Re: Alternativas para fim do FX2
Enviado: Sex Ago 16, 2013 9:31 pm
Não vão. E o F-5 vai operar bem além disso...Olinda escreveu:Se der Gripen-NG no fx-2, também vai ter tampão.
Como vão desenvolver e ter um caça operando até 2017?
Não vão. E o F-5 vai operar bem além disso...Olinda escreveu:Se der Gripen-NG no fx-2, também vai ter tampão.
Como vão desenvolver e ter um caça operando até 2017?
Porque TODOS os países que ofereceram propostas fazem o mesmo.Penguin escreveu:Com autorização ou aprovação do GF. Creio.bcorreia escreveu: Quem selecionou os participantes do FX-2 não foi a FAB frente a resposta das empresas a solicitação da mesma?
Penguin escreveu:Não entendo! Como o GF, sabedor do ocorrido, em detalhes, convida 2 empresas norte-americanas para participar do F-X2 e ainda coloca uma delas no short list?!BrasilPotência escreveu:Mas uma vez postarei o vídeo aqui no fórum, É eu não me canso de assisti-lo.
E recomendo a quem tanto defende os EUA, a assisti-lo pelo menos uma vez por semana.
Problemas de aceleração do SH? Há controvérsias...E tem a opção pela F-414EPE, com 20% a mais de potência.Carlos Lima escreveu:Nenhuma das aeronaves citadas tem os problemas de aceleração e drag que o SHornet teve (tem).knigh7 escreveu: Mas então se a Austrália e a USNAVY não adquirir os CFTs para os SH, isso significará problemas? Fazer cerca de 80 CFTs para equipar os 36 caças da FAB caso ela desejasse, sofreria com problemas de escala???
Ademais:
F-15 de Cingapura tem CFTs
Os franceses não os utilizam no Rafale, mas os CFTs estão homologados para ele;
F-16 podem utilizar CFTs,
Num artigo do Lon Nordeen para a RFA, diz que os Griepens C/D poderiam também receber CFTs (logicamente seria necessária homologação, etc).
Acho que vc está vendo problemas demais com relação aos CFTs no Super Hornet.
Vamos aguardar e ver o que a US Navy irá concluir e esperar o CFT ser finalmente encomendado depois de todos os testes e ajustes que ainda serão necessários.
[]s
CB_Lima
gabriel219 escreveu:Ele falou sobre o arrasto aerodinâmico que teria o SH com CFT's e sem armamentos. O SH é uma aeronave que tem uma velocidade relativamente baixa e não tem um belo design para CFT's, como o F-15 e o Su-35.knigh7 escreveu: Mas então se a Austrália e a USNAVY não adquirir os CFTs para os SH, isso significará problemas? Fazer cerca de 80 CFTs para equipar os 36 caças da FAB caso ela desejasse, sofreria com problemas de escala???
Ademais:
F-15 de Cingapura tem CFTs
Os franceses não os utilizam no Rafale, mas os CFTs estão homologados para ele;
F-16 podem utilizar CFTs,
Num artigo do Lon Nordeen para a RFA, diz que os Griepens C/D poderiam também receber CFTs (logicamente seria necessária homologação, etc).
Acho que vc está vendo problemas demais com relação aos CFTs no Super Hornet.
O F-15 é uma aeronave muito veloz, uma das mais velozes, o F-16 também.
Os Gripens PODERIAM.
Nós poderíamos ter 250 caças, 4 NAe's, 30 escoltas....
gabriel219 escreveu:knigh7 escreveu: É essa a resposta ao meu post. Sem comentários...
Sem comentários mesmo alegando que o SH é superior ao Su-35.
eu não entrei no mérito se uma aeronave é superiora a outra, mas sim propostas para o FX2. E quem considerou melhor ter o SH (que passou para a short list) do que o Su35 não foi eu, foi a FAB. Mas se vc discorda, tente debater com os 42 oficiais da COPAC e mais os outros 20 membros que completavam a GPFX2, que eles estão errados e você certo...
Dos 42 scuds engajados pelos Patriots dos americanos, 41 foram interceptados.
fonte:http://www.fas.org/spp/starwars/docops/operate.htm
42 engajados mesmo? Esse número era bem maior, cerca de 80.
Esses foram os disparados 88, sendo 46 contra a coalisão. 42 entraram na área coberta pelo sistema para engajamento apenas 1 desses 42 não foram abatidos.
Passei a responder apenas as questões técnicas.Paisano escreveu:knigh7 e gabriel219,
Caso esse bate boca inútil, ridículo e sem qualquer sentido não tenha um fim neste momento, sanções serão aplicadas pela Moderação.
