Re: NOTÍCIAS
Enviado: Qua Jun 08, 2011 8:41 pm
Será uma alternativa para o C-17, o IL 96 e ao An-70. Por sinal, muito bem vinda.
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Estima-se que em 30 anos a XAC produza cerca de 120 aeronaves, sendo que a sua grande maioria destina ao a Força Aérea do Exército da libertação do Povo – a força aérea Chinesa.
alcluiz, os 120 é uma estimativa entre mercado interno e externo. Supondo-se que se produzam 120 em 30 anos, isso significa 4 aeronaves por ano, o que obviamente está muito abaixo da capacidade de produção e necessidades chinesas. É possivel que esta seja a escala de produção inicial; mas com o tempo, podera vir a desenvolver-se em maior quantidade, de acordo com a qualificação do projeto.alcluiz escreveu:Mas pelo texto, primeiramente irá suprir as FFAA's Chinesesas, correcto? Só depois que será vendido para outros países, pelo que eu entendi.
Estima-se que em 30 anos a XAC produza cerca de 120 aeronaves, sendo que a sua grande maioria destina ao a Força Aérea do Exército da libertação do Povo – a força aérea Chinesa.
Dan Seal, program manager of Boeing's immersive development environment, briefs reporters on the company's new tools for designing the next generation of air dominance fighters. The 7 June brief in St. Louis shows Boeing is serious about competing for the US Navy's long-term requirement for replacing the F/A-18E/F Super Hornet.
Acho que o artigo fala o que ja se sabe desde a decada de 90: que aeronaves furtivas, em determinadas condições, não são tão furtivas assim.AlbertoRJ escreveu:Barry Watts e "O fim da era stealth"
Plano Brasil: E.M.Pinto
Sugestão: Cláudio Xavier
Essa é a conclusão surpreendente de um novo relatório de Barry Watts, um ex-membro do Gabinete da “bola cristal” do Pentágono e analista do Centro de Avaliação Estratégica e Orçamentária, em Washington.Tem sido um dos pilares da abordagem de alta tecnologia de guerra dos EUA por décadas. E agora, ela poderia se tornar obsoleta em poucos anos.
A tecnologia Stealth – que hoje dá aos jatos fabricados nos EUA a capacidade quase única de escapar dos radares hostis – em breve poderá ser incapaz de manter aviões americanos encobertos.
“As vantagens da tecnologia stealth … podem ser corroídas pelos avanços em sensores e sistemas de mísseis antiaéreos, especialmente operados por plataformas de ataque tripulados operando dentro do espaço aéreo defendido”,
Barry Watts
Watts adverte em seu relatório de 43 páginas publicado na semana passada ( clique aqui para ler o PDF).As vantagens da tecnologia stealth … podem ser corroídas pelos avanços em sensores e sistemas de mísseis anti aéreos, especialmente operados por plataformas de ataque tripulados operando dentro do espaço aéreo defendido”.
Isso pode vir como um choque muito grande para a Força Aérea dos EUA, que apostou seu futuro nesta tecnologia, prevista em meio-trilhões de dólares para os próximos 30 anos. A Marinha, por outro lado, pode ter razões para dizer “eu avisei”.
Ou seja, se a previsão de Watts se tornar realidade – e isso é um grande “se”, admite o analista.
“Nos últimos anos tem havido especulação de que os avanços em curso na detecção de radares e monitoramento terão, no futuro próximo, a capacidade de detectar os aviões furtivos, como o B-2, F-22 e F-35, que terão dificultadas as capacidades de sobreviver dentro do espaço aéreo negado“.Atualmente a tecnologia Stealth está ameaçada pelo avanço de tecnologias em radares VHF e UHF em desenvolvimento na Rússia e China, são sistemas de “detecção passiva”. Este sistema foi desenvolvido priemiramente por pesquisadores Tchecos. O último “usa o radar, televisão, telefone celular e outros sinais disponíveis para captar as ondas refletidas por aviões furtivos para encontra-los e monitorá-los”, explica Watts.Sistemas de radares ligados em rede, poderiam anular a efeciência dos “escudos” eletromagnéticos dos caças Stealth, esta tecnologia foi descoberta incialmente por técnicos tchecos e foi testada com êxito por australianos, que detectaram a decolagem e epuderam acompanhar o vôo de bombardeiros B2 que partiram de Guan no Pacífico, à milhares de queilômetros de distância.
