Esse Jolly Green de 100 milhas é tipo a "Ferrari" dos helis C-SAR. É o sonho de qualquer piloto de heli, é potente, tri-motor, grande, blindado, bem armado, com reabastecimento em vôo, ar condicionado, guincho central, glass cockpit, RWR, flares, chaffs e tudo, TUDO que um vôo de C-SAR precisa. Mas é considerado um item luxo, como disse a "Ferrari" dos helis C-SAR, ao ponto que só poucos podem te-los, na real, só a USAF usa esse bicho para essa função. Os CH-53E dos Marines ou da USN são bem mais simples e baratos, usados para transporte de tropas e de carga basicamente.Carlos Mathias escreveu:Mas Alcântara, vamos cair sempre naquele dilema. U$ 100 milha dá prá comprar uns 20 Mi-17 dos melhores(5 milhas cada), motor, transmissão, rotor principal e de cauda do Mi-28N.
Não tem como dizer que um Heli destes vai fazer o trabalho de vinte Mi-17, sendo que estes vinte tem um bom compartimento de carga.
Helicópteros de Ataque e Transporte
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"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Não tenho informações de nenhum CH-53 Pave Low perdido em operações.
Ele usa um sistema novo de jammer e alerta mísseis que praticamente o torna imune a SAMs.
E comprovado em combate no Afeganistão.
Ele usa um sistema novo de jammer e alerta mísseis que praticamente o torna imune a SAMs.
E comprovado em combate no Afeganistão.
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Encomendas do governo serão decisivas para o projeto
17 de Março de 2008 - O governo de Minas, que detém 25% do capital da fábrica de helicópteros Helibrás, atenderá a todas as demandas da empresa, de origem francesa, para que seu programa de expansão seja integralmente realizado no município mineiro de Itajubá, onde atualmente monta 15 helicópteros de pequeno porte, o modelo Esquilo, por ano. Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento Industrial ( Indi), Eduardo Lery Vieira, o governador Aécio Neves se empenhará pessoalmente para que o Ministério da Defesa adquira as aeronaves necessárias para o viabilizar o empreendimento.
A Helibrás, fundada há 30 anos, com participação majoritária do Grupo Eurocopter, da francesa Aerospatiale, com o governo de Minas. Em 18 de fevereiro último, o governado Aécio Neves foi procurado pela direção da empresa, para lhe informar que pretende investir US$250 milhões na ampliação da planta industrial, com o propósito de também montar aeronaves de grande porte ano, o modelo Super Puma, com peso superior a dez toneladas e preço estimado em US$ 10 milhões, no caso do modelo básico.
Na ocasião o presidente da Helibrás, Jean Noel Hardy, informou ao governador Aécio Neves que o projeto somente se viabilizará caso o Ministério da Defesa adquira 50 unidades do novo modelo, no prazo de dez anos. Em contrapartida, o grupo francês se esforçará para transferir para o Brasil a produção da carcaça , do conjunto propulsor, das pás, de motores, dos trens de pouso das aeronaves e da tecnologia de produção dos aparelhos. Nas entrelinhas ficou insinuado também que, caso os paulistas se empenhem mais, esses fornecedores poderão se instalar em São José dos Campos, onde já opera o parque industrial que atende à fábrica de aviões da Embraer.
Segundo o Indi, serão mantidos todos os benefícios fiscais e tratamentos tributários diferenciados que sempre foram oferecidos à Helibrás. O dirigente informou que, até o momento não foi solicitada nenhuma participação financeira adicional do governo mineiro no empreendimento. O assunto será examinado e o governador Aécio Neves se empenha pessoalmente junto ao governo federal para que o Ministério da Defesa efetue a compra demandada pela Helibrás. Segundo Lery, o governo federal teria se comprometido, até agora, a adquirir apenas de 20 a 30 helicópteros.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Durval Guimarães Belo Horizonte)
País precisa de mais ilhas de excelência, diz Curado
São Paulo, 17 de Março de 2008 - A criação de um polo aeronáutico em Minas Gerais é encarada com naturalidade pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). O presidente da empresa, Frederico Fleury Curado, torce para que o plano da Helibrás, apoiado pelo governo mineiro, seja bem-sucedido.
"Tomara que Itajubá se torne um polo porque o País precisa disso, precisa de mais frentes, mais ilhas de excelência que passem a ser arquipélagos de excelência", declarou Curado.