É o primeiro e último aviso!!!
Esse vídeo vale comentar alguns aspectos.BrasilPotência escreveu:Mas uma vez postarei o vídeo aqui no fórum, É eu não me canso de assisti-lo.
E recomendo a quem tanto defende os EUA, a assisti-lo pelo menos uma vez por semana.
http://www.senado.gov.br/atividade/comi ... =000564/13(..)
(Brig. Crepaldi, Presidente da COPAC)
Então qual é o objetivo do Projeto FX-2?Selecionar uma aeronave multiemprego. O que é multiemprego? É uma aeronave que pode servir como plataforma, tanto para a defesa aérea, como ataque ao solo, como ataque à superfície. Então, a grande vantagem é se ter uma padronização e, com isso, redução do custo logístico.
Para substituir, no curto prazo, os aviões Mirage F2000 e, a longo prazo, os F5 modernizados, os nossos A1 modernizados, a fim de modernizar e padronizar a frota da Força Aérea, com vistas ao cumprimento da missão constitucional, reduzindo os custos logísticos e possibilitando o desenvolvimento da indústria de defesa nacional com foco na transferência de tecnologias.
(...)
Dentro do processo, como foi feito esse processo? Foram selecionadas áreas de avaliação: a primeira área técnico-operacional, uma área logística, uma área industrial, uma área comercial, uma área de risco e uma área de contrapartidas tecnológicas e industriais também chamadas de offset.
Na técnico-operacional, o que foi levado em conta? As características técnico-operacionais da aeronave, capacidade de sobrevivência, tecnologias embarcadas, potencial de crescimento e desempenho em voo.
Na parte logística: o plano de apoio logístico integrado, confiabilidade, manutenibilidade, disponibilidade, desdobrabilidade, suporte ao armamento e suporte ao simulador.
Na parte industrial: planos de certificação, de adequação e de produção, gerenciamento de configuração do equipamento e os planos de qualidade.
Na área comercial, o mais importante são os custos de aquisição e os custos de operação e suporte ao longo do ciclo de vida, como eu falei aos senhores.
Além de tudo, fizemos a avaliação da área de risco ter as incertezas relacionadas a todas as áreas: operacional, logística, custos, industrial, de transferência de tecnologia e contratual.
Na área de contrapartidas, são as duas áreas principais: a de transferência de tecnologia e a área de cooperação industrial.
Na área de contrapartida, qual foi a postura da Força Aérea? Tendo em vista a importância do FX2 e as possibilidades que esse projeto abria para o parque industrial aeroespacial brasileiro, as indústrias nacionais foram convidadas a se manifestar em relação a quais eram os gargalos tecnológicos e que a indústria entendia serem necessários sanar para que tivéssemos a capacidade de produzir aeronaves de caça avançada. Essas áreas de interesse foram definidas pelas próprias indústrias nacionais (...)
Cabe aqui mostrar um exemplo para os senhores dessa preocupação da Força Aérea Brasileira. Um exemplo muito marcante. Aqui é uma linha do tempo desde a criação da Embraer até os dias de hoje. Então, os senhores sabem que a Força Aérea Brasileira sempre caminhou lado a lado com a Embraer, sempre acreditou na Embraer e sempre investiu na Embraer.
(...)
Às vezes pode parecer para os senhores alguns termos mais técnicos, mas essas pequenas frases representam muito em termos de tecnologia para a Embraer.
Então, da mesma maneira há o entendimento hoje da Força Aérea de que o F-X2 certamente vai trazer esse salto tecnológico ainda maior para a Embraer, para a Embraer
(...) ainda mais para a Embraer e o nosso parque industrial capacitá-los para o futuro.
Muito obrigado, senhores.
(...)
SR. COMANDANTE SAITO - (...)Quanto à venda dos Mirage 2000, nós estamos estudando uma maneira agora de ver o que nós vamos fazer com os Mirage 2000. Para isso, se for vender, nós temos que ter end user da França, autorização da França para vender para um País,(e criticam tanto os EUA por causa disso...) naturalmente de relacionamento da França também. Então são essas considerações que eu gostaria de fazer para o senhor a respeito dessas questões aí.
SR. COMANDANTE SAITO – Nós temos ofertante que diz que vai abrir toda a caixa preta. Temos ofertante que diz que vamos abrir parcialmente e o que eu posso dizer, Senadora Ana Amélia, muito obrigado pela pergunta, é que a senhora tem toda a razão. O foco principal desse projeto não é só comprar um avião de prateleira e sim desenvolver, junto com parceiro escolhido, uma tecnologia avançada.