* A Thales já comercializa um sistema de radar de detecção passiva.
Estes novos sistemas de detecção poderiam inverter uma tendência de 30 anos que viu a USAF ganhar uma vantagem crescente sobre as defesas inimigas
Tudo começou com a introdução do caça stealth F-117 no final de 1980, seguido da adição do bombardeiro furtivo B-2 nos anos 90 e, mais recentemente, o F-22.
Até agora, a Força Aérea tem procurado alinhar uma frota de aeronaves stealth de algumas centenas, o que de fato não tem ocorrido à contento.
A USAF planeja comprar mais de 1.700 caças stealth e cerca de 100 novos bombardeiros. Nesse sentido, a era stealth só agora está realmente surgindo, da mesma forma, as medidas eficazes de combate estão quase prontas, Watts ressalta. O que por outro lado demonstra que esta transformação prevista pela USAF ainda não é prática e que levaria ainda mais alguns anos, anos estes os quais as contramedidas desenvolvidas pelos adversários as tornariam obsoletas, antes mesmo de estarem plenamente operacionais.
Comparativamente, a Marinha tem jogado pelo seguro. Ao mesmo tempo que a Força Aérea estava investindo seus dólares de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia stealth, a Marinha optava por uma abordagem diferente para derrotar as defesas inimigas. Enquanto a Força Aérea planeja “ludibriar” os radares, a Marinha procura “jameá-los” desenvolvendo detectores e interferidores eletrônicos, destruindo-os com mísseis anti radar.
É por isso que aviões de guerra eletrônica como os F 18 G só estão incorporados no inventário da Marinha, e por esta razão, o F 35 C/B não agradar muito os almirantes com as suas “excepcionais” capacidades furtivas.
Um exemplo que demonstra claramente isto é a do diferença filosófica em desenvolver VANT-C ( de combate) como o X-47 construído pela Northrop, a aeronave é minimamente furtiva. Já o Boeing Phantom Ray que destina-se principalmente à Força Aérea, é indiscutivelmente mais furtivo que o F-35.
Watts no entanto não é tão catastrófico, em seu relatório ele ainda aponta algumas esperanças, especialmente galgadas em duas capacidades previstas para o F-35.
Primeiro, há o “poder da suite embarcada do JSF, sensor e computacional”, que como explica Watts “pode ser facilmente atualizado ao longo do tempo devido à arquitetura do avião e aviônica aberta, o F-35 possui a habilidade de ajustar a sua trajectória de voo em tempo real em resposta às ameaças, algo que nem o F-117, nem o B-2 foram capazes de fazer. ”
Em segundo lugar, o radar do F-35, o chamada ” radar de varredura eletrônica “, que poderia, em teoria, ser utilizado para bloquear um radar inimigo ou até mesmo colocar o código de software malicioso em seu sistema de controle.
Porém, nenhuma dessas capacidades é realmente perfeitamente eficaz isoladamente. Por isso o F-35 é completado com a sua capacidade de absorver ou desviar as ondas de radar.
Watts entretanto é duro ao afirmar que para sobreviver o F 35 teve de ser equipado com muitos sistemas “não furtivos”. Porém ele mesmo não apresenta uma outra forma para a USAF solucionar o problema, mas indica que VANT-C seria uma forma de desenvolver aeronaves mais furtivas.
É importante notar também que os maiores rivais dos EUA, nomeadamente, China e Rússia, têm revelado novos protótipos de caças furtivos, nos últimos dois anos, o que demonstra os seus respectivos interesse nestes campo.
Watts descreve que o “fim da era stealth” é apenas uma das muitas grandes mudanças que poderiam ocorrer na guerra num futuro próximo, quando questionado sobre como fundamentalmente a condução da guerra poderia mudar ele responde “tudo depende “.
