O futuro da AAAe no Brasil
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Podemos sonhar (eu aí incluso). Mas vamos colocar as coisas nos lugares.
Da década de 70 para cá, a artilharia antiaérea derrubou no mundo todo mais amigos do que inimigos. A melhor maneira de manter essa estatística é sair distribuindo armas para quem não tem a capacidade de usá-las da maneira correta.
Abraços,
Da década de 70 para cá, a artilharia antiaérea derrubou no mundo todo mais amigos do que inimigos. A melhor maneira de manter essa estatística é sair distribuindo armas para quem não tem a capacidade de usá-las da maneira correta.
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- Carlos Lima
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Nada como a realidade nua e crua
E aprendemos mais um pouco...
[]s
CB_Lima
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E aprendemos mais um pouco...
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CB_Lima
CB_Lima = Carlos Lima 
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- Bolovo
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Credo! O Piffer cortou as asinhas de todo mundo! ![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
![Gargalhada [003]](./images/smilies/003.gif)
"Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Darcy Ribeiro (1922 - 1997)
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Veja bem,ele apenas recolocou os equipamentos nos devidos lugares, mas não disse que seriam mal vindos.
Achar que um exército que tem uma defesa AAer pereba como o nosso cuspiria neles se recebesse TOR-M2, BUK-M2(acho que é assim) e IGLAs aos montes, acho forte demais.
Fala aí Piffer, você ficaria triste de operar sob um guarda chuva assim?
Achar que um exército que tem uma defesa AAer pereba como o nosso cuspiria neles se recebesse TOR-M2, BUK-M2(acho que é assim) e IGLAs aos montes, acho forte demais.
Fala aí Piffer, você ficaria triste de operar sob um guarda chuva assim?
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- Glauber Prestes
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Então, tira o igla da mão da infantaria, e mantém o resto do meu esquema. A bateria com um sistema de alcance de 10-12km (O que daria um alcance real de cerca de 6km), e o GAAAe com Buk M2, e outro sistema de menor alcance, seguindo a equipagem da bateria.Piffer escreveu:A doutrina de AAAe está boa do jeito que está. O material é que falta.
Os BI não precisam de um armamento como o Igla; de maneira geral eles estão debaixo do guarda-chuva da bateria da brigada. Quando não estiverem e precisarem desta cobertura, a bateria pode destacar uma seção para ele.
O problema é o mesmo que o Guerra já disse num tópico sobre os mísseis AC: o que um batalhão vai fazer com uma arma com um alcance como o Igla, onde a distância de engajamento mínima praticamente já excede os limites do batalhão? Imagine um infante com um míssil e vê uma aeronave a 4 km. É difícil de identificá-la visualmente, o BI não tem radar, não participa da rede do SOAT, da DAAe ou qualquer outra de coordenação do espaço aéreo e, de maneira geral, não tem conhecimento das MCCEA. Ao lado dele, tem outro batalhão também com uma Seção de Iglas vendo o mesmo alvo. Ele atira ou não?
Da mesma maneira, a Brigada não precisa de um sistema de média altura, com alcande de 24, 30 ou 40 km. Um PC de brigada vai estar a uns 2 ou 3 km da linha de contato e precisa de um sistema de auto-defesa. A artilharia de média altura tem que estar no GAAAe divisionário. Qualquer lançamento de míssil de média altura obrigatoriamente tem que ser designado pelo CDAT da FAB, pois o alvo está além do alcance visual e justamente na área onde os nossos caças estarão voando.
Abraços,
A brigada com um alcance efetivo de uns 6 km, e o GAAAe depois, com um sistema mais completo.
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
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- Carlos Lima
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Lembrar CM que o Piffer é quem estaria voando sob tal "guarda-chuva" na mão de soldados e cabos com o 1 Grau primário se é que tanto... a questão não é ser triste ou alegre amigo...Carlos Mathias escreveu:Veja bem,ele apenas recolocou os equipamentos nos devidos lugares, mas não disse que seriam mal vindos.
Achar que um exército que tem uma defesa AAer pereba como o nosso cuspiria neles se recebesse TOR-M2, BUK-M2(acho que é assim) e IGLAs aos montes, acho forte demais.
Fala aí Piffer, você ficaria triste de operar sob um guarda chuva assim?
... é um problema de "insalubridade no exercício do trabalho" ... ou seja... o do rapaz estaria "na reta" ao voar entre os "amigos"
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Nessas horas mesmo a "sofisticação" e tecnologia de ponta tem que ter uma boa dose de doutrina e sabedoria em cima
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CB_Lima
CB_Lima = Carlos Lima 
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Deixa de ser muquirana, glauber. Alcance de 10 a 12 km é 10 a 12 e não 6....glauberprestes escreveu:Então, tira o igla da mão da infantaria, e mantém o resto do meu esquema. A bateria com um sistema de alcance de 10-12km (O que daria um alcance real de cerca de 6km), e o GAAAe com Buk M2, e outro sistema de menor alcance, seguindo a equipagem da bateria.
