Brasil: mais 60 usinas nucleares
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
ao menos bom saber que o acidente do Japão nao mudo nada, no maximo atraso um poco os planos!
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Reator Multipropósito Brasileiro integra Plano Plurianual do Governo
O projeto para a construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) foi aprovado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação (CMA) do Plano Plurianual do Governo conforme publicação no Diário Oficial da União publicado em 1º de março. A CMA aprovou o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto (CTPGV) que foi favorável ao projeto pela importância técnica e socioeconômica. O valor destinado ao projeto, com referência a agosto de 2010, é de R$ 850 milhões.
Uma das principais metas do RMB, a ser instalado na região de Iperó, SP, será a autonomia nacional na produção de radiofármacos para diagnóstico médico.
O projeto para construção do RMB iniciou-se em 2008 com a união de esforços e competências de diversos institutos de pesquisa da CNEN: Ipen, IEN, CDTN, CRCN/NE e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). A coordenação geral do projeto é de Isaac José Obadia, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da CNEN. O diretor de Projetos Especiais do Ipen, José Augusto Perrotta, é o coordenador técnico do projeto.
=======
DOU - Seção 1 - Nº 56, quarta-feira, 23 de março de 2011.
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS
COMISSÃO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL
RESOLUÇÃO No- 10, DE 1o- DE MARÇO DE 2011
A Comissão de Monitoramento e Avaliação do Plano Plurianual 2008-2011 - CMA instituída pela Portaria MP n.o- 66, de 1o- de abril de 2009, no uso das competências que lhe são conferidas pelo inciso V do art. 1o- e art. 8o- do Anexo I da Portaria MP no- 183 de 7 de julho de 2009, e de acordo com decisão exarada pelo Plenário da 10ª reunião ordinária, resolve:
Art. 1o- Aprovar o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto - CTPGV, favorável à viabilidade técnica e socioeconômica do projeto Implantação do Reator Multipropósito Brasileiro, unidade responsável Comissão Nacional de Energia Nuclear
(processo 0008/2010), no valor total de R$ 850.000.000,00 (referência-agosto de 2010).
Art. 2o- O órgão proponente somente poderá dar início à execução do presente projeto desde que sua programação orçamentária no Plano Plurianual e nos Orçamentos Anuais sejam suficientes para assegurar a adequada e contínua execução, nos termos do que
estabelece o art. 45 da Lei Complementar no- 101, de 2000, e o inciso I do § 1o- do art. 17 do Decreto no- 6.601, de 2008, conforme parágrafo único do art. 1o- da Resolução CMA/MP no- 2, de 2009.
Art. 3o- Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
DÉBORA NOGUEIRA BESERRA
Secretária Executiva
Substituta
O projeto para a construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) foi aprovado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação (CMA) do Plano Plurianual do Governo conforme publicação no Diário Oficial da União publicado em 1º de março. A CMA aprovou o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto (CTPGV) que foi favorável ao projeto pela importância técnica e socioeconômica. O valor destinado ao projeto, com referência a agosto de 2010, é de R$ 850 milhões.
Uma das principais metas do RMB, a ser instalado na região de Iperó, SP, será a autonomia nacional na produção de radiofármacos para diagnóstico médico.
O projeto para construção do RMB iniciou-se em 2008 com a união de esforços e competências de diversos institutos de pesquisa da CNEN: Ipen, IEN, CDTN, CRCN/NE e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). A coordenação geral do projeto é de Isaac José Obadia, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da CNEN. O diretor de Projetos Especiais do Ipen, José Augusto Perrotta, é o coordenador técnico do projeto.
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DOU - Seção 1 - Nº 56, quarta-feira, 23 de março de 2011.
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS
COMISSÃO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL
RESOLUÇÃO No- 10, DE 1o- DE MARÇO DE 2011
A Comissão de Monitoramento e Avaliação do Plano Plurianual 2008-2011 - CMA instituída pela Portaria MP n.o- 66, de 1o- de abril de 2009, no uso das competências que lhe são conferidas pelo inciso V do art. 1o- e art. 8o- do Anexo I da Portaria MP no- 183 de 7 de julho de 2009, e de acordo com decisão exarada pelo Plenário da 10ª reunião ordinária, resolve:
Art. 1o- Aprovar o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto - CTPGV, favorável à viabilidade técnica e socioeconômica do projeto Implantação do Reator Multipropósito Brasileiro, unidade responsável Comissão Nacional de Energia Nuclear
(processo 0008/2010), no valor total de R$ 850.000.000,00 (referência-agosto de 2010).
