PRick escreveu:Penguin escreveu:[ quote="PRick"]
Não é questão de confiança, mas de mútua necessidade, os franceses estão sem saída na Europa, precisam de um grande parceiro emergente, Rússia é concorrente, Índia já tem muitos parceiros e a China não é confiável. Resultado, o Brasil surge como o único parceiro emergente disponível, e se não bastasse isso, nossas políticas pregam independência, dentro de um quadro de aliança com o Ocidente. O franceses perceberam isso desde a virada do século. Trata-se de uma confluência histórica, um quadro que deve permanecer por mais de duas décadas.
[]´s
A França não precisam de UM grande parceiro emergente. Isso é um desejo seu.
A França possui e busca parceiros diversos em todo o mundo, seja emergentes ou desenvolvidos. Está no Livro Branco de Defesa deles e é isso que eles têm feito. Só não vê quem não quer.
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Acho que vc não leu o documento da Assembléia Nacional antes da assinatura do Acordo com o Brasil, depois você iguala os países, não estou falando de qualquer parceria, mas uma ALIANÇA, é certo que a França possui parcerias pelo mundo, mas acho que vc, como o outro forista aqui igualou o Brasil ao EAU. Só existem hoje uns 04 países como o Brasil no mundo, o resto é resto, pena que você não percebeu isso. Assim, como o o Brasil só tem a França como parceria viável no mundo desenvolvido, a França só tem o Brasil como parceria viável para os BRIC´s, o resto é resto. Continue achando que o Brasil é igual ao Kasaquistão ou os EAU.
O debate aqui é sério, e esse seu último post ignora a realidade mundial. Você leu lá quem será em breve uma das 05 maiores economias do mundo? É nisso que os croassantes estão mirando, o futuro, eles sabem que eles estão em decadência, mas são mais lúcidos que os britânicos por exemplo.
Comparar o Brasil com o Kasaquistão, é o mesmo que comparar uma parceria com a França, com uma com a Suécia ou Itália.
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Cazaquistão?!
Os ALIADOS militares da França são os membros da OTAN em primeiro lugar.
É com esses que a França coopera militarmente no desenvolvimento de armas, tecnologias, estruturas militares, compartilhando planos estratégicos militares, políticas de defesa comum e é com esses que a França vai a guerra.
O compromisso francês é claro (by Sarkozy):
The French President clearly emphasized at the Munich Security Conference that: “it’s Defence Europe and NATO, not Defence Europe or NATO. Both together. It’s because we are going to strengthen Defence Europe that NATO will have to be strengthened. It was a major error for people to think that by weakening one they could strengthen the other.”
http://www.diplomatie.gouv.fr/en/france ... index.html
A França tb coopera militarmente com outros países (assim como nós). No site do Ministério de Relações Exteriores deles isso é bem explicado:
Directorate for Military and Defense Co-operation
Today, military and defence co-operation is an essential component of our diplomatic action.
Its integration within the Ministry of Foreign Affairs clearly indicates a major concern for coherence in carrying out both bilateral and multilateral co-operation mission and enables the Directorate for Military and Defence Co-operation (DCMD) to play an active part in determining French foreign policy.
DCMD is composed of military personnel and diplomats and works closely with the Ministry of Defence. It offers institutional co-operation, which is complementary to the operational co-operation carried out by the Joint headquarters, various services and the Gendarmerie.
In Africa, a high-priority area in our co-operation programmes, DCMD focuses on partnership-based projects, with particular emphasis on a regional or sub-regional approach, mainly through schools and training centres, in such fields as peacekeeping, the strengthening of rule of law and internal security. This type of co-operation is slowly extending to English and Portuguese speaking countries.
New priorities have also been defined in:
- Central and Eastern European countries, with a special focus on EU candidates;
- Countries on the southern coast of the Mediterranean and in the Near and Middle East;
- Latin America;
- Asia.
Prick,
Nós estamos na América Latina e não fazemos parte da OTAN.
Uma coisa é ser aliado militar. Outra coisa é cooperar militarmente.
[]s