"A Helibrás está lá há muitos anos e a Embraer definitivamente não vai entrar no ramo de helicópteros. Nós não temos nenhuma preocupação e nada negativo em relação a isso. Muito pelo contrário", comentou.
A atração de empresas para a estrutura industrial que deverá ser montada em Minas Gerais pode acontecer, mas estará sujeita as análises dos fornecedores que gravitam no parque de São José dos Campos. Para Curado, "pode ser" que ocorra a ida de indústrias paulistas para o polo mineiro. "Esta é uma questão que eles têm que avaliar de escala. Acho que dificilmente alguém vai fechar sua fábrica em Jacareí para reabrí-la em Itajubá. Acho que seria ilógico fazer uma coisa dessas. Agora, abrir uma segunda planta perto da Helibrás, se isso acontecer, nós vemos positivamente. Reforça o nosso fornecedor e é mais segurança para nós", analisa Curado.
Emprego
Para o presidente da Embraer, a empresa, que fechou janeiro de 2008 com 23.774 empregados, e atua nos mercados de aviação comercial, produz jatos executivos e atende às áreas de defesa e governo, não se considera dona do polo aeronáutico. "O pólo não é da Embraer, o pólo é do Brasil, nós somos apenas a maior empresa", diz Curado.
Contatada pelo jornal, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, não atendeu ao pedido de entrevista.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Jaime Soares de Assis)
17 de Março de 2008 - O governo de Minas, que detém 25% do capital da fábrica de helicópteros Helibrás, atenderá a todas as demandas da empresa, de origem francesa, para que seu programa de expansão seja integralmente realizado no município mineiro de Itajubá, onde atualmente monta 15 helicópteros de pequeno porte, o modelo Esquilo, por ano. Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento Industrial ( Indi), Eduardo Lery Vieira, o governador Aécio Neves se empenhará pessoalmente para que o Ministério da Defesa adquira as aeronaves necessárias para o viabilizar o empreendimento.
A Helibrás, fundada há 30 anos, com participação majoritária do Grupo Eurocopter, da francesa Aerospatiale, com o governo de Minas. Em 18 de fevereiro último, o governado Aécio Neves foi procurado pela direção da empresa, para lhe informar que pretende investir US$250 milhões na ampliação da planta industrial, com o propósito de também montar aeronaves de grande porte ano, o modelo Super Puma, com peso superior a dez toneladas e preço estimado em US$ 10 milhões, no caso do modelo básico.
Na ocasião o presidente da Helibrás, Jean Noel Hardy, informou ao governador Aécio Neves que o projeto somente se viabilizará caso o Ministério da Defesa adquira 50 unidades do novo modelo, no prazo de dez anos. Em contrapartida, o grupo francês se esforçará para transferir para o Brasil a produção da carcaça , do conjunto propulsor, das pás, de motores, dos trens de pouso das aeronaves e da tecnologia de produção dos aparelhos. Nas entrelinhas ficou insinuado também que, caso os paulistas se empenhem mais, esses fornecedores poderão se instalar em São José dos Campos, onde já opera o parque industrial que atende à fábrica de aviões da Embraer.
Segundo o Indi, serão mantidos todos os benefícios fiscais e tratamentos tributários diferenciados que sempre foram oferecidos à Helibrás. O dirigente informou que, até o momento não foi solicitada nenhuma participação financeira adicional do governo mineiro no empreendimento. O assunto será examinado e o governador Aécio Neves se empenha pessoalmente junto ao governo federal para que o Ministério da Defesa efetue a compra demandada pela Helibrás. Segundo Lery, o governo federal teria se comprometido, até agora, a adquirir apenas de 20 a 30 helicópteros.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Durval Guimarães Belo Horizonte)
País precisa de mais ilhas de excelência, diz Curado
São Paulo, 17 de Março de 2008 - A criação de um polo aeronáutico em Minas Gerais é encarada com naturalidade pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). O presidente da empresa, Frederico Fleury Curado, torce para que o plano da Helibrás, apoiado pelo governo mineiro, seja bem-sucedido.
"Tomara que Itajubá se torne um polo porque o País precisa disso, precisa de mais frentes, mais ilhas de excelência que passem a ser arquipélagos de excelência", declarou Curado.
"A Helibrás está lá há muitos anos e a Embraer definitivamente não vai entrar no ramo de helicópteros. Nós não temos nenhuma preocupação e nada negativo em relação a isso. Muito pelo contrário", comentou.
