NOTÍCIAS POLÍTICAS
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
CELA? QUE CELA? O cara tá NA RUA, POWS!!!
E se fôssemos eu ou tu, quarentinha no lombo: estaríamos aqui postando?
E se fôssemos eu ou tu, quarentinha no lombo: estaríamos aqui postando?
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Falou tudo!
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Acho eu que as penas só são aplicadas quando acabar o julgamento.
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
prp escreveu:Não acabou ainda?
É verdade, to sentindo falta daqueles 10, 15 até 20 minutos diários de cobertura do julgamento no JN.
Parece que depois da eleição, perdeu a graça...
.
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
O Ministro Joaquim Barbosa pegou uma licença de 08 dias para ir a Alemanha tratar do problema de coluna. Vão voltar quarta-feira dia 7/11.xatoux escreveu:É verdade, to sentindo falta daqueles 10, 15 até 20 minutos diários de cobertura do julgamento no JN.prp escreveu:Não acabou ainda?
Parece que depois da eleição, perdeu a graça...
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
MENSALÃO: Qual é a coerência ou o caráter desse pessoal?
Delúbio, mesmo antes de ser condenado, foi expulso do PT. Agora, os “companheiros” decidiram não expulsar os mensaleiros que, condenados, vão para a cadeia.
Coluna do Ricardo Setti - VEJA, 4.11.12.
Amigas e amigos do blog, o leitor Natal Santana, muito inteligentemente, comentou um dia desses uma questão que clama aos céus pela incoerência que encerra: quando apareceram as maracutaias do mensalão, denunciado pelo à época deputado Roberto Jefferson, em 2005, o então tesoureiro Delúbio Soares, em meio ao alarido da CPI dos Correios – que investigou o caso – acabou sendo estrepitosamente expulso do PT.
(Em abril do ano passado, o Diretório Nacional, com base em argumentação estapafúrdia, o “anistiaria” por grande maioria — 60 votos a 15).
Vejam bem: em 2005, Delúbio apareceu em meio a denúncias surgidas no seio da CPI — o mar de revelações que levou à cassação do mandato de deputado do já ex-ministro José Dirceu por falta de decoro parlamentar em decorrência de corrupção.
Mas ele não foi, então, condenado por nenhum órgão da Justiça. Tecnicamente, aos olhos da Justiça, era inocente, até prova em contrário. Ainda assim, para prestar alguma satisfação à opinião pública, hipocritamente expulsaram-no do partido, como a um bode expiatório.
Agora, porém, depois de finalmente apanhado pelas malhas do Judiciário e de receber penas de cadeia do Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, e já de volta ao PT há mais de um ano, Delúbio NÃO será expulso.
Sim: como se sabe, o alto comando do PT resolveu rasgar seus estatutos — que prevêem a expulsão de integrantes condenados por crime — para manter em seus quadros Dirceu, o ex-presidente do partidoJosé Genoino, o deputado e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha e… Delúbio Soares.
Ou seja, quando ainda não tinha tido sua culpa devidamente chancelada pela Justiça, o PT botou Delúbio para fora, com o claro intuito de fazer figuração diante da opinião pública.
Agora, que de suspeito e réu passou a criminoso condenado, resolvem que, não, Delúbio fica — como que condecorado.
Assinala, a respeito, o leitor Natal Santana:
“Como cobrar coerência dos petistas é jogar pérola aos porcos, inútil seria perguntar porque cargas d´água expulsaram Delúbio na época da eclosão do escândalo. A menos que… é isso: foi tudo combinado com o próprio!
‘Vamos fingir que te expulsamos, você sofre um pouco, mas volta cheio de glórias’!
É isso: não foi pra valer, foi uma armação. Alguém já tinha pensado nisso antes?”
Delúbio, mesmo antes de ser condenado, foi expulso do PT. Agora, os “companheiros” decidiram não expulsar os mensaleiros que, condenados, vão para a cadeia.
Coluna do Ricardo Setti - VEJA, 4.11.12.
