Clermont, o texto diz que ela ASSALTOU a posição, isso quer dizer que houve combate aproximado, e quem sabe ate um corpo-a-corpo. O texto diz ate que ela usou granada de mão e tiros de fuzil numa trincheira.
Como eu escrevi, pode ter havido algum "floreio' verbal". Em tempos de guerra, os relações-públicas militares adoram esse tipo de coisa. Basta lembrar o caso da soldado Jessica Lynch que, enquanto estava prisioneira, foi retratada como a nova "Mulher-Maravilha". Depois, ela mesma confessou que não deu sequer um tiro contra o inimigo. E, ressalte-se, demonstrando uma tremenda dignidade e coragem moral, até maior do que muitos que, realmente, andaram dando tiros por aí.
E também, como escrevi, suponho que a maioria dos 27 "presuntos" iraquianos tenha sido pipocada por fogo das armas coletivas das viaturas. Portanto, os PM - nessa visão mais pessimista do artigo - só teriam mesmo efetuado uma limpeza. Mas isso é só um "chute". Eu não estava lá pra ver! Não há formas de se saber se as coisas foram ou não como diz o texto da sargento Sara Woods.
Se estivéssesmos na Segunda Guerra Mundial, poderíamos ter mais confiança nos critérios americanos para a concessão de medalhas. Mas, nos atuais tempos de "Bush Baby", isso virou mera propaganda barata. Voltando ao exemplo da soldado Lynch, a mulher ganhou uma "Estrela-de-Bronze" só por ter sido feita prisioneira-de-guerra!!