Então a tecnologia avançada a gente consegue fazendo junto, isto é, muita gente diz: Olha eu vou transferir tecnologia! Mas chegar e dizer: Olha, a tecnologia é esta aqui? A gente não vai aprender. É fazendo junto que a gente aprende, como fez a Embraer, no Projeto AMX. No Projeto AMX a Embraer ficou apenas com 28% de todo o sistema do avião e, ao longo dos anos, conseguiu assimilar toda a tecnologia de construção de uma aeronave daquele porte e desenvolver a aeronave a jato para uso comercial.
Então a senhora tem toda a razão. Isso é muito discutível. Transferência de tecnologia, não basta dizer que eu quero. Mas eu preciso também ter um parque industrial capacitado para receber essa transferência de tecnologia e também é fazendo junto que a gente consegue aprender toda a tecnologia.
(...)
SR. JUNITI SAITO – Obrigado, Deputado Carlos Zarattini, o Brigadeiro Crepaldi colocou lá quais são as áreas em que nós pedimos para que houvesse transferência de tecnologia, numa conversa conjunta com nossas indústrias de defesa. São estas as áreas de interesse: aviônica e sensores, fusão de dados
e sensores, fusão de dados e consciência situacional – isso aqui é uma guerra eletrônica em rede –, integração do motor, a sessão retro cauda, sobrevivência e vulnerabilidade, integração de armamentos e novas configurações, integridade e estrutural. Então, todos esses itens foram atendidos por todos os participantes. Então, nessa área, Senador, que nós pedimos, instados pelas nossas indústrias de defesa.
Quanto à transferência de tecnologia, Deputado, é interessante observar que esse relatório nosso foi fechado no final de 2009 e encaminhado à Defesa no início de 2010. Portanto, já faz três anos e meio.
Nesse ínterim, os ofertantes vieram falar comigo se eu poderia melhorar a oferta. Eu disse: sim, mas escreva e, se possível, se houver alguma objeção do Governo, que diga que está autorizado esse tipo de transferência de tecnologia. Então, todos eles fizeram uma melhoria nas ofertas, e essas melhorias estão sendo analisadas agora pela nossa Copac, a Comissão do gerente desse projeto, de maneira que houve melhoria de todos eles nessa oferta de transferência de tecnologia. Tanto a FAB quanto a Boeing fizeram bastantes melhorias, principalmente a Boeing. Quanto a essa parceria da Embraer com a Boeing, isso é uma parceria privada, não é uma parceria com a Força Aérea, é uma parceria privada.
Eu acho que é uma estratégia que a Embraer adotou, principalmente no que se refere ao KC-390, em que eles assinaram um memorando de entendimento, um acordo de que a Boeing poderia comercializar o KC-390 em países onde a Embraer não tivesse penetração, e a Boeing teria. Então, é uma parceria que não tem nada que ver com o Projeto FX-2. E também a escolha da USAF sobre o Super Tucano também não tem que ver com esse projeto do FX-2. É uma parceria que a Embraer fez com a Boeing, uma venda que a Embraer fez com a Boeing, aliás, para a USAF, que não está incluída nos quesitos do Projeto FX-2.
Quanto à artilharia antiaérea, Deputado, nós não recebemos nada ainda. Dizem que a Copac, a comissão, é que vai efetuar a compra, mas não recebemos nada. Eu acredito mais que essa compra se deveu aos projetos de grandes eventos que nós temos no ano que vem, na Copa do Mundo, e também em 2016, nas Olimpíadas. Por quê? Porque, para desenvolver um produto desse tipo, vamos levar anos.
A Avibras, com toda a sua capacidade, vai levar um bom tempo ainda para desenvolver um míssil antiaéreo de curto e de médio alcance, porque, se não fosse isso, já teria desenvolvido esse míssil, o que não é o caso.
Nós temos alguns mísseis sendo desenvolvidos com parceria, por exemplo, com a África do Sul, míssil ar-ar, temos míssil sendo desenvolvido pela Mectron – o senhor sabe, o senhor faz parte da Comissão de Defesa.
Então, existe esse início, que está sendo desenvolvido, que leva anos. Nós estamos, nesse início, com a África do Sul desde 2006, se eu não me engano. São sete anos, e ainda não está pronto, de maneira que essa aquisição do Governo eu reputo, eu afirmo que deve ser, tendo em vista os grandes eventos em que nós precisamos de defesa antiaérea. E deve ser por isso que o nosso Exército não tem ainda equipamento suficiente.