Amigas e amigos do blog, o leitor Natal Santana, muito inteligentemente, comentou um dia desses uma questão que clama aos céus pela incoerência que encerra: quando apareceram as maracutaias do mensalão, denunciado pelo à época deputado Roberto Jefferson, em 2005, o então tesoureiro Delúbio Soares, em meio ao alarido da CPI dos Correios – que investigou o caso – acabou sendo estrepitosamente expulso do PT.
(Em abril do ano passado, o Diretório Nacional, com base em argumentação estapafúrdia, o “anistiaria” por grande maioria — 60 votos a 15).
Vejam bem: em 2005, Delúbio apareceu em meio a denúncias surgidas no seio da CPI — o mar de revelações que levou à cassação do mandato de deputado do já ex-ministro José Dirceu por falta de decoro parlamentar em decorrência de corrupção.
Mas ele não foi, então, condenado por nenhum órgão da Justiça. Tecnicamente, aos olhos da Justiça, era inocente, até prova em contrário. Ainda assim, para prestar alguma satisfação à opinião pública, hipocritamente expulsaram-no do partido, como a um bode expiatório.
Agora, porém, depois de finalmente apanhado pelas malhas do Judiciário e de receber penas de cadeia do Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, e já de volta ao PT há mais de um ano, Delúbio NÃO será expulso.
Sim: como se sabe, o alto comando do PT resolveu rasgar seus estatutos — que prevêem a expulsão de integrantes condenados por crime — para manter em seus quadros Dirceu, o ex-presidente do partidoJosé Genoino, o deputado e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha e… Delúbio Soares.
Ou seja, quando ainda não tinha tido sua culpa devidamente chancelada pela Justiça, o PT botou Delúbio para fora, com o claro intuito de fazer figuração diante da opinião pública.
Agora, que de suspeito e réu passou a criminoso condenado, resolvem que, não, Delúbio fica — como que condecorado.
Assinala, a respeito, o leitor Natal Santana:
“Como cobrar coerência dos petistas é jogar pérola aos porcos, inútil seria perguntar porque cargas d´água expulsaram Delúbio na época da eclosão do escândalo. A menos que… é isso: foi tudo combinado com o próprio!
‘Vamos fingir que te expulsamos, você sofre um pouco, mas volta cheio de glórias’!
É isso: não foi pra valer, foi uma armação. Alguém já tinha pensado nisso antes?”
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
À espera do pior.
Ricardo Noblat - Blog do Noblat - 5.11.12.
O medo e o ranger de dentes parecem ter cedido lugar à cautela e à sensatez como atitudes mais indicadas para orientar o comportamento do PT diante do que está por vir – a cadeia, destino certo de alguns dos seus festejados ex-dirigentes, e a possível, embora ainda incerta, investigação sobre o papel desempenhado por Lula no esquema do mensalão.
O PT estava pintado para a guerra. Guardou as armas. Fez bem.
Deu-se, por exemplo, como definida a ausência da presidente Dilma Rousseff na posse do ministro Joaquim Barbosa, o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula não queria vê-la por lá nem com manto, cetro e coroa. Está furioso com o rigor que tem pautado as intervenções de Joaquim durante o julgamento do mensalão.
Imperdoável, por suposto.
E pensar que Joaquim deve a Lula o cargo que ocupa... E pensar que seu nome foi selecionado por Frei Betto, assessor especial de Lula no primeiro governo dele.
Ingrato!
Afinal, prevaleceu a moderação. Dilma viajará à Espanha. Mas voltará às vésperas da posse de Joaquim na vaga a ser aberta com a aposentadoria do ministro Carlos Ayres de Britto.
Trata-se de um rito de Estado a presença do presidente da República na posse do chefe do Judiciário. Pelo menos assim entende Dilma.
O contrário seria no mínimo um desaforo. Ou para ser exato: um ato de provocação.
Presidente da República pode muito, mas não pode tudo.
A condenação do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos envolvidos no crime do mensalão, desatou no PT uma onda de ataques duros e inconsequentes ao STF.
