A-12
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Re: A-12
Marinha planejava modernizar o NAe São Paulo de 2015 a 2019 e operá-lo até 2039
24 de setembro de 2019
https://www.naval.com.br/blog/2019/09/2 ... 1Tjx5yZClw
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- Marcelo Ponciano
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Re: A-12
Reza uma antiga lenda que o A-13 virá no próximo governo do PTFCarvalho escreveu: Ter Set 24, 2019 6:12 pmOlá Marcelo,Marcelo Ponciano escreveu: Ter Set 24, 2019 1:52 pm Uma lástima que normalmente acabam indo parar em algum desmonte indiano. Essa seria uma oportunidade de ouro para testar uns torpedos em um casco resistente. Seria um treinamento e tanto.
Enfim...nos últimos anos existiam rumores nos comentário dos blogs de defesa que a EMGEPRON estaria copiando o projeto do A12 para eventual uso futuro. Isso seria verdade? Alguém porque aqui ouviu algo semelhante?
Sei que o FCarvalho já esclareceu uma vez que a MB talvez não vá de CATOBAR em seu eventual futuro NAE. Mas ter o projeto do A12 em mãos poderia mudar essa visão.
por enquanto não existe nenhuma definição oficial de parte da MB quanto ao ProNae. O que se tem na verdade são prospectivas de que o futuro e eventual Nae da marinha não terá mais as mesmas características indicadas no projeto original. Ou seja, um navio Catobar na faixa de 50 mil ton.
Provavelmente o almirantado se deu conta de que para um país como o Brasil, com os políticos que não tem e a sociedade que tem pensar alto em termos geoestratégicos e geopolíticos é querer demais.
Então fica mais fácil se adequar à realidade do que querer forçar a realidade se adaptar aos planos da MB.
Se vai ser Catobar ou STOBAR, bom, a fala do Alte que comanda a Aviação Naval no encontro da Revista Asas sobre o tema deu a entender que o último passou a ser a referência, de forma a tentar se obter um navio na faixa das 20 a 30 mil ton, bem mais condizente com a nossa falta de pretensão no campo da defesa. E principalmente, mais adequado as limitações e contingenciamentos orçamentárias onipresentes da defesa no país.
Se vai ser assim, eu não sei, vamos ter que esperar pelos estudos de viabilidade que serão feitos na próxima década.
Mas se olharmos para a realidade tal como ela é hoje, me parece que um Nae novo para a esquadra vai ser algo que vamos ter de pensar, com alguma sorte, para depois de 2040, ou quiçá para a segunda metade deste século.
Praticamente a MB não existe mais como força naval operacional e efetiva há tempos. E pelos cronogramas atuais de construção de novos meios, que não são apenas navios, vamos passar as próximas duas décadas, no mínimo, tentando consertar a merda que fizemos nos últimos 40 anos.
A ver.
abs



PS: Antes de mais nada: Túlio véio, é só piada, calma, não to tentando transformar o tópico no novo notícias políticas. Só quis descontrair....
Tudo estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo corpo dos principais, ou dos nobres, ou do povo exercesse os três poderes: o de fazer as leis, o de executar as resoluções públicas e o de julgar. (MONTESQUIEU. O Espírito das Leis. Livro XI, Cap. VI)
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Re: A-12
Marcelo Ponciano escreveu: Qua Set 25, 2019 12:32 pm
Reza uma antiga lenda que o A-13 virá no próximo governo do PT![]()
![]()
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PS: Antes de mais nada: Túlio véio, é só piada, calma, não to tentando transformar o tópico no novo notícias políticas. Só quis descontrair....
Calma, cupincha, nada a preocupar, ainda sabemos a diferença entre uma brincadeira sem maldade e "outras coisas". Para mim essa ideia de NAe já deu o que tinha que dar, para que gastar uma montanha de bilhões para termos o que não precisamos e, no caminho, deixarmos de lado o que realmente nos é necessário?
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
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Re: A-12
Calma Túlio, os empregos ao lado de Copacabana, as aposentadorias e os vinhos estão garantidos, os almirantes sabem o que realmente precisam e priorizaram de acordo.Túlio escreveu: Qua Set 25, 2019 1:41 pmpara que gastar uma montanha de bilhões para termos o que não precisamos e, no caminho, deixarmos de lado o que realmente nos é necessário?
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Re: A-12
Marechal-do-ar escreveu: Qua Set 25, 2019 1:54 pm
Calma Túlio, os empregos ao lado de Copacabana, as aposentadorias e os vinhos estão garantidos, os almirantes sabem o que realmente precisam e priorizaram de acordo.
