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Enviado: Dom Out 30, 2005 10:32 am
por Slip Junior
"Understanding the lessons, immediately after the war, Peru moved to correct these deficiencies of the FAP. Not finding any source ready or able to supply advanced fighters in the West, the FAP turned to Belarus, in April 1996, ordering 16 single-seat MiG-29 (ASCC-Code: “Fulcrum C”) and two MiG-29UBs. Originally armed with R-27R (ASCC-Code: “AA-10 Alamo”) and R-73 (ASCC-Code “AA-11 Archer”) air-to-air missiles, in 1998 these aircraft were upgraded to a standard similar to MiG-29SE, and became compatible with the R-77/RVV-AE (ASCC-Code: “AA-12 Adder”) medium-range air-to-air missile, with radar homing in terminal flight phase. The R-77s arrived together with three MiG-29SEs, bought directly from Russia, the purchase of which was possible due to improved relations between Lima and Moscow once Peru had paid its outstanding debts. Previously, the Russians refused to supply spares and provide technical assistance for FAP MiG-29s, which was requested by the company Beltechexport of Belarus from Rosovooruzhenie after the first four MiGs were delievered to Peru, aboard an Antonov An-124 transport. This decision was certainly influenced by the fact, that originally MiG MAPO offered MiG-29Vs to Peru, at a price of $24 million per aircraft, but the FAP opted for Belarussian aircraft as these were cheaper, at between $11 and 14 million apiece."

Fonte: http://www.acig.org/artman/publish/article_164.shtml

Abraços

Enviado: Dom Out 30, 2005 10:53 am
por Slip Junior
Só para deixar claro: o que estou tentando mostrar é que do mesmo jeito que restam sérias dúvidas sobre a aquisição de mísseis Derby pela FACh, também existem dúvidas sobre a real capacidade da frota de Fulcrum peruanos em relação ao emprego de mísseis ARH (Active Radar Homing).

Portanto, ambos trabalham no campo das suposições ("O Chile tem ou não Derby? Os MiG-29C peruanos ex-Bielorussia tem ou não capacidade de lançar mísseis Adder? Os Adder estão ou não operacionais?") de forma que afirmações mais duras nesse sentido assim como a descaracterização de quem diga o contrário, pode ser um grande erro uma vez que todas hipóteses tem um background sólido mas incerto.

Abraços

Enviado: Dom Out 30, 2005 11:17 am
por Jet Crash®
Slip Junior escreveu:Os MiG-29C peruanos ex-Bielorussia tem ou não capacidade de lançar mísseis Adder?
Abraços


Isto já está estabelecido. Os MiG-29A adquiridos da Bielo-Rússia não tem capacidade de lançamento do R-77. Os MiGs peruanos são da versão 9-12, o modelo básico de defesa aérea, similar ao F-16A Block 15.

Os três modelos adquiridos da Rússia, na versão 9-12SE são capazes de lançar o R-77.

Eu já lí que os modelos antigos como o 9-12 poderiam lançar R-77, mas duvido que isto seja verdade uma vez que usa o básico radar N-019E.

Enviado: Dom Out 30, 2005 11:25 am
por Jet Crash®
Slip Junior escreveu:" Originally armed with R-27R (ASCC-Code: “AA-10 Alamo”) and R-73 (ASCC-Code “AA-11 Archer”) air-to-air missiles, in 1998 these aircraft were upgraded to a standard similar to MiG-29SE, and became compatible with the R-77/RVV-AE (ASCC-Code: “AA-12 Adder”) "

Fonte: http://www.acig.org/artman/publish/article_164.shtml

Abraços


Lendo este trecho, creio que os peruanos devem ter feito aquilo que os russos não recomendam e chamam de modernização pirata. Se houve esta alteração, ela deve ter sido realizada na Bielo-Rússia.

Enviado: Dom Out 30, 2005 11:31 am
por Carlos Mathias
Mas tem isso de modernização pirata?

Enviado: Dom Out 30, 2005 11:55 am
por Jet Crash®
Carlos Mathias escreveu:Mas tem isso de modernização pirata?


Este é o nome dado pelos russos as modernizações feitas por Israel e outros países em aeronaves de procedência soviética/russa.