Como se aquela corte fosse composta por homens fracos, covardes, que cedem à pressão de uma imprensa supostamente ávida por cabeças e de uma opinião pública bobinha movida a manchetes e artigos.
O barulho provocado pelo julgamento talvez fosse capaz de influenciar o resultado de uma eleição nacional. Mas a que tivemos há pouco foi local.
O PT saiu dela celebrando alguns prodígios – o único de fato retumbante, a reconquista da prefeitura de São Paulo.
É o terceiro partido em número de prefeitos. Mas é o primeiro em número de pessoas que governa.
O PMDB e o PSDB perderam prefeituras.
O PSB foi o partido que mais cresceu – 40%. Embora tenha obtido vitórias em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, se mantém um partido basicamente regional. Nordestino. Deixou de ser satélite do PT – e isso não foi pouco.
Alguém deve ter-se dado conta de que a rebelião do PT contra o STF poderia agravar a situação do partido aos olhos do distinto público e na reta final do julgamento.
Aconselhado pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, Lula reuniu-se com José Dirceu e José Genoino e ordenou que baixassem a bola. A ordem foi repassada ao deputado Ruy Falcão, presidente do PT.
Nada de nota oficial para censurar o STF. Nem de manifestações hostis promovidas pela Central Única dos Trabalhadores.
A hora é de esperar para ver no que vai dar.
O PT imaginou que o STF absolveria algumas de suas estrelas – Dirceu e Genoino com certeza. Foram condenadas.
O PT imaginou que, se condenadas, elas acabariam poupadas de cumprir pena atrás de grades. Tudo sugere que não serão.
Para completar, o ex-publicitário Marcos Valério, um dos operadores do mensalão, pediu para ser ouvido pelo Procurador Geral da República e, em depoimento assinado, disse que tem muito a revelar.
Reza o PT para que Valério não tenha como provar o que a VEJA e o jornal O Estado de S. Paulo publicaram nas últimas semanas – que Lula era o chefe do mensalão; que Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, participou do esquema da compra de apoios políticos; e que ele, Valério, enviou para o exterior dinheiro destinado ao PT.
Terá Valério abastecido ou tido acesso à caixa-mãe de todos os Caixas 2 onde o PT esconde dinheiro obtido irregularmente? Será trágico para o partido se isso tiver ocorrido.
Valério quer contar o que diz saber em troca de menos anos de cadeia. O Procurador Geral da República poderá ou não aceitar sua proposta.
Mas caso Valério formalize uma denúncia contra quem quer que seja, e desde que ela seja minimamente fundamentada, o Procurador não poderá ignorá-la. É sua obrigação providenciar para que uma denúncia de crime seja apurada.
Então talvez saberemos se Lula foi de fato apenas um idiota, um panaca, feito de trouxa por seus acólitos, alheio ao que se passava a poucos metros do seu gabinete no Palácio do Planalto.
Ou então se Lula mente ao país até hoje.
Ricardo Noblat - Blog do Noblat - 5.11.12.
O medo e o ranger de dentes parecem ter cedido lugar à cautela e à sensatez como atitudes mais indicadas para orientar o comportamento do PT diante do que está por vir – a cadeia, destino certo de alguns dos seus festejados ex-dirigentes, e a possível, embora ainda incerta, investigação sobre o papel desempenhado por Lula no esquema do mensalão.
O PT estava pintado para a guerra. Guardou as armas. Fez bem.
Deu-se, por exemplo, como definida a ausência da presidente Dilma Rousseff na posse do ministro Joaquim Barbosa, o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula não queria vê-la por lá nem com manto, cetro e coroa. Está furioso com o rigor que tem pautado as intervenções de Joaquim durante o julgamento do mensalão.
Imperdoável, por suposto.
E pensar que Joaquim deve a Lula o cargo que ocupa... E pensar que seu nome foi selecionado por Frei Betto, assessor especial de Lula no primeiro governo dele.
Ingrato!
Afinal, prevaleceu a moderação. Dilma viajará à Espanha. Mas voltará às vésperas da posse de Joaquim na vaga a ser aberta com a aposentadoria do ministro Carlos Ayres de Britto.