A atração de empresas para a estrutura industrial que deverá ser montada em Minas Gerais pode acontecer, mas estará sujeita as análises dos fornecedores que gravitam no parque de São José dos Campos. Para Curado, "pode ser" que ocorra a ida de indústrias paulistas para o polo mineiro. "Esta é uma questão que eles têm que avaliar de escala. Acho que dificilmente alguém vai fechar sua fábrica em Jacareí para reabrí-la em Itajubá. Acho que seria ilógico fazer uma coisa dessas. Agora, abrir uma segunda planta perto da Helibrás, se isso acontecer, nós vemos positivamente. Reforça o nosso fornecedor e é mais segurança para nós", analisa Curado.
Emprego
Para o presidente da Embraer, a empresa, que fechou janeiro de 2008 com 23.774 empregados, e atua nos mercados de aviação comercial, produz jatos executivos e atende às áreas de defesa e governo, não se considera dona do polo aeronáutico. "O pólo não é da Embraer, o pólo é do Brasil, nós somos apenas a maior empresa", diz Curado.
Contatada pelo jornal, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, não atendeu ao pedido de entrevista.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Jaime Soares de Assis)
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
SIKORSKY MH-53J PAVE LOW III
MH-53J Pave Low IIIE is a modified version of the HH-53 Super Jolly Green Giant, a heavy lift helicopter which was used extensively during the Vietnam War. The MH-53J's mission is to perform low-level, long-range, undetected penetration into denied areas, day or night, in adverse weather, for infiltration, exfiltration and resupply of special operations forces.
The MH-53 helicopter is a highly versatile aircraft. It is used for a variety of missions, usually in conjunction with special operations. The MH-53 is a two-engine, single-rotor, heavy-lift helicopter. It has a crew of six and can be refueled while in flight. It has a precision navigational and communications package, which makes it excellent for conducting deep infiltration and exfiltration missions. The MH-53 helicopter can fly at night in all weather and terrain conditions. It can follow down to 100 feet and operate from unprepared sites. It is fitted with three gun stations for a mix of 7.62-mm miniguns and caliber .50 machine guns.
Under the Pave Low III program, the Air Force modified nine MH-53H's and 32 HH-53s for night and adverse weather operations. Modifications included forward-looking infrared, inertial global positioning system, Doppler navigation systems, terrain-following and terrain-avoidance radar, an on-board computer, and integrated avionics to enable precise navigation to and from target areas. The Air Force designated these modified versions as MH-53J's.
The MH-53J Pave Low III heavy-lift helicopter is the largest and most powerful helicopter in the Air Force inventory, and the most technologically advanced helicopter in the world. Its terrain-following, terrain-avoidance radar and forward-looking infrare d sensor, along with a projected map display, enable the crew to follow terrain contours and avoid obstacles, making low-level penetration possible.
The helicopter is equipped with armor plating, and a combination of three 7.62mm miniguns or .50 caliber machine guns. It can transport 38 troops or 14 litters and has an external cargo hook with a 20,000-pound (9,000-kilogram) capacity.
The MH-53J has twin turbo-shaft engines; self-lubricating, all-metal main and tail rotors; and a large horizontal stabilizer on the tail rotor pylon's right side.
The MH-53J Pave Low is a modified version of the HH-53 Super Jolly Green Giant helicopter used extensively during the Vietnam War for special operations and rescue of combat personnel. During past space programs, the HH-53 was on duty at the launch site as the primary astronaut recovery vehicle. Under the Air Force's Pave Low IIIE program, nine MH-53H's and 32 HH-53s were modified for night and adverse weather operations and designated MH-53J's. Their modifications included forward-looking infrared, iner tial global positioning system, Doppler navigation systems, a terrain-following and terrain-avoidance radar, an on-board computer and integrated avionics to enable precise navigation to and from target areas.
MH-53J's were used in a variety of missions during Desert Storm. Pave Lows were among the first aircraft into Iraq when they led Army AH-64 Apaches to destroy Iraqi early warning radars and opened a hole in enemy air defenses for the opening air armada. In addition to infiltration, exfiltration and resupply of special forces teams throughout Iraq and Kuwait, Pave Lows provided search and rescue coverage for coalition air forces in Iraq, Saudi Arabia, Kuwait, Turkey and the Persian Gulf.