Enviado: Dom Out 30, 2005 12:00 pm
por Slip Junior
JetCrash, o artigo da ACIG menciona que o suposto upgrade teria sido realizado em 1998, exatamente o mesmo ano em que a FAP assinou o acordo com a Rússia para o fornecimento dos 3 MiG-29SE, mísseis R-77 e spare parts para toda frota de Fulcrum peruana. Dessa forma, acredito que se a modificação realmente foi realizada, a mesma foi feita em parceria com pessoal russo.

Abraços

Enviado: Dom Out 30, 2005 12:48 pm
por Alitson
Vinicius Pimenta escreveu:[color=darkblue]Sei que não faz diferença para você, mas creio que a maioria só vai acreditar com um documento oficial da FACh ou uma foto.


Sem foto ou documento oficial, néca, néca, néca!!!!!!!!!!
Então vejamos só os Peruanos tem BVR hoje!!!!!!!!!!!!!!

Enviado: Dom Out 30, 2005 2:32 pm
por Alitson
Mirage 2000P com bombas Opher

“Un Mirage 2000P con una impresionante carga de armamento de 4 bombas guiadas y 2 misiles aire-aire R.550 Magic 2. Perú dispone de un supuesto arsenal de bombas BGL 1000 francesas , designadores laser ATLIS II, misiles AS-30L y pods buddy-buddy Intertechnique 231-300 para el reabastecimiento en vuelo. Sin embargo no hay pruebas fotográficas de la existencia de los mismos. Los bombas son de la familia Whizzard israeli que esta compuesta por las Opher (de guia IR) y las Lizard (de guia laser). Ambas son kits de sensores y aletas que permiten transformar una bomba convencional en un arma inteligente.” Saorbats.

http://www.saorbats.com.ar/GaleriaSaorb ... rmado1.jpg

Boa foto do M2000P, mas muito grande, está atrapalhando a leitura. Para visualizá-la, clique no link acima.

MiG-29 com R-60 e R-27

“Un Mig-29 de la FAP equipado con 2 misiles aire-aire R-27 de guia radarica semiactiva y 4 R-60 Infrarrojos. Se estima que entre 96 y 144 R-27 fueron recibidos por la FAP. Ademas se dispone de 12 R-77 de guia radarica activa que no se encuentran operativos.” Saorbats

Imagem


Fonte do artigo abaixo:
Por Angelo Ribeiro
http://www.geocities.com/livremanobrar/ ... g29fap.htm

Desde sua independência, em 1820, o Peru construiu um considerável histórico de conflitos, sobretudo contra seus vizinhos Equador e Chile. Na Guerra do Pacífico (1879-1884), o Peru perdeu para o Chile o controle das jazidas de nitrato no deserto de Atacama e na província de Tarapacá. Mais recentemente, dois conflitos marcaram a história do Peru: em 1981 e 1995, contra o Equador, pelo domínio de uma faixa fronteiriça na Cordilheira do Condor. Nos conflitos contra o Equador a Fuerza Aerea del Peru (FAP) teve participação fundamental. Em 1981, quando tropas equatorianas ocuparam parte da Cordilheira do Condor, a FAP em apoio as tropas em terra realizaram 107 surtidas, entre vôos de reconhecimento e de ataque ao solo, logrando vitória para as forças peruanas.
No período entre conflitos, entre 1981 e 1995, a FAP fez uma única importante aquisição, em 1987: 12 Dassault Mirage 2000. Em 1995, durante 33 dias entre 26 de janeiro e 28 de fevereiro mais um conflito fronteiriço entre Peru e Equador, dessa vez a Força Aérea do Equador (FAE) estava melhor preparada, conseguindo vitórias no combate aéreo com seus IAI Kfir C2 e Mirage F-1. Finalmente, em 1998 foi firmado entre os dois países o Acordo de Paz, e em 1999 a área de fronteira foi estabelecida e validada pelos países garantes do Protocolo do Rio (Brasil, Argentina, Chile e Estados Unidos).

A FAP absorveu os ensinamentos do conflito de 1995, principalmente com a perda da superioridade aérea para os Mirage F-1JE e IAI Kfir C-2 da FAE, e em 1996 iniciou o reaparelhamento da sua frota inicialmente procurando um novo caça capaz de manter a superioridade aérea e possuir excelente performances no combate próximo além de ter capacidade de engajamentos BVR (Beyond Visual Range - Além do Alcance Visual), e é claro, ter custo por célula acessível. Dentre as opções estavam o Dassault Mirage 2000, Lockheed Martin F-16 e Mikoyan-Gurevich MiG-29. O Mirage 2000, que a FAP já utilizava, foi descartado por estar abaixo dos requisitos exigidos; o F-16 também foi descartado pelo alto custo e pelo veto norte-americano à venda de equipamentos modernos aos países sul-americanos. Por fim, o MiG-29, que atendia a todos os requisitos, mais a possibilidade de utilizar sem restrições ou embargos armamentos de última geração.

