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Enviado: Sex Mai 25, 2007 1:37 pm
por Brigadeiro
Um documentário bastante interessante sobre a Guerra das Malvinas, é um documentário com cerca de 21 minutos:

http://video.globo.com/Videos/Player/No ... AS,00.html

Até mais!

Enviado: Qua Mai 30, 2007 6:51 pm
por Beronha
Metal_777 escreveu:
Bolovo escreveu:
Imagem
Essa foto é famosa, me dá calafrios. Da-lhe argentinos.


realmente, parece um leao raivoso vindo em sua direcao e vc sem poder fazer nada.....

Num sei pq tantos louvores aki nesse topico a FAA, qnt harries ela abateu? alias ela ganhou algum dogfifht???pelo q li os mirsge argentinos levaram uma surra......sim, eles acertaram alguns navios, mas isso é o minimo, se eles nao tivessem acertado nada tb ja era d+ .........( criei alguma polemica??? hehehehe) 8-]


bom, aproveitando a oportunidade aki ta um video sobre a partiipacao Chilena na guerra das Malvinas. Sao 7 partes
http://www.youtube.com/watch?v=_Zz1NtNUNnU


Metal
Eu acho que os argentinos só não abateram os harriers porque não tinham um missil equivalente ao AIM9-L . senão até os A4 abateriam.

Enviado: Qua Mai 30, 2007 8:01 pm
por zela
O treinamento dos britânicos era muito superior ao dos argentinos, não foi só questão de míssil não...

Enviado: Qua Mai 30, 2007 9:25 pm
por Metal_777
eu nao sei se os a-4 combateram os harries, so sei que os mirage passavam lotado por eles, ai era facil pros britanico abaterem os mirage...alem dos misseis é claro....

Enviado: Qui Mai 31, 2007 1:04 am
por alcmartin
Simplificando bem as coisas, todo aviao tem seu envelope operacional e quando voce combate no cenario onde o inimigo tem a vantagem...soma-se o treinamento, armamento e aí...O Harrier voava bem a baixa altura, enquanto o MIII a grandes alturas.
Algumas táticas argentinas na Malvinas eram erroneas, como voar de asas coladas. Desceram p/combater na altura onde o Harrier tinha a vantagem. Os britanicos ainda tinham o AIM9L, sem contrapartida dos argentinos.
Não tinha como dar outra coisa...
Mas a coragem demonstrada pelos pilotos argentinos foi inquestionavel, seja nos combates ar-ar, seja nos ataques a frota inglesa...

Enviado: Seg Jul 02, 2007 5:54 pm
por P44

Enviado: Ter Jul 03, 2007 8:52 am
por Guilherme


Muito bom!

Enviado: Qua Jul 04, 2007 7:44 pm
por Sintra



Imaginativo como o caraças...

Enviado: Qua Jul 04, 2007 9:53 pm
por Internauta
Os ingleses são sempre assim nas guerras, têm sempre algumas baixas, por vezes até têm muitas, mas no fim acabam sempre por ganhar.

Enviado: Qui Jul 05, 2007 7:01 am
por sierra002

Enviado: Sex Jul 06, 2007 8:59 pm
por DDNN
Guilherme escreveu:


Muito bom!


Masturbação mental, e assim que se chama? 8-]

Enviado: Sex Jul 06, 2007 11:22 pm
por Guilherme
DDNN escreveu:
Guilherme escreveu:


Muito bom!


Masturbação mental, e assim que se chama? 8-]


Pode ser chamado assim. :)

Enviado: Seg Jul 09, 2007 4:26 am
por Bravo Victor
TR-1700 escreveu:A ver si me puedo dar a entender. Las islas, sean ricas o pobres son territorio argentino. Así lo fueron porque pertenecieron a la Corona Española - Gran Bretaña las reconoció como tales - y luego de la independencia de mi país todos los territorios del Virreinato de Río de la Plata pasaron a ser lo que hoy se conoce como Argentina.

Hasta 1833 eso fue así. En ese año, el gobernador designado por Buenos Aires, fue puesto en un barco por los invasores ingleses y remitido al continente.

Desde ese momento mi país nunca dejó de reclamar al gobierno inglés la devolución de las islas.

En el 82 una conjunción de acontecimientos, llevó a la Argentina a poner en práctica aquello que siempre se estudió como una posibilidad remota.-




TR-1700, corrija-me se eu estiver errado, não sou nenhum especialista nesse período da História.

Até 1833, o único povoamento argentino nas "Malvinas" foi uma colônia penal anárquica e disfuncional, que foi destruída pelos americanos porque aprisionava marinheiros ianques.