An MH-53J made the first successful combat recovery of a downed pilot in Desert Storm. Following the war, MH-53J's were deployed to Northern Iraq to support Operation Provide Comfort, assisting displaced Kurds. Pave Lows were also used extensively during Operation Just Cause in Panama.
The 58th Special Operations Wing TH-53A is the first model of the H-53 helicopter students learn to fly before going to the more advanced MH-53J Pave Low IIIE. The 58th SOW offers more than 90 courses for special operations and combat search and rescue troops at Kirtland Air Force Base, NM. Courses include transition and instruments, aerial refueling, airdrops, helicopter hoist and combat tactics training. The wing trains some 1,600 students each year in HH-60 Pave Hawk, UH-1N Huey, TH-53A and MH-53J Pave Low IIIE helicopters, and MC-130 Combat Talon and MC-130P Combat Shadow aircraft.
Fonte: http://www.globalsecurity.org/military/ ... mh-53j.htm
MH-53J Pave Low IIIE is a modified version of the HH-53 Super Jolly Green Giant, a heavy lift helicopter which was used extensively during the Vietnam War. The MH-53J's mission is to perform low-level, long-range, undetected penetration into denied areas, day or night, in adverse weather, for infiltration, exfiltration and resupply of special operations forces.
The MH-53 helicopter is a highly versatile aircraft. It is used for a variety of missions, usually in conjunction with special operations. The MH-53 is a two-engine, single-rotor, heavy-lift helicopter. It has a crew of six and can be refueled while in flight. It has a precision navigational and communications package, which makes it excellent for conducting deep infiltration and exfiltration missions. The MH-53 helicopter can fly at night in all weather and terrain conditions. It can follow down to 100 feet and operate from unprepared sites. It is fitted with three gun stations for a mix of 7.62-mm miniguns and caliber .50 machine guns.
Under the Pave Low III program, the Air Force modified nine MH-53H's and 32 HH-53s for night and adverse weather operations. Modifications included forward-looking infrared, inertial global positioning system, Doppler navigation systems, terrain-following and terrain-avoidance radar, an on-board computer, and integrated avionics to enable precise navigation to and from target areas. The Air Force designated these modified versions as MH-53J's.
The MH-53J Pave Low III heavy-lift helicopter is the largest and most powerful helicopter in the Air Force inventory, and the most technologically advanced helicopter in the world. Its terrain-following, terrain-avoidance radar and forward-looking infrare d sensor, along with a projected map display, enable the crew to follow terrain contours and avoid obstacles, making low-level penetration possible.
The helicopter is equipped with armor plating, and a combination of three 7.62mm miniguns or .50 caliber machine guns. It can transport 38 troops or 14 litters and has an external cargo hook with a 20,000-pound (9,000-kilogram) capacity.
The MH-53J has twin turbo-shaft engines; self-lubricating, all-metal main and tail rotors; and a large horizontal stabilizer on the tail rotor pylon's right side.
The MH-53J Pave Low is a modified version of the HH-53 Super Jolly Green Giant helicopter used extensively during the Vietnam War for special operations and rescue of combat personnel. During past space programs, the HH-53 was on duty at the launch site as the primary astronaut recovery vehicle. Under the Air Force's Pave Low IIIE program, nine MH-53H's and 32 HH-53s were modified for night and adverse weather operations and designated MH-53J's. Their modifications included forward-looking infrared, iner tial global positioning system, Doppler navigation systems, a terrain-following and terrain-avoidance radar, an on-board computer and integrated avionics to enable precise navigation to and from target areas.
MH-53J's were used in a variety of missions during Desert Storm. Pave Lows were among the first aircraft into Iraq when they led Army AH-64 Apaches to destroy Iraqi early warning radars and opened a hole in enemy air defenses for the opening air armada. In addition to infiltration, exfiltration and resupply of special forces teams throughout Iraq and Kuwait, Pave Lows provided search and rescue coverage for coalition air forces in Iraq, Saudi Arabia, Kuwait, Turkey and the Persian Gulf.
An MH-53J made the first successful combat recovery of a downed pilot in Desert Storm. Following the war, MH-53J's were deployed to Northern Iraq to support Operation Provide Comfort, assisting displaced Kurds. Pave Lows were also used extensively during Operation Just Cause in Panama.