O Peru teria também facilidade em adquirir uma aeronave de procedência russa, já que é o país sul-americano que mais utiliza aeronaves oriundas daquela nação. A FAP, no entanto, encontrou dificuldades em encontrar alguém que pudesse vender as aeronaves em quantidade e estado que se desejava. O primeiro caminho foi a Rússia, mas esta exigia a amortização de uma dívida de cerca de 1 milhão de dólares. Em troca garantiam o envio de instrutores, motores reserva e manutenção completa, entre outros. Outro país em que se buscou o MiG-29 foi a Ucrânia, que apesar de ter uma grande quantidade de aeronaves, não facilitou a inspeção dos militares enviados para averiguar o estado das aeronaves e armamentos a serem
adquiridos, ao contrário da Bielorússia. Os militares peruanos enviados para aquele país tiveram acesso facilitado às aeronaves, selecionando as que estavam em melhor estado. Foram selecionadas 16 células do Fulcrum monoplace e 2 células da versão de treinamento e conversão operacional (MiG-29UB). Essas aeronaves foram fabricadas entre 1987-1989, aparentemente sem muitas horas de vôo. O translado das aeronaves também foi facilitado, o envio das 18 aeronaves via aérea transportadas dentro de aviões Antonov An-124. Os Fulcrum após desembarcarem no Peru, foram checados pelo pessoal do SEMAN e um grupo de técnicos da Bielorússia. O valor da compra das aeronaves foi de cerca de 280 milhões de dólares.


Com a compra das aeronaves finalizada, faltava agora a garantia de que não faltariam peças de reposição, tampouco falta de manutenção. Assim, a FAP conseguiu firmar um contrato com a MAPO-MiG, eliminando as possibilidades de falta de peças e de manutenção dos seus MiG-29. Os MiG-29 equipam o Escuadrón de Caza 611 com sede na Base Aérea Capitán FAP José Abelardo Quiñones Gonzáles (Grupo Aéreo 6) em Chiclayo, aproximadamente a 770 quilômetros de Lima, realizando as missões de caça e interceptação da região norte do Peru próximo da fronteira com o Equador. Essa Base Aérea, ponto vital na defesa
aérea na região norte do Peru, é também uma das mais antigas bases do Perú que completou em novembro de 2000 sessenta anos de atividade.


Upgrade

Em fins de 1997 a FAP organizou um elaborado trabalho de pesquisa de desenvolvimento, em conjunto com a Daimler-Benz Aerospace (responsável pelo upgrade dos MiG-29 da Alemanha) e com a MAPO-MiG para realizar um upgrade nos MiG-29 recém-adquiridos. O resultado foi a realização do upgrade, englobando melhoras significativas nos aviônicos, sistemas elétricos, de comunicação e a

compatibilidade com armamentos ocidentais. Esses serviços foram realizados no SEMAN (Servicio de Manitenimento), elevando o padrão de algumas células para a SMT, com exceção da capacidade de reabastecimento em vôo. Em meados de 1998, o Peru adquiriu três células da versão MiG-29SE, dessa vez direto da Rússia, num contrato de 117 milhões de dólares, elevando o número de aeronaves de 18 para 21 unidades. Após o upgrade, a FAP elevou o padrão dos MiG-29 para 4 variantes: MiG-29SM, MiG-29M, MiG-29ST e a mais capaz MiG-29SMT, com pelo menos três unidades.
Aparentemente a FAP não optou por modernizar os MiG-29UB biplaces, utilizados para conversão operacional e que mantém uma limitadíssima capacidade de combate. Com o upgrade a capacidade de combate dos Fulcrum foi bastante realçada. A modernização realizada permitiu a compatibilidade dos pilones subalares internos e o sistema de armas e sensores com o míssil de longo alcance R-77RVV-AE (AA-12 Adder) de guiagem terminal ativa e de mísseis e bombas guiadas, mísseis antinavio, anti-radar e lançadores múltiplos de bombas.