Art. 2o- O órgão proponente somente poderá dar início à execução do presente projeto desde que sua programação orçamentária no Plano Plurianual e nos Orçamentos Anuais sejam suficientes para assegurar a adequada e contínua execução, nos termos do que
estabelece o art. 45 da Lei Complementar no- 101, de 2000, e o inciso I do § 1o- do art. 17 do Decreto no- 6.601, de 2008, conforme parágrafo único do art. 1o- da Resolução CMA/MP no- 2, de 2009.
Art. 3o- Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
DÉBORA NOGUEIRA BESERRA
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Presidente da Comissão de Energia Nuclear perde o cargo por falha em usinas
Decisão saiu depois de matérias do Correio sobre falhas na gestão de usinas. Ministério da Ciência e Tecnologia evita o tema, mas anuncia reforço na segurança dos locais
Vinicius Sassine
Publicação: 29/03/2011 07:00 Atualização:
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, confirmou ontem a demissão do presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Odair Dias Gonçalves, e anunciou que o ministério terá “prioridade absoluta” na concessão da licença definitiva para a usina nuclear Angra 2, em Angra dos Reis (RJ). “A prioridade é para que Angra 2 tenha o licenciamento necessário, dentro das normas de segurança”, disse o ministro em São Paulo, depois da participação em uma feira internacional. Mercadante afirmou que o comando da Cnen será trocado depois da crise nuclear no Japão, mas não deu detalhes sobre a provável demissão de diretores ligados a Odair. O ministro e seus assessores mais próximos preferiram o silêncio sobre a troca de comando da Cnen na maior parte do dia. Odair informou que não daria declarações sobre a demissão.
Mercadante passou o dia em São Paulo e não se encontrou com o presidente da Cnen em Brasília, como estava previsto. Só confirmou a demissão de Odair ao fim do evento em que foi palestrante, quando questionado pelos jornalistas. O ministro insistiu na hipótese de que o presidente já havia pedido demissão do cargo em janeiro, quando Dilma Rousseff assumiu o governo. Foi a explicação dada no domingo pelo secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Rodrigues Elias, e pelo próprio Odair, em curta nota divulgada à imprensa. “O presidente da Cnen já havia solicitado a saída. Ele está na função há oito anos. Com a crise nuclear no Japão, eu pedi que ele permanecesse”, disse Mercadante.
Odair permaneceu no cargo, segundo o ministro, para elaborar boletins diários sobre o acidente nuclear na usina de Fukushima, no Japão, e também um cartilha em que fiquem detalhados os efeitos da radiação em acidentes como o japonês. “Tínhamos uma grande demanda, cerca de 300 mil brasileiros vivem no Japão. A função fundamental nesse momento era acompanharmos a crise e informar essa comunidade. Passada a crise, faremos a alteração na área nuclear.”
Mercadante pouco falou sobre a inexistência de autorização de operação permanente para Angra 2 e não mencionou a necessidade de o Brasil importar 220 toneladas de urânio para abastecer Angra 1 e 2 a um custo de R$ 40 milhões. A licença de operação é responsabilidade da Cnen. A importação de urânio passou a ser necessária por causa da demora do órgão em autorizar a construção de um novo reservatório, imprescindível para a extração do minério. Foram essas as duas razões para a demissão de Odair da presidência da Cnen, como o Correio mostrou ontem. As duas situações foram reveladas com exclusividade pelo jornal.
O ministro ressaltou que as usinas nucleares em Angra dos Reis terão a segurança reforçada. “Estamos diante de uma mudança importante. Estamos nos reunindo com todo o setor, analisando com detalhe toda a área nuclear.”
A Cnen é ligada ao MCT. Trata-se da instância máxima na área de energia nuclear, cujo processo de geração está todo sob a tutela da União. Enquanto não existe uma agência de regulação do setor, cabe à Cnen planejar, fiscalizar, estabelecer normas, licenciar e controlar a atividade nuclear no Brasil. O presidente da comissão concentra poder no setor: além de dirigir o órgão, assessora o governo e o Ministério de Relações Exteriores nas questões relacionadas à política nuclear brasileira. Preside ainda os conselhos administrativos das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep).