A brigada com um alcance efetivo de uns 6 km, e o GAAAe depois, com um sistema mais completo.
Na verdade, eu usei o alcance para evocar o exemplo do Guerra, mas a classificação a AAAe vem da altura:
- Baixa altura até 3000 m
- Média altura de 3000 a 15000 m
- Grande altura acima de 15000 m
Essa classificação, padrão da OTAN eu acho, vem da altura que as aeronaves fazem a maioria das missões de superioridade aérea (10000 a 45000 ft).
Assim, a brigada precisa de sistemas de baixa altura. OS GAAAe divisionários usariam sistemas de média altura e os GAAAe que defendem o território nacional usariam sistemas de média e grande altura.
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Na realidade, eu vi a pouco tempo, um trabalho da EsACosAAe, que coloca o alcance efetivo real (ou seja, cerca de 92% de chance de acerto) da maioria dos sistemas AAe somo sendo pouco mais de 60% do alcance dito. Eu só arredondei, mas na verdade, eu esqueci uma coisa, esclareço lá embaixo:Piffer escreveu: Deixa de ser muquirana, glauber. Alcance de 10 a 12 km é 10 a 12 e não 6....
Padrão é realmente OTAN, justamente por causa das operações aéreas. Eu levei em conta isso, mas vamos modificar os alcances nominais, pois no mundo real, eles já levam isso em consideração, e eu ignorei!Na verdade, eu usei o alcance para evocar o exemplo do Guerra, mas a classificação a AAAe vem da altura:
- Baixa altura até 3000 m
- Média altura de 3000 a 15000 m
- Grande altura acima de 15000 m
Essa classificação, padrão da OTAN eu acho, vem da altura que as aeronaves fazem a maioria das missões de superioridade aérea (10000 a 45000 ft).
Assim, a brigada precisa de sistemas de baixa altura. OS GAAAe divisionários usariam sistemas de média altura e os GAAAe que defendem o território nacional usariam sistemas de média e grande altura.
Abraços,
Mudando a bateria da brigada, um sistema semelhante ao Avenger americano, porém com mísseis igla, montados em cima de um Marrua no caso de brigadas motorizadas, leves, e PQDT, ou em cima de M113/ Blindado sobre rodas, no caso de brigadas Blindadas ou mecanizadas:

Existe a opção de não utilizar um radar, ou utlizar um radar remoto, mais ou menos como está sendo com o Saber e o igla. Altura de operação de 3.500m, e belezura.
Vou pro aniversário da minha namorada, depois termino as minhas maionesadas.
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
CB, então o que os melhores exércitos do mundo fazem com aquela ruma de mísseis de ombro?
Risco sempre há amigo, é inerente a profissão militar.
Agora, achar que os soldados brasileiros vão começar a atirar em tudo que passar perto é desconsiderar que há sargentos, tenentes e etc comandando a tropa, o cara não fica solto, atirando quando quer.
A menos que no EB seja assim, o soldado é quem decide na hora se atira ou não. Se for tanto pode salvar um heli amigo como pode deixar passar um inimigo.
Risco sempre há amigo, é inerente a profissão militar.
Agora, achar que os soldados brasileiros vão começar a atirar em tudo que passar perto é desconsiderar que há sargentos, tenentes e etc comandando a tropa, o cara não fica solto, atirando quando quer.
A menos que no EB seja assim, o soldado é quem decide na hora se atira ou não. Se for tanto pode salvar um heli amigo como pode deixar passar um inimigo.
Re: O futuro da AAAe no Brasil
Não é problema de ser soldado; o problema é não participar de estrutura de coordenação e controle do espaço aéreo.
Pode haver ali uma sargento, um tenente, um capitão ou até mesmo o general Heleno que todo mundo gosta, e ele não vai saber se deve atirar ou não.
A gente pode ter uma ruma de mísseis também. Eles só precisam estar nos lugares certos.
Pode haver ali uma sargento, um tenente, um capitão ou até mesmo o general Heleno que todo mundo gosta, e ele não vai saber se deve atirar ou não.
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Alguns BI que eu visitei, tinham uma seção AAe. Isso é defasado então?
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Hm. Eu me baseei principalmente nisso para fazer as minhas afirmações. Desculpa pessoar...Piffer escreveu:Não está previsto em nenhum dos manuais atuais.
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Re: O futuro da AAAe no Brasil
Só por curiosidade, as companhias tem uma .50 com reparo antiaéreo, que serve exclusivamente como auto-defesa em último recurso; sem contudo participar do sistema de DAAe.
Se não me engano, quem atira é o cozinheiro da companhia.
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