Capacidades e armamentos
A FAP orgulha-se de possuir em sua frota vetores tão modernos quanto os MiG-29. Não é por menos: são realmente os vetores mais modernos atualmente em operação na América Latina. Muito mais capazes quando comparados à versão 'A' do Fulcrum, a versão 'S' (variante-base dos MiG da FAP) tem aviônicos mais modernos e capacidade de engajamentos ar-ar e ataque ao solo aumentada. Com uma manobrabilidade excepcional, o MiG-29Sx teve melhorado o sistema de controle de vôo a altos ângulos de ataque (AOA) e G's, conseguido através de quatro computadores no sistema de controle de vôo, além do aumento da eficiência dos lemes nessas condições. O raio de curva contínuo que o Fulcrum consegue manter é de 225 metros (738 pés) a 450 km/h (246 kts) e 350 metros (1.148 pés) a 800 km/h (437 kts).

O sistema de armas do Fulcrum é notável. Mesmo nas primeiras versões, quando aeronaves ocidentais tiveram que enfrentar as aeronaves russas, evitava-se o confronto próximo pela incrível capacidade de manobra, além das opções de sensores para localizar alvos que dispõe o piloto do Fulcrum. Sensores como o sistema eletro-óptico e telêmetro-laser/navegação OEPrNK-29-E2 (IRST) e o HMS (Helmet Mounted Sight - Visor Montado no Capacete) SHLEM que podem operar em conjunto, com o radar ou separadamente. O IRST eletro-óptico e telêmetro-laser tem um campo de varredura de ±60° de azimute; +60° para cima e -15° para baixo. Como é um sensor passivo, a descoberta de uma aeronave inimiga pelo IRST não denunciará a aeronave, o MiG-29 podendo se aproximar
suficientemente do alvo para disparar um míssil sem ser detectado pela aeronave inimiga, garantindo uma enorme vantagem em um combate aéreo. O alcance de detecção do IRST (com céu limpo) é de aproximadamente 14 quilômetros, mas se houver degradação do desempenho do IRST devido às condições ambientais como chuva ou nuvens o radar é automaticamente acionado para completar a procura ou engajamento do alvo. O HMS é utilizado nos combates fechados onde há o contato visual com o alvo. A retícula do visor no capacete fica à frente do olho direito, sem atrapalhar a visão e embora o piloto possa "scanear" ±120° com o movimento da cabeça, a aquisição do alvo fica dentro dos limites do radar e do IRST.
O sensor principal do sistema de armas do MiG-29 é o radar multi-modo Phazotron N019ME ( "Slot Back-D" para a OTAN), tipo pulse-doppler e no modo ar-ar com capacidade TWS (Track While Scan - Acompanhamento Durante Varredura) de até 10 alvos e engajar até dois simultaneamente para dois mísseis de longo alcance R-77 de guiagem terminal ativa. Na função TWS o radar N019ME possui um alcance de descoberta de 80 quilômetros e engajamento do alvo a 40 quilômetros (alvo do tamanho de um caça), essa distância aumentando quando são alvos maiores. A antena busca os alvos em um campo com ±65° de azimute e +54°/-36° de elevação.



Os Fulcrum da FAP podem levar até seis mísseis ar-ar em seis pontos-duros subalares, carregando mísseis infravermelhos de curto alcance R-60M/MK (AA-8 Aphid) e R-73 (AA-11 Archer), médio e longo alcance com guiagem por radar semi-ativo R-27R1 (AA-10 Alamo A), R-27RE1 (AA-10 Alamo C) e mísseis também de médio e longo alcance mas com guiagem térmica R-27T/T1 (AA-10 Alamo B)
e R-27TE/TE1 (AA-10 Alamo D). Os Fulcrum também estão aptos a utilizar o R-77RVV-AE (AA-12 Adder), míssil de longo alcance com guiagem terminal ativa. A configuração típica dos Fulcrum da FAP seria quatro mísseis R-73 e dois R-27R1, mas podem haver outras configurações que variam de acordo com as necessidades do momento.