O SR. PRESIDENTE (Ricardo Ferraço. Bloco Maioria/PMDB - ES) – Sr. Brigadeiro, no programa FX-2, quais são as garantias de que teremos a total autonomia sobre as aeronaves adquiridas, notadamente os códigos-fontes, sem os quais não há autonomia? Sabendo que o governo alemão acaba de cancelar uma compra de drones americanos por ter sido negado o acesso ao código-fonte, como V. Sªs estão avaliando essa questão?
O SR. JUNITI SAITO – Olha, código-fonte é uma coisa, uma tecnologia que ninguém vende, ninguém dá. A própria Embraer não dá código-fonte dos nossos aviões para ninguém, nem vende. É uma coisa muito sensível. Não é porque vai, digamos assim, descobrir alguma coisa. Não, é porque o código-fonte, hoje, significa o seguinte: tudo passa pelo código-fonte e se mexer no código-fonte pode ocasionar até acidente. Então, o fabricante tem muito receio de que, dando essa capacidade para o comprador mexer no código-fonte, isso possa ocasionar acidentes aéreos por interferência indevida no seu sistema nervoso de computação. Então, é uma coisa que a gente vai ter de aprender.
A Embraer, por exemplo, hoje, mexe e remexe no nosso F5, no código-fonte, em tudo. Então, é uma coisa que a gente vai adquirir ao longo de anos. Agora, não é uma coisa que o pessoal diga: “Não, eu vou dar.” É muito difícil isso acontecer com o código-fonte, tendo em vista essa sensibilidade em interferir até na segurança de voo.
O SR. PRESIDENTE (Ricardo Ferraço. Bloco Maioria/PMDB - ES) – V. Exª considera, então, que em caso de um dos competidores oferecer o acesso ao código-fonte isso representa uma vantagem comparativa muito importante para o interesse nacional?
O SR. JUNITI SAITO – Em tese, seria. Eu digo em tese, porque é preciso ver, na prática, se é isso mesmo que vai acontecer no futuro, se essa promessa será cumprida, porque não é fácil a gente aprender, simplesmente dizer que vai passar o código-fonte e a gente aprender como desenvolver um código-fonte. É isso que nós queremos. É difícil.
O SR. PRESIDENTE (Ricardo Ferraço. Bloco Maioria/PMDB - ES) – Mas esse é um dos nossos grandes objetivos.
O SR. JUNITI SAITO – Grandes objetivos, que a gente persegue, fala, cobra, mas não é fácil. Não é fácil.
O SR. PRESIDENTE (Ricardo Ferraço. Bloco Maioria/PMDB - ES) – Que tipo de esforço... Pela fala de V. Sª, a impressão que nos dá é de que esse projeto não está paralisado nem no comando da Aeronáutica e nem no Ministério da Defesa. Está dependendo de decisão presidencial, é isso?
O SR. JUNITI SAITO – É isso mesmo. O nosso Ministro tem envidado esforços para que haja uma decisão, a Presidenta já sinalizou a Presidenta já sinalizou, mais de uma vez, a preocupação com esse projeto e já disse que vai tomar decisão em curto prazo. Ela também está muito preocupada com essa demora. Na medida em que o vai Brasil vai sendo ator importante no cenário internacional, é preciso ter Forças Armadas bem equipadas, bem treinadas e, por que não dizer, também bem remuneradas.
(...)
Há controvérsias.knigh7 escreveu:Problemas de aceleração do SH? Há controvérsias...E tem a opção pela F-414EPE, com 20% a mais de potência.
Os CFTs proporcionam um arrasto bem menor que os tanques subalares e ventrais.
Olha... Acho que nunca vi um fã tão ferrenho do SH...knigh7 escreveu:Problemas de aceleração do SH? Há controvérsias...E tem a opção pela F-414EPE, com 20% a mais de potência.
Sim, CFTs tem menor arrasto que tanques subalares e ventrais, mas CFTs não melhoram a aerodinâmica de um avião, pelo contrário, e em um caça que já tem problemas com arrasto aerodinâmico e motores fracos e beberrões o que esperar? Um desempenho ainda menor com a capacidade de carga sacrificada para levar mais combustível nos CFTs, e combustível que não será tão bem aproveitado assim.knigh7 escreveu:Os CFTs proporcionam um arrasto bem menor que os tanques subalares e ventrais.