Trata-se de um rito de Estado a presença do presidente da República na posse do chefe do Judiciário. Pelo menos assim entende Dilma.
O contrário seria no mínimo um desaforo. Ou para ser exato: um ato de provocação.
Presidente da República pode muito, mas não pode tudo.
A condenação do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos envolvidos no crime do mensalão, desatou no PT uma onda de ataques duros e inconsequentes ao STF.
Como se aquela corte fosse composta por homens fracos, covardes, que cedem à pressão de uma imprensa supostamente ávida por cabeças e de uma opinião pública bobinha movida a manchetes e artigos.
O barulho provocado pelo julgamento talvez fosse capaz de influenciar o resultado de uma eleição nacional. Mas a que tivemos há pouco foi local.
O PT saiu dela celebrando alguns prodígios – o único de fato retumbante, a reconquista da prefeitura de São Paulo.
É o terceiro partido em número de prefeitos. Mas é o primeiro em número de pessoas que governa.
O PMDB e o PSDB perderam prefeituras.
O PSB foi o partido que mais cresceu – 40%. Embora tenha obtido vitórias em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, se mantém um partido basicamente regional. Nordestino. Deixou de ser satélite do PT – e isso não foi pouco.
Alguém deve ter-se dado conta de que a rebelião do PT contra o STF poderia agravar a situação do partido aos olhos do distinto público e na reta final do julgamento.
Aconselhado pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, Lula reuniu-se com José Dirceu e José Genoino e ordenou que baixassem a bola. A ordem foi repassada ao deputado Ruy Falcão, presidente do PT.
Nada de nota oficial para censurar o STF. Nem de manifestações hostis promovidas pela Central Única dos Trabalhadores.
A hora é de esperar para ver no que vai dar.
O PT imaginou que o STF absolveria algumas de suas estrelas – Dirceu e Genoino com certeza. Foram condenadas.
O PT imaginou que, se condenadas, elas acabariam poupadas de cumprir pena atrás de grades. Tudo sugere que não serão.
Para completar, o ex-publicitário Marcos Valério, um dos operadores do mensalão, pediu para ser ouvido pelo Procurador Geral da República e, em depoimento assinado, disse que tem muito a revelar.
Reza o PT para que Valério não tenha como provar o que a VEJA e o jornal O Estado de S. Paulo publicaram nas últimas semanas – que Lula era o chefe do mensalão; que Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, participou do esquema da compra de apoios políticos; e que ele, Valério, enviou para o exterior dinheiro destinado ao PT.
Terá Valério abastecido ou tido acesso à caixa-mãe de todos os Caixas 2 onde o PT esconde dinheiro obtido irregularmente? Será trágico para o partido se isso tiver ocorrido.
Valério quer contar o que diz saber em troca de menos anos de cadeia. O Procurador Geral da República poderá ou não aceitar sua proposta.
Mas caso Valério formalize uma denúncia contra quem quer que seja, e desde que ela seja minimamente fundamentada, o Procurador não poderá ignorá-la. É sua obrigação providenciar para que uma denúncia de crime seja apurada.
Então talvez saberemos se Lula foi de fato apenas um idiota, um panaca, feito de trouxa por seus acólitos, alheio ao que se passava a poucos metros do seu gabinete no Palácio do Planalto.
Ou então se Lula mente ao país até hoje.
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
penso da mesma forma, ou Lula era um fantoche ou era o chefe da quadrilha. Mesmo votando no PT acredito na segunda opção.Clermont escreveu: Então talvez saberemos se Lula foi de fato apenas um idiota, um panaca, feito de trouxa por seus acólitos, alheio ao que se passava a poucos metros do seu gabinete no Palácio do Planalto.
Ou então se Lula mente ao país até hoje.
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Câmara conclui votação e nova divisão de royalties vai a sanção
Atualizado: 06/11/2012 20:54
SÃO PAULO - A Câmara dos Deputados concluiu a votação do projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo aprovando a proposta original do Senado. O projeto altera as regras também para áreas já licitadas, não dá garantia de receitas para estados produtores e não faz vinculação de áreas em que os recursos devem ser gatos. Com isso, o texto segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff. Foram 286 votos a favor e 124 contrários.