Embora o MiG-29 tenha como missão primária na FAP a superioridade aérea, a aeronave está capacitada a realizar missões ar-superfície com extrema eficiência, notadamente a variante SMT, podendo fazer uso de modernos mísseis e bombas guiadas contra os mais diversos tipos de alvos, mísseis anti-radar e anti-navio de procedência russa. Entre os que podem fazer parte do inventário da FAP são as bombas guiadas por TV KAB-500Kr, míssil ar-superfície também com guiagem ótica (TV) Kh-29TE (AS-14A "Kedge" para a OTAN), míssil anti-radar Kh-31P (AS-17C "Krypton") e o míssil anti-navio Kh-31A (AS-17A "Krypton"). Além das bombas e mísseis guiados, o MiG-29 pode empregar armamentos não-guiados como os foguetes de 80, 132, 240 e 250 mm de; bombas de 250 e 500 penetradoras de concreto e de alto explosivo (podendo ser montadas em quatro em lançadores múltiplos nos pilones internos subalares), bombas do tipo napalm e entre outras. A carga bélica máxima é de 4.000 kg.

Equipamento orgânico do MiG-29, o preciso canhão Gryazev/Shipunov GSh-30-1 (9A-4071K) de 30mm, instalado na lateral esquerda na raiz do bordo de ataque da asa é utilizado tanto contra alvos aéreos quanto em alvos no solo. Sua cadência de tiro é de 1500 a 1800 tiros por minuto, disparando cada projétil à uma velocidade inicial de 860 m/seg, bastando poucos acertos para derrubar um alvo de grande porte. O MiG-29 leva normalmente 150 tiros e a partir do MiG-29S, o piloto pode fazer uso do canhão mesmo que a aeronave esteja levando o tanque central graças à modificações feitas na saída dos cartuchos de munição utilizados, uma limitação muito sentida na primeira versão, onde o uso do canhão só podia ser realizado se a aeronave não estivesse carregando o tanque auxiliar ou se esse fosse ejetado.

O sistema defensivo do MiG-29 possui dois sistemas dispensadores BVP-30-26M de chaff e flare, localizados sobre a fuselagem e alinhado com as empenagens verticais, cada um dos dispensadores possui 30 pacotes totalizado 60 pacotes. Além do sistema de chaff e flare, o MiG-29 conta com sistema de alerta-radar (RWR) L006-LM/101, e provavelmente alguns MiG-29 (incluindo os SE vindo da fábrica) possuem jameadores ativos internos para guerra eletrônica.

De acordo com uma publicação de um informe interno da FAP, publicado pela revista espanhola Defensa, No final de 2000, o índice de operacionalidade da frota de MiG-29 da FAP estava em 80%, índice realmente muito bom, tendo em vista que presumia-se que o estado geral das aeronaves não seria dos melhores, contando inclusive com a possibilidade de muitas células não estarem sequer em condição de vôo. Ainda de acordo com este informe, em dezembro de 1999, 16 unidades estavam em condições de vôo: 12 MiG-29A, 2 MiG-29UB, 2MiG-29SE. Dos quatro restantes, três se encontravam em manutenção e outro fazendo revisão das turbinas. À aeronave acidentada em Chiclayo em dezembro de 1998 foi dada como destruída, e o motivo do acidente seria uma "desorientação espacial" do piloto. Durante o período 1997-1998, realizaram um total de 850 horas de vôo, enquanto que em 1999-2000 esse número foi de 1.200 horas.

Conclusão

Mais uma vez a Força Aérea do Perú surpreende e se revela pioneira na América do Sul ao adquirir aeronaves tão avançadas, condizentes com a guerra aérea moderna. Os MiG-29 levaram para os pilotos peruanos novas doutrinas como mísseis BVR ou IRST, radar multi-função, entre outros, oferecendo à FAP uma grande força dissuasória já que além dos MiG, a FAP possui outros tantos Su-25, Su-22, Mirage 2000 e possivelmente alguns MiG-25 de reconhecimento, tornando a FAP talvez a mais forte e bem equipada força aérea do continente. Passados dois conflitos conta o Equador nessas últimas duas décadas, o Perú e sua força aérea irão ingressar neste novo século liderados pelos Tigres del Aire, os MiG-29 Fulcrum e seu lema "Vivir venciendo, o morir matando".

Enviado: Dom Out 30, 2005 3:00 pm
por Vinicius Pimenta
Quero deixar bem claro que em momento algum eu tento desmerecer a FACh. Muito pelo contrário, eu a admiro bastante por ser uma Força Aérea digna de nome, estando plenamente capacitada para defender seu país. Só não concordo com ufanismos ou, como diz o Rodrigo, contar com o ovo na cloaca da galinha. Vamos trabalhar com coisas concretas.