Seis institutos de pesquisa estão ligados à Cnen, como o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN). Um laboratório, dois distritos e quatro escritórios também estão subordinados à Cnen. O presidente da INB, Alfredo Tranjan Filho, disse ao Correio que permanece no cargo. “Estive com o ministro Mercadante na quinta-feira (dia 24) e definimos um cronograma de atividades até o fim do ano.” A INB cuida da produção de combustível nuclear e foi uma das responsáveis pela necessidade de importação de urânio ao não atender as exigências feitas para a concessão de licença.
Colaborou Josie Jeronimo
Repercussão no Senado
A demissão do presidente da Cnen, Odair Dias Gonçalves, repercutiu no Senado. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) cobrou em plenário que a Casa apure a inexistência de licença definitiva para a usina nuclear Angra 2. “Estamos recebendo a notícia da provável demissão do encarregado da política nuclear brasileira na Cnen. A razão não está clara porque se diz que Angra 2 não tem autorização para funcionar. Não tem porque o presidente está sendo omisso, demorado ou porque está sendo cuidadoso?”, questionou Cristovam. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) confirmou que uma comitiva de 10 senadores, liderada por ele, visitará as usinas Angra 1 e 2 amanhã
Decisão saiu depois de matérias do Correio sobre falhas na gestão de usinas. Ministério da Ciência e Tecnologia evita o tema, mas anuncia reforço na segurança dos locais
Vinicius Sassine
Publicação: 29/03/2011 07:00 Atualização:
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, confirmou ontem a demissão do presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Odair Dias Gonçalves, e anunciou que o ministério terá “prioridade absoluta” na concessão da licença definitiva para a usina nuclear Angra 2, em Angra dos Reis (RJ). “A prioridade é para que Angra 2 tenha o licenciamento necessário, dentro das normas de segurança”, disse o ministro em São Paulo, depois da participação em uma feira internacional. Mercadante afirmou que o comando da Cnen será trocado depois da crise nuclear no Japão, mas não deu detalhes sobre a provável demissão de diretores ligados a Odair. O ministro e seus assessores mais próximos preferiram o silêncio sobre a troca de comando da Cnen na maior parte do dia. Odair informou que não daria declarações sobre a demissão.
Mercadante passou o dia em São Paulo e não se encontrou com o presidente da Cnen em Brasília, como estava previsto. Só confirmou a demissão de Odair ao fim do evento em que foi palestrante, quando questionado pelos jornalistas. O ministro insistiu na hipótese de que o presidente já havia pedido demissão do cargo em janeiro, quando Dilma Rousseff assumiu o governo. Foi a explicação dada no domingo pelo secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Rodrigues Elias, e pelo próprio Odair, em curta nota divulgada à imprensa. “O presidente da Cnen já havia solicitado a saída. Ele está na função há oito anos. Com a crise nuclear no Japão, eu pedi que ele permanecesse”, disse Mercadante.
Odair permaneceu no cargo, segundo o ministro, para elaborar boletins diários sobre o acidente nuclear na usina de Fukushima, no Japão, e também um cartilha em que fiquem detalhados os efeitos da radiação em acidentes como o japonês. “Tínhamos uma grande demanda, cerca de 300 mil brasileiros vivem no Japão. A função fundamental nesse momento era acompanharmos a crise e informar essa comunidade. Passada a crise, faremos a alteração na área nuclear.”
Mercadante pouco falou sobre a inexistência de autorização de operação permanente para Angra 2 e não mencionou a necessidade de o Brasil importar 220 toneladas de urânio para abastecer Angra 1 e 2 a um custo de R$ 40 milhões. A licença de operação é responsabilidade da Cnen. A importação de urânio passou a ser necessária por causa da demora do órgão em autorizar a construção de um novo reservatório, imprescindível para a extração do minério. Foram essas as duas razões para a demissão de Odair da presidência da Cnen, como o Correio mostrou ontem. As duas situações foram reveladas com exclusividade pelo jornal.
O ministro ressaltou que as usinas nucleares em Angra dos Reis terão a segurança reforçada. “Estamos diante de uma mudança importante. Estamos nos reunindo com todo o setor, analisando com detalhe toda a área nuclear.”