Mas e se a prática de não transferir "certas tecnologias" (como citadas na apresentação) ao Brasil for generalizada como disse Sapão?BrasilPotência escreveu:Penguin escreveu: Não entendo! Como o GF, sabedor do ocorrido, em detalhes, convida 2 empresas norte-americanas para participar do F-X2 e ainda coloca uma delas no short list?!
Porque o GF é sempre foi um verdadeiro LESA PÁTRIA.
E olha só, eu sei que dizem que o short list foi made FAB, mas do mesmo jeito que o GF compra o modelo que quer, porque não o GF colocar os aviões na short list que ele quer
Prezado Sapão,sapao escreveu:Porque TODOS os países que ofereceram propostas fazem o mesmo.Penguin escreveu: Com autorização ou aprovação do GF. Creio.
Vou repetir: TODOS!!!
E a FAB sabe disso porque já comprou equipamentos com TOT de todos eles.
Então se "pernada" for um critério de eliminação, não podemos comprar de ninguém a não ser de nós mesmos.
Mas ai o maior problema somos NÓS mesmos porque NINGUÉM apoia: F-32, maluquice, megalomania, desperdício de dinheiro, absurdo...
Engraçado todo mundo lembrar do Gloster e do P-40 mas NINGUÉM, NINGUÉM MESMO lembrar do BEIJA-FLOR!!!!!!!
Ai depois de 50 ANOS (ISSO MESMO: CINQUENTA ANOS ) todo mundo comemora uma licença para produção de helicóptero no país como se fosse algo extraordinário!!!!
PQP, haja ingenuidade...
O problema não está lá fora, está aqui dentro porque realmente a gente tem uma síndrome de vira-lata multiplicada por uma inveja que n´so faz pensar que nada feito aqui é bom e quem fez é um idiota.
E depois se der certo, provavelmente foi porque pagou alguém, deu sorte, vem tudo de fora, ficou uma porcaria...
Isso do alto de uma soberba expressando a opinião como se alto conhecedor ou conhecedora do assunto fosse, sem a menor noção do que está dizendo ou fundamentando as ideias em falácias ou extrapolações.
Vamos comprar deles porque pelo menos deles a gente pode esperar, com alguma sombra de duvida, que o sistema judiciário nacional ou internacional possa fazer algo caso a pernada que eles VÃO nós dar seja muito grande. Idem para a França e para a Suécia.
A Rússia na época não fazia parte nem da OMC e até hoje não conta com um judiciário confiável, além da empresa produtora ser estatal e seu comercio conosco ser basicamente de carne. Se a gente retaliasse eles não ia fazer a menor diferença, além do que eles foram sinceros dizendo que NÃO repassariam tecnologia, isso dito por quem estava a frente do processo a época na imprensa nacional.
Então senhoras e senhores, parem de sonhar com venda perfeita e tudo feito de acordo: levamos uma pernada dos franceses quando na implementação dos CINDACTA e os M-III com ambos cheios de caixas-pretas e revisão feita fora do Brasil, mas aprendemos a fazer Defesa Aérea; tomamos uma surra dos italianos com o A-1 mas o pouco que recebemos ajudou muito a EMBRAER (dito por ela, não pela FAB); tivemos muitas surpresas negativas com o E/R-99 tanto pela parte dos americanos como pelo dos suecos mas isso nos ensinou a combater em uma ambiente moderno de Comando e Controle; tivemos que se virar nos 30 com as panes a baixa altura com o equipamentos israelenses mas aprendemos a combater além do horizonte e vimos porque o ditado "a coisa está russa" tem um fundo de verdade com a implantação dos MI-35 mas aprendemos a empregar ar-solo.
E com o F-X (se sair uma dia) vamos ver também muita coisa errada, mas com certeza daremos um salto muito grande operacionalmente, e se Deus quiser em outras áreas também.
Só para finalizar: a ÚNICA maneira de evitar ou minimizar isso e fazer aqui, mas como NINGUÉM apoia isso vamos continuar colocando a culpa na FAB, nos políticos e não fazer NADA mesmo!
E isso digo a todos, porque se a grande maioria tivesse 10% da disposição que tem para vir aqui falar mal daquilo que nem conhece para realizar medidas concretas em relação a Defesa do Brasil ao invés de colocar a culpa é dos militares ou dos políticos eu tenho certeza que algo mudaria. Nem que fosse a sua consciência na hora de dormir.
Mas bola para frente porque ano que vem tem Copa do Mundo, e vamos continuar exercendo o nosso passatempo principal que é falar mal do Técnico da seleção, depois disso todo mundo volta a falar mal do GF.
Afinal, se cada brasileiro é um técnico da delação, cada membro do DB é um Ministro da Defesa...
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