Pura verdade, Marechal véio, baita HEREGE sou eu, que não entendo o quão importantes para a Defesa Nacional são meia dúzia de Skyhawks remendados e que outro tanto de Traders agora Turbo valem mais que dezenas de KC-390. Me parece uma questão de ponto de vista: se consideramos que a Corte e suas adjacências (Rio) é a única parte do Brasil que vale a pena ser defendida (e, em caso de emergência, poder ser suprida com produtos de altíssima necessidade para o Esforço de Guerra como lagostas, caviar, champanhe Francês e sedas puríssimas, tudo fácil de levar do porto até Petrópolis num Trader (Turbo, não esquecer) as citadas aeronaves macróbias fazem algum sentido; se adicionarmos um NAe - sem escolta alguma - para manter as províncias fiéis ao Imperador, idem, faz sentido, pois não vejo qualquer razão para o Brasil querer lançar ataques aéreos e tropas do outro lado do oceano. O que não faz sentido algum é essa cambada de "nobres aristocratas" não se darem conta de que o Império já acabou faz tempo...
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Re: A-12
Um Nae é necessário para a MB assim como os NPM, fragatas e subs. Não somos um país com ameaças críveis ou imediatas, mas também não somos um país qualquer.
Muitos erros foram, e ainda são, cometidos por parte do alto comando das ffaa's mirando vantagens pessoais, fisiologismo, corporativismo e ganhos indevidos que nada tem a ver com as necessidades da defesa nacional.
Mas igualmente ao que existe no funcionalismo público civil, há de se fazer uma reforma completa, tanto administrativa como organizacional e institucional nas três forças. É algo que não será fácil dada a realidade em que vivemos e as pressões corporativas existentes. Mas uma coisa é ser difícil de fazer, outra é impossível. E impossível definitivamente não é.
Eu ainda vejo Defesa como Política de Estado, e creio que sempre vou ver. O que precisamos, nós sociedade, é com tempo e com calma, operacionalizar as mudanças necessárias no pensamento e na doutrina militar que temos. Mesmo que isso leve os próximos 50 anos. Em política pública de Estado funciona assim. E é assim que a Defesa tem de ser pensada. Com todos os seus imbróglios e complicações institucionais e pessoais.
Se conseguirmos fazer o nosso dever de casa, e colocarmos gente decente que pense o país e não as próximas eleições nas posições decisórias mais importantes, desde uma simples prefeitura até o Palácio do Planalto, vamos conseguir promover as mudanças que queremos e esperamos, mesmo que demore para acontecer, mesmo que não vejamos acontecer. Mas alguém lá no futuro com certeza irá agradecer por termos feito, cada um no seu quadrado, a sua parte.
Eu tenho plena certeza que a MB se fosse "divida ao meio" e virasse uma "metade" Guarda Costeira e outra "metade" marinha de guerra o país ganharia e muito com isso. A MB ganharia com isso. Independente do fisiologismo/corporativismo de seus oficiais generais. E isso vale para todos.
Mas para tanto precisamos de gente civil que pense e queira pensar a defesa como Política de Estado, e acima de tudo que tenha culhões para fazer as mudanças que são necessárias peitando congresso, planalto e militares.
Existe essa pessoa hoje? Só nos nossos sonhos.
Mas quem sabe ela um dia não vira realidade. Pode ser que esteja hoje por aí, inclusive lendo o DB, e a gente nem sabe.
É preciso acreditarmos em nós mesmos. Porque de desacreditados já basta o sermos pelo mundo inteiro.
abs
Muitos erros foram, e ainda são, cometidos por parte do alto comando das ffaa's mirando vantagens pessoais, fisiologismo, corporativismo e ganhos indevidos que nada tem a ver com as necessidades da defesa nacional.
Mas igualmente ao que existe no funcionalismo público civil, há de se fazer uma reforma completa, tanto administrativa como organizacional e institucional nas três forças. É algo que não será fácil dada a realidade em que vivemos e as pressões corporativas existentes. Mas uma coisa é ser difícil de fazer, outra é impossível. E impossível definitivamente não é.
Eu ainda vejo Defesa como Política de Estado, e creio que sempre vou ver. O que precisamos, nós sociedade, é com tempo e com calma, operacionalizar as mudanças necessárias no pensamento e na doutrina militar que temos. Mesmo que isso leve os próximos 50 anos. Em política pública de Estado funciona assim. E é assim que a Defesa tem de ser pensada. Com todos os seus imbróglios e complicações institucionais e pessoais.
Se conseguirmos fazer o nosso dever de casa, e colocarmos gente decente que pense o país e não as próximas eleições nas posições decisórias mais importantes, desde uma simples prefeitura até o Palácio do Planalto, vamos conseguir promover as mudanças que queremos e esperamos, mesmo que demore para acontecer, mesmo que não vejamos acontecer. Mas alguém lá no futuro com certeza irá agradecer por termos feito, cada um no seu quadrado, a sua parte.