The 58th Special Operations Wing TH-53A is the first model of the H-53 helicopter students learn to fly before going to the more advanced MH-53J Pave Low IIIE. The 58th SOW offers more than 90 courses for special operations and combat search and rescue troops at Kirtland Air Force Base, NM. Courses include transition and instruments, aerial refueling, airdrops, helicopter hoist and combat tactics training. The wing trains some 1,600 students each year in HH-60 Pave Hawk, UH-1N Huey, TH-53A and MH-53J Pave Low IIIE helicopters, and MC-130 Combat Talon and MC-130P Combat Shadow aircraft.
Fonte: http://www.globalsecurity.org/military/ ... mh-53j.htm
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Um abraço!
Fernando Augusto Terra
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Re:
Olá, talha!talharim escreveu:Não tenho informações de nenhum CH-53 Pave Low perdido em operações.
Ele usa um sistema novo de jammer e alerta mísseis que praticamente o torna imune a SAMs.
E comprovado em combate no Afeganistão.
Na operação "eagle claw", o resgate dos refens americanos no Irã, foram perdidos alguns RH53.

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Desertone.jpg
Mas, nada a ver o helicoptero com a mancada...

Ele é, sem dúvida, o Rolls Royce dos C-SAR...
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
abs!
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Se for confirmada atividades da Hélibras em São José dos Campos, será uma boa notícia, mas, para transformar o Brasil em um país detentor de uma tecnologia futura desses equipamentos, deveria ser feito um fortalecimento Federal da Helibrás aos moldes da Embraer e trazendo áreas de interresse da engenharia das forças armadas para participarem ativamente desse projeto e do desenvolvimento de outros projetos nacionais...Já que éh isso que pensam as autoridades brasileiras sobre o assunto de transferência tecnológica
![[005]](./images/smilies/005.gif)

![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
![[005]](./images/smilies/005.gif)

Jesus Cristo meu Senhor -"O Leão da tribo de Judah"!!!
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Não vejo benefício algum para o país como um todo em se concentrar toda a capacidade aeronáutica do país em apenas meia dúzia de cidades.BlInDaDo-BR escreveu:Se for confirmada atividades da Hélibras em São José dos Campos, será uma boa notícia, mas, para transformar o Brasil em um país detentor de uma tecnologia futura desses equipamentos, deveria ser feito um fortalecimento Federal da Helibrás aos moldes da Embraer e trazendo áreas de interresse da engenharia das forças armadas para participarem ativamente desse projeto e do desenvolvimento de outros projetos nacionais...Já que éh isso que pensam as autoridades brasileiras sobre o assunto de transferência tecnológica![]()
![]()
Como o próprio presidente da Embraer declarou é muito salutar que novos polos aeonáuticos sejam criados em outros estados, disseminando tecnologia pelo país e não concentrando cada vez mais o conhecimento a um número restrito de localidades.
Abraços!

- Bolovo
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
É, concordo com vc Snipre, mas a questão é que é só aqui em SJC e em outras meia-duzias de cidades que há estrutura para comportar uma industria aeronautica. A sede da Embraer não fica em SJC a toa. Aqui tem mais de mil empresas que fazem serviços a ela e é um polo tecnologico, graças o CTA e o ITA. Acho que deveriam dar uma chance para São Carlos, lá há grande potencial.Sniper escreveu:Não vejo benefício algum para o país como um todo em se concentrar toda a capacidade aeronáutica do país em apenas meia dúzia de cidades.BlInDaDo-BR escreveu:Se for confirmada atividades da Hélibras em São José dos Campos, será uma boa notícia, mas, para transformar o Brasil em um país detentor de uma tecnologia futura desses equipamentos, deveria ser feito um fortalecimento Federal da Helibrás aos moldes da Embraer e trazendo áreas de interresse da engenharia das forças armadas para participarem ativamente desse projeto e do desenvolvimento de outros projetos nacionais...Já que éh isso que pensam as autoridades brasileiras sobre o assunto de transferência tecnológica![]()
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Como o próprio presidente da Embraer declarou é muito salutar que novos polos aeonáuticos sejam criados em outros estados, disseminando tecnologia pelo país e não concentrando cada vez mais o conhecimento a um número restrito de localidades.
Abraços!
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Bolovo escreveu:É, concordo com vc Snipre, mas a questão é que é só aqui em SJC e em outras meia-duzias de cidades que há estrutura para comportar uma industria aeronautica. A sede da Embraer não fica em SJC a toa. Aqui tem mais de mil empresas que fazem serviços a ela e é um polo tecnologico, graças o CTA e o ITA. Acho que deveriam dar uma chance para São Carlos, lá há grande potencial.Sniper escreveu: Não vejo benefício algum para o país como um todo em se concentrar toda a capacidade aeronáutica do país em apenas meia dúzia de cidades.