A Cnen é ligada ao MCT. Trata-se da instância máxima na área de energia nuclear, cujo processo de geração está todo sob a tutela da União. Enquanto não existe uma agência de regulação do setor, cabe à Cnen planejar, fiscalizar, estabelecer normas, licenciar e controlar a atividade nuclear no Brasil. O presidente da comissão concentra poder no setor: além de dirigir o órgão, assessora o governo e o Ministério de Relações Exteriores nas questões relacionadas à política nuclear brasileira. Preside ainda os conselhos administrativos das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep).
Seis institutos de pesquisa estão ligados à Cnen, como o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN). Um laboratório, dois distritos e quatro escritórios também estão subordinados à Cnen. O presidente da INB, Alfredo Tranjan Filho, disse ao Correio que permanece no cargo. “Estive com o ministro Mercadante na quinta-feira (dia 24) e definimos um cronograma de atividades até o fim do ano.” A INB cuida da produção de combustível nuclear e foi uma das responsáveis pela necessidade de importação de urânio ao não atender as exigências feitas para a concessão de licença.
Colaborou Josie Jeronimo
Repercussão no Senado
A demissão do presidente da Cnen, Odair Dias Gonçalves, repercutiu no Senado. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) cobrou em plenário que a Casa apure a inexistência de licença definitiva para a usina nuclear Angra 2. “Estamos recebendo a notícia da provável demissão do encarregado da política nuclear brasileira na Cnen. A razão não está clara porque se diz que Angra 2 não tem autorização para funcionar. Não tem porque o presidente está sendo omisso, demorado ou porque está sendo cuidadoso?”, questionou Cristovam. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) confirmou que uma comitiva de 10 senadores, liderada por ele, visitará as usinas Angra 1 e 2 amanhã
Cabeça dos outros é terra que ninguem anda... terras ermas...
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
A preocupação de nossos nobres senadores me comove até a medula...
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Todos engenheiros. Sabe-se...










"Apenas o mais sábio e o menos sábio nunca mudam de opinião."
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Mas esse não é o reator que vai ser construído em parceria com a Argentina? Ou é outro reator? Eu estou misturando as coisas...gil eanes escreveu:Reator Multipropósito Brasileiro integra Plano Plurianual do Governo
O projeto para a construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) foi aprovado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação (CMA) do Plano Plurianual do Governo conforme publicação no Diário Oficial da União publicado em 1º de março. A CMA aprovou o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto (CTPGV) que foi favorável ao projeto pela importância técnica e socioeconômica. O valor destinado ao projeto, com referência a agosto de 2010, é de R$ 850 milhões.
Uma das principais metas do RMB, a ser instalado na região de Iperó, SP, será a autonomia nacional na produção de radiofármacos para diagnóstico médico.
O projeto para construção do RMB iniciou-se em 2008 com a união de esforços e competências de diversos institutos de pesquisa da CNEN: Ipen, IEN, CDTN, CRCN/NE e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). A coordenação geral do projeto é de Isaac José Obadia, da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da CNEN. O diretor de Projetos Especiais do Ipen, José Augusto Perrotta, é o coordenador técnico do projeto.
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COMISSÃO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL
RESOLUÇÃO No- 10, DE 1o- DE MARÇO DE 2011
A Comissão de Monitoramento e Avaliação do Plano Plurianual 2008-2011 - CMA instituída pela Portaria MP n.o- 66, de 1o- de abril de 2009, no uso das competências que lhe são conferidas pelo inciso V do art. 1o- e art. 8o- do Anexo I da Portaria MP no- 183 de 7 de julho de 2009, e de acordo com decisão exarada pelo Plenário da 10ª reunião ordinária, resolve:
Art. 1o- Aprovar o parecer da Câmara Técnica de Projetos de Grande Vulto - CTPGV, favorável à viabilidade técnica e socioeconômica do projeto Implantação do Reator Multipropósito Brasileiro, unidade responsável Comissão Nacional de Energia Nuclear
(processo 0008/2010), no valor total de R$ 850.000.000,00 (referência-agosto de 2010).