Eu tenho plena certeza que a MB se fosse "divida ao meio" e virasse uma "metade" Guarda Costeira e outra "metade" marinha de guerra o país ganharia e muito com isso. A MB ganharia com isso. Independente do fisiologismo/corporativismo de seus oficiais generais. E isso vale para todos.
Mas para tanto precisamos de gente civil que pense e queira pensar a defesa como Política de Estado, e acima de tudo que tenha culhões para fazer as mudanças que são necessárias peitando congresso, planalto e militares.
Existe essa pessoa hoje? Só nos nossos sonhos.
Mas quem sabe ela um dia não vira realidade. Pode ser que esteja hoje por aí, inclusive lendo o DB, e a gente nem sabe.
É preciso acreditarmos em nós mesmos. Porque de desacreditados já basta o sermos pelo mundo inteiro.
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Re: A-12
Prezados colegas, saudações.
Por coincidência hoje passei algumas horas estudando detalhadamente os planos de modernização do A 12 conversando inclusive com meus pai e irmão que são engenheiros mecânicos/eletricistas. A conclusão que cheguei foi a seguinte: - No Brasil defesa e assunto de 5ª categoria. Seria possível haver exito na modernização que poderia inclusive subsidiar o projeto de novos NAe's. Entretanto como defesa não e prioridade não haveria a merreca para a modernização provocando assim a desculpinha da MB para cancelar a mesma e desmobilizar o navio. infelizmente não seguimos os exemplos da India e China que transformaram sucatas, quando comparados ao São Paulo, em navios operacionais e lhes proporcionaram projetos de novas classes. Somos de fato um país fracassado.


Sds
Lord Nauta
Por coincidência hoje passei algumas horas estudando detalhadamente os planos de modernização do A 12 conversando inclusive com meus pai e irmão que são engenheiros mecânicos/eletricistas. A conclusão que cheguei foi a seguinte: - No Brasil defesa e assunto de 5ª categoria. Seria possível haver exito na modernização que poderia inclusive subsidiar o projeto de novos NAe's. Entretanto como defesa não e prioridade não haveria a merreca para a modernização provocando assim a desculpinha da MB para cancelar a mesma e desmobilizar o navio. infelizmente não seguimos os exemplos da India e China que transformaram sucatas, quando comparados ao São Paulo, em navios operacionais e lhes proporcionaram projetos de novas classes. Somos de fato um país fracassado.







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Re: A-12
O A-12 deveria ter sido modernizado quando a então DCNS ofereceu, logo quando o mesmo foi adquirido, mas a Marinha preferiu trazer e mexer no NAe sozinha.
Se tivesse feito isso - lembro que ofertaram até extensão das catapultas com capacidades de payload elevadas, talvez até possibilitando operações com aeronaves como Hornet - hoje ainda teríamos um NAe.
Se tivesse feito isso - lembro que ofertaram até extensão das catapultas com capacidades de payload elevadas, talvez até possibilitando operações com aeronaves como Hornet - hoje ainda teríamos um NAe.
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Re: A-12
Só compraram o SP porque ele custou a bagatela de US 12 milhões.
Os franceses até tentaram no empurrar também o Clemenceau - bem mais ferrado que o Foch - mas a marinha declinou.
A oferta de modernização na época iria custar mais de dez vezes o preço pago pelo Nae. E essa parte a MB não tinha como pagar pra ver.
Mas vendo hoje a situação da asa fixa na MB, talvez fosse um preço pequeno para garantir um futuro quiçá menos turbulento, ou mesmo até garantir algum futuro.
abs
Os franceses até tentaram no empurrar também o Clemenceau - bem mais ferrado que o Foch - mas a marinha declinou.
A oferta de modernização na época iria custar mais de dez vezes o preço pago pelo Nae. E essa parte a MB não tinha como pagar pra ver.
Mas vendo hoje a situação da asa fixa na MB, talvez fosse um preço pequeno para garantir um futuro quiçá menos turbulento, ou mesmo até garantir algum futuro.
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Re: A-12
Dar uma nova propulsão e novas catapultas por US 120 milhões é muito melhor que nada. Quanto pagamos por manter ele nesse período em que ele não esteve operacional?
Tenho quase certeza que o custo foi maior.
Tenho quase certeza que o custo foi maior.
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Re: A-12
O que os franceses propuseram na época incluía a reforma do navio por inteiro e de todos os seus sistemas. Praticamente uma reconstrução, e tudo com mão de obra e produtos franceses, claro. Por que achas que eles nos venderam o navio por aquela merreca?
