knigh7 escreveu:Mapinguari escreveu:
Pois eu prefiro dois NAe de porte médio (umas 35 mil t, pouco mais do que o São Paulo) do que um de 50 mil t. Dois NAe de 35 mil t e ums dois LPH de umas 18 mil t, tava muito bom para a MB.
Pois eu penso que a MB não deveria ter nenhum Nae. Apenas deveria ter uma arma de projeção cara (que é um P. A.) quando tivesse uma boa força defensiva.
(eu sei que o Marino não vai gostar de eu ter escrito isso

).
Mas se tiver de ter, que tenha um Nae do porte de um Principe das Asturias. É o suficiente para a defesa aérea da Frota, com um custo compatível com o Orçamento da MB.
Caro amigo, a opinião aqui é livre, graças a Deus.
Mas o que é uma força defensiva?
Uma pistola é uma arma ofensiva ou defensiva? Depende do uso que dermos a ela, certo?
Então, usando seus argumentos, se queremos uma força defensiva, temos que ter capacidade de defendê-la de ameaças aéreas no mar.
Como?
Agora não se esqueça de para que realmente precisamos de uma Marinha. Veja as nossas LCM, veja a nossa ZEE, veja aonde estão os campos de produção de petróleo/gás, veja aonde está concentrada nossa população, etc.
Será que conseguimos "defender" isso tudo com uma força que tenha postura puramente defensiva?
Quantos meios necessitaríamos?
Ou será que a solução (só um pensamento) não seria destruir a ameaça o mais longe possível? Não seria uma ação defensiva?
Só para pensarmos.
Um abraço