Art. 2o- O órgão proponente somente poderá dar início à execução do presente projeto desde que sua programação orçamentária no Plano Plurianual e nos Orçamentos Anuais sejam suficientes para assegurar a adequada e contínua execução, nos termos do que
estabelece o art. 45 da Lei Complementar no- 101, de 2000, e o inciso I do § 1o- do art. 17 do Decreto no- 6.601, de 2008, conforme parágrafo único do art. 1o- da Resolução CMA/MP no- 2, de 2009.
Art. 3o- Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
DÉBORA NOGUEIRA BESERRA
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Na verdade a construção não será em parceria. Diz o acordo que o Brasil e a Argentina farão esforços para desenvolverem os projetos em parceria. E após os projetos básicos cada um seguirá com o empreendimento de forma independente.DELTA22 escreveu:Mas esse não é o reator que vai ser construído em parceria com a Argentina? Ou é outro reator? Eu estou misturando as coisas...
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De concreto essa parceria rendeu até agora nada mais do que o papel do acordo e algumas visitas de técnicos brasileiros à Argentina. E e assim estamos tocando. E acho que assim será.
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
E independente da parceria, o projeto em si já rendeu alguma coisa? Já tem cronograma, dotação de verbas, licença ambiental? Quem especificamente está projetando o reator, ou até agora só existe a aprovação pelo congresso mesmo?gil eanes escreveu:Na verdade a construção não será em parceria. Diz o acordo que o Brasil e a Argentina farão esforços para desenvolverem os projetos em parceria. E após os projetos básicos cada um seguirá com o empreendimento de forma independente.DELTA22 escreveu:Mas esse não é o reator que vai ser construído em parceria com a Argentina? Ou é outro reator? Eu estou misturando as coisas...
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De concreto essa parceria rendeu até agora nada mais do que o papel do acordo e algumas visitas de técnicos brasileiros à Argentina. E e assim estamos tocando. E acho que assim será.
Leandro G. Card
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Brasil nega que crise nuclear no Japão possa interferir em planos de energia
O Brasil possui duas das cinco usinas nucleares em funcionamento da América Latina e está construindo outra que espera ter finalizado em 2015
Divulgação/Eletronuclear

Parte do reator de Angra 3: novas usinas deverão custar cerca de R$ 9 a R$ 10 bi cada
Santiago - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, negou durante sua visita a Santiago nesta sexta-feira que a crise nuclear no Japão possa interferir nos planos de desenvolvimento energético do Brasil, um dos três que possuem usinas nucleares na América Latina.
"Não acho que isso tenha um impacto em nossos planos de desenvolvimento energético neste momento", respondeu Patriota em entrevista concedida após ser recebido no Palácio de La Moneda pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera.
O Brasil possui duas das cinco usinas nucleares em funcionamento da América Latina e está construindo outra que espera ter finalizado em 2015. Há também duas na Argentina e uma no México.
Em 23 de março, o Congresso Nacional debateu os planos nucleares do país e exigiu mais fiscalização nas duas usinas que estão em operação.
Tanto Patriota como o chanceler chileno, Alfredo Moreno, afirmaram que em seu encontro desta sexta-feira não conversaram sobre uma possível cooperação em energia nuclear.
O Chile, que só possui dois reatores empregados com fins científicos, anunciou recentemente sua intenção de estudar esta opção para alimentar sua matriz energética e para isso assinou acordos de cooperação com os Estados Unidos, França e Argentina.
Patriota ressaltou o "compromisso" do Brasil com as energias renováveis, que representam 40% da matriz do país, e expressou o desejo de seu país "de contribuir com as necessidades energéticas do Chile".
O ministro brasileiro entregou a Piñera uma carta da presidente Dilma Rousseff na qual agradece sua presença na sua posse e expressa o desejo de "estreitar os laços de amizade" com o Chile.
Patriota também conversou com Moreno sobre cooperação em ciência, tecnologia e educação, assim como em questões regionais e multilaterais, incluindo a presença das forças das Nações Unidas no Haiti.
O Brasil possui duas das cinco usinas nucleares em funcionamento da América Latina e está construindo outra que espera ter finalizado em 2015
Divulgação/Eletronuclear

Parte do reator de Angra 3: novas usinas deverão custar cerca de R$ 9 a R$ 10 bi cada
Santiago - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, negou durante sua visita a Santiago nesta sexta-feira que a crise nuclear no Japão possa interferir nos planos de desenvolvimento energético do Brasil, um dos três que possuem usinas nucleares na América Latina.