Enviado: Dom Out 30, 2005 3:05 pm
por Alitson
Vinicius Pimenta escreveu:Quero deixar bem claro que em momento algum eu tento desmerecer a FACh. Muito pelo contrário, eu a admiro bastante por ser uma Força Aérea digna de nome, estando plenamente capacitada para defender seu país. Só não concordo com ufanismos ou, como diz o Rodrigo, contar com o ovo na cloaca da galinha. Vamos trabalhar com coisas concretas.



Por isso que estamos solicitando provas a respeito dos Derbys nos Tiger III, alias acho mais provavel hoje a Força Aérea do Equador ter os Derbys nos Kfir CE do que a FACH nos Tiger III, pelo menos as fotos destes armados com Magic II, Python III e IV, além de armamentos inteligentes estão para quem querer ver... E tudo que falaram que compraram provaram!!!!!!!!!!!!!!

Enviado: Dom Out 30, 2005 3:08 pm
por FinkenHeinle
Alitson escreveu:
Vinicius Pimenta escreveu:Quero deixar bem claro que em momento algum eu tento desmerecer a FACh. Muito pelo contrário, eu a admiro bastante por ser uma Força Aérea digna de nome, estando plenamente capacitada para defender seu país. Só não concordo com ufanismos ou, como diz o Rodrigo, contar com o ovo na cloaca da galinha. Vamos trabalhar com coisas concretas.

Por isso que estamos solicitando provas a respeito dos Derbys nos Tiger III, alias acho mais provavel hoje a Força Aérea do Equador ter os Derbys nos Kfir CE do que a FACH nos Tiger III, pelo menos as fotos destes armados com Magic II, Python III e IV, além de armamentos inteligentes estão para quem querer ver... E tudo que falaram que compraram provaram!!!!!!!!!!!!!!

Concordo com ambos!


Nenhum forista brasileiro tentou desmerecer a FACh, que faz um excelente trabalho!

Mas também não podemos deixar que menosprezem a FAB!

Enviado: Dom Out 30, 2005 3:27 pm
por Vinicius Pimenta
Exato!

Enviado: Dom Out 30, 2005 7:37 pm
por rodrigo
Seguindo essa lógica do segredo, se alguns países possuem armamento especial/moderno e não revelam, o Peru estaria à frente da tecnologia e emprego do armamento BVR, já que o tornou público há muitos anos. Também temos que levar em consideração que pode ser política de um Estado revelar todo o armamento que tem, e consideraria o Chile um exemplo, já que tem a obrigação de manter uma forte dissuasão contra dois vizinhos poderosos, como Argentina e Peru. Diante dessa minha certeza, o uso do míssel BVR do Chile ainda está engatinhando.

Como bem disse o Vinícius, existe um respeito e até mesmo um certo grau de inveja dos brasileiros em relação ao armamento chileno, sua compra, escolha e operação. Mas respeito tem limite, não existe superioridade maciça, vide a capacidade peruana. E o Chile é um país isolado e geograficamente complicado, devido às montanhas. Esses fatores, mais a inimizade argentina e peruana, acabam fazendo o Chile ter que fazer opções militares de alto nível, que caibam bem no orçamento e satisfaçam as suas necessidades operacionais.

Enviado: Dom Out 30, 2005 9:41 pm
por Alitson
rodrigo escreveu:Seguindo essa lógica do segredo, se alguns países possuem armamento especial/moderno e não revelam, o Peru estaria à frente da tecnologia e emprego do armamento BVR, já que o tornou público há muitos anos. Também temos que levar em consideração que pode ser política de um Estado revelar todo o armamento que tem, e consideraria o Chile um exemplo, já que tem a obrigação de manter uma forte dissuasão contra dois vizinhos poderosos, como Argentina e Peru. Diante dessa minha certeza, o uso do míssel BVR do Chile ainda está engatinhando.

Como bem disse o Vinícius, existe um respeito e até mesmo um certo grau de inveja dos brasileiros em relação ao armamento chileno, sua compra, escolha e operação. Mas respeito tem limite, não existe superioridade maciça, vide a capacidade peruana. E o Chile é um país isolado e geograficamente complicado, devido às montanhas. Esses fatores, mais a inimizade argentina e peruana, acabam fazendo o Chile ter que fazer opções militares de alto nível, que caibam bem no orçamento e satisfaçam as suas necessidades operacionais.


Respeito é bom e todo mundo gosta, mas sarcasmo não da para aceitar... Assim como a verdade também faz parte...