Como o próprio presidente da Embraer declarou é muito salutar que novos polos aeonáuticos sejam criados em outros estados, disseminando tecnologia pelo país e não concentrando cada vez mais o conhecimento a um número restrito de localidades.
Abraços!
Pois é Bolovo, mas nem sempre foi assim, um dia toda essa estrutura teve início e como SJC foi "pioneira" no Brasil esse início foi muito mais custoso. Hoje ja temos mão de obra com qualidade idêntica aos EUA/Europa, uma boa mão de obra de nível técnico e muita tecnologia desenvolvida localmente. Criar novos polos aeronáuticos (desde que não sejam predatórios entre sí) é uma iniciativa excelente para o setor aeronautico Brasileiro, até porque não é bom que toda a indústria aeronáutica do Brasil se resuma a Embraer e seus "satélites" fornecedores.
Minas e o Rio Grande do Sul são dois estados com uma indústria aeronáutica de certa forma "madura" e que com um incentivo do governo poderíam se tornar grandes polos aeronáuticos. Demanda e capacidade técnica existem de sobra, basta um pouquinho de visão estratégica do governo para a idéia dar certo...
Abraços!

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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Isso me faz lembrar os 80´s, no auge do nosso "poderio industrial militar"...
A gente se preocupava com a concentração em SJC, porque se por um lado facilitava a defesa aérea, por outro, os "argies" nem precisavam mirar lá...em qualquer lugar iam pegar algum alvo de valor. Avibrás, EMBRAER, ENGESA e muitas outras fornecedoras.
Sorte do Bolovo não ter tido guerra,hehe...
abs!
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
A gente se preocupava com a concentração em SJC, porque se por um lado facilitava a defesa aérea, por outro, os "argies" nem precisavam mirar lá...em qualquer lugar iam pegar algum alvo de valor. Avibrás, EMBRAER, ENGESA e muitas outras fornecedoras.

Sorte do Bolovo não ter tido guerra,hehe...

abs!

Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Minas está desenvolvendo sua capacidade de indústria aeronáutica. Não é atoa que a UFMG está investindo na área.
[<o>]
Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Já que São Paulo e Minas estão brigando pela fábrica de Helos, ela deve ficar no Estado do Rio, por ser neutro na briga.
[ ]´s

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- Bolovo
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Isso é verdade. Já ouvi muito dessa história. Se tivesse tido uma guerra eu nem teria nascido huahua!alcmartin escreveu:Isso me faz lembrar os 80´s, no auge do nosso "poderio industrial militar"...![]()
A gente se preocupava com a concentração em SJC, porque se por um lado facilitava a defesa aérea, por outro, os "argies" nem precisavam mirar lá...em qualquer lugar iam pegar algum alvo de valor. Avibrás, EMBRAER, ENGESA e muitas outras fornecedoras.![]()
Sorte do Bolovo não ter tido guerra,hehe...![]()
abs!
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Que bom, não sabia. Aqui no Estado de SP é ITA em SJC, USP e UFScar em São Carlos que detem a maior parte da tecnologia aeroespacial do país. São sempre as regiões mais visadas para qualquer tipo de negócio que envolva o assunto. A Embraer "caça" um monte desses aí que acabam de se formar em engenharia e tal...RenaN escreveu:Minas está desenvolvendo sua capacidade de indústria aeronáutica. Não é atoa que a UFMG está investindo na área.
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Sim. Inclusive o hangar da faculdade de engenharia aeronáutica foi construído na minha cidade.Bolovo escreveu:Que bom, não sabia. Aqui no Estado de SP é ITA em SJC, USP e UFScar em São Carlos que detem a maior parte da tecnologia aeroespacial do país. São sempre as regiões mais visadas para qualquer tipo de negócio que envolva o assunto. A Embraer "caça" um monte desses aí que acabam de se formar em engenharia e tal...RenaN escreveu:Minas está desenvolvendo sua capacidade de indústria aeronáutica. Não é atoa que a UFMG está investindo na área.
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Re: Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte !!!
Minas não está brigando, a fábrica ja existe em Itajubá, só será ampliada!PRick escreveu:Já que São Paulo e Minas estão brigando pela fábrica de Helos, ela deve ficar no Estado do Rio, por ser neutro na briga.![]()
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