Sim, a Espanha estabeleceu sua posse sobre as ilhas no tratado de Urecht, e enquanto as ilhas estiveram sob seu domínio, realmente se chamavam "Malvinas". Ainda assim, em 1767 foi assinado um acordo com a Grã-Bretanha, e a ilha foi dividida: metade para os britânicos, metade para os espanhóis. Fora desse curto período de tempo, entre a assinatura do tratado e a divisão das terras, não existiram essas tais "Islas Malvinas". Elas não existem há mais de dois séculos.

Não é minha intenção desmerecer o conflito, que teve demonstrações de incontestável bravura de ambos os lados. Podemos citar a coragem demonstrada pelos pilotos argentinos, pilotando os A-4 com tanta perícia sobre o Atlântico-Sul. Por outro lado, a investida dos SAS britânicos à Pebble Island foi praticamente um modelo de execução de operações especiais. Não questiono tampouco a resiliência dos infantes argentinos. Exibiram imagens na imprensa televisiva brasileira, retratando soldados argentinos com os pés deteriorados pelo frio, marchando em temperaturas sub-zero, calçando coturnos inadequados. O que questiono é o direito dos argentinos sobre as ilhas, coisa que você coloca como fato.

Foram os britânicos que descobriram as ilhas em 1684. Houveram povoamentos britânicos esporádicos desde o início do século 18. Você cita “los invasores ingleses”, mas essa tal “invasão” foi somente a expulsão do “governador” argentino. E esse “governador” nada mais era que um diretor de presídio. E o presídio já havia sido destruído pelos americanos, ainda por cima.

Desde 1833, não houve um único povoamento argentino nas ilhas. A Grã-Bretanha, por outro lado, tem uma colônia permanente desde 1833. Não há nenhuma "comunidade argentina oprimida" ou nada parecido nas ilhas "Malvinas". Toda a população das ilhas é de descendência britânica (não espânica ou argentina), falam inglês, se identificam como britânicos, e não tinham nenhuma aspiração a serem "liberados" do jugo do Commonwealth democrático por uma ditadura de terceiro mundo. As pretensões argentinas me soam disparatadas, fruto de delírios ditatoriais expansionistas, como a cômica Operación 90.

As Falklands são britânicas. Os argentinos não foram expulsos das ilhas pelos ingleses, porque quase não havia argentinos vivendo por lá. Os americanos já haviam expulsado os poucos que haviam, em sua maioria foras-da-lei.

E no entanto os argentinos continuam falando sobre essas "Islas Malvinas" que não existem. E na ilusão ainda maior de que essas ilhas imaginárias lhes pertencem por direito.

Os argentinos que me perdoem, mas isso é ridículo.

Deus salve a rainha.

Enviado: Seg Jul 09, 2007 5:15 am
por P44
Desde 1833, não houve um único povoamento argentino nas ilhas. A Grã-Bretanha, por outro lado, tem uma colônia permanente desde 1833. Não há nenhuma "comunidade argentina oprimida" ou nada parecido nas ilhas "Malvinas". Toda a população das ilhas é de descendência britânica (não espânica ou argentina), falam inglês, se identificam como britânicos, e não tinham nenhuma aspiração a serem "liberados" do jugo do Commonwealth democrático por uma ditadura de terceiro mundo. As pretensões argentinas me soam disparatadas, fruto de delírios ditatoriais expansionistas, como a cômica Operación 90.


Engraçado exactamente o mesmo argumento utilizado pelo III Reich para anexar a região dos sudetas e tirá-lo á Checoslováquia.

Existe outro exemplo de "repopulação" "racial" nos nossos tempos, o Kosovo, fruto da imigração maciça de Albaneses para território sérvio.

Enviado: Seg Jul 09, 2007 5:37 am
por Bravo Victor
P44 escreveu:Engraçado exactamente o mesmo argumento utilizado pelo III Reich para anexar a região dos sudetas e tirá-lo á Checoslováquia.


Exceto que a analogia correta seria a inversa: Se a região dos sudetas estivesse dentro das fronteiras alemãs, com infra-estrutura, governo e sistema político alemães pacificamente constituídos há quase dois séculos, além da identificação cultural, e a Checoslováquia absurdamente invadisse para retomar o território e "repopular" "racialmente" a população, nas suas próprias palavras.

E eu posso estar enganado, como eu disse. Se alguém puder refutar alguma coisa que eu escrevi (de preferência sem alusões nazistas descabidas), sou todo ouvidos. Não sou nenhum especialista na História desse período.