Estaria Barry Watts, fazendo uma previsão catastrófica ou um alerta para o que muitos vem dizendo a duas décadas?
O elevado custo dos “stealth” justificam-se perante uma força ainda que tecninicamente inferirior, porém, numericamente superior e ligada a uma rede data link com radares e outros sistemas?
Curiosamente, uma das soluções aventadas é justamente a que tanto a Rússia quanto a China optaram, ou seja, por mistos de caças Stealth e semistealth para a defesa do seu espaço aéreo, será esta a solução que Barry quer apresentar a USAF em especial?
Pelo relatório, vê-se que ele claramente opta pela opção da Marinha dos EUA… Pode ser, mas como ele mesmo refere o “O fim da era etealth “ não é certo e dependerá de muitos fatores.
Fonte:Plano Brasil.
Vai ser como a camuflagem, deixa de ser uma vantagem inequívoca, mas toda a gente vai ter.AlbertoRJ escreveu:Eu penso que aeronaves furtivas ao radar continuarão furtivas por bom tempo mas a guerra aérea (ou guerra aérea eletrônica ou guerra dos radares) é feita de medidas e contra-medidas. A partir do momento que já se conhece os pontos fracos das técnicas "stealth" os desenvolvimentos seguirão nesse rumo, o que hoje não invalida a tecnologia, já que todos também estão desenvolvendo aeronaves com essas características ou em parte, tripuladas ou não.
Acho que o autor quis dizer é que se gastou muito dinheiro com isso e que, talvez, quando esses aviões tiverem que ser empregados, na quantidade programada, as contra-medidas estarão já bastante eficientes.
A "invisibilidade" é utopia.
Abraços
Basicamente, é um An-70 com turbofans. A China ESTIMA que precise de 120 aviões MESMO, que serão complementados por versões mais recentes do Y-8 e do Y-9. A ideia é racionalizar os meios de transporte do PLA, que hoje incluem Ilyushin 76, Y-8, Y-7 etc...FCarvalho escreveu:alcluiz, os 120 é uma estimativa entre mercado interno e externo. Supondo-se que se produzam 120 em 30 anos, isso significa 4 aeronaves por ano, o que obviamente está muito abaixo da capacidade de produção e necessidades chinesas. É possivel que esta seja a escala de produção inicial; mas com o tempo, podera vir a desenvolver-se em maior quantidade, de acordo com a qualificação do projeto.
se tudo der certo e o protótipo voar em 2012, é provável que suas entregas começem daqui a 2 ou 3 anos. Assim possiveis exportações somente para depois de 2020, quando então eles terão ao menos um esquadrão formado e operacional.
antes disso, é até complicado justificar a aquisição de uma aeronave que ainda não se mostrou plenamente capaz, operacionalmente.
mas continua sendo uma boa opção. inclusive para o futuro do transporte estratégico da FAB.
abs
Cá entre nós, está parecendo mais um daqueles acordos secretos entre EUA e Irã. No Irã-Contras, Israel forneceu o material, o Irã pagou e a grana, desviada pela CIA, financiou os cartéis colombianos e mexicanos, para crescer, antes de terminar na conta dos somozistas. Lembrem-se que, recentemente, Teerã liberou alguns norte-americanos presos por espionagem.FOXTROT escreveu:Como é possível furtar 08 turbinas de uma base aérea? Só com ajuda interna, não?
Saudações
Pepê Rezende escreveu:Cá entre nós, está parecendo mais um daqueles acordos secretos entre EUA e Irã. No Irã-Contras, Israel forneceu o material, o Irã pagou e a grana, desviada pela CIA, financiou os cartéis colombianos e mexicanos, para crescer, antes de terminar na conta dos somozistas. Lembrem-se que, recentemente, Teerã liberou alguns norte-americanos presos por espionagem.FOXTROT escreveu:Como é possível furtar 08 turbinas de uma base aérea? Só com ajuda interna, não?
Saudações
Abraços
Pepê