Não me lembro dos números exatos, mas falou-se à época em mais de meio milhão de dólares por navio.
Espertos eles, não?
abs
Não me lembro dos números exatos, mas falou-se à época em mais de meio milhão de dólares por navio.
Espertos eles, não?
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Re: A-12
Se não tinham dinheiro pra modernizar e operar, por que então compraram?
Editado pela última vez por gabriel219 em Dom Nov 10, 2019 6:34 pm, em um total de 3 vezes.
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Re: A-12
Só pra deixar claro: nunca fui contra a aquisição do A-12, nem fui contra quanto recentemente a MB queria modernizar por R$ 1 Bi, também fui contra a sua desativação, mas a Marinha fez uma verdadeira lambança.
Se não tinha dinheiro para pagar a modernização, assim como Índia e China fez com ex-cruzadores da URSS, por que então foi adquirido?
Infelizmente não dá pra dizer que foi amadorismo.
Se não tinha dinheiro para pagar a modernização, assim como Índia e China fez com ex-cruzadores da URSS, por que então foi adquirido?
Infelizmente não dá pra dizer que foi amadorismo.
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Re: A-12
Junto com a aquisição dos A-4,e posteriormente dos C-1 Trader, ambos também por um precinho módico, o A-12 foi adquirido ainda nos tempos das vacas loucas e gordas da economia bombante, e o cmdo da MB meio que acreditou no canto da sereia política da época, e deu no que deu.
Todos, ou quase todos, acreditavam naquele tempo que as coisas iriam melhorar, mas, infelizmente, passamos do ponto entre a realidade e a necessidade e o previsto nos PEAMB da vida.
Enfim, falhou-se grosseiramente ao não se levar mais a sério, ou em conta na exata medida, o fato de que defesa neste país nunca foi e nunca será um assunto levado a sério pela classe política.
Bem, acabamos sem nenhum Nae, quase sem caças e sem qualquer COD/REVO até que um dia apareçam por aqui.
Mas eu hoje acho que essa lição deve ter sido uma das melhores e mais cruéis dada pela história à alta gestão da MB e seus sonhos mirabolantes de marinha de águas azuis. Agora, talvez com os dois pés na realidade, o almirantado volte-se com mais zelo e propriedade ao que realmente importa às necessidades do país desde há muito tempo, e não ao gosto deles, que é termos uma esquadra de águas marrons que realmente funcione, controlando, vigiando e protegendo de fato e com proficiência a nossa tão cantada e recantada amazônia azul. E isso, por hora, podemos e devemos fazer muito bem com NaPa 200 e NaPa 500 BR, além de uma ou mais classes de NaPaOc projetados aqui ou importados.
E tudo isso com certeza não fara da MB uma guarda costeira, como nos mais temerosos pesadelos dos almirantes. Fará dela sim uma instituição antenada à realidade e adequada aos anseios da sociedade que paga seus salários e mantém seus navios e outros meios em dia flutuando e navegando.
Um Nae fica para quando um dia a gente decidir o que quer ser quando crescer como país. E isso ainda vai demorar muito...
abs
Todos, ou quase todos, acreditavam naquele tempo que as coisas iriam melhorar, mas, infelizmente, passamos do ponto entre a realidade e a necessidade e o previsto nos PEAMB da vida.
Enfim, falhou-se grosseiramente ao não se levar mais a sério, ou em conta na exata medida, o fato de que defesa neste país nunca foi e nunca será um assunto levado a sério pela classe política.
Bem, acabamos sem nenhum Nae, quase sem caças e sem qualquer COD/REVO até que um dia apareçam por aqui.
Mas eu hoje acho que essa lição deve ter sido uma das melhores e mais cruéis dada pela história à alta gestão da MB e seus sonhos mirabolantes de marinha de águas azuis. Agora, talvez com os dois pés na realidade, o almirantado volte-se com mais zelo e propriedade ao que realmente importa às necessidades do país desde há muito tempo, e não ao gosto deles, que é termos uma esquadra de águas marrons que realmente funcione, controlando, vigiando e protegendo de fato e com proficiência a nossa tão cantada e recantada amazônia azul. E isso, por hora, podemos e devemos fazer muito bem com NaPa 200 e NaPa 500 BR, além de uma ou mais classes de NaPaOc projetados aqui ou importados.
E tudo isso com certeza não fara da MB uma guarda costeira, como nos mais temerosos pesadelos dos almirantes. Fará dela sim uma instituição antenada à realidade e adequada aos anseios da sociedade que paga seus salários e mantém seus navios e outros meios em dia flutuando e navegando.
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