O projeto do Senado, de autoria de Vital do Rêgo (PMDB-PB), traz prejuízos maiores aos estados produtores do que a proposta de Carlos Zarattini (PT-SP), alternativa derrotada em plenário. As tabelas que dão base ao projeto do Senado tem como referência a arrecadação de 2010 e, diferente do texto do deputado petista, não há nenhuma garantia aos produtores de receber ao menos o mesmo montante arrecadado em 2011. A expectativa é que a proposta permita aos não produtores dividir um bolo de R$ 8 bilhões já no próximo ano.
Outra diferença de fundo entre os dois textos é que na proposta aprovada não há vinculação de recursos para a educação, como defende o governo federal. O texto de Vital não traz obrigação de gastos em nenhuma área.
Também contrariando o Palácio do Planalto, a proposta altera a distribuição para áreas já licitadas. Isso pode levar Rio de Janeiro e Espírito Santo a frustrações bilionárias de arrecadação nos próximos anos. A forma como a proposta foi redigida, porém, permite que a presidente vete apenas esta parte, mantendo novos critérios de distribuição apenas para áreas que serão leiloadas pelo modelo de partilha, criado após a descoberta das reservas na camada pré-sal.
A disputa sobre os royalties do petróleo decorre do grande crescimento da produção. No ano passado, os royalties e participação especial recolhidos ultrapassaram R$ 24 bilhões e a expectativa é que este montante chegue a R$ 31 bilhões no ano que vem e passe de R$ 54 bilhões em 2020.
Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/c%C3 ... %A7%C3%A3o
Atualizado: 06/11/2012 20:54
SÃO PAULO - A Câmara dos Deputados concluiu a votação do projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo aprovando a proposta original do Senado. O projeto altera as regras também para áreas já licitadas, não dá garantia de receitas para estados produtores e não faz vinculação de áreas em que os recursos devem ser gatos. Com isso, o texto segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff. Foram 286 votos a favor e 124 contrários.
O projeto do Senado, de autoria de Vital do Rêgo (PMDB-PB), traz prejuízos maiores aos estados produtores do que a proposta de Carlos Zarattini (PT-SP), alternativa derrotada em plenário. As tabelas que dão base ao projeto do Senado tem como referência a arrecadação de 2010 e, diferente do texto do deputado petista, não há nenhuma garantia aos produtores de receber ao menos o mesmo montante arrecadado em 2011. A expectativa é que a proposta permita aos não produtores dividir um bolo de R$ 8 bilhões já no próximo ano.
Outra diferença de fundo entre os dois textos é que na proposta aprovada não há vinculação de recursos para a educação, como defende o governo federal. O texto de Vital não traz obrigação de gastos em nenhuma área.
Também contrariando o Palácio do Planalto, a proposta altera a distribuição para áreas já licitadas. Isso pode levar Rio de Janeiro e Espírito Santo a frustrações bilionárias de arrecadação nos próximos anos. A forma como a proposta foi redigida, porém, permite que a presidente vete apenas esta parte, mantendo novos critérios de distribuição apenas para áreas que serão leiloadas pelo modelo de partilha, criado após a descoberta das reservas na camada pré-sal.
A disputa sobre os royalties do petróleo decorre do grande crescimento da produção. No ano passado, os royalties e participação especial recolhidos ultrapassaram R$ 24 bilhões e a expectativa é que este montante chegue a R$ 31 bilhões no ano que vem e passe de R$ 54 bilhões em 2020.
Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/c%C3 ... %A7%C3%A3o
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
a Dilma nao tem como vetar tudo?
Pq do jeito que ta o país pra variar perdeu! 8 bilhões que serao gastos como bem os governadores entenderem, ou seja, nada!
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Re: NOTÍCIAS POLÍTICAS
Tem, e provavelmente vai.
Mas depois o Congresso pode derrubar o veto.
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