"Não acho que isso tenha um impacto em nossos planos de desenvolvimento energético neste momento", respondeu Patriota em entrevista concedida após ser recebido no Palácio de La Moneda pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera.
O Brasil possui duas das cinco usinas nucleares em funcionamento da América Latina e está construindo outra que espera ter finalizado em 2015. Há também duas na Argentina e uma no México.
Em 23 de março, o Congresso Nacional debateu os planos nucleares do país e exigiu mais fiscalização nas duas usinas que estão em operação.
Tanto Patriota como o chanceler chileno, Alfredo Moreno, afirmaram que em seu encontro desta sexta-feira não conversaram sobre uma possível cooperação em energia nuclear.
O Chile, que só possui dois reatores empregados com fins científicos, anunciou recentemente sua intenção de estudar esta opção para alimentar sua matriz energética e para isso assinou acordos de cooperação com os Estados Unidos, França e Argentina.
Patriota ressaltou o "compromisso" do Brasil com as energias renováveis, que representam 40% da matriz do país, e expressou o desejo de seu país "de contribuir com as necessidades energéticas do Chile".
O ministro brasileiro entregou a Piñera uma carta da presidente Dilma Rousseff na qual agradece sua presença na sua posse e expressa o desejo de "estreitar os laços de amizade" com o Chile.
Patriota também conversou com Moreno sobre cooperação em ciência, tecnologia e educação, assim como em questões regionais e multilaterais, incluindo a presença das forças das Nações Unidas no Haiti.
unanimidade só existe no cemitério
Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Patriota deu o tom; foi direto e reto. A pressão será enorme, principalmente das "ONG's" (coooffff....) e da "sociedade civil" (leia-se imprensa e seus "especialistas", tipo o Goldeberg
).
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
De concreto mesmo nada. Não há projeto, e nem ante-projeto. Mas se os bons ventos soprarem já se tem tudo acertado. Quem está à frente disto é o Eng. José Augusto Perrota, do IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), e o projeto será feito por uns tantos outros engenheiros, físicos, etc, ligados a área nuclear. Quanto à área não se vê muito problema pois ela é contígua as instalações da Marinha em Iperó (Aramar).LeandroGCard escreveu:E independente da parceria, o projeto em si já rendeu alguma coisa? Já tem cronograma, dotação de verbas, licença ambiental? Quem especificamente está projetando o reator, ou até agora só existe a aprovação pelo congresso mesmo?gil eanes escreveu: Na verdade a construção não será em parceria. Diz o acordo que o Brasil e a Argentina farão esforços para desenvolverem os projetos em parceria. E após os projetos básicos cada um seguirá com o empreendimento de forma independente.
De concreto essa parceria rendeu até agora nada mais do que o papel do acordo e algumas visitas de técnicos brasileiros à Argentina. E e assim estamos tocando. E acho que assim será.
Leandro G. Card
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Em Buenos Aires um debate muito importante começa a tomar destaque. Pelo menos 50% da população do país estão a menos de 150km da central de Atucha, e sua segurança (contingências, evacuação da população...) vem sendo questionada.
"O correr da vida embrulha tudo,
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
João Guimarães Rosa
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
Alvo prioritario para um atacante de fora da AS, o Brasil correria um grave risco de receber grandes quantidades de radiação e o aquifero Guarani poderia ser totalmente contaminado.
O Troll é sutil na busca por alimento.
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Re: Brasil: mais 60 usinas nucleares
não é preciso atacar a usina para interromper seu fluxo de energia.
Por sinal se evita hoje atingir diretamente unidades que gerem energia. Todas elas causam muito estrago local e não tão local quando avariadas.
O melhor é atacar a infraestrutura proxima "Ilhando" a unidade geradora. Atacar subestações tb é uma excelente maneira de se negar energia ja que sem elas as usinas são obrigadas a se desligar por não ter para onde mandar a energia.
Por sinal se evita hoje atingir diretamente unidades que gerem energia. Todas elas causam muito estrago local e não tão local quando avariadas.
O melhor é atacar a infraestrutura proxima "Ilhando" a unidade geradora. Atacar subestações tb é uma excelente maneira de se negar energia ja que sem elas as usinas são obrigadas a se desligar por não ter para onde mandar a energia.