositivo ainda estão em estágio embrionário.
Tecnologias inteligentes - A compra da Oculus VR também reforça os mais recentes investimentos do Facebook na área de realidade virtual e inteligência artificial.
Nesta semana, Mark Zuckerberg anunciou um investimento de 40 milhões de dólares em uma empresa especializada em tecnologias de inteligência artificial. A Vicarious é uma companhia que tenta reproduzir o neocórtex, uma parte do cérebro humano que realiza cálculos, enxerga, controla o corpo e entende um idioma.
Além disso, o Facebook desenvolve desde 2010 uma tecnologia de reconhecimento facial tão precisa quanto o olho humano. A rede social anunciou na semana passada que o projeto DeepFace, chegou a taxa de exatidão de identificação de 97,25%, enquanto a média de reconhecimento de rostos dos seres humanos é de 97,5%.
Bourne escreveu: